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  • É o casamento cristão bem sucedido na África?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de setembro
    • produzir ‘filhos espirituais’ por ajudar outros ao caminho da salvação.

      Os verdadeiros cristãos, na África, não hesitam em ir aos seus Salões do Reino para sua cerimônia de casamento e receber bom conselho dum ancião sobre as responsabilidades e os privilégios do casamento. Não há despesa com este serviço. Depois, certificam-se de que seu casamento esteja devidamente registrado.

      O amor e o respeito ajudam a manter o casal cristão devotado a Deus e um ao outro, não permitindo a interferência de outros neste vínculo marital, para não criar ciúme ou macular o leito marital. (1 Cor. 7:1-5) O casamento é enaltecido e assume verdadeira dignidade quando o homem é animado a assumir a chefia e a ‘amar a esposa como a si mesmo’. Cristo torna-se o modelo na maneira em que ama a congregação. A esposa, por sua vez, é ensinada a “ter profundo respeito pelo seu marido”. Juntos tomam por objetivo treinar os filhos no ambiente amoroso dum lar cristão. — Efé. 5:21-33; 6:1-4.

      Um homem que agora é Testemunha fora anteriormente batizado como católico, embora ainda fosse polígamo e praticante da religião fetichista. Como testemunha de Jeová, ele não é mais polígamo. Duas de suas esposas anteriores também são agora Testemunhas. Uma delas, desde então, casou-se de novo e serve como evangelizadora de tempo integral. Este ex-polígamo, no seu lar agora livre de ciúmes, declara: “Minha consciência está limpa, porque sigo o conselho de Jesus de ter apenas uma só esposa. Sei que me harmonizo com o arranjo do Senhor para cristãos responsáveis.”

      INDUZIDOS A FAZER AJUSTES

      Cada ano, milhares de africanos sinceros e tementes de Deus fazem ajustes na sua vida pessoal, a fim de satisfazer as normas bíblicas e habilitar-se ao batismo cristão pelas testemunhas de Jeová. Caso alguém viva num “casamento experimental” ou esteja casado segundo o costume tribal, ajuda-se-lhe a registrar o casamento, incutindo-se em todos os envolvidos que o casal assume plenas responsabilidades e privilégios maritais.

      Caso alguém já seja polígamo quando aprende a verdade de Deus, naturalmente existe uma luta emocional na mente e no coração. Há também fatores econômicos, tais como esposas e filhos adicionais, antes úteis no plantio e na colheita de safras. Mas, quando alguém realmente ama a Deus, sente-se motivado a afastar a todas exceto aquela que realmente é sua esposa, a mais antiga. Ele está disposto a fazer isso, embora possa ter criado afeto muito maior por uma esposa secundaria mais jovem ou mesmo que a esposa mais antiga não esteja interessada em estudar a Bíblia, assim como está uma das esposas secundárias. — Pro. 5:18.

      Tomam-se providências para o afastamento de todas as esposas secundárias, quer para voltarem para o lar de seus pais, se isto for satisfatório, quer para viverem em lares separados. O assunto é tratado honrosamente. Fazem-se provisões adequadas para se cuidar também dos filhos. E os campos não são negligenciados, porque as Testemunhas ajudam-se mutuamente, segundo as necessidades, passando de lavoura em lavoura, até que acabe todo o trabalho pesado do plantio e da colheita.

      Africanos sinceros, ao estudarem a Bíblia, observam que a poligamia foi praticada nos tempos patriarcais e não foi proibida sob a lei mosaica. No entanto, em vez de se empenharem em retroceder aos tempos pré-cristãos para obter um precedente, a fim de desculpar a poligamia ou o divórcio não-bíblico, os verdadeiros adoradores olham mais de perto, para ver qual é hoje a vontade de Deus para os cristãos.

      Jesus disse que as provisões pré-cristãs para um divórcio por diversos motivos foram feitas ‘por causa da dureza do coração do povo’. Quem argumentar a favor do divórcio por qualquer motivo ou para ter mais de uma esposa, como polígamo, de fato, estará dizendo a Deus: ‘Eu gostaria de que me fizesse uma concessão por causa da dureza do meu coração.’ Jesus defendeu a norma de Deus, de monogamia, que prevalecia no Éden, onde apenas ‘dois eram uma só carne’. Esta será a norma no seu novo sistema de coisas; portanto, é agora próprio que esta seja a prática na congregação cristã. — Mat. 19:3-8.

      O casamento cristão é bem sucedido na África. Apesar do fracasso lastimável da cristandade, de ensinar à população africana a levar uma vida cristã e a resistir à decadência moral que mina o casamento, as testemunhas cristãs de Jeová fornecem a prova de que o casamento cristão é bem sucedido. Ensinam seus companheiros africanos a viver também felizes no casamento cristão. Acatam a admoestação bíblica: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” — Heb. 13:4.

  • Como encara os bens materiais?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de setembro
    • Como encara os bens materiais?

      Fatos úteis que os jovens desejam saber.

      PODE imaginar uma casa literalmente cheia de milhares de bons presentes de todas as espécies e variedades? Gostaria de viver nela e receber muitos destes presentes de seu pai, o chefe desta casa?

      Na realidade, já mora em tal lar — este planeta Terra — e Jeová Deus, o dador de toda dádiva boa e perfeita, encheu-o com uma espantosa variedade de coisas boas. (Tia. 1:17) Conforme escreveu o salmista: “Quantos são os teus trabalhos, ó Jeová! A todos eles fizeste em sabedoria. A terra está cheia das tuas produções.” — Sal. 104:24.

      Qualquer pai que realmente amar seus filhos terá prazer em dar-lhes coisas e em ver sua felicidade por causa do presente. E isto se dá também com Deus, nosso Pai celestial. (Veja Mateus 7:9-11.) Seu propósito é que os humanos usufruam plenamente todas as boas coisas que a terra tem — alimentos, materiais para roupa, jóias, madeira e metais, com os quais se pode fazer uma variedade imensa de objetos, e animais para o interesse e o uso do homem, para fazer trabalho.

      Mas, estranho como pareça, obtermos o pleno usufruto destas provisões materiais — de fato, obtermos o pleno usufruto da própria vida — depende em grande parte de não fazermos delas a questão principal de nossa vida. Como pode ser isso? É porque há outras coisas muito mais valiosas do que os bens materiais.

      É provável que se lembre de que, quando era ainda pequenino, ficava muito perturbado e talvez até mesmo tivesse

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