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  • Vencendo a batalha!
    Despertai! — 1990 | 22 de dezembro
    • a dizer sim, quando realmente gostaria de dizer não, pergunte a si mesmo: ‘Como posso ser honesto e direto, sem ser grosseiro?’

      Lembre-se também que a Bíblia não descreve o papel da mulher como sendo simplesmente o de agradar as pessoas. Algumas mulheres fiéis a Deus, ao passo que eram submissas aos maridos, extravasaram devidamente seus sentimentos, em determinadas ocasiões. Elas mostraram iniciativa e decidiram correr riscos que nem sempre foram fáceis. (Provérbios 31:16-18, 29) Naturalmente, existe sempre o risco de se fracassar, ao seguir um curso com que não se está bem familiarizado. Os que manifestam distúrbios alimentares não raro ficam aterrorizados com a possibilidade de cometerem erros e de parecerem tolos. Mas todo o mundo comete erros! “O justo talvez caia até mesmo sete vezes, e ele se há de levantar”, diz Provérbios 24:16. Aprender a beneficiar-se dos erros e das falhas é vital para a recuperação e para a prevenção.

      Por vezes, o que aconteceu no passado envolve dolorosas emoções. Ao passo que as recordações de tais experiências talvez ainda lhe causem dor, esforce-se de ‘mostrar-se atento aos atos de benevolência de Jeová’. (Salmo 107:43) Com certeza, já houve bons tempos em que pôde ver evidência da bondade e do amor de Deus. Tente concentrar-se nestes. Mesmo que tenha sido terrivelmente machucada, não significa que você tenha merecido tal tratamento, nem isso determina seu valor como pessoa.

      Peça Ajuda!

      A pessoa que está tentando superar um distúrbio alimentar precisa ter um confidente em que ele ou ela possa mesmo confiar. Não tente superar isso sozinho(a). Linda explica qual foi um dos momentos decisivos em sua recuperação: “Certa noite, eu levei minha mãe até o meu quarto. Depois de chorar por dez minutos, eu finalmente confessei que era bulímica.” Ela acrescenta: “Meus pais mostraram-se mui compreensivos. Mamãe me ajudou a ser paciente e a não esperar uma recuperação da noite para o dia. Papai me deu sugestões práticas, e orava junto comigo. Caso eu não me tivesse aberto com eles, eu não teria recebido toda essa ajuda.”a

      Ter o apoio de outros não raro é essencial para a plena recuperação. Evite isolar-se, especialmente quando se sentir vulnerável. (Provérbios 18:1) Quando se sente aborrecida, Linda não mais se volta para dentro de si mesma. Ela declara, sobre sua recuperação: “Eu e mamãe saíamos para dar um passeio e conversávamos sobre o problema que me aborrecia. Em vez de voltar a ter um comportamento bulímico, eu fazia algo, tal como telefonar para uma amiga, em vez de isolar-me.”

      Nas congregações das Testemunhas de Jeová há pessoas que têm sido de ajuda para alguns que tentavam superar um distúrbio alimentar. “Eu não conseguia mais ajudar a mim mesma”, admitiu Ann, que tinha atingido seu ponto mais baixo na luta contra a bulimia. “Assim, abri meu coração, revelando o problema que eu mantinha secreto por dez anos.” Amigos cristãos me deram bastante apoio. “Meu orgulho me tinha impedido de buscar ajuda, e isso quase me custou a vida. Não existem palavras que possam expressar meu alívio. Com a ajuda dos meus amigos, tive uma recuperação total.”

      Em alguns casos, é preciso obter a ajuda de profissionais especializados em tratar distúrbios alimentares. Geralmente, o primeiro passo é uma avaliação médica. A ajuda disponível pode incluir vários tipos de terapia de conversação psicológica, de aconselhamento nutricional, e, talvez, o emprego de medicação. Em casos extremos, talvez se exija uma hospitalização. É provável que um médico ou um hospital conheçam alguns de tais especialistas em sua comunidade.

      Razoabilidade e Esperança

      “O médico me garantiu que, se eu apenas ingerisse refeições equilibradas, meu metabolismo voltaria a seu estado normal, e eu não engordaria”, explicou Linda. “E foi exatamente isso que aconteceu.” Assim, quão sábia é a recomendação da Bíblia: “Seja a vossa razoabilidade conhecida de todos os homens.” — Filipenses 4:5.

      Pode-se ter êxito em perder o peso excessivo por se reduzir continuamente a quantidade de gorduras e de alimentos refinados, tais como açúcar e farinha branca, e aumentar a ingestão de frutas, de hortaliças e de cereais integrais. O exercício moderado também é importante.b Devido a fatores genéticos, à idade, e a outros, contudo, algumas pessoas são mais gordas do que a moda pediria.

      Lisa, que venceu uma longa batalha com as dietas e a bulimia, chegou a uma conclusão sensata: “Não acho que a vitória consista em perder peso. Julgo que a vitória reside em alcançar a moderação em todas as coisas, mesmo que isso signifique pesar mais do que este mundo dita que está na moda.” No entanto, à medida que a pessoa cria um conceito razoável sobre a aparência física, ele ou ela talvez procure perder peso, não apenas por causa da aparência, mas para evitar os riscos à saúde associados com a obesidade.

      Em vez de constantemente tentar emagrecer para caber em tamanhos menores, a pessoa pode usar roupas que sejam apropriadas e que também se ajustem a ela confortavelmente. Tente manter-se ocupada em atividades saudáveis, em vez de diariamente ficar se pesando e se medindo. Se estiver combatendo a bulimia, certifique-se de remover todos os alimentos extras que talvez tenha estocado, e, quando for comprar alimentos, peça que alguém a acompanhe. Esforce-se em comer junto com outros. Empenhe-se em manter uma programação pessoal razoável, e tome o tempo necessário para atividades recreativas.

      Acima de tudo, cultive um objetivo na vida. Concentre-se atentamente na esperança da Bíblia sobre um vindouro novo mundo de Justiça. Deus em breve livrará a Terra das muitas frustrações que levam aos distúrbios alimentares e porá fim, para sempre, a este flagelo do século 20. — 2 Pedro 3:13.

      Mas, que pode um genitor ou um cônjuge fazer para ajudar alguém da família que manifeste um distúrbio alimentar? Uma futura edição de Despertai! considerará este assunto.

  • São coerentes?
    Despertai! — 1990 | 22 de dezembro
    • São coerentes?

      QUANDO o Cardeal John O’Connor, católico-romano, indicou que políticos católicos poderiam ser excomungados se não apoiassem a posição da igreja sobre o aborto, o colunista Mike Royko, cuja coluna é publicada em vários periódicos, escreveu: “No ínterim, temos um sacerdote [Vincent Gigante] comparecendo a um tribunal e dizendo que um dos mais conhecidos gângsteres de Nova Iorque, um assaltante de carreira e uma ameaça a todos, não é realmente um gângster.”

      Royko acrescentou: “Nunca li sobre O’Connor anunciar: ‘Qualquer pessoa ligada à família do crime — a turma dos Genoveses, a turba dos Gambinos e o restante deles — enfrentará a excomunhão. Só porque alguém se tornou membro de nossa igreja quando era um garotinho bem pequerrucho não significa que tenhamos de tolerar seu comportamento anti-social quando ele se torna o Poderoso Chefão.’”

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