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‘Não há fim de fazerem livros’Despertai! — 1978 | 22 de julho
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mencionada por Salomão. Este instrumento, o aguilhão, com sua afiada ponta metálica, visa aferroar um animal de carga, para que continue a se mover em certa direção. Similarmente, as palavras dos dotados de sabedoria piedosa podem aguilhoar os ouvintes ou leitores a progredir em harmonia com a sabedoria expressa, para seu proveito. Também, os que se ocupam com “coleções de sentenças”, isto é, ditados ou provérbios sábios, verdadeiramente proveitosos, são como pregos. Como assim? Isto se dá porque os pregos podem fornecer apoio para algo, ou podem estabilizá-lo. Semelhantemente, por suas palavras salutares de sabedoria, “os que se entregam a fazer coleções de sentenças” podem ter um efeito estabilizador e apoiador para outros.
Assim, não se permita distrair pela multidão de livros continuamente impressos. Reserve tempo para considerar o livro mais valioso de todos, a Bíblia, e publicações que se harmonizam com ele. Daí, a respeito da Bíblia, não se sentirá como o patriota estadunidense, Patrick Henry que, pouco antes de morrer, disse a um amigo: “Este é um livro que vale mais do que todos os outros que já foram impressos. É uma pena que eu não tenha achado tempo para lê-lo com a devida atenção e sentimento, senão ultimamente.”
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Colide a lei dinamarquesa com a liberdade de consciência?Despertai! — 1978 | 22 de julho
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Colide a lei dinamarquesa com a liberdade de consciência?
Do correspondente de “Despertai!” na Dinamarca
SERÁ que a lei dinamarquesa colide com o princípio, internacionalmente reconhecido, de liberdade? Certa decisão feita pelo Supremo Tribunal da Dinamarca, há alguns meses atrás, parece responder que Sim.
O princípio está inserido no Acordo Internacional Sobre Direitos Civis e Políticos, subscrito pela Dinamarca em 1971. O princípio sustenta que a pessoa não pode ser punida mais de uma vez por uma única violação da lei.
No entanto, o Supremo Tribunal da Dinamarca decidiu que a pessoa pode ser condenada duas vezes pelo mesmo delito. A decisão envolve os que são objetores de consciência ao serviço militar obrigatório ou alternativo.
O Processo
O assunto começou num tribunal de pequena instância. Envolvia um processo contra um jovem engenheiro, uma das Testemunhas de Jeová. Por causa de sua forte crença nas leis de Deus, conscienciosamente objetou ao serviço militar ou alternativo.
O tribunal condenou o rapaz à prisão. Depois de cumprir sua sentença, foi de novo convocado para serviço obrigatório. Ele manteve a mesma posição, baseada em sua crença conscienciosa nas leis de Deus, e recusou sua incorporação. O tribunal novamente o sentenciou à prisão, desta feita por um período mais extenso, oito meses.
No entanto, interpôs-se recurso perante um tribunal de maior instância, o Tribunal
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