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  • Não ignore a necessidade de diversão
    Despertai! — 1979 | 8 de julho
    • Usufruir a Vida ao Ar Livre

      As pessoas se voltam para praias, montanhas e parques em tão amplos números que, em alguns lugares, os números excessivos se tornam um problema. Todavia, tais áreas deveras oferecem infinita variedade de distrações — o caminhar, a natação, a corrida de passos curtos, o andar com mochila nas costas, o campismo, fazer piqueniques, estudar a natureza, etc.

      Mas não é necessário viajar longas distâncias. Muitos moram perto de bosques. Até mesmo no quintal dos fundos, podem-se erguer ninhos de pássaros e comedouros de aves. Ou, deite-se alguma vez de barriga para baixo e observe uns centímetros quadrados de grama ou de joio, e ficará surpreso diante de toda a atividade dos bichinhos, formigas e aranhas que o deixarão fascinado. Mora numa cidade grande, numa selva de asfalto? Ali mesmo, acham-se disponíveis parques e zoológicos. Museus e planetários deleitam e instruem.

      Pais, planejem tais atividades para seus filhos. Forneçam-lhes alguma orientação, algum estímulo por indicar-lhes as possibilidades. Talvez lhes possam contar o ciclo de vida duma borboleta ou duma formiga. Satisfaçam a curiosidade de seus filhos quanto à criação de Jeová. Trata-se duma forma divertida de interessar seus filhos por Jeová Deus e suas criações terrestres, ensinando-lhes sobre seu propósito para com a terra e para com eles, como zeladores da terra. Façam como Jó 12:7-10 recomenda: “Pergunta, por favor, aos animais domésticos, e eles te instruirão; também às criaturas aladas dos céus, e elas te informarão. Ou mostra à terra a tua preocupação, e ela te instruirá; e os peixes do mar to declararão.”

      Às vezes, o próprio trabalho é uma recreação. Um homem que trabalha num escritório, ou um estudante que está metido nos livros toda a semana, poderá achar descontraente trabalhar no quintal, ou achar que plantar pequena horta é um projeto satisfatório. Mesmo numa cidade grande talvez haja disponível pequeno lote de terreno. Ou uma floreira de janela, onde se pode cultivar algumas flores e ervas. Há muita gente que acha as plantas de interior um passatempo fascinante que acrescenta beleza ao seu lar. Canários e outros pássaros podem ser criados dentro de casa. Aquários são projetos fascinantes.

      Há muitos meios de trazer as criações interessantes de Jeová para dentro de casa, para estudo e distração. Novamente, neste caso, é uma questão de usar-se um pouco de imaginação, e de os pais orientarem os interesses dos filhos para as várias possibilidades.

      Passatempos

      Crianças pequenas se deleitam em fazer bolos de barro! As mães não são tão entusiásticas quanto a isto, porém. Mas é simplesmente terra, e a água a elimina com facilidade. Tal divertimento pode ser transformado num passatempo, à medida que a criança fica um pouco mais velha. O barro pode tornar-se argila, e o bolo pode tornar-se um vaso. Trata-se dum artesanato bem interessante, há muito praticado com grande perícia instintiva por diferentes membros da família das vespas. (Uma delas é até mesmo chamada, em inglês, de “potter wasp”, “vespa-oleira”.) Outros passatempos poderiam ser fabricar suportes de macramé para vasos de plantas, projetos de costura, tricô, cozinha, artigos de couro que envolvam trançados e gravação, e muitos outros.

      “Ver vitrinas” é uma atividade que faz tremer muitos homens fortes, mas que muitas senhoras e jovens apreciam. As mães podem torná-la instrutiva. Preços, qualidade, pechinchas e princípios econômicos podem ser considerados. Trata-se dum passeio barato, especialmente se feito quando as lojas já estão fechadas.

      Outra fonte interessante de diversão que também é educativa é visitar fábricas. Leve a família a percorrer uma gráfica, um jornal, uma indústria têxtil, uma fábrica de chocolate, uma fábrica de automóveis ou uma mina de carvão. Há muitas fábricas que permitem excursões dirigidas, e ver como muitos produtos de uso diário são fabricados é extremamente interessante e divertido. Uma excursão a uma usina de fabricação de aço, por exemplo, poderia facilmente tornar-se tema para um relatório escrito ou oral na sala de aula.

      Estritamente Para Divertir-se

      O entretenimento não precisa ser sempre educativo. Poderá ser simplesmente pela diversão envolvida nele. Isto também terá seu valor. Recreará e revigorará tanto os jovens como os idosos para os assuntos mais sérios da vida.

      No entanto, os interesses das pessoas diferem. O que interessa a um talvez enfade a outro. O sexo da pessoa também pode fazer diferença quanto aos interesses dele ou dela. Também a idade da pessoa! Os mais idosos não devem pensar que os jovens ficarão sempre contentes de sentar-se e conversar, ou ler ou jogar dama, só porque o estão agora. Os adolescentes estão cheios de energia, que precisa liberar-se. Talvez anseiem um jogo de beisebol, voleibol, tênis com peteca, andebol, basquetebol, futebol, ou alguma outra recreação ativa.

      Talvez duas ou mais famílias possam ir a um parque e fazer um piquenique. Depois disso, os que desejarem podem sentar-se e conversar; outros, com energia acumulada podem liberá-la através de um destes jogos. Caso haja uma competição bem-humorada, não há nenhum mal; mas, se o vencer se torna todo-importante, então surgem discussões, e estraga-se a brincadeira.

      Crianças pequenas talvez achem balanços para brincar, ou uma caixa de areia para usar. Até mesmo caixas vazias de papelão ou algumas varas ou blocos de madeira tornam-se casas ou cavernas, aviões ou carros, ou seja lá o que for que a imaginação ativa das crianças resolva fazer deles. Muitas vezes, brinquedos caros ficam de lado ao passo que as crianças gastam toda a tarde num monte de areia, ou brincando com uma caixa grande, sua imaginação transformando-as no que quer que agrade sua fantasia naquele instante. Um caminhão de bombeiros de plástico, que custa Cr$ 500,00, é sempre um caminhão de bombeiros. Mas uma caixa grande de papelão — Ah! ela pode ser quase qualquer coisa!

      Os adultos apreciam ver as crianças brincar, ou observar um jogo de futebol que outros realizam, e talvez até mesmo vindo a juntar-se a eles, se acharem que estão à altura disso. As famílias achegadas desse modo se tornam famílias melhores, mais intimamente unidas, e evitam-se os conflitos de geração. Também, este arranjo supre a supervisão quando necessária. Se todos estão de acordo quanto a adorarem seu Criador, então evita-se que bons hábitos sejam corrompidos pelas más companhias. (1 Cor. 15:33) As congregações podem aumentar seu amor fraternal e entendimento quando as famílias não só estudam e pregam juntas, mas também usufruem juntas de uma recreação limpa.

      Música e Dança

      Alguns membros da família talvez tenham inclinações musicais. Aprender a tocar um instrumento é desafiador e satisfatório, e poderá também tornar-se fonte de divertimento para os ouvintes. Se duas, três ou mais pessoas dentre as famílias cristãs fizerem isso, poderão, com o tempo, tocar juntas, tanto para seu deleite como para o prazer dos ouvintes. Outros talvez queiram até dançar ao som da música que é tocada.

      Não há nada de errado com a música, o canto ou os instrumentos musicais, ou com a dança. A música instrumental e o canto estavam relacionados com a adoração de Jeová em Israel. Jovens e idosos dançavam segundo a música, às vezes sozinhos, e, outras vezes, em grupos. (Êxo. 15:20; Sal. 87:7; 149:3; 150:4; Juí. 11:34; Jer. 31:13; Mat. 11:17; Luc. 15:25) Em uma destas ocasiões foi suscitada forte objeção à dança vigorosa, mas não o foi com a aprovação de Jeová. — 2 Sam. 6:20.

      No entanto, a dança é como o comer e o beber mencionados antes: poderá ser boa ou má, dependendo do controle exercido sobre ela. A música pode ser suave e fluente, ou poderá ter forte batida, mas não deve ser estridente e tão alta que ponha em perigo a audição duma pessoa ou perturbe outros. A dança não é boa ou má conforme seja lenta ou rápida, mas, se tornar-se sexualmente sugestiva ou estimulante, vai além do divertimento apropriado!

      A experiência tem demonstrado a necessidade de supervisão correta para tais ocasiões, não, naturalmente, para estragar o prazer limpo e inocente, mas para coibir os extremos que põem em perigo a moral cristã. Até mesmo a valsa pode tornar-se imoral em certos ambientes. Danças folclóricas, quadrilhas e a maioria das danças modernas podem ser apreciadas, mas, nos ambientes errados, também podem degenerar.

      Leitura e Conversação

      Há bons livros e artigos de revistas que podem entreter, mas há também os que podem prejudicar a moral. Estes últimos não devem ‘nem mesmo ser mencionados entre vocês’ que são cristãos. A norma deveria ser as coisas verdadeiras, virtuosas, dignas de louvor. — Efé. 5:3; Fil. 4:8.

      A mesma orientação deve aplicar-se aos filmes e à televisão. Ainda há alguns filmes que constituem diversão limpa e apropriada, mas eles se tornam a exceção, ao invés de a regra. Muitos programas de televisão ainda servem para descontrair e educar. Há documentários que abrangem a ciência, a história natural, os acontecimentos atuais e outros campos interessantes. Estes, junto com a boa leitura, equipam-nos a conversar prazerosamente uns com os outros.

      Conversar? Sim, a conversação não morreu. Sua demanda é ainda demonstrada pela popularidade das entrevistas de televisão. Muita gente, porém, parece não conseguir mais conversar de forma interessante. Falam, mas não comunicam pensamentos e idéias estimulantes. No entanto, mesmo tais pessoas podem ser induzidas a revelar fatos interessantes sobre elas mesmas. Sua infância, seu primeiro emprego, por que decidiram seguir determinada carreira, como vieram a aceitar sua religião — perguntas que as envolvam em tais tópicos resultam em palestras surpreendentemente interessantes.

      Se tivermos percepção, cortesia, tato e elogiarmos sinceramente, outros que são normalmente quietos corresponderão, e se comunicarão livremente. Estar interessado neles o torna interessante para eles. Logo começará a desenvolver-se uma palestra a dois, ou a quatro ou seis, para o prazer de todos os participantes. A conversação fascinava os gregos e seus visitantes no primeiro século de nossa Era Comum: “Todos os atenienses e os estrangeiros residentes temporariamente ali gastavam seu tempo de folga em nada mais do que em contar algo ou escutar algo novo.” — Atos 17:21.

      Leia, observe, ouça, pense, e terá novas idéias diferentes a contribuir para palestras que entretêm. Evite ser argumentativo ou dogmático. Isso acaba com a comunicação. Seja agradável e de bom gosto, um conversador deleitoso. — Pro. 15:1; 16:21-24; 25:11; Ecl. 12:10; Col. 4:6.

      Em conclusão, não rejeite apenas a diversão objetável. Forneça alternativas apropriadas. Se sua religião condena expressamente toda diversão, seus filhos abandonarão a vocês e a ela logo que possível. Assim, não deixe que haja um vácuo quanto à diversão. (Mat. 12:43-45) O artigo a seguir oferece outras possibilidades no que toca ao divertimento.

  • Participe de jogos domésticos
    Despertai! — 1979 | 8 de julho
    • Participe de jogos domésticos

      ÀS NOITINHAS, e especialmente durante os meses de inverno, em alguns países, as atividades ao ar livre podem ser limitadas. O que pode fazer para divertir-se dentro de sua própria casa?

      Ver TV é um passatempo favorito. Todavia, tende a acabar com a conversação, limitando gravemente qualquer intercâmbio real entre as pessoas. Como, então, podem famílias divertir-se juntas?

      Alguns esportes ao ar livre podem ser praticados em escala reduzida, modificada, dentro de casa. O tênis é um exemplo; em muitos lares, o pingue-pongue é popular. Algumas famílias montaram uma mesa em seu porão, ou num quarto extra, provendo excelente fonte de diversão para a família inteira e para os visitantes.

      O boliche é outro esporte que pode ser reduzido e modificado para ser praticado no lar. Podem-se usar balizas menores, talvez de plástico, e as bolas do boliche podem ser de material similar. Até mesmo bolas de tênis podem ser usadas se as balizas forem bastante leves.

      O bilhar há muito tem sido um jogo popular praticado em ambiente fechado. Os salões de bilhar locais, contudo, geralmente têm sido um mau ambiente. Assim, algumas famílias montaram uma mesa de bilhar em sua casa, e gastaram horas felizes jogando juntas e com seus amigos. Outros apreciam participar em muitos tipos diferentes de jogos de cartas.

      Fornecer diversões para o lar é um grande negócio, conforme visto pelo aumento de mais de 30 por cento nas vendas dos fabricantes de brinquedos e de jogos dos Estados Unidos, num ano recente. Especialmente populares são os telejogos. Milhões de pessoas compraram aparelhos de controle remoto que podem ser ligados ao seu TV. Estes tornam possível praticar futebol, tênis, beisebol, xadrez eletrônicos, etc.

      Jogos de Tabuleiro

      Jogos de tabuleiro são responsáveis por grande parte das vendas de fabricantes de jogos. O monopólio, um jogo de compra e venda de terrenos e de ferrovias, há muito tem sido o mais popular. Foram vendidos, em todo o mundo, mais de 80 milhões de jogos, desde 1934, quando o jogo passou a ser vendido em Filadélfia, Pensilvânia, EUA. Apenas nos EUA, imprimiu-se, em 1975, cerca de US$ 40 bilhões em dinheiro de monopólio, quase o dobro da quantidade de dinheiro real impresso pela Casa da Moeda dos EUA naquele ano. Joga-se monopólio em cerca de 46 países, os dólares, em vários países, tornando-se cruzeiros, francos, marcos, pesetas, ienes, etc.

      O gamão, provavelmente o mais antigo dos jogos de tabuleiro, está ressurgindo em popularidade. Nas ruínas da antiga cidade caldéia de Ur os arqueólogos desenterraram um jogo de gamão que ainda podia ser jogado. Os antigos egípcios e romanos também o jogavam. O que contribui para a popularidade do gamão é que é fácil de aprender, todavia, é dificílimo de dominar. E, naturalmente, o xadrez é outro jogo de tabuleiro que há muito fornece grande prazer a muita gente.

      Muito divertido, também, são os jogos de palavras, excelentes para se aumentar o vocabulário pessoal. Um dos favoritos é o scrabble (palavras cruzadas com dominós) que se desenvolveu a partir da idéia das palavras cruzadas. Originando-se na década de 30, não chegou realmente a popularizar-se senão por volta de 1953. Agora, milhões de tais jogos de tabuleiro são vendidos a cada ano.

      Invente Seus Próprios Jogos

      Seu divertimento, porém, não precisa depender de jogos que outros tenham inventado. Poderá inventar seu próprio jogo. Embora não seja exatamente um jogo, um cavalheiro de meia-idade fala de algum entretenimento, originado pela família, que lhe trouxe especial deleite. “Meus quatro sobrinhos e sobrinhas pequeninos, de 10 a 15 anos, avisaram-nos com antecedência de que, na noite seguinte, iriam representar para nós. Elaboraram um verdadeiro programa de canções e danças, o de 10 anos servindo como mestre-de-cerimônias. Mantiveram-nos entretidos cabalmente por uma hora, ou mais.”

      Um casal que mora no norte da Alemanha decidiu inventar um jogo de ensinar a seus filhos sobre as pessoas de outros países. Fingiam viajar a vários lugares. Como destaque, saboreavam uma refeição típica do país pré-selecionado. Daí, passavam a noite considerando aquele país, vendo fotos dele, e falando a seus filhos algo sobre suas caraterísticas e costumes.

      Certa noite, esta família tinha como programa “ir de jato” ao Japão. Mostrou-se aos filhos como sentar-se no chão, no estilo japonês, e como comer com fachis ou pauzinhos. Naturalmente, qualquer pessoa que já tenha comido com fachis, ou pelo menos tentado comer com fachis, sabe que a primeira tentativa não é fácil. A certo ponto, a pequenina Andrea, de 4 anos, suplicou: “Paizinho, voemos de volta para a Alemanha!” Embora a maioria das famílias despercebam tais possibilidades de entretenimento, consegue ver quão interessantes poderiam ser?

      Em muitos países, é popular fazer pantomimas de histórias bíblicas, deixando que os convidados adivinhem quem ou o que se visa. Noé trabalhando na construção da arca, Davi derrotando Golias, Rute trabalhando no campo de Boaz, e muitas outras histórias populares podem ser fácil e brevemente encenadas em pantomima. Quem dá a resposta correta poderá apresentar a seguinte dramatização, ninguém a fazendo duas vezes até que todos tenham tido sua vez.

      Outra possibilidade é usar sons gravados da cozinha, do emprego da pessoa ou de outros lugares, e então tocá-los para que o grupo os identifique. Ou poderá acontecer que o jogo seja identificar a fonte do som que uma pessoa cria por trás duma cortina. É rasgar papel, abrir uma garrafa, quebrar uma noz, e assim por diante?

      Cantar em grupo pode também ser verdadeiro divertimento. E ao invés de contentar-se em apenas conhecer e entoar a melodia, por que não ramificar-se e aprender as outras partes — contralto, tenor, baixo — duma música? Aprender a cantar com harmonia de quatro vozes pode ser extremamente divertido e proveitoso.

      “Jogos de Cartas” Inventados

      Muitos se divertiram com os seguintes jogos: Primeiro, corte 20 ou mais cartas de cartolina ou de papel grosso. Daí, cole gravuras nelas, em pares idênticos, de modo que disponha de 10, ou, se os jogadores forem mais experientes, preferivelmente mais pares idênticos. Depois de misturar as cartas, coloque-as com a face virada para baixo. Cada jogador, por sua vez, tem permissão de apanhar duas. Caso pegue duas da mesma gravura, poderá mantê-las. De outro modo, as cartas devem ser recolocadas em sua posição original. Quando o jogador deixa de pegar cartas com gravuras iguais, chega a vez do próximo jogador. O alvo é ver quem consegue pegar o maior número de cartas idênticas. Assim, o desafio é lembrar-se que gravura viu e em que lugar.

      Eis outra possibilidade: Aliste em cartões a ocupação de certo personagem bíblico, algumas de suas qualidades ou características notáveis, além de eventos em que esteve envolvido. Alguns dos indícios podem ser fáceis, outros mais difíceis. Cada jogador, por sua vez, lê um indício depois do outro em seu cartão até que alguém no grupo adivinhe quem é a pessoa.

      Outro jogo poderá ser chamado “Vamos Achar um Texto”. Dão-se as cartas que alistam, cada uma, uma situação, tais como as seguintes: Um colega se queixa do alto custo de vida; certa mãe tem dificuldade em controlar seu filho desregrado; um colega de escola pensa em experimentar tóxicos. Cada pessoa lê a situação indicada em seu cartão e cada um dos presentes tenta encontrar um texto bíblico apropriado para enfrentá-la. Pode-se impor um limite de tempo para impedir que o jogo se arraste, após o que as várias sugestões podem ser consideradas.

      Um jogo popular em muitas reuniões sociais pode ser melhor descrito pelo título “Quem Eu Sou?” Nomes de personalidades bíblicas são escritos em cartões grandes, ou em pedaços de papel, e presos nas costas das pessoas que desejam brincar. A pessoa não sabe qual o nome preso em suas costas. Precisa tentar descobrir o nome da pessoa preso em suas costas por fazer perguntas tais como “Vivi antes do nascimento de Jesus?”; “Era um rei?”; “Um rei fiel?”, e assim por diante. Só se permitem respostas de “sim”, ou “não”, e “não sei”.

      É apropriado uma palavra de precaução. Um anfitrião deve assegurar-se de que seus convidados se sintam descontraídos. Talvez nem todos queiram participar nesses jogos. Talvez prefiram ficar observando; isto lhes poderá dar maior prazer. Assim, não insista na plena participação. Também, selecione jogos que se ajustem às pessoas presentes. Os jogos não devem ser complexos ou difíceis demais. E tente evitar permitir que se crie o espírito de competição, de modo que alguns se sintam embaraçados ou deprimidos por não se saírem tão bem quanto os outros. — Gál. 5:26.

      Jogos de Palavras e de Letras

      Poderá participar num jogo simples de palavras por alguém mencionar o nome dum personagem bíblico. A próxima pessoa tem de responder com um personagem bíblico cujo nome começa pela última letra do nome antes mencionado. Por exemplo, se a primeira pessoa disser Adão, então a seguinte poderia dizer Oséias, a seguinte

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