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DíbonAjuda ao Entendimento da Bíblia
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do poder moabita, durante o reinado do Rei Eglom, até que obteve alívio em resultado da vitória do juiz Eúde. (Jui. 3:12-30) Mesa, rei de Moabe, revoltou-se contra a dominação israelita muitos séculos mais tarde, “assim que Acabe morreu” (c. 919-918 A.E.C.), segundo o relato bíblico em 2 Reis 3:4, 5. A Bíblia não diz exatamente quanto tempo durou este levante, e é possível, conforme Mesa alardeia na Pedra Moabita, que ele tenha conseguido anexar várias cidades israelitas a “Qarhah”, naquela época. No entanto, dessemelhante da inscrição propagandística de Mesa, o registro bíblico deixa claro que Moabe foi estrondosamente derrotado quando as suas forças entraram em combate contra os exércitos aliados de Israel, Judá e Edom. — 2 Reis 3:4-27.
Menos de duzentos anos depois, Díbon ficou mais uma vez conhecida como cidade moabita e Isaías (15:2) fez contra ela uma pronúncia de condenação. A respeito dos habitantes da região, portanto, diz-se profeticamente que sobem “até A Casa e a Díbon, aos altos”, chorando a desolação de Moabe.
Quando o servo de Jeová, Jeremias, cerca de cem anos mais tarde, profetizou que Díbon ‘descería da glória e sentar-se-ia com sede’ (Jer. 48:18), aparentemente ainda não se havia cumprido a profecia anterior de Isaías. De modo que esse último profeta evidentemente estava apresentando de novo uma mensagem similar, dando assim à predição de condenação de Moabe uma dupla certeza. Algum tempo depois da queda de Jerusalém, em 607 A.E.C., quando Nabucodonosor devastou completamente Moabe, talvez ele tenha deixado os habitantes de Díbon, não apenas ‘sedentos’ dos luxos de sua glória passada, mas também abandonados quais humildes cativos, literalmente sedentos de água e de outras necessidades comuns. — Jer. 25:9, 17-21.
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DidracmaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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DIDRACMA
Moeda grega de prata, no valor de duas dracmas. Os judeus pagavam um imposto anual, para o templo, no valor de duas dracmas ou uma didracma. — Mat. 17:24, NM, nota da ed. de 1950, em inglês; Al, So.
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DiligênciaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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DILIGÊNCIA
Atividade constante e perseverante; esforço laborioso; zelo; aplicação; ocupação contínua, regular ou habitual. O termo em geral subentende trabalho lícito e útil. É o oposto da indolência ou ociosidade.
As palavras hebraica e grega na Bíblia que às vezes são traduzidas “diligente” ou “diligência”, com mais freqüência são vertidas “sério”, “seriedade” (“solicitude”, BJ, PIB), e outras formas de tais palavras freqüentemente são traduzidas “diligência”, ‘fazer o máximo’.
JEOVÁ E JESUS CRISTO
A diligência é uma qualidade de Jeová Deus. “Devido à abundância de energia dinâmica, sendo ele também vigoroso em poder, não falta nem sequer uma [da multidão de coisas que criou].” (Isa. 40:26) Sua criação, com sua beleza e sua complexidade, e a evidência de sua preocupação amorosa em cada detalhe, é prova de sua incansável diligência. (Sal. 19:1; 139:14; Isa. 40:28) O Filho de Jeová imitou seu exemplo. Disse: “Meu Pai tem estado trabalhando até agora e eu estou trabalhando.” — João 5:17.
OS SERVOS DE JEOVÁ
A atividade diligente tem sido também uma característica dos genuínos servos de Deus, desde o início. Abel foi praticante de obras “justas”. (1 João 3:12) Noé empenhou-se vigorosamente na construção da enorme arca, sendo, ao mesmo tempo, “pregador da justiça”. (2 Ped. 2:5) Abraão, Jacó, José, Moisés, Davi e os profetas eram todos homens de ação, desejosos de executar bem as suas tarefas. (Gên. 18:6-8; 31:38-42; 39:1-6; Êxo. 40:16; 1 Sam. 17:32-37; Heb. 11:32-38) O jovem Jeroboão, embora mais tarde se revelasse infiel a Deus, foi nomeado superintendente pelo Rei Salomão por ser “diligente” (Tr; AV; heb. , “trabalhador árduo”). (1 Reis 11:28) A diligência de Jeroboão sem dúvida foi um fator contribuinte em ele se tornar governante do reino das dez tribos de Israel.
EXORTAÇÃO AOS CRISTÃOS
Tiago, o escritor cristão, homem diligente que foi superintendente da congregação cristã em Jerusalém, escreveu: “A fé, se não tiver obras, está morta em si mesma.” (Tia. 2:17) Por esta razão, exorta-se os cristãos a não afrouxar as mãos ou ficar cansados de fazer o bem, mas a ‘mostrar a mesma diligência, para ter a plena certeza da esperança até o fim, para que não fiqueis indolentes, mas sejais imitadores daqueles que pela fé e pela paciência herdam as promessas’. (Heb. 6:11, 12; compare com Provérbios 10:4; 12:24; 18:9.) Jesus Cristo disse aos seus discípulos: “Esforçai-vos vigorosamente a entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos buscarão entrar, mas não poderão.” (Luc. 13:24) O próprio Paulo foi um exemplo disso. — Col. 1:29; 2 Tes. 3:7-9.
Para evitar ser inativos ou infrutíferos quais cristãos, devem ‘contribuir em resposta [às promessas de Deus] todo esforço sério’ em suprir à sua fé a virtude, o conhecimento, o autodomínio, a perseverança, a devoção piedosa, a afeição fraternal e o amor. (2 Ped. 1:4-8) Isto exige a aplicação constante da perseverança diligente (2 Tim. 2:15; Heb. 4:11) e a atenção persistente. (Heb. 2:1) Grande parte da força necessária para isso vem por meio da ajuda do espírito de Jeová. O que poderia expressar mais vigorosamente a necessidade de diligência do que o conselho do apóstolo Paulo: “Não sejais indolentes nos vossos quefazeres. Sede fervorosos de espírito. Trabalhai como escravos para Jeová”? Esta necessidade de diligência aplica-se a todos os ministros (“ocupemo-nos neste ministério”), mas com
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