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    Despertai! — 1980 | 8 de junho
    • Durante a semana em que um representante viajante das Testemunhas de Jeová estava visitando a congregação, Benny fez uma palestra baseada na Despertai! de 8 de setembro de 1979, sobre discoteca. Ele preparou por escrito o que diria, e eis aqui alguns trechos.

      “De Início não Concordei”

      SOU letrista e músico. Já gravei e toquei nos conjuntos de jazz de Dizzy Gillespie, Art Blakey, Lionei Hampton, Benny Goodman e Earl Bostic. Escrevi músicas para artistas tão conhecidos como Peggy Lee, Eartha Kitt, Connie Francis, Ella Fitzgerald, Diana Ross, e para programas de televisão tais como Missão Impossível, A Família Dó-Ré-Mi, M*A*S*H e Mannix. Então, no começo deste ano [1979], quando ouvi falar que Despertai! apresentaria uma matéria sobre discotecas, aguardei com ansiedade sua chegada.

      Quando finalmente chegou a Despertai! de 22 de março [8/9 em português], li-a de um fôlego só. Devo dizer que fiquei desconcertado. Não concordei com ela; enchi todas as margens de cada página com comentários pessoais. Era inteiramente absurda a idéia de que os homossexuais estavam por trás das discotecas. Estava convencido de que tinha de escrever uma carta sobre o assunto à Sociedade Torre de Vigia. Mas decidi fazer algo sábio, sem me dar conta, naquele tempo, de quão sábio era. Decidi, primeiramente, dar uma olhada mais de perto na indústria da qual eu fazia parte. Quando fiz isto, recebi um choque atrás do outro.

      Coisas Que Descobri

      Um amigo meu, que é Testemunha, acabara de gravar um álbum para uma grande gravadora de Los Angeles; o conceito, porém, não era de discoteca. Um homossexual na companhia começou a “fazer onda”. Queria levar as fitas de 24 faixas (faixas individuais, não mixadas) para Nova Iorque, para fazer nova mixagem, talvez “pondo à frente” (destacando) a bateria, os pratos e o baixo elétrico, portanto a contagiante batida de discoteca. Tudo isto se chocava com a vontade de meu amigo Testemunha. No entanto, eles por fim concordaram em que ele também fosse para Nova Iorque.

      Quando chegaram ao estúdio em Nova Iorque, mais dois homossexuais se juntaram ao homossexual de Los Angeles. Meu amigo Testemunha teve de deixar o estúdio várias vezes, durante a nova mixagem, para não “explodir”. No resultado final, a mixagem de discoteca não saiu boa, de modo que ele então ficou livre para prosseguir com sua mixagem original.

      Um conhecido meu, que não é Testemunha, enfrentou mais recentemente um problema idêntico com outra grande gravadora. Ele acabara de completar um álbum (não de discoteca) para um popular grupo vocal de há muitos anos, e a companhia não gostou da mixagem. Eles também queriam que fosse para Nova Iorque, onde os homossexuais estavam à espera.

      O empresário de um astro do disco, que conheço, disse que nestes tempos existe em Nova Iorque um ‘leve problema de discoteca’. Isto se dá porque os homossexuais, que agora estão coligados, tentam forçar os “disc jockeys” a programar a música da escolha dos homossexuais. Os “disc jockeys” se ressentem disto e resistem até certo ponto. O público, naturalmente, clama por mais música de discoteca.

      Realmente não me dava conta de quão ruim é a atmosfera moral das discotecas. Há um clube na área de Los Angeles que tem uma “Noite de Pijama na Discoteca” em que todos vão com roupa de dormir. As mulheres, tentando superar umas as outras, usam penhoar fino, transparente e solto. O clube fica repleto nestas noites.

      As discotecas têm realmente envolvido mais do que música e dança. “É um certo estilo de vida”, comentou recentemente um amigo. E ele está certo: a moda discoteca — camisetas, calças justas, cintilantes e apertadas, blusas bem decotadas e transparentes, saias rodadas que revelam calcinhas biquíni, e todo tipo de adorno semelhante a fantasias — está inundando o mercado. E não nos esqueçamos das luzes da discoteca ou do modo “doidão” em que a pessoa se comporta.

      Manter a Vigilância Cristã

      É verdade que certos tipos de dança não são, em si mesmos, objetáveis. Mas quando a música e a dança estão vinculados a um “pano de fundo” volúvel e questionável, o quadro muda dramaticamente.

      A Bíblia diz: “Fugi da fornicação.” (1 Cor. 6:18) Gostaríamos de pensar que este tipo de coisa não está em nossa mente, e talvez não esteja. Não obstante, muitos que professam ser cristãos têm caído vítimas deste tipo de desejo. O que aconteceu? Deixaram-se ser “movidos” por ele. Deixaram-se levar passo a passo aos efeitos destes tipos de desejo — e cometeram fornicação.

      Há algo engraçado com as pessoas. Geralmente acham que coisas adversas acontecem apenas às outras pessoas. Quando acontece a elas, podemos ouvi-las exclamar perplexas: “Não pensei que pudesse acontecer comigo.” Mas pode; está acontecendo até mesmo com pessoas que dizem amar a Deus. Muitos mais do que gostaríamos de imaginar tornaram-se vítimas de alguma “tragédia de discoteca”. Esse desejo de “ficar por dentro” (tornar-se parte integral do que está acontecendo) tem sido a desgraça de muitos, somente porque, no início, parecia tão inofensivo, tão divertido.

      Jeová não condena a diversão. Quer que Seu povo seja feliz e usufrua a vida e certos prazeres, contudo precisamos ser pessoas de discernimento. Por exemplo, antes de dançar, deveria perguntar-se: “É música para dançar ou para nos deixar inflamados? Estão a música e a dança nos preparando para certos ‘prazeres’ — prazeres que se tornam um complemento das propostas preliminares da dança, a saber, expressões sexuais em lugares escuros?”

      Quão feliz estou de que nunca escrevi tal carta à Sociedade Torre de Vigia! Depois de olhar mais de perto o tipo de coisas que acontecem no negócio em que estou metido, vejo que fui um tanto ingênuo.

      O artigo de Despertai! sobre discotecas dizia: “A dança é o indicador mais evidente das atitudes que uma cultura produz, pois não podemos mentir acerca do modo como nos movemos.”

      Como é que se movimenta? Com Jeová ou contra Ele? — Contribuído.

  • Respeito pela individualidade dos outros
    Despertai! — 1980 | 8 de junho
    • Respeito pela individualidade dos outros

      Em seu livro You Are Extraordinary (É Uma Pessoa Extraordinária), Roger J. Williams, professor de bioquímica, considera os muitos modos em que todo humano é uma pessoa ímpar, e declara: “As pessoas, às vezes, inclinam-se a aceitar e a não questionar sua própria individualidade, mas são cegas quanto à individualidade dos outros — cegueira esta que não poderá persistir se havemos de viver juntos. Temos de usar bom senso e mostrar consideração ao expressarmos nossa própria individualidade. Se qualquer de nós ficar inebriado demais com sua própria individualidade, será bom antídoto saber que outras pessoas possuem, também, alto grau de individualidade.”

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