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  • Manifesta-se o “terceiro mundo”
    Despertai! — 1977 | 8 de maio
    • econômico e político das nações pobres.”

      Assim, de novo se manifestou o terceiro mundo. E, mais uma vez, o que disse não foi favorável às nações ocidentais, que constituem o coração do que é chamado comumente de “cristandade”.

  • Uma pílula amarga de se engolir
    Despertai! — 1977 | 8 de maio
    • Uma pílula amarga de se engolir

      Do correspondente de “Despertai!” no Zaire

      “ACHO que contraiu malária”, observou o médico. Minhas terríveis dores de estômago e a dor de cabeça me diziam que não devia argumentar com ele. Prontamente me aplicou uma injeção de quinina em forma líquida, junto com instruções de quanta quinina tomar nos dias seguintes. Felizmente, o tratamento deu certo e não demorou muito até que voltei ao normal.

      Essa experiência, e o fato de morar numa das principais áreas produtoras de quinina, avivaram meu interesse nesta substância. Milhões de pessoas que moram nos países tropicais, onde prevalece a malária, engolem diariamente pílulas amargas de quinina. Mas, exatamente o que é a quinina? De onde se obtém tal substância? E quais são os seus usos? Estava resolvido a descobrir isso.

      Indo à Fonte

      A quinina é uma substância derivada da casca das árvores cinchonas ou quinas. Estas crescem nas encostas orientais dos Andes, onde os espanhóis chegaram à América do Sul, no século dezesseis. Os exploradores verificaram que os índios usavam a casca dessa árvore com fins medicinais. Logo tais europeus mascavam a casca da quina. Era uma guloseima? Certamente que não! A casca tinha gosto desagradável e amargo. Mas, mascá-la era eficaz como remédio contra a febre.

      Logo se pesquisavam outros meios de retirar a substância medicinal da casca e torná-la mais fácil de tomar. Alguns anos após a descoberta inicial dos europeus, verificou-se que, se a casca da quina fosse mergulhada por certo tempo em vinho, o remédio era absorvido pelo vinho. Este era escoado da casca e consumido. Obviamente, tratava-se dum meio muito mais fácil de tomar o remédio, visto que o gosto amargo era neutralizado ou disfarçado pelo vinho. Mas, devido à dificuldade de extração e o fato de que toda a casca tinha de ser trazida da América do Sul, a quinina só permanecia disponível para os ricos e os privilegiados.

      Em meados do século dezenove, a cinchona começara a morrer na América do Sul. Mas, estava sendo plantada em Java, e, durante muitos anos, a Indonésia foi o maior fornecedor da quinina. Outros países tropicais também produziam quinina, no esforço de controlar a malária. Em 1938, a cinchona foi introduzida na região de Kivu, na República do Zaire. Nos anos recentes, esta área se tornou grande fornecedora da quinina.

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