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  • Completando a obra de fazer discípulos
    A Sentinela — 1966 | 1.° de outubro
    • pormenores desta obra, e especialmente a emoção de partilhar em completá-la nestes últimos dias, deveríamos perguntar: O que é um discípulo? É “Alguém que recebe instrução de outrem. Alguém que aceita as doutrinas de outrem e ajuda a disseminá-las e a cumpri-las”. Também: “Convicto adepto de uma escola (como uma filosofia, arte, ou política)”, segundo Webster’s Third New International Dictionary (Terceiro Novo Dicionário Internacional de Webster) de 1963. Ao passo que esta definição desta fonte secular de peso nos ajuda muito a obter algum entendimento do significado da palavra, todavia, não basta. Interessa-nos o significado bíblico. A última parte daquela definição, segundo o uso moderno da palavra, mostra que a pessoa poderia ser discípulo duma pessoa ou organização que ensinasse falsas doutrinas religiosas e poderia até ser discípulo do que nada tem de ver com a Bíblia.

      7. Que espécie de discípulos tinha presente Jesus quando incentivou que fossem feitos?

      7 Nós, contudo, temos presente o verdadeiro escopo da palavra, conforme usada por Cristo Jesus quando fez a declaração da qual tiramos nosso tema. Não estava incentivando seus seguidores a fazer discípulos da “filosofia, arte, ou política” ou até da “igreja de sua escolha”. Incentivava-os a fazer discípulos dele próprio e a “observar todas as coisas que vos ordenei”. Desejaremos lembrar, também, que Jesus não ensinou suas próprias idéias, mas, como disse: “Não posso fazer nem uma única coisa de minha própria iniciativa; assim como ouço, eu julgo; e o julgamento que faço é justo, porque não procuro a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” (Mat. 28:20; João 5:30) Falamos, então, de discípulos no verdadeiro sentido da palavra, e não em qualquer sentido mundano que tenha surgido desde que Jesus usou apropriadamente a expressão. Seriam pessoas que entendiam e aceitavam os ensinos de Cristo Jesus e o seguiam de perto ao disseminá-los.

      8. (a) Qual é o melhor meio de descobrir exatamente como se pode fazer discípulos? (b) O exemplo de quem não seguiu ele, e como é que sabemos?

      8 Avaliando o que é um discípulo cristão, interessamo-nos em como podem ser feitos. Que meio melhor há de descobrirmos isso do que retornarmos ao tempo em que Cristo Jesus deu tal ordem e descobrir exatamente como ele agia para fazer discípulos? Será que seguia o exemplo dos clérigos dos seus dias? Dificilmente! Para estes, disse: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito, e, quando se torna tal, fazeis dele objeto para a Geena duas vezes mais do que vós mesmos.” (Mat. 23:15) Além disso, disse a respeito deles:“Os escribas e fariseus sentaram-se no assento de Moisés. Portanto, todas as coisas que eles vos dizem, fazei e observai, mas não façais segundo as ações deles, pois dizem, mas não realizam. Amarram cargas pesadas e as põem nos ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos nem a movê-las com o dedo. Fazem todas as suas obras para serem observados pelos homens; pois ampliam as suas caixinhas com textos, que usam como proteção, e alargam as orlas de sua roupagem. Gostam dos lugares mais destacados nas refeições noturnas e dos primeiros assentos nas sinagogas, e dos cumprimentos nas feiras, e de ser chamados Rabi pelos homens. Mas vós, não sejais chamados Rabi, pois um só é o vosso instrutor, ao passo que todos vós sois irmãos.” (Mat. 23:2-8) Não, este não era o método de Jesus para achar as pessoas semelhantes a ovelhas e lhes abrir o caminho para se tornarem seus seguidores.

      9. (a) Que tipo de pessoas procurava e que tipo de pessoas não procurava? (b) Como é que as procurava e como é que não as procurava?

      9 O seu método era revolucionário, destinado a satisfazer específica necessidade. Não procurava sequazes ou meros ouvintes. Procurava discípulos, homens interessados em aprender as “boas novas”, como as chamava, que se dispusessem a tomar sua posição a favor da verdade quando a reconhecessem e que, por sua vez, dedicariam a vida à obra de fazer ainda outros discípulos quando se lhes mostrasse como fazê-lo. E procurá-los não significava abrir uma igreja e esperar que alguém entrasse nela ao léu. Significava tomar a iniciativa e dirigir-se às pessoas, para que pudesse falar pessoalmente com elas. Sabia desde o começo que não havia melhor meio de alcançar as pessoas com sua mensagem vital do que a forma que ele iniciava então.

      10. Como foi que demonstrou engenhosidade em sua obra de fazer discípulos?

      10 E, ao fazer isso, que engenhosidade usou! Pregou a multidões nas encostas dum monte, na sinagoga de sua cidade de criação e em outras sinagogas, no templo em Jerusalém, dum barco à beira-mar, em lugares isolados, em lares, e “de cidade em cidade e de aldeia em aldeia”. — Mat. 5:1; 12:9; 13:54; 14:13, 14; Luc. 5:3; 8:1; 10:38, 39; 19:2, 5, 6.

      11. A que tipo de pessoas pregou, mas, que tipo respondia da forma mais favorável?

      11 E a que tipo de pessoas pregou? A jovens e idosos, homens e mulheres, ricos e pobres, a doentes e a sadios. Embora falasse a todos, era o povo comum que respondia mais favoravelmente. Seus apóstolos, por exemplo, eram principalmente homens da classe operária.

      12. Por que devemos esperar que aqueles da classe operária dêem bons ministros?

      12 Será que homens destas várias rodas da vida dariam bons ministros? Por que não? Podiam aprender doutrinas e princípios tão bem quanto os outros. Além disso, não só Jesus os adestraria na verdade dos propósitos de Deus, mas os instruiria e treinaria exatamente sobre como pregar e ensinar. Seriam pessoas vigorosas, entusiásticas, dispostas e capazes de trabalhar.

      13. Como foi que começou o treinamento de ministros para a obra de fazer discípulos, e será que há evidência de que foi dada instrução cabal?

      13 Primeiro, foi aos doze apóstolos que “enviou Jesus, dando-lhes as seguintes ordens . . .” (Mat. 10:5) Jesus então continuou e deu instruções pormenorizadas para a obra de casa em casa e de cidade em cidade em que se empenhariam. Isto está registrado para nós no décimo capítulo de Mateus, e, então, Mateus 11:1 diz: “Então, quando Jesus tinha terminado de dar instruções aos seus doze discípulos, partiu dali para ensinar e pregar nas cidades deles.”

      14. Como é que a obra se expandiu posteriormente, e como é que sabemos que foi bem sucedida?

      14 Posteriormente, esta atividade se expandiu, quando “o Senhor indicou outros setenta e os enviou, aos dois, na sua frente, a cada cidade e lugar aonde ele mesmo estava para ir. Começou então a dizer-lhes: ‘A colheita, deveras, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, rogai ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita.’ (Luc. 10:1, 2) Teve êxito esta excursão inicial no serviço de Deus? Lucas 10:17 responde: “Os setenta voltaram então com alegria.” E o versículo vinte e um acrescenta: “Naquela mesma hora [Jesus] ficou cheio de alegria no espírito santo e disse: ‘Eu te louvo publicamente, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste cuidadosamente estas coisas dos sábios e dos intelectuais, e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque fazer assim veio a ser o modo aprovado por ti.’ O método de Jesus fazer discípulos era são em sua concepção e se provava emocionantemente eficaz e bem sucedido em sua execução!

      15. (a) Como é que sabemos que o método de Jesus de fazer discípulos foi bem sucedido até mesmo depois de sua morte? (b) Será que os seguidores de Jesus mostraram convicção e coragem em cumprir sua designação?

      15 Assim se provaria verídico em escala ainda maior, pouco depois da morte de Jesus. Que os apóstolos e outros de seus seguidores entendiam claramente o que se esperava deles é indicado por sua atividade e os resultados. O discurso de Pedro, registrado no segundo capítulo de Atos dos Apóstolos, resultou em 3.000 pessoas serem batizadas, e pouco depois disso o número cresceu para 5.000. (Atos 2:41; 4:4) Seu êxito foi atestado pelo sumo sacerdote, quando alguns dos apóstolos foram levados à sala do Sinédrio. “E o sumo sacerdote interrogou-os, dizendo: ‘Nós vos ordenamos positivamente que não ensinásseis à base deste nome, e, ainda assim, eis que enchestes Jerusalém com o vosso ensino.”‘ (Atos 5:27, 28) Que estes servos de Deus não deveriam deixar-se intimidar, mas que a obra de fazer discípulos continuaria, foi indicado pela sua resposta: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” (Atos 5:29) A obra de pregação expandia-se a olhos vistos e os discípulos se multiplicavam.

      UMA PAUSA NA OBRA DE FAZER DISCÍPULOS

      16. Será que aquela obra inicial de fazer discípulos continuou e se expandiu na obra religiosa que vemos na cristandade hoje, e quais são algumas das razões pelas quais respondemos assim?

      16 Como tem progredido esta obra desde então? Tem-se expandido nas centenas das chamadas religiões “cristãs”, com seus milhões de aderentes em várias partes do mundo atual? Quão maravilhoso seria se pudéssemos dizer “Sim” como resposta a estas perguntas. Mas, infelizmente, não é possível responder dessa forma. Não, o que vemos hoje na cristandade não é a expansão do excelente Cristianismo dos dias de Jesus. Os fatos, bíblicos e seculares, provam o contrário. Houve uma pausa na obra, iniciada por Jesus e pelos apóstolos, e tal pausa foi claramente predita por Jesus e alguns de seus apóstolos. Sua ocorrência não deve constituir surpresa, então, nem deve ser difícil entendê-la agora.

      17. O que ilustrou Jesus na parábola do semeador?

      17 Na parábola do semeador, registrada em Mateus 13:24-30, 36-43, Jesus ilustrou como haveria o corrompimento daquele Cristianismo original, e isto se daria tanto a respeito da organização como sobre as doutrinas. Cristãos de imitação, quais “joio”, foram semeados por Satanás no meio dos verdadeiros cristãos, que foram representados como “trigo”. Porque, conforme os assuntos se desenvolveram, haveria um período de tempo em que seria difícil ou impossível diferençá-los, seria necessário que o amo deixasse que crescessem juntos até à “colheita”. Então, o “joio” seria facilmente identificado e se daria a obra de separação.

      18. Quando é que começou o desvio do verdadeiro Cristianismo, e o que disseram sobre isto os apóstolos Paulo e Pedro?

      18 A decaída daquela organização primitiva do verdadeiro Cristianismo ocorreu depois da morte dos doze apóstolos, mas teve seu início até mesmo antes de seu desaparecimento de cena, na morte. Note o aviso de Paulo em Atos 20:29, 30: “Sei que depois de eu ter ido embora entrarão no meio de vós lobos opressivos e eles não tratarão o rebanho com ternura, e dentre vós mesmos surgirão homens e falarão coisas deturpadas, para atrair a si os discípulos.” Disse também: “Pois haverá um período de tempo em que não suportarão o ensino salutar, porém, de acordo com os seus próprios desejos, acumularão para si instrutores para lhes fazerem cócegas nos ouvidos; e desviarão os seus ouvidos da verdade, ao passo que serão desviados para histórias falsas.” (2 Tim. 4:3, 4) Pedro avisou: “No entanto, houve também falsos profetas entre o povo, assim como haverá falsos instrutores entre vós. Estes mesmos introduzirão quietamente seitas destrutivas e repudiarão até mesmo o dono que os comprou, trazendo sobre si mesmos uma destruição veloz.” — 2 Ped. 2:1, 2; 2 Tes. 2:7.

      19. Quais são algumas evidências de que, no decorrer dos séculos, e também agora, a cristandade não era e não é cristã?

      19 Dali em diante, no decorrer dos séculos, inclusive a Idade Média, a Idade Obscura, a cristandade com suas cruzadas, guerras e inquisições era tudo, menos cristã. Poderia a cristandade, com sua crença em doutrinas pagãs tais como o inferno de fogo, o purgatório, a imortalidade da alma humana, a trindade, e assim por diante, ser verdadeiramente cristã? E o que dizer de ela se envolver na política, no comercialismo, nas guerras e no jogo? Ademais, será que vê os clérigos dela ou os membros da igreja empenhados com afinco na obra de fazer discípulos de Cristo Jesus e dos apóstolos, do modo que a Bíblia descreve e ao qual já nos referimos previamente? Não, a cristandade atual não é cristã e não cumpre a ordem de Jesus, de fazer verdadeiros discípulos. Muitas declarações feitas por clérigos proeminentes mostram que isto se dá. Isso é admitido abertamente.

      20. (a) Por quem está sendo feita atualmente a obra de fazer discípulos, e como se têm preparado para a designação? (b) Que ordem adicional está agora ligada com Mateus 28:19, como sendo aplicável especialmente aos nossos dias?

      20 Quem, então, faz atualmente a obra de fazer discípulos? Não pode haver dúvida disso. São as testemunhas cristãs de Jeová. O reavivamento da obra de fazer discípulos pode ser encontrado nessa organização, nestes últimos dias. Têm-se libertado dos credos constringentes e das contaminadoras doutrinas falsas das igrejas nominais. Têm-se libertado da forma hierárquica, congregacional e de todas as outras formas de regras eclesiásticas que são antibíblicas, e são governadas pela regra teocrática. Por fim, têm assumido o método de trabalho estabelecido por Cristo Jesus e seguido pelos apóstolos e primitivos discípulos. Este método não foi adotado simplesmente para se ajustar a um padrão bíblico agora ultrapassado. Não, adere-se de perto a ele porque ainda é o método mais cabal e eficaz de realizar a obra que se poderia encontrar. Sim, as testemunhas de Jeová atualmente são aqueles que obedecem à ordem do Mestre (encontrada em Mateus 28:19): “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações.” Ainda mais do que isso, porém, obedecem à ordem que visava o nosso dia e que foi registrada em Mateus 24:14: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” A obra de fazer discípulos está de novo em pleno andamento!

      COMPLETANDO A OBRA

      21. (a) Será que há urgência na obra de fazer discípulos, e por quê? (b) Com respeito à urgência, o que se aprende das experiências de Noé?

      21 Até mesmo a observação casual da atividade das testemunhas de Jeová fará que a pessoa fique cônscia da urgência da questão. Mas, por quê? Por certo, a obra de fazer discípulos pode continuar indefinidamente! Esse é exatamente o ponto. Não pode, não. Tal obra teve começo e terá fim. A escritura que citamos por último acima nos diz que, quando tiver sido feita a obra de pregação, “então virá o fim”. Os “últimos dias”, sobre os quais a Bíblia avisa tão amiúde, acham-se aqui. (2 Tim. 3:1; Tia. 5:3; 2 Ped. 3:3) Aqueles que gostariam de ter uma clara previsão destes dias podem ler Mateus 24:37-39 e Gênesis, o sexto e o sétimo capítulos. Estes dias, disse Jesus, seriam “assim como eram os dias de Noé”. Noé era “pregador da justiça” e, quando terminou a sua obra de aviso, e a porta da arca foi fechada, não havia mais discípulos a fazer daquela geração. Tinha passado a oportunidade de salvação.

      22. Pode-se fazer discípulos apressadamente, ou exatamente o que está envolvido?

      22 Se vivemos nos tempos urgentes e está próximo o fim deste sistema de coisas, então, provavelmente, há necessidade de apressadas “decisões em favor de Cristo” serem feitas, à moda dum Billy Graham, alguns talvez arrazoem. Não, não é assim tão fácil. A ordem de Jesus foi de “fazer” discípulos. Essa expressão em si mesma indica que haveria muito trabalho envolvido para se conseguir isto. Indica que o discípulo teria de ser modelado, formado ou moldado segundo um novo conjunto de princípios e idéias. É isso precisamente o que é necessário, segundo as palavras do apóstolo em Romanos 12:2: “Cessai de ser modelados segundo este sistema de coisas, mas sede transformados por reformardes a vossa mente, a fim de provardes a vós mesmos a boa, e aceitável, e perfeita vontade de Deus.” Tal obra levaria tempo; não seria realizada por meio de rápida conversão.

      23. (a) Que obra inicial e que obra de revisita tem de ser feita, que leva tempo? (b) O que é verdade a respeito da mente das pessoas hoje em dia que refreia a obra de fazer discípulos?

      23 Primeiro, uma obra de procura teria lugar. De porta em porta e de muitas outras formas, as pessoas interessadas seriam encontradas e teriam oportunidade de ouvir breve apresentação da verdade bíblica. Tomam-se notas daqueles que se mostram de disposição semelhante às ovelhas e manifestam interesse em aprender a verdade dos propósitos de Deus, e revisitas feitas a eles lhes estimulam o interesse. Se tal interesse se mostrar genuíno, então talvez se inicie um estudo bíblico em que se abrange ampla série de assuntos bíblicos, eliminam-se do caminho os conceitos errôneos e muitas perguntas são respondidas. Conforme se tem dito, tudo isso leva tempo. As boas novas têm ficado veladas por longo tempo e as mentes têm sido cegadas. Note com que seriedade Paulo afirma este ponto em 2 Coríntios 4:3, 4: “Agora, se as boas novas que declaramos estão de fato veladas, estão veladas entre os que perecem, entre os quais o deus deste sistema de coisas tem cegado as mentes dos incrédulos, para que não penetre o brilho da iluminação das gloriosas boas novas a respeito do Cristo, que é a imagem de Deus.” O ensino persistente, porém, permite que penetre a luz das boas novas. Cada semana do ano de 1965, as testemunhas de Jeová dirigiram 770.595 estudos bíblicos domiciliares.

      24. De que outra forma são ajudados os discípulos, além de serem ensinados numa base pessoal?

      24 Não só este ensino é feito em base pessoal, mas há reuniões congregacionais instrutivas e interessantes a assistir, e das quais aprender. O estudo da Sentinela, o discurso público, a reunião de serviço, a escola do ministério e o estudo de livro de congregação são toda semana por aquele que estão cônscios de sua necessidade espiritual e que desejam saciar sua sede de água da verdade. Isto está sendo feito em escala mundial em 24.158 congregações, em 197 países, conforme relatado no Anuário das Testemunhas de Jeová de 1966, em inglês.

      25. Como podemos ter certeza de que este tremendo empreendimento será completado?

      25 Será que este tremendo serviço será por fim terminados Deus nos assegura que será. A respeito de tudo que ele começa, “Assim a minha palavra, que sai da minha boca, se provará ser. Não retornará para mim sem resultados, mas, certamente, fará aquilo em que tenho deleite, e obterá êxito certo naquilo para o que a enviei.” (Isa. 55:11) É realmente da obra de Jeová que estamos fazendo, como pode ser visto pelas palavras de Paulo em 1 Coríntios 3:9: “Pois somos colaboradores de Deus. Vós sois campo de Deus em lavoura, edifício de Deus.” A obra é dirigida por Cristo Jesus e os anjos, (Rev. 14:6) Podemos estar certos de que com tal supervisão ela será completada. Qualquer pessoa, hoje em dia, que realmente tiver amor à verdade também tem a oportunidade, de alguma forma, de ouvir tal verdade.

      26. Como poderia ser apropriadamente descrito este tempo de fazer discípulos?

      26 Este deveria ser e é um tempo de regozijo. Falando de modo geral a respeito de nossos dias, disse “Mas, quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” (Luc. 21:28) Descrevendo o regozijo que ocorre quando se acha uma ovelha desgarrada, Mateus 18:13 diz: “E, se por acaso a encontrar, certamente vos digo que se alegrará mais com ela do que com as noventa e nove que não se perderam.” este é agora um tempo de regozijo, quando milhares estão sendo encontradas.

      27. Por que completar a obra de fazer discípulos deve ser mais alegre?

      27 A expectativa no início dum empreendimento pode ser excitante. Mas, que parte do esforço é realmente a mais apreciada, o começo ou o fim? O fim, naturalmente. É neste ponto que a pessoa vê os frutos de sua labuta. É quando se vê, não apenas o esboço ou os planos, mas a realidade. O mesmo se dá com a obra de fazer discípulos. A pregação das boas novas do Reino e o ajuntamento dos discípulos de todas as nações e raças por meio dela é a maior designação que já se tentou cumprir na terra. Que alegria é viver numa época, em que se dará o seu término diante de nossos próprios olhos! Muitas, deveras, são as razões para o regozijo.

      28. Que idéias se deve ter presente à medida que se contempla o clímax desta grande obra?

      28 Mas, uma das verdadeiras alegrias vem de se ter parte na obra. Não só a pessoa precisa ser um discípulo, mas tem de fazer discípulos, e tem de participar nesta obra agora. Uma vez tenha passado esta oportunidade de participar nela, isso jamais se repetirá. E verdade que Deus não precisa de nos a fim de fazer a obra, mas que bênção é ter ele permitido que tivéssemos uma parte na mesma! Avaliando isto, deveríamos trabalhar no pleno limite de nossa força e habilidade.

  • Obtendo felicidade em fazer discípulos
    A Sentinela — 1966 | 1.° de outubro
    • Obtendo felicidade em fazer discípulos

      1. (a) Por que é importante sentir-se feliz com seu trabalho? (b) O que foi que Salomão disse que era uma dádiva de Deus?

      SENTE-SE feliz com seu trabalho? Deveria sentir-se. Tão grande parte do seu tempo, na realidade, toda a sua vida, é devotada à sua carreira ou vocação, que a vida só tem valor se se sentir feliz com ela. Sobre este ponto, disse Salomão: “Cheguei a saber que não há nada melhor para eles do que regozijar-se e fazer o bem durante a vida da pessoa; e também que todo homem coma e deveras beba, e veja o bem de todo o seu trabalho árduo. Esta é a dádiva de Deus.” (Ecl. 3:12, 13) Sim, tencionava-se que o homem trabalhasse, e trabalhasse àrduamente. Isto não deveria ser enfadonho, mas numa ocupação que ele usufruísse cabalmente e na qual houvesse recompensas ricas e satisfatórias. Que bênção seria provar o cumprimento desta promessa, encontrando uma carreira para nela trabalhar de toda a alma, satisfeito de não poder achar “nada melhor” e da qual certamente ‘veria o bem’! Salomão descreve isto como “a dádiva de Deus”.

      2. Qual é a finalidade deste artigo em comparação com o anterior?

      2 Em nosso artigo prévio, consideramos a obra de fazer discípulos em que as testemunhas de Jeová agora se empenham em escala mundial. O padrão que Jesus Cristo estabeleceu em fazer discípulos foi recapitulado, e esboçou-se o esforço concentrado que as Testemunhas fazem hoje em completar tal obra. Agora, contudo, preocupamo-nos com a obra do ponto de vista do ministro de per si. Consideraremos a alegria e a felicidade que advêm à pessoa à medida que se aplica pessoalmente a tal obra.

      3. Como é que se compara o trabalho com a diversão para fazer a pessoa feliz?

      3 O que é que torna a pessoa realmente feliz? É o trabalho ou a diversão? Certa medida de diversão, por certo, para distração, mudança e exercício. Mas, primàriamente, é o trabalho que traz felicidade.

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