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  • ‘Tenha bem em mente a presença do dia de Jeová’
    A Sentinela — 1974 | 15 de julho
    • 22-24. (a) Como encaram os aderentes da religião mundana sua religião e seus clérigos? (b) Como ilustra Jeremias 25:34, 35, a repentinidade com que os clérigos e sua religião falsa encontrarão a sua destruição?

      22 Não devemos esquecer que a religião babilônica, mundial, é encarada pelos seus aderentes como algo sagrado, belo. Seus líderes, especialmente os clérigos da cristandade, têm sido considerados como homens de Deus, como santos. Até mesmo homens não religiosos entre os políticos e empresários dirigem-se a eles com títulos altissonantes, tais como Reverendo, Reverendíssimo, Padre, Santo Padre e com outros termos lisonjeiros. Naturalmente, a religião mundial trouxe a alguns as coisas que desejavam. A uns dá posição social, a outros, poder político; a mais outros, dá lucro financeiro. Alguns entre os freqüentadores das igrejas acham que, para adorarem a Deus, precisam freqüentar uma igreja ou pertencer a ela, porque a cristandade afirma adorar a Deus e porque afirma representar a Bíblia e ser repositório da verdade.

      23 Mas o que diz sobre isso Jeremias 25:34, 35? Diz a respeito do que acontecerá aos líderes da cristandade, assim como a respeito do que havia de acontecer aos líderes judaicos pouco depois da queda de Jerusalém em 607 A. E. C.: “Uivai, pastores, e clamai! E revolvei-vos, majestosos do rebanho, porque se cumpriram os dias para serdes abatidos e serdes espalhados, e tereis de cair como um vaso desejável!”

      24 Por isso, o fim das religiões falsas da cristandade e de seus clérigos não será causado pelo vagaroso desaparecimento por causa da perda de membros. Antes, assim como um belo vaso, um “vaso desejável”, que cai repentinamente de seu lugar, para a consternação dos que vêem isso, assim os clérigos e sua religião falsa terão uma queda repentina e surpreendente na destruição.

      25. (a) Do mesmo modo em Revelação 18:10, 21, como se mostra a rapidez da queda de Babilônia a Grande? (b) Contra que nos pode proteger o apreço destes fatos bíblicos?

      25 Também, quanto à rapidez da queda de Babilônia, a Grande, o que diz Revelação, capítulo 18, versículo 10? “[Os pranteadores, inclusive muitos homens do comércio] estão parados à distância, por causa do seu temor do tormento dela, dizendo: ‘Ai, ai, ó grande cidade, Babilônia, forte cidade, porque numa só hora chegou o teu julgamento!”’ E depois continua no versículo 21: “E um anjo forte levantou uma pedra semelhante a uma grande mó e lançou-a no mar, dizendo: ‘Assim, com um lance rápido, Babilônia, a grande cidade, será lançada para baixo, e ela nunca mais será achada.’” Reconhecermos isso pode proteger-nos contra qualquer inclinação de ‘adiar’ o dia de Jeová só porque a religião babilônica ainda exerce bastante influência em certos campos.

  • A atitude correta é proteção
    A Sentinela — 1974 | 15 de julho
    • A atitude correta é proteção

      1. (a) Quando escreveu Pedro, exortando os cristãos a ‘terem bem em mente a presença do dia de Jeová’? (b) Depois disso, quanto tempo demoraria até à vinda do “dia” de Jeová?

      POR volta do ano 64 E. C., o apóstolo Pedro escreveu a congregação cristã, exortando-a a ‘ter bem em mente a presença do dia de Jeová’. Quando os cristãos leram pela primeira vez estas palavras, ainda faltavam cerca de seis anos antes da destruição de Jerusalém pelos romanos, antes do “dia” de julgamento de Deus sobre aquela cidade. Isto foi mais de 1.900 anos antes da presença do “dia” de julgamento de Jeová sobre a cristandade e o atual sistema de coisas. Entretanto, as palavras de Pedro tiveram aplicação aos cristãos que viviam naquele tempo.

      2, 3. Por que era vital que os cristãos ungidos, durante todos os dezenove séculos passados, ‘tivessem bem em mente o dia de Jeová’?

      2 Por que era preciso que cristãos que viviam tão longe do “dia” do julgamento final de Deus pensassem assim? Porque qualquer outra atitude os teria levado ao laço do envolvimento com o mundo e a depositarem sua confiança e esperança em coisas mundanas. Deviam ter em mente que as coisas em volta deles seriam destruídas. Além disso, deviam provar sua integridade a Deus por ‘não amarem nem o mundo, nem as coisas no mundo’, porque morreriam com o tempo, e qual seria então a sua situação como cristãos gerados pelo espírito e ungidos, irmãos de Jesus Cristo, — 1 João 2:15.

      3 A questão que tem confrontado os cristãos ungidos durante os últimos dezenove séculos é: Qual é a minha situação agora perante Jeová Deus? Asseguro-me da minha escolha e chamada por Deus, a fim de me habilitar para ser um dos do seu “sacerdócio real”, tendo a esperança de reinar com Cristo! (1 Ped. 2:9; 2 Ped. 1:10; Rev. 20:4, 6) Não precisavam viver no “dia de Jeová” para ser julgados por Jeová como dignos ou indignos desta posição celestial, para a qual foram chamados. — Heb. 3:1.

      4. Por que precisamos hoje, e cada dia, dar atenção séria ao que fazemos com a nossa vida?

      4 Que dizer de nós hoje? É a situação diferente, por estarmos perto do fim deste sistema de coisas, Não, não é uma questão de esperarmos até que venha a “grande tribulação”. Pois, como sabemos se estaremos vivos naquele tempo? Em Tiago 4:14, a Bíblia nos faz lembrar: “Nem sabeis qual será a vossa vida amanhã. Porque sois uma bruma que aparece por um pouco de tempo e depois desaparece.” (Tia. 4:14) Se encararmos o assunto levianamente, não saberemos quando nosso coração instável poderá desviar-nos. (Jer. 17:9) Além disso, não sabemos quando podem surgir condições que talvez nos apanhem desprevenidos, para a nossa calamidade, mesmo antes de vir a “grande tribulação”. Como se poderia dar isso? Vejamos.

      O SIGNIFICADO DA PERSEVERANÇA ATÉ O FIM

      5. (a) Qual é o significado da declaração de Jesus: “Quem tiver perseverado até o fim é o que será salvo”? (b) De que fato a respeito do possível “fim” de nossa vida atual nos faz lembrar Salomão?

      5 Quando Jesus falou a respeito do tempo em que os apóstolos viviam e que prefigurava o tempo em que nós vivemos, ele disse: “Quem tiver perseverado até o fim é o que será salvo.” (Mat. 24:13) Ele falava sobre perseverar em perseguição, crescente violação da lei e ódio mundial. Disse que alguns de seus discípulos seriam mortos durante esta perseguição. Mas, se o cristão perseverasse em tudo isso até a própria morte ou até o fim deste estado violento da hostilidade mundial, ele seria salvo por causa de sua integridade. (Mat. 24:9-12) Talvez não vivesse até o fim do sistema de coisas, mas seria julgado quanto a se fazia parte deste mundo ou não, sem tomar em conta quando viria para ele o “fim”. (1 João 2:15; Tia. 4:4) Qualquer de nós, quer dos irmãos gerados pelo espírito, ungidos, de Jesus Cristo, quer das “outras ovelhas”, que têm esperanças terrestres, jovens ou idosos, podemos morrer muito depressa, hoje ou amanhã, por causa de circunstâncias imprevistas, inclusive o repentino irrompimento de perseguição religiosa. O sábio Rei Salomão falou a respeito da situação que confronta os homens em geral, dizendo: “O tempo e o imprevisto sobrevêm a todos. Pois o homem tampouco sabe o seu tempo. Iguais aos peixes que estão sendo apanhados numa rede má e como os pássaros que estão sendo apanhados numa armadilha,

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