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O problema de manter-se equilibradoDespertai! — 1975 | 8 de outubro
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esquizofrenia entre seus filhos adolescentes. Esta afecção mental se refletiu no número vertiginoso de suicídios e no grande aumento de crimes violentos. Tais crimes são incomuns entre os vietnamitas, disciplinados desde a infância a amainar impulsos agressivos nas relações pessoais.
Escopo do Problema
O número dos que sucumbem às doenças mentais de uma forma ou de outra é chocantemente elevado. Segundo o Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, pelo menos um de cada dez estadunidenses sofre de algum distúrbio mental ou emocional. Há perto de meio milhão de pacientes nos sanatórios de doenças mentais. Além disso, cerca de dez milhões de outros padecem de doenças mentais, e 250.000 pacientes novos são internados cada ano em instituições de doenças mentais.
Atordoante também é a despesa com doenças mentais, que custam aos estadunidenses cerca de Cr$ 160.000.000.000,00 ao ano. E, ainda mais trágica é a estatística de suicídios. Há mais de 20.000 suicídios por ano, as afecções mentais sendo responsáveis por tantas delas, assim como o são por dez vezes mais tentativas fracassadas de suicídio.
Na Grã-Bretanha, a Associação Nacional de Saúde Mental relata que as perturbações mentais são, de per si, a maior causa da invalidez a longo prazo. Cerca de 32 milhões de dias de trabalho são perdidos anualmente devido a isso. A associação se queixa de que, ao passo que os doentes mentais ocupam a metade dos leitos hospitalares, apenas se gasta com eles um quinto do que é gasto com pacientes portadores de perturbações físicas.
Já sofreu o leitor, ou algum ente querido, devido à demasiada tensão, ou já teve um “colapso nervoso” ou lutou contra uma afecção mental? Se assim for, sabe que pode resultar na pior forma de sofrimento, bem como na maior dificuldade para a família próxima da pessoa.
Que formas assumem as doenças mentais?
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As muitas faces da doença mentalDespertai! — 1975 | 8 de outubro
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As muitas faces da doença mental
A TRAGÉDIA da doença mental assume muitas formas. Pode ser assemelhada a um ator que traja várias roupas ou disfarces, dependendo do personagem que representa.
Existe tanta incerteza quanto ao quadro sintomático que alguns psiquiatras amplamente conhecidos até mesmo chegam a afirmar que não existe tal coisa como “doença” mental! Acham ser simples questão de ‘disfunção de comportamento’. Mas, há evidência de que o sangue tirado dum esquizofrênico e injetado em pessoas sãs pode fazer com que
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