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O ato régio de humildade de JesusA Sentinela — 1977 | 1.° de junho
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é uma possessão permanente. (Pro. 22:4) Se fizermos isso, poderemos ter o privilégio de estar entre aqueles que presenciarão o ato régio de humildade de Jesus — de entregar ele o reino ao seu Deus e Pai.
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Por dentro das notíciasA Sentinela — 1977 | 1.° de junho
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Por dentro das notícias
‘Não Pense num Projetista’
● Quando o biologista George Wald, vencedor do Prêmio Nobel, falou perante a Associação Nacional de Professores de Ciência, nos E. U. A., ele fez algumas admissões surpreendentes sobre o pensamento “científico”. “Vivemos num universo bastante específico”, começou ele, “que parece ter sido projetado para haver muita variação e desenvolvimento [necessários para a vida]”.
Mas a notícia no jornal “Times” de Seattle observou que, “assim que Wald parecia chegar à conclusão de que o universo ‘bastante específico’ era a obra dum Criador, ele abruptamente tomou outro rumo”. Por quê?
“Os cientistas relutam em reconhecer desígnio”, disse Wald, “porque estão ansiosos de evitar a idéia de haver um Projetista, com P maiúsculo. Eu mesmo não gosto de pensar num Projetista”.
Não lhe lembra este tipo de raciocínio aquela imagem popular de três macacos, um com as mãos sobre os olhos, outro, sobre os ouvidos, e o terceiro, sobre a boca? Quão similar é isso aos líderes religiosos dos dias de Jesus sobre os quais ele disse: “Eles olham, e não enxergam; escutam, e não ouvem, nem entendem”! — Mat. 13:13, “A Bíblia na Linguagem de Hoje”.
Platão e a Alma
● Uma das principais igrejas está mudando sua história sobre uma doutrina “cristã”, fundamental: a imortalidade da alma. O “Evangelischer Erwachsenenkatechismus” (Catecismo Evangélico Para Adultos), luterano, alemão, admite que a origem deste ensino é do “filósofo grego Platão (427-347 A. C.),[o qual] afirmava enfaticamente que havia uma diferença entre o corpo e a alma”.
Este novo catecismo luterano declara: “Os teólogos evangélicos dos tempos modernos questionam esta combinação de conceitos grego e bíblico. . . . Rejeitam a separação do homem em corpo e alma. Visto que o homem como um todo, é pecador, portanto, na morte ele falece completamente, com corpo e alma (morte total). A ressurreição dos mortos, por isso, não tem nenhuma relação com o homem, é uma criação completamente nova de Deus. Entre a morte e a ressurreição, há uma lacuna; no melhor dos casos, a pessoa continua sua existência na memória de Deus.” — Pp. 189, 532, 533.
Durante décadas, as Testemunhas de Jeová foram consideradas como hereges, por ensinarem isso sobre a alma. Não levaram séculos para se dar conta do que os teólogos evangélicos só admitem agora. Seu estudo da própria Bíblia, em vez de a filosofia humana, revelou que “a alma que pecar, essa morrerá”, e que “os mortos não sabem coisa nenhuma”, até a ressurreição. — Eze. 18:4, 20; Ecl. 9:5, 10, “Almeida”, atualizada.
Mas, se a doutrina da alma imortal se baseia na filosofia platônica, então, quanta outra coisa, que é impingida como “cristã” aos insuspeitos membros das igrejas, também se funda em falsidades similares?
Vindouro “Pânico” Pelas Doenças Venéreas
● A revista “Science” noticiou que agora uma gonorréia resistente à penicilina “está sendo transmitida em todo o mundo numa espécie de grande intercâmbio internacional, de que ninguém precisa”. Notando também a difusão epidêmica, contínua, da gonorréia comum, “Science” disse que “as autoridades sanitárias realmente não sabem o que fazer sobre isso. Argumentando que não podem impedir a sua difusão, porque não podem impedir que as pessoas tenham relações sexuais, eles sentem algo que poderia transformar-se em pânico, se tivessem de lidar com grande número de casos resistentes”.
Assim, por causa do ambiente moralmente doentio do mundo, os cientistas e até mesmo os clérigos rejeitam como não sendo prática a solução óbvia para impedir a difusão das doenças venéreas. Mas o conselho bíblico, de ‘fugir da fornicação’ e de manter “o leito conjugal imaculado”, continua sendo a única maneira prática de se ficar livre destas moléstias repugnantes.
A revista “Science” relatou também que as doenças transmitidas por relações sexuais diferem de outras doenças infecciosas no sentido de que “as pessoas não desenvolvem uma imunidade natural, eficiente, contra a doença, depois de a terem contraído uma vez. Ninguém tem certeza por que é assim”. Certamente esta reação “anormal” do corpo corrobora ainda mais a observação bíblica de que “quem pratica fornicação está pecando contra o seu próprio corpo”. — 1 Cor. 6:18; Heb. 13:4.
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