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    • Criador. (Compare com Deuteronômio 8:10-14.) “O amor ao dinheiro [literalmente, afeição pela prata] é raiz de toda sorte de coisas prejudiciais, e alguns, por procurarem alcançar este amor, foram desviados da fé e se traspassaram todo com muitas dores.” (1 Tim. 6:10) Por dinheiro as pessoas perverteram a justiça, se prostituíram, cometeram assassinato, traíram outros e falsearam a verdade. — Deut. 16:19; 23:18; 27:25; Eze. 22:12; Mat. 26:14, 15; 28:11-15.

      Por outro lado, o uso correto do dinheiro é aprovado por Deus. (Luc. 16:1-9) Isto inclui contribuir para o progresso da adoração pura e dar ajuda material aos necessitados. (Compare com 2 Crônicas 24:4-14; Romanos 12:13; 1 João 3:17, 18.) Embora, dessa maneira, muito bem possa ser realizado com dinheiro, as coisas mais valiosas, o alimento e a bebida espirituais, e a própria vida eterna, podem ser obtidos sem ele. — Isa. 55:1, 2; Rev. 22:17.

  • Discípulo
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    • DISCÍPULO

      [Gr. , mathetés, alguém que é ensinado, um aprendiz].

      Nas Escrituras Gregas lê-se a respeito de discípulos de Jesus, de João, o Batizador, dos fariseus e de Moisés. (Mat. 9:14; Luc. 5:33; João 9:28) A principal aplicação do termo é a todos os que não apenas crêem, mas também seguem estritamente o ensino de Cristo. Precisam ser ensinados a “observar todas as coisas” que Jesus determina. — Mat. 28:19, 20; veja CRISTÃO.

      O propósito de Jesus em ensinar seus discípulos foi fazê-los semelhantes a si mesmo: pregadores e instrutores das boas novas do Reino. “O aluno não está acima do seu instrutor, mas, todo aquele que for perfeitamente instruído será semelhante ao seu instrutor”, disse Jesus. (Luc. 6:40) A eficácia do ensino de Cristo foi provada pela história posterior, tendo seus discípulos continuado a obra que ele lhes ensinara, e feito discípulos por toda parte do Império Romano, na Ásia, na Europa e na África, antes do fim do primeiro século. Esta era sua obra principal, em harmonia com a ordem de Jesus Cristo em Mateus 28:19, 20.

      Que os cristãos até os dias de hoje têm o dever de fazer discípulos de pessoas das nações torna-se claro pelas palavras finais da ordem de Jesus: “E eis que estou convosco todos os dias, até à terminação do sistema de coisas.” Não fazem discípulos para si mesmos, uma vez que os ensinados são, na verdade, discípulos de Jesus Cristo, pois seguem o ensino, não de homens, mas do Cristo. Por esta razão, por providência divina, os discípulos foram chamados de cristãos. — Atos 11:26.

      ALUNO

      A palavra portuguesa “aluno” também significa alguém que aprende ou recebe instrução, um discípulo. Assim, algumas traduções da Bíblia usam-na para traduzir a palavra grega mathetés, como em Lucas 6:40 (BLH, NTV, NM).

  • Distrito Jurisdicional
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    • DISTRITO JURISDICIONAL

      Divisão administrativa de um domínio sob controle dum governo central. (Ester 1:16; 2:3, 18) A Bíblia menciona distritos jurisdicionais (províncias, BJ, PIB) em relação a Israel, Babilônia e Medo-Pérsia. (1 Reis 20:14-19; Ester 1:1-3; Dan. 3:1, 3, 30) Daniel, o profeta, foi nomeado governante sobre todo o distrito jurisdicional de Babilônia, talvez o principal distrito, que incluía a cidade de Babilônia. (Dan. 2:48) Seus três companheiros hebreus, Sadraque, Mesaque e Abednego também foram designados a servir em cargos administrativos nesse distrito. (Dan. 2:49; 3:12) Elão parece ter sido outro distrito jurisdicional babilônio. (Dan. 8:2) Talvez por terem morado no distrito jurisdicional de Babilônia, os exilados judeus repatriados são chamados de “filhos do distrito jurisdicional”. (Esd. 2:1; Nee. 7:6) Ou, esta especificação pode aludir a serem habitantes do distrito jurisdicional medo-persa de Judá. — Nee. 1:3.

      Pelo menos durante o reinado de Assuero (Xerxes I) o Império Medo-Persa consistia em 127 distritos jurisdicionais, da Índia à Etiópia. Os judeus estavam espalhados por todo este vasto domínio. (Ester 1:1; 3:8; 4:3; 8:17; 9:2, 30) A terra de Judá, com seu próprio governador e chefes administrativos inferiores, era ela mesma um dos 127 distritos jurisdicionais. (Nee. 1:3; 11:3) Aparentemente, contudo, Judá fazia parte duma divisão política ainda maior, administrada por uma autoridade governamental superior. Parece que esta autoridade encaminhava ao rei quaisquer denúncias sérias concernentes aos distritos sob sua jurisdição e então aguardava autorização real para agir. Também, funcionários de escalão inferior podiam pedir que as atividades de determinado distrito jurisdicional fossem investigadas. (Esd. 4:8-23; 5:3-17) Quando autorizados pelo rei, os distritos jurisdicionais podiam receber verbas da tesouraria real, e os decretos reais eram enviados por correios às várias partes do império. (Esd. 6:6-12; Ester 1:22; 3:12-15; 8:10-14) Portanto, todos os habitantes dos distritos jurisdicionais ficavam familiarizados com as leis e decretos do governo central. — Compare com Ester 4:11.

      O sistema de distritos jurisdicionais que existia nas nações da antiguidade amiúde tornava mais difícil a sorte dos povos subjugados. Este fato é reconhecido pelo sábio escritor de Eclesiastes: “Se vires o de poucos meios sofrer opressão, e o arrebatamento violento do juízo e da justiça num distrito jurisdicional, não fiques pasmado com o assunto, pois alguém que é mais alto do que o alto está vigiando, e há os que estão alto por cima deles.” (Ecl. 5:8) Havia pouca razão para se pasmar diante da opressão imposta ao humilde, considerando que os administradores inferiores eram vigiados por funcionários superiores, a maioria dos quais procurava sua própria vantagem, às custas de seus súditos.

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