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Não permita que a TV exclua a leituraDespertai! — 1983 | 22 de fevereiro
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é a maior recompensa de se consultar o dicionário, isto é, aprender o significado da raiz.
Encontramos várias palavras acima e abaixo de “catalisador”, todas começando com “cata”, do grego kata, para baixo. Alguns exemplos:
“Catacrese”, [kata, para baixo ou contra, charesthai, usar] aplicação de um termo figurado por falta de termo próprio; ou mau uso de uma palavra — algo que queremos evitar.
“Cataclismo”, [kata, para baixo, klysein, lavar] dilúvio.
“Catástrofe”, [kata, para baixo, strephein, virar] ruína, calamidade, desastre . . . Abre-se um mundo de palavras originárias apenas de uma simples raiz.
O poder da palavra começa aí. Obtêm-se significados adicionais por se acrescentar prefixos, acréscimos antes, e sufixos, acréscimos depois. Veja o que acontece com a palavra “forma” quando adicionamos prefixos tais como “con”, ou “in”, ou “re”; ou quando adicionamos sufixos tais como “tura”, ou “ção”, ou “lidade”.
Tirar tempo para estudar a matéria introdutória nas primeiras páginas de um bom dicionário é em si mesmo um aprendizado. E, quer freqüente a escola, quer não, você pode vir a dominar a capacidade de leitura por criar o hábito de consultar um bom dicionário, conforme ilustrado acima.
O Que Existe de Valor Para Ler?
No meio de toda a enxurrada de lixo que lota as bancas de jornais e as livrarias, sempre existe algo que vale a pena procurar e ler. Mas, qual é um meio seguro para se assegurar uma boa leitura? Um dos melhores guias para leitura, ou qualquer outra forma de comunicação, foi registrado a quase dois mil anos atrás: “Todas as coisas que são verdadeiras, . . . de séria preocupação, . . . justas, . . . castas, . . . amáveis, . . . de que se fala bem, . . . toda virtude que há e toda coisa louvável que há, continuai a considerar tais coisas.” — A Bíblia, em Filipenses 4:8.
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Deuses sem valorDespertai! — 1983 | 22 de fevereiro
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Deuses sem valor
Numa nota sob o cabeçalho “Marx, Mao e Eu”, o editorialista do Le Journal de Genève, comentou: “Os deuses são temperamentais e nem sempre correspondem às esperanças neles depositadas. Os antigos, ao discernirem isso, escolhiam outro deus dentre seu panteão assim que o anterior recusava seus sacrifícios. . . . Muitos de nossos contemporâneos adoraram a Marx, mas em troca não foram muito bem recompensados. . . . Alguns se voltaram para Mao, mas suas imagens foram rapidamente rasgadas dos murais das cidades. . . . Perplexos, os fiéis começaram a apelar para o Euismo, também um deus bem rigoroso, que demanda rituais.”
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