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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
w79 15/3 p. 15

Por dentro das notícias

As Igrejas e a Paz

● A revista “Caravan”, de Nova Délhi, Índia, descreveu uma controvérsia religiosa entre duas seitas “cristãs” no estado de Querala. A seita ortodoxa e a seita jacobita, disse o periódico, desde o começo deste século, têm-se combatido dentro e fora dos tribunais por causa de questões de liderança e de propriedades da igreja.

“É repugnante ouvir, durante a controvérsia as palavras provocantes destes sacerdotes”, observou “Caravan”. “Embora afirmem ser verdadeiros seguidores de Jesus Cristo desconsideram o seu conselho mais importante: ame teu próximo como a ti mesmo. Não somente fazem discursos depreciativos uns contra os outros, mas também recorrem à violência física. Pregam que a crença da religião levará à verdadeira paz. Mas, eles mesmos têm espalhado o ódio e lançado as sementes do descontentamento, que forçosamente perturbarão a paz.”

Esses comentários dum observador indiano não parecem ser exagerados.

Adoração do Filho ou do Sol?

● Num artigo sobre a adoração do sol, na revista “Saturday Review”, o famoso escritor científico Isaac Asimov descreveu diversas antigas festividades associadas com o solstício de inverno do hemisfério setentrional (21 de dezembro — quando os dias começam novamente a ficar mais compridos do que as noites). Ele observou que os romanos celebravam isto “com as saturnais de uma semana de duração [chamadas pelo nome do deus agrícola, Saturno], de 17 a 24 de dezembro. Era um período de ininterruptas festanças e folguedos. . . . presentes eram distribuídos a todos”.

Asimov prosseguiu, relatando que, no terceiro século, “a adoração de Mitra, deus-sol da Pérsia, tornava-se popular, especialmente entre os soldados. Os mitraístas celebravam o nascimento de Mitra no solstício de inverno um tempo natural, e fixavam o dia em 25 de dezembro, para que as populares saturnais romanas pudessem ser desenvolvidas para ter por clímax o ‘Dia do Sol’ mitraísta.

“Naquele tempo, o cristianismo travava um grande duelo com os mitraístas, pelo coração e pela mente do povo do Império Romano. . . . Algum tempo depois de A. D. 300, o cristianismo conseguiu dar o golpe final da absorção das saturnais, e com isso alcançou sua vitória final sobre o mitraísmo. Estabeleceu-se o dia 25 de dezembro como dia do nascimento de Jesus, e transformou-se a grande festividade numa cristã. Não há absolutamente nenhuma justificativa bíblica para o 25 de dezembro, como tendo sido a data da Natividade.”

Então, como deve o cristão encarar um feriado tão arraigado na adoração dos incrédulos? “Não procurem trabalhar com os descrentes como se eles fossem iguais a vocês”, diz a Palavra de Deus. “Vocês precisam deixá-los, e separar-se deles. Não toquem no que é impuro, e então eu os aceitarei”. — 2 Cor. 6:14-18, “A Bíblia na Linguagem de Hoje”.

“Paz” no Monte Sinai?

● A revista “U. S. News & World Report” predissera a possível assinatura do acordo de paz egípcio-israelense perto do fim de dezembro mui provavelmente por volta do Natal. A revista noticiosa acrescentara: “Naquela ocasião, Sadat quer encontrar-se com Begin e Carter no cume do monte Sinai, onde a Bíblia relata que Moisés fez o seu pacto com Deus e recebeu os Dez Mandamentos.”

Independente de tal acordo de paz, a escolha “espetacular” do monte Sinai, como lugar para isso, não resolveria nada, exceto para dar destaque ao seu movimento em prol da paz. É interessante notar que o apóstolo Paulo, escrevendo sobre dois antigos “pactos”, referiu-se a “um do monte Sinai, que dá à luz filhos para a escravidão”. (Gál. 4:24-26) Poderia um tratado de paz, assinado no mesmo lugar, ter um resultado mais desejável?

Na realidade, não importa quais os movimentos de paz das nações, neste “tempo do fim”, eles só as poderiam levar mais perto do cumprimento da profecia: “O dia de Jeová vem exatamente como ladrão, de noite. Quando estiverem dizendo: ‘Paz e segurança!’ então lhes há de sobrevir instantaneamente a repentina destruição.” (1 Tes. 5:2, 3) Entretanto, isto abrirá o caminho para aquele outro “pacto” mencionado por Paulo ter seu glorioso cumprimento. Este imutável pacto contém a promessa divina de que “todas as nações da terra hão de abençoar a si mesmas”, não por meio de quaisquer esforços humanos em prol da paz, mas por meio de Cristo. — Gên. 22:18; Gál. 3:8, 16.

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