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O aviso não acatadoA Sentinela — 1986 | 15 de setembro
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vivem são as mesmas desde o tempo de seus antepassados. Tal atitude será desastrosa, caso leve a pessoa a desconsiderar um antigo aviso a respeito duma vindoura catástrofe muito pior do que a erupção do monte Sta. Helena. Que catástrofe é essa? E qual é sua atitude para com o aviso? Vai rejeitá-lo, por não acreditar nele, ou está disposto a acatá-lo e viver? Veja do que se trata, no artigo seguinte.
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O dilúvio — um aviso do passadoA Sentinela — 1986 | 15 de setembro
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O dilúvio — um aviso do passado
NA LONGA história da humanidade, tem havido muitos desastres naturais tão grandes ou maiores do que a erupção do monte Sta. Helena. Mas, nenhum deles igualou-se ao tremendo Dilúvio dos dias de Noé. O Dilúvio foi tão grande e tão devastador que deixou na humanidade uma impressão inapagável, em escala global.
Existem 150 lendas distintas sobre um Dilúvio, originárias de muitas diferentes partes da terra, incluindo Babilônia, Roma, Índia, Austrália e as Américas, Embora tais lendas difiram nos detalhes, há concordância geral de que a causa do Dilúvio foi moral, que houve destruição global da humanidade e que uma família sobreviveu numa arca ou embarcação. Somente um desastre de proporções globais poderia deixar uma impressão tão difundida e duradoura.
Certo erudito bíblico escreveu: “A harmonia entre todos esses relatos é uma inegável garantia de que a tradição não é frívola invenção; uma ficção é individual, não universal; essa tradição tem, pois, uma base histórica; é o resultado de um evento que realmente ocorreu nos primórdios da humanidade.” Mas, por que é esse desastre do passado remoto um aviso para a geração que vive hoje?
É de especial importância notarmos as circunstâncias que levaram ao Dilúvio. As suas similaridades com as atuais condições
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