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  • “Ide . . . fazei discípulos . . . batizando-as”
    A Sentinela — 1970 | 1.° de maio
    • “Ide . . . fazei discípulos . . . batizando-as”

      “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as.” — Mat. 28:19.

      1. Segundo notícias jornalísticas, como se realizou um batismo de emergência numa praia em São Francisco, na Califórnia, em 7 de maio de 1959?

      ACONTECEU em 7 de maio de 1959, em São Francisco, na Califórnia. Shirley e Albert nadavam à entrada da baía. Um tubarão também nadava por ali! Albert, quem primeiro o viu, advertiu Shirley. Ela devia nadar para a praia. Daí o tubarão atacou. O braço esquerdo de Albert foi quase arrancado. Arriscando o ataque do tubarão contra ela, Shirley nadou de volta e começou a arrastar Albert para a praia. Finalmente conseguiu levá-lo à margem. Albert estava mortalmente ferido. Não havia sido batizado como cristão. Por isso, Shirley apanhou um pouco de água do mar e a deixou escorrer sobre a cabeça de Albert. Shirley disse: “Batizei-o em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, fazendo o sinal da Cruz . . .” Ela lhe disse que repetisse com ela o ato de contrição, dizendo: “. . . Detesto todos os meus pecados, porque temo a perda do Céu e as dores do Inferno, mas acima de tudo, porque te ofendem, meu Deus, que és todo bom e merecedor de todo o meu amor.” — Time, e Newsweek, de 18 de maio de 1959; Times de Nova Iorque, 24 de março de 1961.

      2. Que perguntas surgem quanto a que se realizou por meio deste batismo ritual?

      2 Shirley salvara a Albert de outros ataques do tigre do mar. Conscienciosamente, ela tentou depois salvá-lo da sorte de alguém não-batizado, segundo os ensinos religiosos de sua igreja. Algumas pessoas, embora admirassem o seu ato corajoso, ficaram com dúvidas. Havia ela salvo a Albert do fogo eterno por realizar um rito religioso da cristandade, depois de tê-lo salvo das águas infestadas de tubarões? Havia feito dele um discípulo de Cristo antes de ele morrer no hospital pouco depois?

      3. Em contraste com isso, que batismo em massa houve numa praia em Nova Iorque, em 30 de julho de 1958, e que batismo em massa no ano 33 E.C. fez lembrar?

      3 Nossa mente se volta então das águas do Oceano Pacífico, nas quais desemboca a Baía de São Francisco, para as águas do Oceano Atlântico. Em 30 de julho de 1958, menos de um ano antes de Shirley batizar ritualmente a Albert, houve um batismo em outra praia, Orchard Beach, em Nova Iorque. Os 7.136 que voluntariamente desejaram ser batizados não ficaram parados na praia à espera disso. Entraram na água salgada, onde homens, cristãos dedicados, os imergiram totalmente. Este batismo gigantesco foi o espetáculo do dia na área da cidade de Nova Iorque, onde se realizava a Assembléia Internacional da “Vontade Divina” simultaneamente no Estádio Ianque e no campo de basebol chamado Campo de Pólo. Isto faz lembrar outro batismo em grande escala que ocorreu 1.925 anos antes, quando cerca de três mil crentes foram batizados em Jerusalém pelos doze apóstolos de Jesus Cristo, por ocasião do congresso em Jerusalém para celebrar a festividade de Pentecostes do ano 33 E. C. (Atos 2:1-42) Estes deram assim testemunho público de sua determinação de ser discípulos de Jesus Cristo. Os 7.136 batizados na praia de Orchard Beach, em 1958, igualmente desejaram tornar-se discípulos dedicados desta mesma pessoa.

      4. (a) Em vista do fracasso da cristandade, de converter o mundo, e por causa de seu declínio, que perguntas surgem quanto a se batizarem discípulos de Cristo? (b) Por causa de que temor existem hoje muitos cristãos hipócritas?

      4 Nós já estamos agora no ano de 1970 E. C. Em vista do fracasso da cristandade, de fazer discípulos de todas as pessoas do mundo e assim produzir uma conversão mundial, e por causa de seu declínio religioso e da sua perda de influência, alguém sugeriu que esta era fosse chamada de “Era Pós-cristã”. Fazem-se ainda discípulos deste Cristo do primeiro século, nestes anos cada vez mais irreligiosos do século vinte? É ainda próprio fazer discípulos daquele que morreu há mais de dezenove séculos, ou já é isso antiquado? Nestes dias chamados de revolucionários, quando os antigos valores estão sendo rejeitados, tais perguntas são sérias. Muitos que hoje temem o que os seus vizinhos possam pensar estão ansiosos de ser chamados de “cristãos”, porque de outro modo seriam apelidados de “pagãos”, ou até mesmo de comunistas. Mas, são tais pessoas na realidade cristãos hipócritas? São estes chamados cristãos realmente aquilo que o cristão devia ser? O verdadeiro discípulo de Cristo não é cristão hipócrita.

      5. Para obtermos respostas a estas perguntas, a que autoridade somos obrigados a recorrer, e por que a esta autoridade?

      5 A que autoridade recorreremos para responder a estas perguntas? Para obtermos respostas diretas, temos de recorrer, não aos clérigos religiosos da cristandade, mas ao próprio Instrutor do primeiro século, ao próprio Jesus Cristo. Seus fiéis discípulos do primeiro século fizeram o registro inapagável a seu respeito nos últimos vinte e sete livros da Bíblia Sagrada. Este Registro não se esquiva de quaisquer perguntas sobre estes assuntos, nem atenua as verdades e os fatos para não ofender a nós ou as nossas susceptibilidades religiosas. Que os zombadores incrédulos menosprezem aquele Instrutor do primeiro século tanto quanto queiram, no entanto, ele influiu no mundo da humanidade mais do que qualquer outro homem que já andou na face da nossa terra. Ele olhou mais para a frente do que qualquer outro homem na terra. Olhou ele para a frente, para os nossos dias, para este século vinte? Sim. Ele não só se interessou em fazer discípulos lá naqueles três anos de seu ensino e de sua pregação do reino de Deus. Interessou-se em fazer mais discípulos neste século vinte, e ele os faz. Como sabemos isso?

      6. As palavras citadas neste respeito foram ditas por Cristo em que fase de sua vida, e como designara ele o lugar onde ia proferi-las?

      6 Quando citamos aqui o que ele disse neste sentido, nós o citamos depois de ele ter sido ressuscitado dentre os mortos. O local onde proferiu estas palavras é um lugar definido na terra. É um monte no que nos seus dias se chamava de terra da Galiléia, a região do atual Mar da Galiléia. Antes de sua morte, ele havia indicado esta região para uma reunião com eles após a sua ressurreição dentre os mortos. Na noite antes de sua morte numa estaca de execução, e após ter estabelecido o que é chamado de Ceia do Senhor, ele disse aos seus onze apóstolos fiéis: “Esta noite, todos vós tropeçareis em conexão comigo, pois está escrito: ‘Golpearei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão espalhadas.’ Mas, depois de eu ter sido levantado, irei adiante de vós para a Galiléia.” — Mat. 26:31, 32; Mar. 14:27, 28.

      7. Como se confirmou esta localidade no dia da ressurreição de Jesus, e como se comportaram os discípulos ali?

      7 Dois dias depois, na manhã de sua ressurreição dentre os mortos, um anjo disse a algumas mulheres que vieram ao túmulo então já aberto e vago: “Ide rapidamente e dizei aos seus discípulos que ele foi levantado dentre os mortos, e eis que vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis.” Quando foram para avisar os discípulos, estas mulheres encontraram-se com o próprio ressuscitado Jesus. “Não temais!” disse ele. “Ide, relatai isso a meus irmãos, a fim de que vão para a Galiléia, e ali me verão.” Os discípulos fizeram isso mais de uma semana depois. “Os onze discípulos foram para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes designara, e quando o viram, prestaram-lhe homenagem, mas alguns duvidaram.” — Mat. 28:3-10, 16, 17; Mar. 16:7.

      MAIS DO QUE UMA ORDEM DE HOMEM

      8. (a) Por que não tem nenhuma criatura na terra o direito de interferir na execução da ordem de Cristo dada ali? (b) O que disseram os apóstolos João, Paulo e Pedro a respeito da atual condição dele?

      8 O que os discípulos ouviram no inominado monte da Galiléia era mais do que algo dum mero homem; e nenhum homem, nem governo ou nação na terra tem o direito de interferir com a execução do que aquele ordenou. É verdade que os homens interferem, mas só com a permissão de Deus, e eles não recebem a aprovação divina por fazerem isso. Apesar deles, realizaram-se muitos batismos em secreto. O Jesus que apareceu aos seus discípulos naquele monte na Galiléia foi o primeiro a ser ressuscitado dentre os mortos para uma vida infindável, de fato, para a vida imortal. Só ele é chamado de “o primogênito dentre os mortos”. (Rev. 1:5) Um homem que viu Jesus Cristo milagrosamente alguns meses depois de sua ressurreição dentre os mortos foi inspirado a dizer a seu respeito: “Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para se tornar aquele que é primeiro em todas as coisas.” (Col. 1:1, 18) Também, um discípulo que se encontrou com ele no monte da Galiléia escreve: “Cristo morreu uma vez para sempre quanto aos pecados, . . . sendo morto na carne, mas vivificado no espírito.” (1 Ped. 3:17, 18) Ele tem o primeiro lugar entre os filhos espirituais de Deus.

      9. Com que autoridade deu Cristo ali a sua ordem aos seus discípulos, e o que declarava ela?

      9 Por isso pôde corretamente dar a ordem com autoridade sobre-humana e pôde colocar a sua ordem acima de qualquer ordem de meros governadores ou regentes humanos, dizendo aos seus discípulos lá na Galiléia: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias até à terminação do sistema de coisas.” — Mat. 28:18-20.

      10. Qual é a duração do poder das palavras de sua ordem, e por quê?

      10 Havia poder nestas palavras. E hoje, depois de dezenove séculos, ainda há muito poder nestas palavras, pois são as palavras duma Autoridade que nenhuma criatura no céu ou na terra se atreveu a desafiar ou a desconsiderar. “Toda a autoridade no céu e na terra” lhe foi dada pelo Deus Todo-poderoso, que é a Fonte divina de toda a autoridade. Ele é o Pai celestial de Jesus Cristo e é Aquele que o ressuscitou dentre os mortos à vida imortal num plano espiritual de existência. Jesus Cristo é o Filho de Deus, agora numa relação nova e mais elevada com o Pai celestial, em virtude desta ressurreição dentre os mortos. O ressuscitado Jesus Cristo entrou com o valor do seu sacrifício humano perfeito na própria presença do Deus Altíssimo e Todo-poderoso, seu Pai celestial. Apresentou-lhe o valor ou mérito de seu sacrifício humano a favor de toda a humanidade, viva e morta. Para apoiar ou dar força a “toda a autoridade” que Deus lhe dera, Jesus Cristo recebeu também o “espírito santo”, aquela força ativa invisível de Deus, para usá-la e derramá-la sobre os seus discípulos.

      11. (a) O que não deve ninguém pensar, nestes dias modernos, a respeito da autoridade do ressuscitado Cristo? (b) O que se pode dizer a respeito do uso de sua autoridade e de sua aplicação neste estágio do sistema de coisas?

      11 Que ninguém pense: “Bem, isso foi há dezenove séculos. Aquela autoridade reivindicada por Jesus Cristo não se aplica em nossa moderna era científica e revolucionária. Sua autoridade enfraqueceu ou diminuiu, igual à influência da cristandade, e não opera hoje. Nós estamos hoje no poder aqui na terra. Nós somos os que realmente têm autoridade, e nós humanos usaremos esta autoridade que temos do modo como quisermos, não importa o que alguém disse há dezenove séculos atrás.” Mas, que ninguém se engane. Jesus Cristo é uma pessoa histórica, não um mito, e ele nunca renunciou à sua autoridade nem a cedeu a qualquer homem ou grupo de homens hoje na terra, quer na Cidade do Vaticano, quer em Genebra, na Suíça, quer em Moscou, na Rússia, ou em outra parte. Ele ainda a tem hoje em dia, e ela está sendo posta em vigor hoje mais do que nunca. Para assegurar isto aos seus discípulos, ele secundou a sua ordem de autoridade por dizer: “E eis que estou convosco todos os dias, até à terminação do sistema de coisas.” (Mat. 28:20) Este sistema de coisas ainda está presente hoje, mas nós nos encontramos de modo bem evidente no período de sua terminação.

      12. (a) De que maneira subestimam alguns a autoridade de Cristo hoje em dia, e por que deviam reconsiderar isso? (b) Qual devia ser a reação de seus discípulos hoje com relação a esta ordem, e por quê?

      12 A autoridade interminável, sobre-humana e universal, de que o ressuscitado Jesus Cristo foi revestido, devia fazer todos os que zombam dele pausar para refletir; devia fazer que todos os que dizem: “O cristianismo é hoje moribundo, e nós somos mais populares e mais importantes do que Cristo”, pausem e façam a avaliação correta de Cristo, o Filho celestial de Deus. Devia induzir também a todos os que hoje são seus discípulos genuínos e verdadeiros a tomar mais a sério a ordem que lhes deu, de modo que a execução de sua ordem se torne a maior coisa na vida deles, assim como foi na vida dos discípulos do primeiro século. A compreensão e o reconhecimento da autoridade atrás da ordem de Cristo devia estimulá-los a nunca deixarem de executá-la até que venha o fim derradeiro desta “terminação do sistema de coisas”. Eles o têm consigo “todos os dias”, até que isso ocorra. Por isso têm o seu apoio.

      OBRA EM EXPANSÃO

      13. (a) O discipulado devia abranger que área na terra? (b) De que modo devia o desenrolar dos assuntos ser diferente dos dias do Rei Salomão quando sua sabedoria era conhecida em toda a terra?

      13 Ser discípulo do ressuscitado Jesus Cristo não é uma religião passiva, fácil, egocêntrica e inexpressiva. Ela é francamente expressiva; é produtiva e reprodutiva, incapaz de ser refreada ou suprimida. O discipulado não se devia restringir a um pequeno canto da terra, como algo que não devia ser partilhado com o resto do mundo. Antes, havia de ser divulgado e tornado disponível em todo o mundo, e assim se deu. Não era como no caso do sábio Rei Salomão de Jerusalém, do século onze A. E. C., a respeito de quem diz o registro histórico: “Vinham de todos os povos para ouvir a sabedoria de Salomão, sim, de todos os reis da terra que tinham ouvido falar da sua sabedoria.” (1 Reis 4:34) Até mesmo a rainha de Sabá veio do que era chamado de “confins da terra” até Jerusalém para ouvir e ver a evidência da sabedoria de Salomão. (Mat. 12:42; 1 Reis 10:1-13) Jesus Cristo, mesmo quando esteve na terra, falou de si mesmo como sendo “algo maior do que Salomão”. Sua vida e sua morte influíram em toda a humanidade muito mais do que as de Salomão. Em vez de convidar os homens e obrigá-los a vir desde os quatro cantos da terra à Jerusalém terrestre e aprender dele, ordenou aos seus discípulos, ali na Galiléia, que se dirigissem a todas as pessoas: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações.” (Mat. 28:19) Eles não deviam esperar que as pessoas viessem a eles, mas deviam ir às pessoas em toda a parte.

      14. A quem se destinava a mensagem de salvação por meio de Jesus Cristo, e como indicou ele isto no Monte das Oliveiras antes de sua ascensão?

      14 Embora Jesus, quando estava na terra, fosse judeu natural e circunciso, nascido debaixo da Lei de Moisés, contudo, a mensagem a seu respeito não se destinava apenas a judeus. Os judeus a receberam primeiro apenas como favor da parte de Deus. Mas esta mensagem de salvação, por meio de Jesus Cristo, é para toda a humanidade, e precisa ser levada a toda ela. O ressuscitado Jesus Cristo indicou isto não só no monte na Galiléia, mas algum tempo depois, antes de partir desta terra e ascender de volta ao céu, para junto de seu Pai divino, Jeová Deus. No famoso monte à leste de Jerusalém, o Monte das Oliveiras, do qual ele ascendeu ao céu, ele disse aos seus discípulos que o acompanharam até lá: “Não vos cabe obter conhecimento dos tempos ou das épocas que o Pai tem colocado sob a sua própria jurisdição; mas, ao chegar sobre vós o espírito santo, recebereis poder e sereis testemunhas de mim tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até à parte mais distante da terra.” — Atos 1:7, 8.

      15. (a) Num estudo bíblico pouco antes disso, como indicou Jesus aos seus discípulos até que ponto se devia pregar o perdão dos pecados por meio dele? (b) Por que devia o testemunho começar de Jerusalém?

      15 Este testemunho a respeito do papel vital de Jesus no programa de Deus para a salvação da humanidade não se havia de restringir apenas aos judeus naturais, circuncisos, que se achavam espalhados até os confins da terra, mas havia de ser apresentado também a pessoas gentias (não-judaicas). Assim dissera Jesus pouco antes disso, num estudo bíblico com seus discípulos, nas seguintes palavras: “Assim está escrito que o Cristo havia de sofrer e de ser levantado dentre os mortos no terceiro dia, e que, à base do seu nome, se havia de pregar o arrependimento para o perdão de pecados, em todas as nações — principiando por Jerusalém, haveis de ser testemunhas destas coisas.” Por que deviam começar em Jerusalém? Porque haviam de ser batizados com espírito santo no próximo dia de Pentecostes, em Jerusalém, e seu primeiro testemunho a respeito do arrependimento para o perdão de pecados por meio de Cristo havia de ser dado aos celebrantes de Pentecostes ali naquela cidade. — Luc. 24:46-49.

      16. Segundo Atos, capítulo dois, como aconteceu assim em Jerusalém?

      16 E assim aconteceu realmente, e naquele dia da festividade de Pentecostes, no ano 33 E. C., o apóstolo Pedro disse a uma grande multidão de judeus e prosélitos indagadores: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado no nome de Jesus Cristo, para o perdão de vossos pecados, e recebereis a dádiva gratuita do espírito santo.” Cerca de três mil destes judeus e prosélitos, que já eram dedicados a Jeová Deus, arrependeram-se de sua anterior atitude e ação erradas para com Cristo e foram batizados em seu nome, como sendo agora seus seguidores. Isto foi apenas o começo para eles. Desejavam aprender mais dos doze apóstolos de Cristo, e os apóstolos estavam dispostos a dar-lhes mais instrução. E assim, após o batismo em água, “eles continuavam a devotar-se ao ensino dos apóstolos e a partilhar uns com os outros, a tomar refeições e a orações.” — Atos 2:37-42.

      EXPANSÃO NO PRIMEIRO SÉCULO

      17. Como vieram as boas novas a espalhar-se em toda a terra por intermédio dos batizados em Jerusalém, em Pentecostes, mas entre quem, em toda a terra?

      17 Visto que as provisões de Deus para o resgate de toda a humanidade haviam de ser feitas disponíveis em todo o mundo, quão sábio foi que Jeová derramou seu espírito santo, por meio de Cristo, naquele dia de Pentecostes, em Jerusalém. Aqueles judeus e prosélitos convertidos e batizados haviam chegado de muitas partes da Ásia, Europa e África, de fato, “de toda nação das debaixo do céu”. Portanto, agora, depois de terem recebido suficiente instrução dos apóstolos de Cristo, voltaram às suas próprias terras e divulgaram ali as boas novas. Mas fizeram isto apenas entre os judeus naturais, circuncisos, naquelas terras. (Atos 2:5-12; 11:19) Mas que dizer da província de Samaria, situada entre a Judéia e a Galiléia?

      18. De que modo se estendeu a colheita de cristãos batizados, cheios de espírito, à província de Samaria?

      18 Jesus havia uma vez pregado aos habitantes samaritanos da cidade de Sicar, e em resultado disso, aqueles samaritanos disseram: “Nós mesmos temos ouvido e sabemos que este homem certamente é o salvador do mundo.” Ah! sim, não só dos judeus, mas “do mundo” da humanidade. Jesus disse muito bem aos seus apóstolos enquanto estava ali em Samaria: “Erguei os vossos olhos e observai os campos, que estão brancos para a colheita. Desde já o ceifeiro está recebendo salário e está ajuntando fruto para a vida eterna.” (João 4:35, 36, 38-42) Mas foi necessário o poder espalhador da perseguição para levar os discípulos aos campos de Samaria para fazer a obra de colheita. Jesus os havia autorizado, após a sua ressurreição dentre os mortos e antes de sua ascensão ao céu, a dar testemunho aos samaritanos. Por isso, quando Filipe, o evangelizador, se viu obrigado a sair de Jerusalém e da Judéia, devido à perseguição, ele entrou em Samaria, e pregou e batizou muitos crentes samaritanos. Depois, os apóstolos em Jerusalém enviaram para lá Simão Pedro e João, filho de Zebedeu, e estes transmitiram o espírito santo de Deus a tais crentes samaritanos. — Atos 8:1-17.

      19. Que expansão adicional ainda havia de ocorrer, mas quem evidentemente hesitava quanto a isso?

      19 Mas, haveria ainda mais expansão! Ainda não se havia atingido os gentios incircuncisos, “pessoas de todas as nações” da terra habitada, nem se fizera qualquer ajuntamento deles. Os cristãos judaicos mostravam hesitação, senão também preconceito, quanto a dar o testemunho messiânico aos gentios ou não-judeus incircuncisos. (Atos 10:9-29) Continuarem os cristãos judaicos a tratar os gentios incircuncisos deste modo teria impedido a expansão da congregação cristã no tempo devido para tal expansão.

      20. Que semana profética estava acabando, e por isso, quem foi enviado por Deus, a quem, e como foi equipado?

      20 Embora os cristãos judaicos não se apercebessem disso, a septuagésima semana de anos do favor exclusivo de Jeová Deus para com os judeus naturais estava acabando e iria terminar perto do fim do verão do ano de 36 E. C. Chegou então o próprio tempo designado para que Deus descerrasse e abrisse a porta da atividade do Reino entre aqueles gentios. (Dan. 9:24-27; Mat. 16:18, 19) Portanto, no interesse do cumprimento da profecia de Daniel a respeito da septuagésima semana, Jeová Deus enviou o apóstolo Pedro, com a segunda das “chaves do reino dos céus”, para pregar a mensagem do Reino aos primeiros crentes gentios, incircuncisos.

      21. A quem se admitia então na congregação cristã, e isto permitiu uma expansão até que ponto, conforme Paulo indica na sua carta aos Colossenses?

      21 Depois de estes gentios crentes terem recebido o espírito santo e os seus dons, foram batizados em água segundo a orientação de Pedro. (Atos 10:1-8, 30-48; 11:12-18) Isto abriu o caminho para que a congregação cristã se expandisse entre os gentios incircuncisos, até às partes mais distantes da terra. Outros cristãos judaicos entraram pela porta recém-aberta no campo de atividade entre os gentios. Os gentios foram admitidos nas congregações já estabelecidas que se compunham inteiramente de judeus naturais, de samaritanos e de prosélitos. Cerca de vinte e oito anos depois das palavras de despedida de Jesus, no Monte das Oliveiras, o apóstolo Paulo pôde escrever de Roma à congregação em Colossos, dizendo: “[A] esperança daquelas boas novas que ouvistes e que foram pregadas em toda a criação debaixo do céu.” (Col. 1:23) Os apóstolos e seus condiscípulos, durante a sua vida, deveras executaram a comissão que Cristo lhes deu.

      EXPANSÃO HODIERNA

      22. Como se mostrou que Jesus Cristo não era falso profeta com respeito ao alcance da obra de fazer discípulos neste século vinte?

      22 Desde então, novos continentes foram descobertos por homens da Europa e abertos à obra de fazer discípulos, dos verdadeiros cristãos. Mas a humanidade realmente teve de esperar até este século vinte para presenciar a obra de fazer discípulos de “pessoas de todas as nações” até os confins da terra, ou até os seus quatro cantos. Jesus Cristo não foi falso profeta, quando predisse a expansão mundial da atividade de fazer discípulos, feita pelos seus verdadeiros seguidores. Ele não pediu demais aos seus fiéis seguidores, pois, com a ajuda do espírito de Deus, mostraram-se dispostos a ir até à distância indicada por Jesus na sua ordem: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações.” — Mat. 28:19.

      23. Em vista da enorme população religiosa da cristandade, fez a cristandade a obra de fazer discípulos conforme ordenada, e como podemos saber se a fez ou não?

      23 A cristandade conta atualmente os membros de suas igrejas pelas centenas de milhões, até quase um bilhão deles, mas ela não realizou realmente esta obra de fazer discípulos. É verdade que ela tem distribuído Bíblias e partes da Bíblia em cerca de 1.337 idiomas, em mais de dois bilhões de exemplares em todas as partes da terra. Isto, porém, não fez em si mesmo discípulos de Cristo. De fato, a cristandade tem usado o fogo, a espada e a perseguição religiosa para introduzir multidões de pessoas nos seus sistemas religiosos. Não foi assim que Jesus Cristo autorizou seus apóstolos e os colaboradores ungidos deles a ir e ‘fazer discípulos’. Que este não era o modo correto é provado pela espécie de cristãos professos que ela produziu, batizando-os no seu estilo de batismo. Divididos em centenas de diferentes seitas religiosas, católicas, ortodoxas e protestantes, não são o que a Bíblia Sagrada descreve como cristãos.

      24. Que métodos da cristandade de fazer discípulos, não são admitidos pelas palavras de Jesus em Mateus 28:19, 20?

      24 Segundo as próprias palavras de Jesus, qual era o modo em que seus verdadeiros seguidores deviam realizar a obra de fazer discípulos de todas as pessoas, sem distinção quanto à nacionalidade? Ele disse: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei.” (Mat. 28:19, 20) Tais palavras não admitem que se force ou obrigue a alguém com ameaças de tortura ou de perseguição. Tampouco incluem a idéia de matar, massacrar os que se recusam a se tornar discípulos por razões de consciência. Só porque a cristandade usou tais métodos, não quer dizer que tenham sido os métodos que Jesus autorizou aos seus seguidores fiéis e obedientes.

      25. Os discípulos feitos segundo Mateus 28:19 são feitos realmente alunos de quem?

      25 A ordem “fazei discípulos”, segundo o verbo grego usado em Mateus 28:19, significa “fazei aprendizes ou alunos”. Em ilustração disso, The New Testament — An Expanded Translation, de K. S. Wuest, reza em Mateus 28:19: “Tendo ido, portanto, ensinai a todas as nações, fazendo delas vossos alunos.” Naturalmente, os que são ensinados pelos seguidores de Jesus Cristo se tornam alunos deles, tornam-se aprendizes deles. Mas o ensino é realmente a respeito de Cristo, e devem ser ensinados a observar as coisas que ele ordenou aos seus seguidores, e por isso é realmente ele o Instrutor. Deve ser exatamente como ele disse aos seus discípulos: “Não sejais chamados Rabi, pois um só é o vosso instrutor, ao passo que todos vós sois irmãos. (Mat. 23:8) Portanto, os que se tornam discípulos devem ser realmente discípulos deste único Instrutor, Jesus Cristo, que deu a ordem.

      26. Quem permanece o Instrutor imutável de tais discípulos?

      26 O instrutor humano pode morrer ou ir para outro lugar, mas Jesus Cristo continua a ser o Instrutor de seus discípulos por todo o tempo. É como o fraseia a New English Bible — New Testament: “Ide, portanto, e fazei de todas as nações meus discípulos; batizai a homens em toda a parte.”

      27. Qual é o único modo autorizado de se fazer discípulos, e o que precisam aprender estes, para serem batizados com o batismo correto?

      27 Portanto, o uso do fogo, da espada ou da cimitarra, da tortura e das inquisições, a fim de obrigar as pessoas a entrar no cristianismo, foi absolutamente proibido pelo próprio Jesus Cristo. O único modo de se fazer verdadeiros discípulos do Instrutor Jesus Cristo é o modo pacífico e amoroso de se apresentar o testemunho bíblico a respeito de Jesus Cristo e de ajudá-los a se tornarem discípulos dele, não da pessoa que lhes dá o testemunho. Precisam aprender não só a respeito do Filho, mas também a respeito do Pai celestial dele e a respeito do espírito santo, quer dizer, sobre a força ativa invisível de Deus, pela qual ele realiza a sua vontade. Senão, como poderia o aprendiz ser batizado “em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo”?

      28. Como se ilustrou a necessidade de tal instrução no caso dos doze homens que Paulo encontrou em Éfeso?

      28 Por exemplo, na antiga Éfeso havia cerca de doze homens que tinham sido batizados com o que entenderam ser o batismo praticado por João Batista. Mas, não sabiam nada sobre o espírito santo de Deus, e não haviam sido batizados em nome de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Embora conhecessem a Deus, não o conheciam nem o reconheciam como Pai de Jesus Cristo, e a este como Filho dele. Portanto, o apóstolo Paulo teve de dar-lhes testemunho a respeito de Jesus Cristo. Depois tiveram de ser batizados novamente, esta vez “no nome do Senhor Jesus”. Daí, quando Paulo impôs as suas mãos a estes recém-batizados, receberam o espírito santo de Deus e começaram a profetizar sob a sua influência, algo que não haviam feito antes por não conhecerem o espírito, nem o terem recebido. — Atos 19:1-7.

      29. O que mostra se o discípulo, depois de seu batismo, pára de ser aprendiz?

      29 Mesmo depois do batismo em água, o discípulo precisa ser ensinado ainda mais. Jesus disse que não só devia haver batismo, mas também ensino dos batizados em “todas as coisas que vos ordenei”. Ele precisa continuar a ser aprendiz, a ser aluno do Instrutor Jesus Cristo. Não devem ser forçados ou torturados para observarem “todas as coisas que vos ordenei”, mas devem ser instruídos paciente, pacífica e amorosamente a observar todos os mandamentos de Cristo. É assim que o registro bíblico mostra que os apóstolos fizeram a sua obra de fazer discípulos, o que prova que este modo, e não o da cristandade, é o modo correto.

      30. A obra de fazer discípulos havia de ser feita em conjunto com que outra obra predita por Cristo, e como foi isto ilustrado por Paulo e Barnabé na Ásia Menor?

      30 Esta obra de fazer discípulos, naturalmente, deve ser feita em conjunto com a outra obra predita por Jesus Cristo na sua profecia em Mateus 24:14, a saber: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” Mas tal divulgação ou proclamação do Reino é mais uma obra pública, e deve ser feita em “testemunho a todas as nações”, não para a conversão de todas as nações. Que foi feita em conjunto com a pregação é evidente do relato de Paulo e de Barnabé quando trabalharam na Ásia Menor, o qual reza: “E depois de declararem as boas novas àquela cidade e fazerem não poucos discípulos, voltaram a Listra, e a Icônio e a Antioquia, fortalecendo as almas dos discípulos, encorajando-os.” — Atos 14:21, 22, NM; ALA.

      31. Além da obra de pregação, o que está envolvido ao se fazerem discípulos, da parte daquele que faz discípulos e da parte do próprio discípulo?

      31 Mas a obra de fazer discípulos é uma obra mais pessoal, mais íntima, do que o mero testemunho público por meio do anúncio ou da proclamação do Reino. Fazer discípulos exige ensino, além de se ter dado primeiro o testemunho. O testemunho dado publicamente pode ser desconsiderado ou rejeitado pelo público em geral, mas tornar-se alguém discípulo, aprendiz ou aluno significa aceitar a informação dada pelo instrutor e depois tornar-se seguidor do Instrutor Jesus Cristo. Significa ser batizado em água em nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, e depois continuar a aceitar o ensino do único Instrutor, Jesus Cristo, e a aplicá-lo.

      32. Como se mostra se o batizado se torna discípulo do batizador ou de outro homem na terra?

      32 Nenhum crente que é batizado deste modo prescrito torna-se discípulo de mero homem na carne, na terra. Tampouco é o assim batizado feito discípulo do homem dedicado que o batizou em água. (1 Cor. 1:12-17) Que os que foram batizados se tornaram discípulos de Jesus Cristo é evidente do registro em Atos 11:26, que reza: “Foi primeiro em Antioquia [na Síria] que os discípulos, por providência divina, foram chamados cristãos [não paulinos].”

  • ‘Fazer discípulos’ — até quando?
    A Sentinela — 1970 | 1.° de maio
    • ‘Fazer discípulos’ — até quando?

      1. O que suscita a pergunta quanto a se se fixou um limite para o número dos discípulos a serem batizados?

      BATIZAR-SE-IAM discípulos de Cristo até haver certo número deles? Visto que ele revelou em Revelação 7:1-8 e 14:1-3 que 144.000 israelitas espirituais haviam de ser co-herdeiros com ele no reino celestial, não limitou com isso o número dos que haviam de ser batizados como seus discípulos?

      2. (a) Quando Cristo ordenou que se fizessem discípulos, especificou ele qualquer número? (b) Que discriminação resultaria se apenas muito poucos cristãos fossem batizados hoje em dia?

      2 Não necessariamente, pois, em Mateus 28:19, 20, ele não limitou o número, mas disse simplesmente: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as.” Certamente, poderia saber e sabe quando parar de batizar aprendizes, alunos ou discípulos dele, pois ele é o único Instrutor deles e saberá quando haverá tantos quantos quer. Por conseguinte, seus seguidores obedientes podem apenas continuar a fazer e batizar seguidores dele enquanto ele permitir. Por certo, se batizássemos apenas aqueles crentes que, depois de fazerem uma dedicação completa de si mesmos a Deus, por Cristo, afirmam ter o testemunho do espírito de Deus, de que são israelitas espirituais, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Jesus Cristo, batizaríamos hoje muito poucos “cristãos”. Por que pensamos assim?

      3, 4. (a) Segundo os relatórios publicados desde 1942, o que tem acontecido com o número dos cristãos batizados que afirmam ser gerados pelo espírito de Deus? (b) Como é isto ilustrado pelo número dos batizados em contraste com os que participaram dos emblemas na Ceia do Senhor, durante 1969 e no ano anterior?

      3 Segundo os relatórios publicados desde o ano de 1942, o número dos cristãos batizados que constituem o “restante” dos que afirmam ser ungidos pelo espírito de Deus como co-herdeiros de Jesus Cristo tem diminuído cada ano.

      4 Por exemplo, em 1.° de abril de 1969, havia apenas 10.368 destes do restante espiritual, ungido, que assistiram à anual Ceia do Senhor e participaram do pão e do vinho da Comemoração. Mas, em nítido contraste com isso, durante o ano passado em que se proclamou o Reino, houve 120.905 novos crentes que foram batizados em água, em símbolo de sua dedicação a Deus por meio de Cristo. Durante o ano anterior de atividade, houve 10.619, ou 251 mais dos que participaram do pão e do vinho na Ceia do Senhor. Assim, durante o último ano de serviço, houve centenas menos dos que afirmam ser dos 144.000 israelitas espirituais. Quantos destes 10.368 remanescentes estavam entre os 120.905 batizados em água no ano de serviço de 1969? Se só dependesse deles, quão poucos teriam sido os batismos em água realizados no ano de serviço de 1969. Contudo, o relatório mostra que 120.905 foram batizados.

      5. (a) Por quanto tempo, ou até quando, havia de continuar a obra de fazer discípulos e de batizá-los? (b) Visto que a pregação do Reino continua como predita desde 1914, que obra relacionada também continuará junto com ela?

      5 Por quanto tempo, ou até quando, se continuaria a fazer discípulos de Cristo, os quais seriam também batizados? Jesus Cristo indicou isto, pois, após dar a sua ordem em Mateus 28:19, 20, a respeito de fazer discípulos e de batizá-los, ele disse: “E eis que estou convosco todos os dias até à terminação do sistema de coisas.” Portanto, esta obra havia de continuar na “terminação do sistema de coisas”. É neste tempo que nos encontramos agora desde o fim dos “tempos designados das nações”, em princípios do outono (do hemisfério setentrional) do ano de 1914. (Luc. 21:24) No tempo atual, a pregação mundial destas “boas novas do reino” progride numa escala nunca antes alcançada desde 1914, no auge do cumprimento da profecia de Jesus em Mateus 24:14, a respeito da “terminação do sistema de coisas”. Portanto, é lógico que, se esta pregação do Reino, sob a direção de Cristo, aumentou até agora, a obra de fazer discípulos e de batizar a acompanharia.

      6. (a) Como o que foram batizadas estas dezenas de milhares de pessoas, segundo Mateus 28:19? (b) Desde 1923, em que perspectiva fixaram a sua esperança muitos dos que aceitaram a mensagem?

      6 Neste caso, são as dezenas de milhares de batismos relatados anualmente, nos anos recentes, batismos de “discípulos” de Cristo? Sim! Este é o único tipo de pessoas que os cristãos dedicados foram mandados batizar e ensinar segundo Mateus 28:19, 20. É verdade que Jesus Cristo, depois de orar a favor de seu “pequeno rebanho” de ovelhas espirituais, prosseguiu dizendo: “E tenho outras ovelhas, que não são deste aprisco; a estas também tenho de trazer, e elas escutarão a minha voz e se tornarão um só rebanho, um só pastor.” (João 10:16) Estas “outras ovelhas” haviam de ter uma esperança terrena de vida eterna num paraíso terrestre, e não uma esperança celeste. É também verdade que, desde o ano de 1923, quando se explicou a parábola das ovelhas e dos cabritos, no congresso de Los Angeles (Califórnia) e mais tarde publicado em The Watch Tower (A Sentinela) de 15 de outubro de 1923, muitos ouvintes do testemunho do Reino fixaram a sua esperança em ser da classe das “outras ovelhas” e herdar o paraíso terrestre sob o reino celestial de Deus. Mas, durante anos não foram aconselhados a serem batizados.

      BATIZADOS COMO QUÊ?

      7. Quando se mandou que fossem batizados, para serem o que foram autorizados a ser batizados?

      7 É verdade que, desde que se deu tal conselho no parágrafo 34, na página 250, de The Watch Tower de 15 de agosto de 1934, os que desejavam ser destas “outras ovelhas” foram batizados em água, em símbolo de sua dedicação a Deus, por meio de Cristo. Mas, para serem o que foram autorizados a ser batizados? Especificamente para serem “outras ovelhas”?

      8. Que perguntas surgem quanto a que se tornariam os batizados no sábado, 1.° de junho de 1935, no congresso de Washington, D. C., com o seu batismo, e por quê?

      8 É também verdade que, no ano seguinte, no congresso realizado na primavera em Washington D. C., capital dos Estados Unidos da América, explicou-se a profecia de Revelação 7:9-17 e se declarou que a “grande multidão” descrita nela se compunha das atuais “outras ovelhas” com esperança terrena, explicação surpreendente que depois foi publicada em The Watch Tower de 1.° e 15 de agosto de 1935. E no dia depois deste discurso animador, foram batizados muitos dos congressistas que tinham a esperança de ser das “outras ovelhas”. Mas, estes muitos imersos no sábado, 1.° de junho de 1935, no congresso de Washington, foram batizados como sendo o quê? Como sendo “outras ovelhas”? Como membros da “grande multidão” que legitimamente tem esperanças do paraíso? Foi para se tornarem tais que se haviam dedicado a Deus?

      9, 10. (a) Como indicam Mateus 25:41-46 e Rev. 7:9-17 que este é o tempo para o aparecimento de uma “grande multidão” de “outras ovelhas”? (b) Portanto, que pergunta surge quanto a se batizar crentes em classes?

      9 Ao encararmos esta questão de modo bíblico, podemos com segurança citar apenas aquilo que Jesus ordenou aos seus seguidores sobre o assunto. É um fato que a parábola de Jesus a respeito das ovelhas e dos cabritos faz parte de sua profecia sobre a “terminação do sistema de coisas” e que esta parábola específica se aplica dentro do tempo da “terminação do sistema de coisas”, quer dizer, no tempo atual. É igualmente evidente que a visão da “grande multidão” (Rev. 7:9) foi dada a João, o apóstolo, depois que ele teve a visão dos 144.000 israelitas espirituais selados. Portanto, esta visão teria aplicação agora, especificamente desde 1935, quando parece encerrar-se a selagem dos 144.000 israelitas espirituais.

      10 Também, em harmonia com isso, diminui cada vez mais o número dos do restante ungido dos israelitas espirituais que celebram a Ceia do Senhor. No entanto, atualmente, as testemunhas batizadas e dedicadas de Jeová somam cerca de um milhão. Estes cristãos esperam sobreviver à próxima “grande tribulação” no vindouro dia de vingança de Deus e entrar na nova ordem de Deus na terra. Portanto, este tempo é evidentemente o designado para a apresentação desta inúmera “grande multidão” de “outras ovelhas”. Jesus disse que estaria com os seus seguidores obedientes “todos os dias” até esta “terminação do sistema de coisas”, ao passo que eles fazem discípulos e os batizam. Mas ordenou-lhes Jesus que batizassem alguns dedicados como membros do “pequeno rebanho”, aos quais aprouve ao Pai celestial dar o reino celeste? E deviam batizar outros dedicados, no tempo atual, como “outras ovelhas”, como membros da inúmera “grande multidão”, que hão de ser herdeiros do paraíso terrestre sob o reino de Deus?

      11. (a) Por que exige a resposta bíblica às perguntas um reexame da questão da dedicação? (b) O que podemos esperar corretamente que Deus de à pessoa após o seu batismo?

      11 A resposta bíblica é: Não! O que Jesus disse foi simplesmente: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, do Filho, e do espírito santo, ensinando-as.” (Mat. 28:19, 20) Isto requer que obtenhamos o entendimento correto a respeito da dedicação cristã. Quando nos dedicamos a Deus por meio de Cristo, não especificamos a Deus nenhuma condição, segundo a qual, exclusivamente, devia aceitar a nossa dedicação. Quando nos dedicamos, nos apresentamos a Deus assim como fez Jesus, seu Filho, dizendo: “Eis aqui vim para fazer a tua vontade.” (Heb. 10:9, 10; Sal. 40:7, 8) Assim não expressamos nenhuma escolha da nossa parte, mas deixamos entregue a Jeová Deus decidir qual será o nosso destino eterno. Se quisermos que se faça a sua vontade em nosso caso, então aceitaremos a sua designação quanto a nós, e estaremos satisfeitos e felizes com ela. (Rom. 9:16) É correto que se espere que Deus, depois do batismo, dê testemunho ao dedicado e batizado quanto à sua decisão no caso deste. Aquele a quem ele gera com o seu espírito, ele dará o testemunho de ser filho. — Rom. 8:16, 17.

      12. (a) Com toda a certeza, portanto, somos batizados para ser o que, e depois de fazermos que cálculo? (b) De quem queremos que tanto nós como os outros sejamos discípulos batizados?

      12 Portanto, com toda a certeza, somos batizados para ser discípulos de Jesus Cristo, sem exceção. Nosso batismo é segundo a ordem dele, sim, em imitação dele. Dirigirmo-nos a Deus, com a decisão de fazer a sua vontade, imita igualmente a Jesus Cristo, depois de termos seguido o seu conselho de calcular primeiro o custo. (Luc. 14:25-33) Como servos dedicados e batizados de Deus, não podemos ser discípulos de outro a não ser de seu Filho fiel. Pois, por ocasião da transfiguração de Jesus no alto monte, após a Páscoa de 32 E. C., Jeová Deus disse aos apóstolos ali presentes: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado; escutai-o.” (Mat. 17:1-5) Aquele que realmente se dedicou a Deus deseja ser discípulo de nenhum outro a não ser do próprio escolhido de Deus. Não deseja que nenhuma outra pessoa dedicada e batizada seja discípulo de outro senão de Jesus Cristo. Assim como escreveu o apóstolo Pedro, que presenciou a transfiguração de Jesus: “Cristo sofreu por vós, deixando-vos uma norma para seguirdes de perto os seus passos [e não os de Pedro].” — 1 Ped. 2:21.

      13. (a) Em vista do tempo e dos eventos preditos a que conclusão não deve chegar o batizando quanto ao seu batismo? (b) O que deve esperar que Deus lhe indique no tempo devido após o seu batismo?

      13 Portanto, só porque vivemos na “terminação do sistema de coisas” e porque Jesus Cristo está presente no “seu trono glorioso” e separa as “ovelhas” simbólicas dos ‘‘cabritos” simbólicos, não é motivo para alguém que é batizado desde 1934/1935 E. C. pensar que é batizado como uma das “outras ovelhas”, como hodierno Jonadabe, como um dos da “grande multidão”, que não são israelitas espirituais. (João 10:16; 2 Reis 10:15-23; Rev. 7:9-17) Não deve pensar assim, nem mesmo sabendo que as testemunhas dedicadas e batizadas de Jeová somam cerca de um milhão no mundo inteiro, ou muito mais de 144.000, número ao qual se limitam os israelitas espirituais com esperança celeste. Deve ter em mente que é batizado como discípulo de Jesus Cristo, como aprendiz ou aluno dele. Depois de seu batismo, pode corretamente esperar que Jeová Deus, a quem se dedicou sem especificar quaisquer condições, no tempo devido, lhe dê testemunho quanto a se foi designado a pertencer à “grande multidão” das hodiernas “outras ovelhas” ou não.

      14. Não importa o que se lhes indique assim, o que permanecem fundamentalmente, e que requisito se espera que satisfaçam unidamente?

      14 Quer a pessoa dedicada e batizada tenha ou não, no tempo devido, um indício da parte de Deus, de que foi gerada com o espírito de Deus para ser israelita espiritual ou que foi feita membro da “grande multidão” de pessoas semelhantes a ovelhas, um fato permanece de pé: ela é fundamentalmente discípulo batizado de Cristo. Espera-se o mesmo grau de fidelidade a Deus da parte do discípulo que é das “outras ovelhas” como do discípulo que é do restante dos israelitas espirituais. Discípulo é discípulo. Todos os discípulos, não importa que sejam do “pequeno rebanho” ou da “grande multidão”, são agora “um só rebanho” debaixo do “um só pastor”, o Senhor Jesus Cristo, que depôs a sua vida e entregou a sua alma terrena a favor de todas as ovelhas. (João 10:15, 16; Luc. 12:32) Não são seguidores de diversos homens religiosos na terra, mas são seguidores do “um só pastor”. São aprendizes, alunos, deste Pastor, por meio de quem recebem instruções da parte de Deus. (João 6:44, 45) Precisam aplicar aquilo que aprendem, fazer uso dele e viver segundo ele fielmente. Senão, não são cristãos. Podem esperar sobreviver à guerra do Armagedom apenas como discípulos de Cristo.

      OS DISCÍPULOS FAZEM OUTROS DISCÍPULOS

      15. Segundo Mateus 28:16-20 o que foram mandados fazer os que já eram discípulos, e a quem imitam neste sentido?

      15 Um ponto importante a ser notado no relato de Mateus 28:16-20 é o seguinte: O relato diz: “No entanto, os onze discípulos foram para a Galiléia, para o monte . . . E Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo . . . ‘. . . Ide, portanto, e fazei discípulos.’” Foi aos que já eram discípulos que o ressuscitado Jesus disse que fizessem a obra de fazer discípulos em todas as nações. Isto significa, portanto, que o discípulo de Cristo não é apenas aprendiz ou aluno dele, mas deve fazer discípulos de outros, discípulos do ‘um só instrutor’, Jesus Cristo. Fazendo isso, imita a este único Instrutor, o próprio Jesus Cristo, pois Jesus Cristo também fez discípulos. (João 3:25, 26; 4:1) Também as mulheres, tanto quanto os homens, têm o privilégio de se tornarem discípulas dele. Tabita, ou Dorcas, de Jope, é mencionada especialmente como discípula. (Atos 9:36) Mulheres, tanto quanto os homens, foram batizadas em água como discípulas de Cristo, como crentes nele. — Atos 8:12; 16:15.

      16. Segundo esta ordem de Cristo, que obra ainda prossegue, mas que se pode dizer sobre a futura continuação desta obra?

      16 Embora vivamos na “terminação do sistema de coisas”, ainda prossegue a obra de se fazer discípulos e de batizá-los. Mas, visto que já estamos tão avançados neste período final, desde 1914 E. C., temos o indício de que o tempo que resta para se fazerem e batizarem discípulos em todas as nações está chegando ao fim. O ressuscitado e glorificado Jesus Cristo, segundo a sua promessa, está conosco nesta obra que ele mesmo nos ordenou fazer como seus discípulos. — Mat. 28:20.

      17. Que outro batismo descreveu João Batista, que Jesus agora está preparando para realizar?

      17 Enquanto Jesus supervisiona a obra de fazer discípulos e de batizá-los em água, durante esta “terminação do sistema de coisas”, ele prepara também um batismo de outra espécie, no futuro muito próximo. João Batista disse a seu respeito, mesmo antes de o próprio Jesus ser batizado no rio Jordão, há dezenove séculos: “Este vos batizará com espírito santo e com fogo. Tem na mão a sua pá de joeirar, e limpará completamente a sua eira, ajuntando seu trigo no celeiro, mas a palha ele queimará em fogo inextinguível.” — Mat. 3:11-13.

      18. (a) Quando começou Jesus a batizar com espírito santo? (b) Quando batizou ele o povo judaico com “fogo”?

      18 Jesus começou a batizar seus discípulos com espírito santo no dia festivo de Pentecostes em 33 E. C. (Luc. 24:49; Atos 1:4 a 2:33) No ano 70 E. C., ele veio a batizar com fogo o povo judaico na província da Judéia e em Jerusalém, quando Jerusalém e seu templo foram imersos na destruição ardente, sendo mortos 1.100.000 celebrantes da Páscoa na cidade, e a Judéia sendo desolada, ao passo que 97.000 judeus sobreviventes foram levados à escravidão em todo o Império Romano.

      19. Segundo este tipo do primeiro século, o que deve agora ser batizado com “fogo” e por quê?

      19 Este foi um tipo profético dum cumprimento maior e final da profecia na hodierna Jerusalém antitípica, anticristã, a saber, a cristandade mundial. Visto que ela não é realmente discípula de Jesus Cristo, mas, antes, seguidora de Ninrode, “poderoso caçador em oposição a Jeová” e fundador da antiga Babilônia e de sua religião pagã, a cristandade é realmente parte da moderna Babilônia, a Grande, de fato, a parte mais destacada. Quando este império mundial da religião falsa, babilônica, cair, a cristandade será destruída junto com ele, batizada com fogo assim como foram Jerusalém e a Judéia no primeiro século. — Gên. 10:8-10; Rev. 17:1 a 18:18.

      20. Que palavras de conselho se proferem agora semelhantes às de Pedro aos judeus indagadores no dia de Pentecostes, e, portanto, com que batismo é melhor ser batizado?

      20 Trinta e sete anos antes da desolação de Jerusalém e da Judéia no ano 70 E. C., o apóstolo Pedro disse aos celebrantes indagadores de Pentecostes em Jerusalém, que fossem batizados em nome de Jesus Cristo, e instou com eles urgentemente: “Sede salvos desta geração pervertida.” (Atos 2:37-40) Palavras similares de máxima urgência são hoje proferidas pelas testemunhas de Jeová, dedicadas e batizadas, a todos os que até agora continuaram a celebração religiosa na antitípica Jerusalém, ou a cristandade. Deveras, é muito melhor ser batizado agora em água como discípulo dedicado de Cristo, do que ser batizado no futuro próximo no fogo da destruição, no qual será mergulhada a cristandade, perecendo assim junto com a sua “geração pervertida”.

      21. (a) O que se pode dizer quanto a se apenas os na cristandade devem dar ouvidos à mensagem de aviso? (b) Quem sobreviverá a destruição ardente, e a que ordem continuam agora a obedecer os desta classe?

      21 Também as “pessoas de todas as nações” de fora da cristandade precisam dar ouvidos à mensagem urgente, pois, junto com a cristandade, toda Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, babilônica, ‘será completamente queimada em fogo, porque Jeová Deus, quem a julga, é forte’. (Rev. 18:8) Os discípulos dedicados e batizados de Jesus Cristo serão os que sobreviverão a este iminente tempo de destruição ardente e que entrarão na nova ordem justa de Deus, uma ordem verdadeiramente nova e cristã. Tendo isto em vista, as testemunhas de Jeová, como discípulos de Cristo, continuarão a obedecer à sua ordem: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as.” — Mat. 28:19.

      [Foto na página 275]

      Os que participaram dos emblemas da Comemoração da morte de Cristo em abril de 1969 somaram apenas 10.368. Em contraste com isso, foram batizados 120.905 novos crentes durante o último ano de serviço.

      [Foto na página 278]

      O discípulo de Cristo não é apenas seu aluno, mas deve ensinar também outros, fazendo deles também discípulos de Jesus.

  • A conquista de Israel pela Assíria
    A Sentinela — 1970 | 1.° de maio
    • A conquista de Israel pela Assíria

      A BÍBLIA registra a conquista de Israel pela Assíria. O rei assírio Pul, mais conhecido pelo nome de Tiglate-Pileser, veio pelo menos duas vezes contra Israel, alguns anos antes de Israel ser por fim completamente conquistado pela Assíria, em 740 A. E. C. A Bíblia nos fala da primeira destas invasões:

      “Entrou no país Pul [Tiglate-Pileser], rei da Assíria. Conseqüentemente, Menaém [rei de Israel] deu a Pul mil talentos de prata . . . Em vista disso, o rei da Assíria recuou e não ficou ali no país.” — 2 Reis 15:19, 20.

      Poucos anos depois, Peca matou o filho de Menaém, que lhe sucedera no trono, e Peca se tornou rei de Israel. A Bíblia prossegue dizendo a respeito da segunda invasão, por parte do mesmo rei assírio, esta vez nos dias do Rei Peca: “Entrou Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e passou a tomar Ijom, e Abel-Bete-Maacá, e Janoa, e Quedes, e Hazor, e Gileade, e a Galiléia, toda a terra de Naftali, e a levá-los ao exílio na Assíria. Finalmente, Oséias, filho de Elá, formou uma conspiração contra Peca, filho de Remalias, e golpeou-o e entregou-o a morte; e começou a reinar em seu lugar.” — 2 Reis 15:29, 30.

      É de interesse notar que nos escritos do rei assírio Tiglate-Pileser, descobertos nas escavações arqueológicas, ele fala destes mesmos eventos registrados na Bíblia. Por exemplo, em um documento ele escreveu: “Recebi tributo de Custaspi de Comagene, Rezon de Damasco, Menaém de Samaria . . .” E em outro documento ele disse: “Derrubaram seu rei Peca e eu coloquei Oséias como rei sobre eles.”

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