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  • Zedequias
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    • favor. Embora não fosse o ano do Jubileu, concluíram um pacto de libertar seus escravos hebreus. Mais tarde, romperam tal pacto por escravizar àqueles que haviam libertado. (Jer. 34:8-22) Isto parece ter-se dado numa época em que uma força militar do Egito correu em defesa de Jerusalém, motivando os babilônios a levantarem temporariamente o cerco a fim de enfrentarem a ameaça egípcia. (Jer. 37:5) Pelo que parece, crendo que os babilônios seriam derrotados e incapazes de reiniciar o sítio, aqueles que haviam libertado os hebreus escravizados acharam que o perigo já tinha passado e, por conseguinte, novamente escravizaram os antigos escravos hebreus libertados.

      Indicando que Zedequias era um governante muito fraco, constata-se que, quando os príncipes mais tarde solicitaram que Jeremias fosse morto por alegadamente debilitar o moral do povo sitiado, Zedequias afirmou: “Eis que está nas vossas mãos. Pois não há nada em que o próprio rei possa prevalecer contra vós.” Não obstante, depois disso, Zedequias concedeu a Ebede-Meleque que socorresse Jeremias e mandou que Ebede-Meleque levasse junto 30 homens, a fim de ajudá-lo nisto. Mais tarde, Zedequias de novo se reuniu em particular com Jeremias. Garantiu ao profeta que não o mataria, nem o entregaria nas mãos dos que procuravam matá-lo. Mas Zedequias temia represálias por parte dos judeus que se haviam bandeado para os caldeus, e, por conseguinte, não acatou o conselho inspirado de Jeremias de render-se aos príncipes de Babilônia. Em demonstração adicional de seu temor, o rei solicitou que Jeremias não revelasse o assunto de sua palestra particular aos príncipes suspeitosos. — Jer. 38:1-28.

      A QUEDA DE JERUSALÉM

      Por fim (607 AEC), “no décimo primeiro ano de Zedequias, no quarto mês, no nono dia do mês”, abriu-se uma brecha na cidade de Jerusalém. À noite, Zedequias e os homens de guerra fugiram. Alcançado nas planícies desérticas de Jericó, Zedequias foi levado a Nabucodonosor, em Ribla. Os filhos de Zedequias foram mortos diante de seus olhos. Uma vez que Zedequias só tinha c. 32 anos nessa época, os filhos dele não podiam ter muita idade. Depois de presenciar a morte dos seus filhos, Zedequias foi cegado, acorrentado com grilhões de cobre e levado para Babilônia, onde morreu na casa de custódia. — 2 Reis 25:2-7; Jer. 39:2-7; 44:30; 52:6-11; compare com Jeremias 24:8-10; Ezequiel 12:11-16; 21:25-27.

  • Zelofeade
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    • ZELOFEADE

      [sombra (proteção) do temor].

      Descendente de Manassés mediante Maquir, Gileade e Hefer. (Núm. 26:29-33) Zelofeade morreu durante a peregrinação de 40 anos pelo deserto, não junto com “os que se combinaram contra Jeová na assembléia de Corá, porém, morreu pelo seu próprio pecado”. (Núm. 27:3) Não tinha filhos varões, mas deixou cinco filhas vivas: Maala, Noa, Hogla, Milca e Tirza, todas as quais sobreviveram até à entrada na Terra Prometida. — Núm. 27:1; 1 Crô. 7:15.

      Esta situação especial suscitou problemas a respeito de herança. Quando as filhas de Zelofeade solicitaram o quinhão de terras de seu pai em Manassés, Moisés levou o caso delas perante Jeová. A decisão judicial de Deus foi que as filhas que não tivessem irmãos deviam receber a herança familiar. (Núm. 27:1-9; Jos. 17:3, 4) Mais tarde, estipulou-se que tais filhas tinham de casar-se com homens da tribo de seu pai, de modo que a herança permanecesse no âmbito daquela tribo. — Núm. 36:1-12.

  • Zeloso, O
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    • ZELOSO, O

      Designativo que distinguia o apóstolo Simão do apóstolo Simão Pedro, e que, evidentemente, correspondia ao termo “Cananeu”, empregado por Mateus e por Marcos. (Mat. 10:4; Mar. 3:18; Luc. 6:15; Atos 1:13) Ser Simão chamado de “o zeloso” não significa, necessariamente, que ele estivesse em algum tempo associado com o grupo político chamado zelotes. O designativo pode simplesmente ter sido um cognome apropriado à personalidade dele.

  • Zerede, Vale Da Torrente De
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    • ZEREDE, VALE DA TORRENTE DE

      Um vale de torrente em que os israelitas acamparam quando contornavam as fronteiras de Moabe, no fim dos 38 anos adicionais de peregrinação, a contar do tempo da rebelião em Cades-Barnéia. (Núm. 21:12; Deut. 2:13, 14) Ao passo que alguns gostariam de situar este vale no uádi es-Sultani, no deserto a E de Moabe, é geralmente identificado com o uádi el-Hesa, o tributário mais meridional do mar Morto. Este vale constituía a fronteira entre Moabe e Edom, e, por uma extensão de mais de 56 km, desce c. 1.190 m, entrando no mar Morto em sua ponta SE. O vale tem uns 5 a 6,5 km de largura no topo. Há evidência de que ali existia uma série de fortalezas edomitas, as quais serviam para guardar os acessos naturais ao S do uádi el-Hesa.

  • Zeruia
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    • ZERUIA

      [perfumada com bálsamo].

      Irmã do Rei Davi, e mãe de Joabe, Abisai e Asael. (1 Crô. 2:16) Uma vez que Zeruia e sua irmã, Abigail, são ambas chamadas de “filhas de Naás”, jamais de filhas de Jessé, é provável que fossem filhas da esposa de Jessé, de um casamento anterior dela com Naás, sendo, por conseguinte, apenas irmãs uterinas de Davi. (2 Sam. 17:25; veja NAÁS N.º 2.) Pelo visto, Zeruia era consideravelmente mais velha que Davi, pois os filhos dela parecem ter tido por volta da mesma idade que Davi. O nome Zeruia é geralmente associado ao de seus três filhos, que eram todos valentes combatentes a favor de Davi. (2 Sam. 2:13, 18; 16:9) A única referência feita ao pai dos rapazes é a de que foi sepultado em Belém. — 2 Sam. 2:32.

  • Zeus
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    • ZEUS

      O supremo deus dos gregos, correspondendo ao Júpiter dos romanos. Zeus era um deus do céu, e era encarado como possuindo o domínio dos ventos, das nuvens, da chuva e do trovão, exercendo seu poder sobre estas forças naturais tanto para um objetivo destrutivo como para um construtivo. Homero, antigo poeta, representa Zeus como tendo maior força do que todos os demais deuses juntos. Zeus, contudo, não era reputado o ser supremo em sentido absoluto, mas é, por vezes, representado como se tornando vítima do engano e não tendo domínio sobre a vontade das Parcas e do Destino.

      Por vezes, a adoração pura de Jeová entrou em conflito direto com a adoração do falso deus Zeus. O Rei Antíoco IV Epifânio, em sua tentativa de extinguir a religião judaica, mandou que o templo de Jerusalém fosse profanado e rededicado a Zeus do Olimpo. Veja o livro apócrifo de Segundo Macabeus 6:1, 2.

      No primeiro século EC, o povo da cidade de Listra, ao ver Paulo curar um coxo, considerou a Paulo e Barnabé como deuses, identificando a Paulo com Hermes e a Barnabé com Zeus. O sacerdote de Zeus até mesmo trouxe touros e grinaldas para oferecer sacrifícios junto com a multidão. (Atos 14:8-13) Duas inscrições antigas, descobertas em 1909 na vizinhança de Listra, testificam sobre a adoração destes dois deuses naquela cidade. Uma das inscrições se refere aos “sacerdotes de Zeus”, e a outra menciona “Hermes, o Grandíssimo” e “Zeus, o deus-sol”.

  • Zeus, Filhos De
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    • ZEUS, FILHOS DE

      [Gr., Dióskouroi, Filhos de Zeus].

      De acordo com a mitologia grega e romana, Castor e Pólux eram os filhos gêmeos de Leda e descendentes do deus Zeus (Júpiter), sendo assim chamados de Dióscuros ou “Filhos de Zeus”. Entre outras coisas, eram considerados como protetores dos marujos, capazes de salvar marinheiros que corriam perigo no mar. O barco procedente de Alexandria, em que o detento Paulo velejava de Malta para Putéoli, quando em rota para Roma, trazia a figura de proa “Filhos de Zeus”, talvez portando a imagem ou símbolo, e, possivelmente o nome, de Castor de um lado da proa, e os de Pólux do outro. — Atos 28:11.

  • Ziba
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    • ZIBA

      Servo da casa de Saul, de quem Davi ficou sabendo, ao lhe perguntar, a respeito de Mefibosete, filho coxo de Jonatã. Davi trouxe Mefibosete para Jerusalém e fez que Ziba, seus 15 filhos e 20 servos, cuidassem todos da herança de Mefibosete. (2 Sam. 9:2-12 [Julga-se em geral que a referência à “minha mesa”, no V. 11, é um erro de escrita em lugar de “mesa de Davi”; outra possibilidade é a de que Ziba talvez estivesse repetindo as palavras exatas de Davi.]) Quando Davi fugiu de Jerusalém por causa da rebelião de Absalão, Ziba lhe trouxe suprimentos muito necessitados de alimentos e de animais. No entanto, deixou Mefibosete para trás, embora este desejasse ter vindo, e disse a Davi que Mefibosete tinha deliberadamente permanecido em Jerusalém, esperando recuperar o reino para a casa de Saul. Em resposta, Davi transferiu a propriedade de Mefibosete para Ziba. — 2 Sam. 16:1-4.

      Quando Davi retornou, depois de ser esmagada a rebelião, Ziba se achava entre os primeiros a saudar o rei. Daí, Mefibosete encontrou-se com Davi, acolheu-o muito bem, e informou-o do engodo e da calúnia da parte de Ziba. Isto fez com que Davi mudasse de idéia a respeito da propriedade de Mefibosete. À luz destes novos acontecimentos, Davi então decidiu que a propriedade deveria ser dividida entre Mefibosete e Ziba, e, desta forma, ele estaria reconhecendo a lealdade de Mefibosete, ao passo que, ao mesmo tempo, não olvidava os serviços prestados por Ziba e os suprimentos que provera. Mefibosete, contudo, declarou: “Que ele [Ziba] fique até com o inteiro, agora que meu senhor, o rei, veio em paz para a sua casa.” — 2 Sam. 19:17, 24-30.

  • Ziclague
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    • ZICLAGUE

      Conforme originalmente consignada, tratava-se duma cidade-enclave simeonita no S de Judá. (Jos. 15:21, 31; 19:1, 2, 5; 1 Crô. 4:24-30) Mais tarde, Ziclague ficou sob controle fllisteu. Aquis, rei de Gate, deu-a ao fugitivo Davi como local de morada (e, dali em diante, ela se tornou de posse dos reis de Judá). (1 Sam. 27:6) Os amalequitas atacaram e incendiaram a cidade, fazendo cativos, incluindo as esposas de Davi, Ainoã e Abigail. Depois de derrotar os incursores e recuperar os cativos, bem como as coisas tomadas, Davi, de Ziclague, enviou alguns dos despojos da batalha para seus amigos, anciãos de Judá em várias cidades. (1 Sam., cap. 30) Muitos poderosos homens armados juntaram-se a Davi em Ziclague, e foi ali que ele recebeu notícias da morte do Rei Saul. (2 Sam. 1:1, 2; 4:10; 1 Crô. 12:1, 2, 20-22) Depois do exílio babilônico, alguns dos filhos de Judá se fixaram nesta cidade. (Nee. 11:25, 28) Embora não se tenha certeza de seu local exato, identifica-se geralmente Ziclague com Tel el-Khuweilfeh, c. 8 km a SO do local sugerido de Debir.

  • Zilpa
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    • ZILPA

      Serva de Léia, e esposa secundária de Jacó. Zilpa tinha sido serva de Labão, pai de Léia, até que Léia e Jacó se casaram em 1774 AEC, quando ela foi dada a Léia. (Gên. 29:24) Depois de Léia ter quatro filhos, e imaginar que já tinha passado a fase de ter filhos, ela deu Zilpa a Jacó como esposa secundária. Zilpa então deu à luz Gade e Aser, os quais, por sua vez, tiveram muitos filhos. (30:9-13; 35:26; 37:2; 46:16-18) Zilpa permaneceu na casa de Jacó durante as suas muitas viagens. — 32:22; 33:1, 2.

  • Zinri
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    • ZINRI

      1. O maioral simeonita, filho de Salu, que trouxe Cosbi, a midianita, para o acampamento de Israel, cometendo fornicação com ela na própria tenda dele. Por causa disto, Zinri e Cosbi foram mortos por Finéias, com a aprovação

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