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  • Devoção Piedosa
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    • O TREINAMENTO, COM CONTENTAMENTO, É ESSENCIAL

      É necessário um treinamento árduo da parte do cristão a fim de conseguir plena devoção piedosa. Isto acarreta suportar oposição e perseguição. (2 Tim. 3:12) A intenção ou o objetivo da pessoa ao treinar-se não é obter ganho materialista egoísta. Mas há um ganho para aquele que está contente com a sua sorte, aquele que persiste na devoção piedosa junto com auto-suficiência. “[A devoção piedosa] tem a promessa da vida agora”, a saber, saúde espiritual, satisfação, felicidade e um propósito na vida. Tem também a promessa da vida que “há de vir”. — 1 Tim. 4:7, 8; 6:6-8; compare com Provérbios 3:7, 8; 4:20-22.

      Embora perseguições e agruras possam sobrevir àquele que tem devoção piedosa, ele não deve temer, pois “Jeová sabe livrar da provação os de devoção piedosa”. (2 Ped. 2:9) O apóstolo Pedro aconselha os cristãos a suprirem à sua perseverança a devoção piedosa. (2 Ped. 1:5, 6) Admoesta-os a serem pessoas de ‘atos santos de conduta e de ações de devoção piedosa’ a fim de sobreviverem ao julgamento do dia de Jeová. — 2 Ped. 3:7, 10, 11; 1 Ped. 4:18.

      O PODER DA DEVOÇÃO PIEDOSA

      Quem professa a devoção piedosa deve reconhecer o poder que esta tem de mudar a sua personalidade e deve ser autêntico e genuíno ao guiar-se pela piedade. (1 Tim. 6:11; Efé. 4:20-24) Precisa reconhecer que a Palavra de Deus é a Sua expressão quanto ao proceder da devoção piedosa, de modo que deve sujeitar-se aos preceitos dela. (Tito 1:1; 2 Ped. 1:3) Visto que a devoção piedosa é demonstrada para com Deus pessoalmente, sua Palavra e seu espírito levarão o indivíduo a conhecer a Jeová como pessoa, intimamente, e a se tornar mais parecido com Ele — a ser alguém que o imita ou copia. (Efé. 5:1) Tal pessoa refletirá mais e mais as excelentes qualidades de Jeová Deus. — 2 Cor. 3:18.

      Se a pessoa falhar em resguardar cuidadosamente sua devoção piedosa, ficará mentalmente corrompida. (1 Tim. 6:3, 4) O apóstolo Paulo alertou seu co-ministro mais jovem, Timóteo, a respeito de indivíduos impiedosos que professavam devoção a Deus. Acautelou Timóteo a manejar a Palavra da verdade corretamente e que se esquivasse dos falatórios vãos que violam o que é santo, para que Timóteo não se desviasse do proceder da devoção piedosa. Em seguida salientou que haveria os que praticariam toda sorte de iniqüidade, assumindo hipocritamente uma forma de devoção piedosa, mostrando-se, porém, falsos para com o seu poder. (2 Tim. 2:15, 16; 3:1-5) Judas da mesma forma mostra que tais não demonstrariam genuína reverência ou devoção a Deus, e nenhum respeito ou apreço por sua bondade imerecida. Seriam pessoas que iriam servir-se da piedade para obter vantagens materialistas ou sensuais. A hipocrisia deles é revelada por praticarem a conduta desenfreada. — Judas 4.

  • Dez
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    • DEZ

      Veja Número, Numeral.

  • Dez Mandamentos
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    • DEZ MANDAMENTOS

      Veja Dez Palavras.

  • Dez Palavras
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    • DEZ PALAVRAS

      Este equivalente em português para a expressão hebraica ‘aséreth had- devarim, encontrada apenas no Pentateuco, designa as dez leis básicas do pacto da Lei; são comumente chamadas de os Dez Mandamentos. (Êxo. 34:28; Deut. 4:13; 10:4) Fala-se também deste código especial de leis como sendo as “Palavras” (Deut. 5:22) e como “as palavras do pacto”. (Êxo. 34:28) A Septuaginta (Êxo. 34:28; Deut. 10:4) reza “déka [dez] lógous [palavras]”, de cuja combinação deriva-se a palavra Decálogo.

      A ORIGEM DAS TÁBUAS

      As Dez Palavras ou Mandamentos foram originalmente fornecidas de forma oral, no monte Sinai, pelo anjo de Jeová. (Êxo. 20:1; 31:18; Deut. 5:22; 9:10; Atos 7:38, 53; veja também Gálatas 3:19; Hebreus 2:2.) Em seguida Moisés subiu o monte a fim de receber as Dez Palavras em forma escrita sobre duas tábuas de pedra, bem como outros mandamentos e instruções. Durante esta prolongada demora de quarenta dias, o povo ficou impaciente e fez uma estátua fundida dum bezerro, para adorar. Vendo este espetáculo de idolatria ao descer da montanha, Moisés atirou ao chão e despedaçou “as tábuas [que] eram o trabalho de Deus”, as mesmas tábuas sobre as quais as Dez Palavras haviam sido escritas. — Êxo. 24:12; 31:18 a 32:19; Deut. 9:8-17; compare com Lucas 11:20.

      Mais tarde Jeová disse a Moisés: “Lavra para ti duas tábuas de pedra iguais às primeiras, e eu terei de escrever nas tábuas as palavras que apareceram nas primeiras tábuas que destroçaste.” (Êxo. 34:1-4) E assim, depois de passar mais quarenta dias no monte, obteve uma cópia idêntica das Dez Palavras. Estas foram guardadas por Moisés numa arca de madeira de acácia. (Deut. 10:1-5) As duas tábuas foram chamadas de “as tábuas do pacto”. (Deut. 9:9, 11, 15) Evidentemente foi por esta razão que a arca revestida de ouro, feita mais tarde por Bezalel, na qual as tábuas foram por fim mantidas, era chamada de “a arca do pacto”. (Jos. 3:6, 11; 8:33; Juí. 20:27; Heb. 9:4) Esta legislação das Dez Palavras também era chamada de “o testemunho” (Êxo. 25:16, 21; 40:20), e de “tábuas do Testemunho” (Êxo. 31:18; 34:29), daí as expressões “a arca do testemunho” (Êxo. 25:22; Núm. 4:5), e também “o tabernáculo do Testemunho”, isto é, a tenda na qual a Arca estava abrigada. — Êxo. 38:21.

      A respeito do primeiro conjunto de tábuas está declarado que não apenas foram feitas por Jeová, mas que também foram “inscritas pelo dedo de Deus”, significando, evidentemente, o espírito de Deus. (Êxo. 31:18; Deut. 4:13; 5:22; 9:10) Da mesma forma, Jeová fez as inscrições no segundo conjunto de tábuas, embora as tábuas fossem lavradas por Moisés. Quando se disse a Moisés, em Êxodo 34:27, “escreve para ti estas palavras”, não se aludia às próprias Dez Palavras, mas, sim, como numa ocasião anterior (Êxo. 24:3, 4), que ele devia escrever alguns dos outros detalhes pertinentes aos regulamentos do pacto. Assim, o pronome “ele” em Êxodo 34:28b refere-se a Jeová, quando diz: “E ele [Jeová, e não Moisés] passou a escrever nas tábuas as palavras do pacto, as Dez Palavras.” O versículo um mostra que é assim. Mais tarde, ao lembrar tais acontecimentos, Moisés confirma que foi Jeová quem duplicou as tábuas. — Deut. 10:1-4.

      A ESSÊNCIA DOS MANDAMENTOS

      Como introdução a estas eminentes Dez Palavras, figura a seguinte declaração direta, feita na primeira pessoa: “Eu sou Jeová, teu Deus, que te fiz sair da terra do Egito, da casa dos escravos.” (Êxo. 20:2) Isto não apenas estabelece quem está falando a quem, mas mostra por que o Decálogo foi dado especialmente aos judeus, naquela época. Não foi dado a Abraão. — Deut. 5:2, 3.

      O primeiro mandamento, “não deves ter quaisquer outros deuses em oposição à minha pessoa”, atribui primazia a Jeová. (Êxo. 20:3) Envolve sua elevada função e sua posição ímpar qual Deus Todo-poderoso, Altíssimo, o Soberano Supremo. Este mandamento enunciava que os israelitas não deviam ter quaisquer outros deuses como rivais de Jeová.

      O segundo mandamento era uma seqüência natural do primeiro, visto que proibia a idolatria sob qualquer forma ou estilo, considerando-a uma afronta aberta à glória e à Personagem de Jeová. ‘Não deves fazer imagem esculpida, nem semelhança alguma do que há nos céus, na terra, ou nas águas abaixo da terra, nem deves curvar-te diante delas ou servi-las.’ Esta proibição é acentuada com a declaração: “Porque eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige devoção exclusiva.” — Êxo. 20:4-6.

      O terceiro mandamento, em seqüência lógica e apropriada, rezava: “Não deves tomar o nome de Jeová, teu Deus, dum modo fútil.” (Êxo. 20:7) Isto se harmoniza com a proeminência vinculada ao nome de Jeová no primitivo texto hebraico (ocorre 6.961 vezes). Apenas nesses poucos versículos das Dez Palavras (2-17), o nome ocorre oito vezes. A expressão “não deves tomar” tem o sentido de “não pronunciar” ou “não erguer ou ostentar (ou levar)”. Fazer isso para com o nome de Deus dum “modo fútil” seria erguer ou ostentar tal nome por uni-lo a uma falsidade, ou “em vão”. Os israelitas, que eram privilegiados de levar o nome de Jeová quais suas testemunhas, e que se tornaram apóstatas, estavam na verdade tomando ou levando o nome de Jeová de um modo fútil. — Isa. 43:10; Eze. 36:20, 21.

      O quarto mandamento declarava: “Lembrando o dia de sábado para o manteres sagrado, deves prestar serviço e tens de fazer toda a tua obra por seis dias. Mas o sétimo dia é um sábado para Jeová, teu Deus. Não deves fazer nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu escravo, nem tua escrava, nem teu animal doméstico, nem teu residente forasteiro que está dentro dos teus portões.” (Êxo. 20:8-10) Por considerarem esse dia como santo para Jeová, todos, mesmo os escravos e os animais domésticos, teriam o benefício de um descanso reparador. O dia de sábado propiciava também a oportunidade para as pessoas se concentrarem em assuntos espirituais, sem interferências.

      O quinto mandamento: “Honra a teu pai e a tua mãe” (Êxo. 20:12), pode ser considerado como um elo de ligação entre os primeiros quatro, que definem os deveres do homem para com Deus, e os restantes mandamentos, os quais expõem as obrigações do homem para com suas co-criaturas. Uma vez que os pais servem quais representantes de Deus, por obedecer ao quinto mandamento, a pessoa está, num duplo sentido, honrando e obedecendo tanto ao Criador como às criaturas a quem Deus conferiu autoridade. Este mandamento era o único, dentre os Dez, que vinha acompanhado duma promessa: “A fim de que os teus dias se prolonguem sobre o solo que Jeová, teu Deus, te dá.” — Êxo. 20:12; Deut. 5:16; Efé. 6:2, 3.

      Os mandamentos seguintes no código foram declarados de modo bem conciso: o sexto: “Não deves assassinar”; o sétimo: “Não deves cometer adultério”; o oitavo: “Não deves furtar”. Esta é a ordem em que tais leis estão alistadas no Texto Massorético — leis que se ocupam com crimes que causam desde o maior até o menor prejuízo ao próximo, nessa ordem. Em alguns manuscritos gregos (Códice Alexandrino, Códice Ambrosiano), a ordem é ‘assassinato, roubo, adultério’; a de Filo é ‘adultério, assassinato, roubo’; a do Códice Vaticano é ‘adultério, roubo, assassinato’. Passando em seguida de ações a palavras, o nono diz: “Não deves testificar uma falsidade contra o teu próximo.” — Êxo. 20:16.

      O décimo mandamento (Êxo. 20:17) era ímpar, no sentido que proibia a cobiça, isto é, o desejo errado de possuir a propriedade e os bens, inclusive a esposa, pertencentes ao próximo. Legislador humano algum produziu tal lei, pois, sem dúvida, humanamente não seria possível impô-la. Jeová, por outro lado, por meio deste décimo mandamento, fez com que cada um se tornasse diretamente responsável diante Dele, que vê e conhece todos os pensamentos secretos do coração da pessoa. — 1 Sam. 16:7; Pro. 21:2; Jer. 17:10.

      OUTRAS MANEIRAS DE ALISTAR TAIS LEIS

      A divisão acima das Dez Palavras, conforme se encontra em Êxodo 20:2-17, é a natural. É a mesma fornecida por Josefo, historiador judaico do primeiro século E.C. [Antiquities of the Jews (Antiguidades Judaicas), Livro III, cap. V, par.  5] e pelo filósofo judaico Filo, também do primeiro século E.C. [Biblical Antiquities (Antiguidades Bíblicas), cap. XI, pars. 6-13] Outros, porém, inclusive Agostinho, juntaram as duas leis contra deuses estranhos e imagens (Êxo. 20:3-6; Deut. 5:7-10) num só mandamento, e, então, a fim de completar os dez, dividiram o versículo 17 de Êxodo capítulo 20 (Deut. 5:21) em dois mandamentos, criando assim um nono contra cobiçar a esposa do próximo e um décimo contra cobiçar sua casa, etc. Agostinho buscou apoio para a sua divisão teórica no alistamento paralelo posterior do Decálogo, encontrado em Deuteronômio 5:6-21, onde se encontram duas palavras hebraicas diferentes no versículo 21 (“Nem deves desejar [Heb., hhamádh . . . Nem deves almejar egoistamente [Heb., ’awáh]”), ao invés de no texto anterior de Êxodo 20:17, onde apenas o único verbo (“desejar”) ocorre duas vezes.

      Na fraseologia usada nas enumerações paralelas dos Dez Mandamentos, em Êxodo e em Deuteronômio, existem outras diferenças menores, mas estas, de modo algum influem na força ou no significado das leis. Ao passo que, na listagem anterior, as Dez Palavras são formuladas em estilo legislativo formal, na sua repetição posterior usa-se a forma mais narrativa, pois, nesta última ocasião, Moisés estava apenas repassando o mandamento de Deus, como lembrete. As Dez Palavras aparecem também em outros trechos com ainda outras variações, pois foram muitas vezes mencionadas ou citadas, junto com outras instruções, por escritores bíblicos, tanto das Escrituras Hebraicas como das Gregas Cristãs.— Êxo. 31:14; 34:14, 17, 21; Lev. 19:3, 11, 12; Deut. 4:15-19; 6:14, 15; Mat. 5:27; 15:4; Luc. 18:20; Rom. 13:9; Efé. 6:2, 3.

      As Dez Palavras foram fornecidas por Deus, de modo que consistem num código de lei perfeito. Quando certo homem “versado na Lei” perguntou a Jesus Cristo: “Instrutor, qual é o maior mandamento na Lei?”, Jesus citou um mandamento que, na verdade, epitomou os primeiros quatro (ou possivelmente cinco) dos Dez Mandamentos, dizendo: “Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.” O restante do Decálogo, Jesus então sumariou em outro mandamento, de poucas palavras: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.”— Mat. 22:35-40; Deut. 6:5; Lev. 19:18.

      OS CRISTÃOS NÃO ESTÃO SUJEITOS AO DECÁLOGO

      Jesus nasceu sujeito à Lei e obedeceu-a perfeitamente, dando por fim sua vida qual resgate pela humanidade. (Gál. 4:4;  1 João 2:2) Ainda mais, por meio de sua morte na estaca de tortura, ele livrou os que estavam sujeitos à Lei (inclusive as Dez Palavras ou Mandamentos básicos), “por se tornar maldição” em lugar deles. Sua morte proporcionou o ‘apagar do documento manuscrito’, sendo este pregado na estaca de tortura. — Gál. 3:13; Col. 2:13, 14.

      No entanto, um estudo da Lei, incluindo suas Dez Palavras, é essencial para os cristãos, pois revela o ponto de vista de Deus sobre os assuntos, e a Lei tinha “uma sombra das boas coisas vindouras” da realidade que pertence ao Cristo. (Heb. 10:1; Col. 2:17; Gál. 6:2) Os cristãos ‘não estão sem lei para com Deus, mas estão debaixo de lei para com Cristo’. ( 1 Cor. 9:21) Mas essa lei não os condena quais pecadores, pois a bondade imerecida de Deus por meio de Cristo provê o perdão de seus erros praticados devido às fraquezas carnais. — Rom. 3:23, 24.

  • Dia
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    • DIA

      [Heb., yohm; gr., heméra]. Jeová Deus introduziu esta divisão fundamental do tempo quando, após a dissolução ou remoção da obstrutiva causa da escuridão, fez com que a terra, coberta de umidade, tivesse seu primeiro dia e sua primeira noite, à medida que girava no seu eixo, por receber a luz do sol. “Deus fez separação entre a luz e a escuridão. E Deus começou a chamar a luz de Dia, mas a escuridão chamou de Noite.” (Gên. 1:4, 5) Aqui a palavra “Dia” refere-se às horas de claridade do dia, em contraste com as de escuridão da noite. No entanto, o registro posteriormente continua a usar a palavra “dia” para referir-se a outras unidades de tempo, de extensão variada. Tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Gregas a palavra “dia” é usada em sentido literal, figurativo, ou até mesmo simbólico.

      O dia solar, a unidade fundamental do tempo, é estabelecida por uma rotação completa da terra em torno do seu eixo, como do momento em que o sol deixa o meridiano, o ponto mais alto que atinge ao meio-dia, até que volta a ele.

      O dia dos hebreus começava à noitinha, após o pôr-do-sol, e terminava no dia seguinte, ao pôr-do-sol. O dia, portanto, ia de noitinha a noitinha. (Lev. 23:32) Isto segue o padrão dos dias criativos de Jeová. (Gên. 1:5) Embora os hebreus oficialmente começassem seu dia à noitinha, às vezes falavam dele como que começando de manhã. Por exemplo, Levítico 7:15 diz: “A carne do sacrifício de agradecimento dos seus sacrifícios de participação em comum deve ser comida no dia em que a oferece. Nada deve guardar dela até à manhã.” Este uso era, sem dúvida, uma questão de conveniência de expressão, para indicar o passar de uma noite.

      Conforme mencionado no relato da criação,

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