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  • Dirigir com segurança — é premente necessidade
    Despertai! — 1988 | 8 de janeiro
    • Apesar desta aparente falta de interesse, uma conclusão é inevitável: Como você dirige pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte para alguém, possivelmente para você mesmo. Alex Miller, examinador sênior de candidatos a motorista da Polícia de Strathclyde, na Escócia, explica: “Todo carro é uma arma letal, fornecendo ao motorista o potencial para matar.”

      Como motorista, o que isto representa para você? É algo que deve motivá-lo a pensar muito, não é? Todavia, muitos que dirigem veículos dão muito pouca atenção a isso, especialmente os que dirigem depois de beber.

      Da R. F. da Alemanha vem a notícia de que “em 1984, houve 40.332 acidentes de trânsito em que algumas pessoas morreram ou ficaram aleijadas, e 20.000 que envolveram graves danos à propriedade — todos eles envolvendo motoristas embriagados”. Na Grã-Bretanha, o álcool está ligado a 1 de cada 3 mortes nas estradas.

      Será que tais estatísticas detêm os motoristas que costumam beber? Não, segundo um porta-voz da polícia na Inglaterra, que observou: “Existe ainda um número substancial de motoristas que se dispõem a arriscar-se e põem em perigo a eles próprios, suas famílias e outros usuários das estradas.” O Professor Robert Kendell, da Universidade de Edimburgo, afirma que “algo em torno de 10 por cento da população masculina da [Grã-Bretanha] dirigem um carro pelo menos uma vez por semana acima do limite legal [de teor alcoólico no sangue]”. O que significa isto, senão puro egoísmo?

      Alguns produtores de bebidas alcoólicas na Grã-Bretanha tentam minorar o problema por promover esquemas de transporte até o pub [bar favorito]. Estas envolvem empresas de aluguel de ônibus ou de carro empenhadas em transportar o bebedor de ida e volta até sua hospedaria favorita, seja qual for a condição física dele. A nível grupal, alguns motoristas que gostam de beber tentam evitar tal perigo por determinarem antecipadamente qual deles guiará o carro que levará o grupo para casa, e que concorda em permanecer sóbrio e só tomar refrigerantes. Será que tais esforços, embora sejam muito elogiáveis, alcançam êxito? Notícias publicadas no jornal Glasgow Herald afirmam que tais iniciativas “não bastam para reduzir de modo significativo a incidência dos que dirigem depois de beber”.

      Qual, então, é a solução para o problema do motorista que bebe? “Em última análise, temos de tornar o dirigir depois de beber algo anti-social”, conclui Peter Joslin, chefe de polícia do condado de Warwick, acrescentando: “Nosso único conselho é: ‘Não dirija depois de beber.’”

      É esta uma orientação realística? Alguns países impõem de forma estrita seus regulamentos de trânsito, ministrando pesadas punições ao motorista embriagado. A legislação da Suécia dá poder às autoridades para confiscar o carro de um motorista perigoso, assim como tomariam o facão ou o revólver dum criminoso violento. A Associação Britânica de Magistrados alegadamente apóia um movimento para cassar os motoristas que não passam nos testes de bafômetro, sempre que, antes de o processo ser julgado, acredite-se que eles possam cometer de novo tais transgressões.

      Há, contudo, mais coisas envolvidas em dirigir com segurança do que apenas permanecer sóbrio.

  • Evite a velocidade excessiva e a agressividade!
    Despertai! — 1988 | 8 de janeiro
    • Evite a velocidade excessiva e a agressividade!

      “SE O carro fosse inventado hoje em dia, ele seria banido”, assevera Geoff Large, diretor-adjunto da RoSPA (Real Sociedade Para a Prevenção de Acidentes), da Grã-Bretanha, que cuida da segurança das estradas. “Jamais se permitiria vender algo que matasse e ferisse um terço de um milhão de pessoas, por ano, apenas neste país.”

      Os fabricantes de veículos reconhecem o perigo em potencial de seu produto. Eles investem amplas somas, bem como fazem grandes esforços de aprimorar os acessórios de segurança incluídos nos carros modernos. Mas, como comenta a Sunday Express Magazine, de Londres: “Os motoristas cônscios da segurança sabem que a proteção do carro — e de seus ocupantes — não é algo que sai barato.” Embora a publicidade possa destacar os acessórios de segurança, o que capta a atenção do comprador? Não raro, é o desempenho do veículo, como ele atinge a velocidade máxima em tempo mínimo, sua potência, bem como suas linhas aerodinâmicas e aspecto esportivo.

      O juiz aposentado, Richard Spiegel, crê que os motoristas alemães parecem “ter uma relação neurótica com a velocidade . . . que ainda é a causa mais freqüente de acidentes”. É esta atitude que, acredita ele, é explorada na “publicidade da indústria automobilística”. Dá-se isso também em seu país?

      Outros fatores, tais como a crescente densidade de tráfego, e a decrescente qualidade da malha rodoviária, tornam o dirigir mais arriscado em muitos países. Notícias do Brasil focalizam os perigos dos cruzamentos não-sinalizados. “Nestas situações”, comenta o jornal de língua inglesa, Brazil Herald, “um ou mais motoristas subitamente ficam confusos,

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