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  • O conceito cristão sobre fazer a corte
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1974
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1974
w74 1/4 pp. 200-201

O conceito cristão sobre fazer a corte

Fatos úteis que os jovens desejam saber.

O CASAMENTO é um costume mundial. Embora possa surpreender a muitos, fazer a corte não é. E mesmo em muitas terras em que é praticado, os costumes de fazer a corte variam grandemente.

Para as pessoas nos lugares onde fazer a corte é aceito como normal, sua ausência em certos países talvez seja difícil de entender. Mas os que vivem em países em que não se costuma fazer a corte talvez fiquem igualmente intrigados com os costumes dos países onde se faz isso. Talvez até mesmo achem alguns destes costumes um pouco ofensivos.

Portanto, em vez de adotar um conceito tacanho e pensar que o único modo de fazer as coisas é como as pessoas na nossa própria localidade as fazem, é muito melhor ampliar nosso modo de pensar. Afinal de contas, não é o desfecho, o resultado das coisas, que determina quão bons ou quão ruins certos costumes são? Lemos na Bíblia, em Eclesiastes 7:8: “Melhor é o fim posterior dum assunto do que o seu princípio.” E temos de admitir que, em muitos países onde fazer a corte é costume, uma grande porcentagem dos casamentos não é bem sucedida, mas acaba em divórcio.

COSTUMES PREVALECENTES

Realmente, a questão que nos interessa é: Qual é o costume prevalecente no lugar onde mora? Em alguns países ou em algumas regiões, os prospectivos noivas e noivos não se encontram até o seu dia de casamento. Os arranjos de seu casamento já foram então providenciados por outros — pelos seus respectivos pais ou talvez por um “casamenteiro” ou “intermediário” que os pais (ou, em alguns casos, o próprio marido prospectivo) possam empregar. Ora, pode ser que tal arranjo de casamento sem a corte preliminar não seja o que muitos prefeririam; mas, para outros, é o costume. E devemos observar que é um costume que não podemos condenar como fora de harmonia com a Palavra de Deus, a Bíblia.

Encontramo-lo ilustrado no casamento do filho de Abraão, Isaque, com Rebeca, sobre o qual pode ler em Gênesis, capítulo 24. E lemos que o filho de Isaque, Jacó, quando se quis casar com a filha de Labão, Raquel, não fez a sua proposta de casamento a ela, mas a seu pai, pedindo que Labão aprovasse o casamento. (Gên. 29:15-20) Além disso, estes casamentos de verdadeiros adoradores foram bem sucedidos.

Realmente, pode haver apenas uma base bíblica para o cristão objetar ao casamento sob tal arranjo. Qual é? Seria no caso em que o arranjo exigisse casar-se com alguém que não é concrente no verdadeiro Deus, Jeová, nem discípulo do Filho de Deus, Jesus Cristo. — Veja Deuteronômio 7:3, 4; 1 Coríntios 7:39; 2 Coríntios 6:14.

Portanto, o que se diz no artigo que segue não se destina a promover o arranjo de se fazer a corte, nem a desconsiderar os costumes existentes em muitos países, nem menosprezar seu valor. Antes, é para dar conselho sadio da Palavra de Deus, especialmente aos jovens nos países em que o costume de fazer a corte realmente existe.

CASAMENTOS DE ADOLESCENTES

E embora o artigo que segue se destine principalmente aos jovens, seu objetivo não é estimular um casamento muito cedo. Os fatos sólidos mostram que os casamentos de adolescentes simplesmente não têm a mesma probabilidade de bom êxito como os casamentos em que um ou ambos atingiram uma idade mais madura. Certo sociólogo comentou: “As pesquisas mostram que, em geral, os casamentos de adolescentes se caracterizam por uma elevada proporção de divórcios ou infelicidade, em comparação com os casamentos numa idade posterior.”

Por outro lado, não há base bíblica para se excluir rigidamente todos os casamentos entre tais pessoas mais jovens. Em geral, as leis do país concedem aos pais o direito de exercer seu critério maduro para decidir o que acham ser nos melhores interesses de seus filhos e para a maior felicidade e o maior benefício para eles. Podem decidir permitir ou não o casamento de seus filhos ou de suas filhas que estão sob a sua jurisdição. Certamente, os muitos problemas de nossos tempos e a grande porcentagem de casamentos fracassados devem fazer com que usem de cautela. E devem fazer com que os jovens de reflexão igualmente usem de cautela — em vez de ‘casar-se às pressas e arrepender-se devagar’. É tolo atravessar uma porta às pressas, só porque está aberta, sem saber bem o que há do outro lado.

Acima de tudo, a pessoa sábia, jovem ou idosa, procurará a orientação de Deus. Sim, “rola os teus trabalhos sobre o próprio Jeová e os teus planos ficarão firmemente estabelecidos”, pois “o coração do homem terreno talvez conceda o seu caminho, mas é o próprio Jeová quem dirige os seus passos”. — Pro. 16:3, 9.

“Persiste igualmente em exortar os homens mais jovens a serem ajuizados, mostrando-te em todas as coisas exemplo de obras excelentes; mostrando no teu ensino incorrução, seriedade, palavras sadias que não podem ser condenadas.” — Tito 2:6-8.

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