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  • Deve-se permitir o divórcio?
    A Sentinela — 1988 | 15 de maio
    • pelos tribunais religiosos. As leis rabínicas permitem o divórcio, quer por acordo mútuo dos cônjuges, quer à base de defeitos físicos ou conduta intolerável. O divórcio é considerado legal, contudo, apenas quando o marido emite um guet, ou certificado de divórcio, e isto pode ser motivo de disputa. Por ressentimento, alguns maridos se recusam a emitir o documento, ou o usam como peça de barganha. “Este problema tem deixado milhares de mulheres judias devotas num doloroso limbo marital”, disse o presidente da Câmara da Cidade de Nova Iorque, Andrew Stein, falando numa reunião de rabinos, advogados e outros. Sem o guet, o novo, casamento da mulher é considerado ilegal, e qualquer prole é estigmatizada de mamzer, ou ilegítima, no moderno Estado de Israel.

      Quanto aos não religiosos e aos ateus, que presumivelmente seguem a lei do país em que vivem, essa questão tampouco é simples. Isto se dá porque a legislação do divórcio difere de país para país, e até mesmo de região para região dentro do mesmo país. Certa autoridade alista cerca de 50 motivos pelos quais pode-se obter divórcio legal em várias partes dos Estados Unidos. Estes incluem “crassa má conduta e perversidade”, “nenhuma probabilidade razoável de o casamento ser preservado” e “recusa da esposa de mudar-se com o marido para este estado”. Em tempos recentes, até mesmo o último vestígio do senso do que é certo e do que é errado foi removido pelo que é comumente chamado de divórcio sem motivo.

      Ainda É Uma Situação Desconcertante

      Embora se diga que muitas dessas variadas e conflitantes leis e normas sobre o divórcio se baseiam na Bíblia, têm elas sido bem-sucedidas em fortalecer a instituição do casamento ou em resguardar a felicidade humana? O crescente índice de divórcio — um divórcio dentre cada dois casamentos em alguns países — provê uma resposta clara. Estas leis não apenas têm sido mal-sucedidas em fortalecer o vínculo do casamento, como também têm aumentado o infortúnio e o sofrimento na vida de milhões.

      Em vista disso, para as pessoas genuinamente interessadas em fazer o que é direito é importante descobrir o que a Bíblia realmente diz sobre este assunto.

  • Divórcio — o que a Bíblia realmente diz?
    A Sentinela — 1988 | 15 de maio
    • Divórcio — o que a Bíblia realmente diz?

      “O QUE Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.” (Mateus 19:6) É comum ouvirmos essas bem conhecidas palavras de Jesus Cristo serem citadas como declaração final numa cerimônia de casamento.

      Mas, será que por meio dessas palavras Jesus quis dizer que todos os casamentos devem ser permanentes e que não deve haver divórcio sob hipótese alguma? Se tomássemos essas palavras ao pé da letra, isto pareceria ser assim. Contudo, o que levou Jesus a fazer tal declaração? Estava ele estabelecendo algo novo?

      ‘Não É o Caso Desde o Princípio’

      A supracitada declaração de Jesus fazia parte de sua resposta à pergunta dos fariseus: “É lícito que um homem se divorcie de sua esposa por qualquer motivo?”

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