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O estilo de vida homossexual — quão “alegre” é deveras?Despertai! — 1986 | 22 de março
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O número de março de 1985 da revista Seventeen sugeriu que, se se sente afligido por alguém ser homossexual, talvez precise de aconselhamento “num centro de serviços da comunidade gay da localidade”. Seu artigo concluía com uma declaração do “Reverendo” Robert H. Iles: “Se ama homens ou ama mulheres não é, em última análise, tão importante como o fato de ser capaz de amar.” Ele iguala o amor ao sexo, e afirma: Faça amor, quer homo quer heterossexual.
Um educador britânico lamentava que, nas escolas, “todos os programas de educação sexual são feitos para heterossexuais . . . nenhuma delas tinha preparado um programa sequer para os alunos gays”. Queixou-se, também, de que “a maioria das bibliotecas das escolas só aceitam em seu estoque romances . . . com heróis e heroínas heterossexuais — apesar do crescente volume de ficção gay”. Apontou a causa do preconceito contra os homossexuais: “A idéia de que a heterossexualidade é superior . . . é precisamente a atitude que jaz na raiz do preconceito.”
“Amor” Homossexual
Mas, não é superior a heterossexualidade? Não se torna isto óbvio pelo formato e pelas funções naturais dos órgãos do corpo? Não é homem com mulher a norma óbvia, e homem com homem a óbvia perversão? O “amor” homossexual envolve algumas práticas que o apóstolo Paulo devia ter presente quando falou de coisas que ‘não deviam ser nem mesmo mencionadas entre os cristãos’, e que “são vergonhosas até mesmo para relatar”. (Efésios 5:3, 12) Todavia, às vezes, ele julgou deveras necessário fazer alusão a tais práticas vergonhosas, como em Romanos 1:24-27. Este também parece ser um de tais momentos. O homossexualismo está deixando aceleradamente o oculto. Todo fagueiro, desfila como se fosse um estilo de vida aceitável. Mas será que é? Exatamente o que envolve?
A revista médica Practical Gastroenterology, em sua edição de julho/agosto de 1985, pormenorizou, para os médicos que tratam homossexuais, algumas das práticas do estilo de vida gay. Ela indica que a masturbação mútua é prática comum, como é também o sexo oral e anal. O artigo fornece detalhes explícitos de outras práticas incrivelmente chocantes.
Mostra que o homossexualismo pode degenerar em sadomasoquismo, o prazer de degradar outros e de ser degradado. Para os cristãos genuínos, este estilo de vida é totalmente inaceitável. A insidiosa propaganda que agora inunda tudo, em seu favor, deve ser evitada como a praga que verdadeiramente é.
O Que Colhem os “Gays”
Tais abusos crassos não são cometidos impunemente. As pessoas colhem o que semeiam. Practical Gastroenterology publicou uma série de artigos sobre as doenças causadas pelo homossexualismo. Hepatite simples, infecções hepáticas, gonorréia, sífilis, infecções parasitárias, linfoma do intestino delgado, sarcoma de Kaposi, e, naturalmente, a temível AIDS — estas são apenas algumas das doenças consideradas em suas edições de julho/agosto e de setembro/outubro de 1985.
Novas pesquisas culpam a AIDS de causar danos ao cérebro e à medula espinhal. A seção de ciência do jornal The New York Times, de 15 de outubro de 1985, informa: “Alguns destes pacientes mostram claros sinais de demência, incluindo a perda de memória, a incapacidade de planejar ou de fazer decisões, e notável indiferença a tudo. Outros apresentam paralisia parcial, perda da coordenação muscular ou de até mesmo piores problemas em controlar seu corpo . . . O cérebro de algumas vítimas da AIDS se contraiu. Seus espaços interiores, chamados ventrículos, acham-se dilatados e partes do todo-importante córtex cerebral parecem encolhidas. . . . Mesmo que se consiga descobrir tratamentos que impeçam uma infecção viral e permitam que o sistema imunológico se refaça, os danos cerebrais provavelmente são permanentes.”
Os casos de AIDS, atualmente incurável, mais do que dobram a cada ano, sendo sempre fatais, e se disseminam por todo o mundo. Ela aflige mormente a homossexuais, mas também a pessoas que tomam tóxicos por via intravenosa e que recebem transfusões de sangue ou derivados do sangue. Também, os bebês que nascem de mães infetadas pelo vírus. Disseminado pelos fluidos do corpo, o vírus pode ser encontrado no sangue, no esperma, na urina, na saliva, e nas lágrimas. Tem longo período de incubação. Podem passar-se muitos anos desde a exposição ao vírus e o irrompimento da AIDS, o que torna impossível o diagnóstico precoce. O vírus está dentro da pessoa, como uma bomba de efeito retardado que explodirá — mas quem sabe quando?
Está explodindo agora em todo o mundo. Calculadamente mais de um milhão de pessoas — alguns dizem que são cerca de dois milhões — nos Estados Unidos, ficaram expostas ao vírus da AIDS. Dentre os mais de 14.500 casos desde 1981, mais de 7.000 já morreram. No Brasil, são quase 550 casos confirmados, e mais de 250 óbitos registrados de julho de 1982 a novembro de 1985, além de uns 100 casos suspeitos. O número de casos aumenta vertiginosamente em todo o mundo — na Europa, na Ásia, na Austrália, nos países do Caribe, em quase 20 nações africanas, e em 15 países das Américas. No ano passado, o número de nações que notificaram casos de AIDS à Organização Mundial de Saúde, em Genebra, pulou de 40, em agosto, para 71 em outubro, com o total de casos quase chegando a 17.000 naquela época.
Um Estilo de Vida Inaceitável Para Jeová
O homossexualismo não é um alternativo estilo de vida aceitável para Jeová Deus. Com freqüência, tanto pregadores gays como liberais torcem textos bíblicos no vão esforço de fazer com que pareça sê-lo. (2 Pedro 3:16) Há milhares de anos, Jeová destruiu Sodoma porque a maioria dos varões daquela cidade praticavam o homossexualismo. (Gênesis 19:4-25) Séculos mais tarde, o apóstolo Pedro assemelhou os homens que imitavam tais sodomitas a “animais irracionais, nascidos naturalmente para serem apanhados e destruídos”. — 2 Pedro 2:6-13.
Em linguagem inequívoca, o inspirado apóstolo Paulo condenou tanto a pederastia como o lesbianismo: “Deus os entregou a ignominiosos apetites sexuais, pois tanto as suas fêmeas trocaram o uso natural de si mesmas por outro contrário à natureza; e, igualmente, até os varões abandonaram o uso natural da fêmea e ficaram violentamente inflamados na sua concupiscência de uns para com os outros, machos com machos, praticando o que é obsceno e recebendo em si mesmos a plena recompensa que se devia ao seu erro.” — Romanos 1:26, 27.
Paulo também escreveu: “Não sejais desencaminhados. Nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem homens mantidos para propósitos desnaturais, nem homens que se deitam com homens, nem ladrões, nem gananciosos, nem beberrões, nem injuriadores, nem extorsores herdarão o reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9, 10) Outras versões da Bíblia traduzem a expressão “homens que se deitam com homens” de várias formas, como segue: sodomitas, pervertidos, pervertidos sexuais, pervertidos homossexuais, perversão homossexual, e apenas, sucintamente, como homossexuais.
Um Estilo de Vida Feliz e Infindável
Não existe nada de “alegre” (gay) naquilo que os gays colhem. Isto pode ser evitado por se dar ouvidos a Jeová: “Eu, Jeová, sou teu Deus, Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar. Oh! se tão-somente prestasses realmente atenção aos meus mandamentos! A tua paz se tornaria então como um rio e a tua justiça como as ondas do mar.” — Isaías 48:17, 18.
Alguns psiquiatras e outros, contudo, dizem que o homossexualismo não pode ser “curado”, nem mesmo pela conversão religiosa. Isso é muito difícil, talvez, mas não é impossível. O apóstolo Paulo mostrou isto quando disse, em seguida: “E, no entanto, isso é o que fostes alguns de vós. Mas vós fostes lavados.” (1 Coríntios 6:11) Assim, isto foi feito pelos cristãos primitivos. E está sendo feito hoje em dia. Ainda será feito por outros que se voltam para Jeová em busca de ajuda: “Para todas as coisas tenho força em virtude daquele que me confere poder.” (Filipenses 4:13) Por conseguinte, “desnudai-vos da velha personalidade com as suas práticas e revesti-vos da nova personalidade, a qual, por intermédio do conhecimento exato, está sendo renovada segundo a imagem Daquele que a criou”. — Colossenses 3:9, 10.
Jeová odeia o que é mau, mas está pronto a mostrar misericórdia às pessoas que se arrependem de seu erro. As Testemunhas de Jeová também odeiam o que é mau, incluindo as suas próprias imperfeições carnais, mas elas não odeiam a si mesmas nem a outras pessoas que cometem a maldade. Odeie o pecado, mas não o pecador, é o preceito de Jeová, e também o de seus adoradores. Judas, escritor bíblico, diz: “Continuai a mostrar misericórdia para com os outros, fazendo-o com temor, ao passo que odiais até mesmo a roupa interior que tiver sido manchada pela carne.” — Judas 23; veja também Salmo 97:10, Mateus 5:43-48 e Romanos 7:15-25.
Como escreveu o apóstolo Paulo em Romanos 3:23: “Todos pecaram e não atingem a glória de Deus.” Mas todos os pecadores, incluindo os homossexuais, que assimilarem o conhecimento bíblico exato e atuarem de acordo com ele, colherão benefícios agora, e obterão a vida eterna numa Terra paradísica. — Salmo 37:10, 11, 29; Mateus 6:10; João 17:3; Revelação 21:3-5.
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A Aids, a transfusão de sangue, e as Testemunhas de JeováDespertai! — 1986 | 22 de março
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A Aids, a transfusão de sangue, e as Testemunhas de Jeová
“NO ANO passado, mais ou menos, o risco de AIDS no sangue e nos derivados de sangue levou a novo ápice os receios sobre ‘a roleta russa nos bancos de sangue’. Novos testes sanguíneos (com sua inevitável porcentagem de falsos negativos), para determinar os portadores de AIDS, não fornecem garantia de que o agente transmissor da AIDS não penetre nos estoques nacionais de sangue [dos EUA]. Por outro lado, devido ao inevitável índice concomitante de falsos positivos, estes testes expõem os doadores de sangue ao risco de serem erroneamente identificados como portadores da AIDS. Esta espécie de rotulagem pode ter profundas implicações sociológicas, ocupacionais e educacionais para o desafortunado doador de sangue. Nesta era dos computadores, os esforços de garantir o sigilo profissional são terrivelmente inadequados . . . Eles [os médicos que lidam com a AIDS] conhecem o elo existente entre os estoques de sangue desta nação e a AIDS. . . . Não se dispõem a admitir que a evidência científica apóia agora a oposição religiosa das Testemunhas de Jeová (objetos de profundo ódio por parte dos praticantes da medicina moderna) às transfusões de sangue?” — The People‘s Doctor (O Médico do Povo), um informe médico para os consumidores, volume 9, n.º 5, do Dr. Robert S. Mendelsohn.
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