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  • O uso indevido de crianças — a epidemia resultante
    Despertai! — 1984 | 22 de maio
    • exposição indecente de sua nudez até o estupro. Uma de suas formas mais repulsivas é a pornografia infantil. Fotografam-se crianças em poses sexualmente explícitas, às vezes com inimaginável depravação, e as fotos são vendidas a pedófilos, indivíduos moralmente enfermos que acham as crianças sexualmente atraentes.

      Outro aspecto desta epidemia resultante é o problema do incesto. “Há apenas uns 15 anos, os peritos afirmavam que o incesto . . . só ocorria em uma dentre um milhão de famílias”, veiculou a revista Reader’s Digest, em janeiro de 1981. “Agora, alguns profissionais crêem que a incidência real poderia ser até de uma em cem.”

      Sente-se horrorizado só em pensar no uso sexual indevido de crianças? Não são todos que compartilham seus sentimentos. A publicação oficial do Conselho Sobre Informações e Educação Sexuais dos Estados Unidos chegou a sugerir que o incesto com os filhos em casa poderia ser melhor do que tanta fornicação juvenil fora de casa!

      Em Los Angeles existe a “Rene Guyon Society”, alegadamente composta de médicos, advogados e outros homens e mulheres que ocupam posições respeitadas e influentes, cujos membros crêem que as criancinhas deviam provar o sexo. O lema desse grupo é: “Sexo até os oito anos, ou será tarde demais.” Veicula-se que tal grupo utiliza a pornografia infantil para estimular os adolescentes.

      Daí, existe a NAMBLA (sigla, em inglês, da Associação Americana de Amor Entre Homens e Meninos), um grupo homossexual interessado em promover o “amor” entre homens e meninos. Tais idéias de “amor” nos fazem lembrar do provérbio bíblico: “As misericórdias dos iníquos são cruéis.” (Provérbios 12:10) Muitas crianças são hoje vítimas de tal crueldade.

      E, ao passo que o uso sexual indevido de crianças se agrava, outros tipos de abusos não ficam muito atrás. Como nunca antes, as crianças sofrem a violência parental. O homicídio é uma das cinco causas principais de morte entre as crianças nos Estados Unidos. De acordo com os CDC (sigla em inglês para os Centros de Controle de Doenças), nos anos recentes, tais homicídios se avolumaram numa taxa chocante, e um terço deles ocorrem às mãos dos pais ou de padrastos. Na maioria dos casos, tais pessoas de 1 a 17 anos são mortas a bala, a facadas ou por estrangulamento.

  • O tributo — uma epidemia de DV
    Despertai! — 1984 | 22 de maio
    • O tributo — uma epidemia de DV

      “AS DOENÇAS sexualmente transmissíveis (DST) acham-se tão difundidas que são consideradas hiperendêmicas.” Este anúncio feito no Journal of the American Medical Association (Revista da A.M.A.) fornece apenas um indício de como a moderna epidemia de imoralidade resultou em literais epidemias físicas. Esta geração, imaginando que a ciência médica já conquistara as doenças venéreas, se lançou em busca do sexo dum modo que rivaliza a Roma de Nero, e as cidades de Sodoma e Gomorra. A nova moral, porém, voltou-se contra eles como um bumerangue.

      Julgava-se comumente que a penicilina, droga milagrosa, tinha solucionado o problema da gonorréia de uma vez para sempre. Recentemente, porém, uma publicação para as forças armadas dos EUA, Pacific Stars and Stripes (Estrelas e Listras do Pacífico), noticiou que, em um só ano, 8.000 soldados nas Filipinas e na Coréia do Sul tinham contraído nova cepa de “supergonorréia”, resistente à penicilina.

      Do Canadá, comunica-se: “A gonorréia, calculadamente com 120.000 casos, ‘escapou do controle’ no Canadá, havendo mais casos dela do que nunca — até mesmo mais do que durante a Segunda Guerra Mundial.” (Jornal The Toronto Star) Na Inglaterra, divulga-se uma estatística similar. “O número de mulheres que contraem gonorréia agora é quase o dobro que durante a guerra.” — Jornal The Sunday Times.

      Da África provém um informe similar. O jornal Fraternité Matin, de Abidjan, Costa do Marfim, veicula a respeito dum país vizinho: “A metade das mulheres adultas . . . já sofreram ou estão sofrendo de doenças venéreas.”

      Um agente transmissor da doença com nome desconhecido — Chlamydia — é também comumente transmitido pelo contato sexual. Produz um quadro clínico conhecido como UNG (uretrite não-gonocócica), a qual, de algum modo, assemelha-se a alguns dos sintomas de gonorréia e ameaça sobrepujar a gonorréia como a principal doença sexualmente transmissível.

      O Flagelo do Herpes

      Outra alarmante epidemia moderna é a de herpes. Os vírus do herpes provocam ampla gama de afecções, inclusive a varicela, a mononucleose e o herpes simples bucal. O sexualmente transmitido com mais freqüência, contudo, é o herpes simples II, o herpes genital. Este produz lesões nos órgãos sexuais ou em suas proximidades, amiúde acompanhadas de febre, dores musculares e inchação dos gânglios linfáticos — “como se alguém encostasse um ferro de soldar em sua pele” — para citarmos uma vítima.

      O herpes genital não só é agonizantemente desconfortável, mas pode ser mortífero. É a causa mais comum de cegueira infecciosa nos Estados Unidos e pode resultar em mortífera infecção cerebral, males cardíacos, esterilidade, defeitos congênitos, abortos involuntários, natimortos e, possivelmente, câncer cervical.

      Os herpes-vírus são mais difíceis de combater do que as infecções bacterianas. Quando não atormentam ativamente suas vítimas, permanecem latentes no corpo. “Os vírus do herpes travam uma guerra de guerrilha, ocultando-se em alguma parte do sistema nervoso e partindo para ataques de surpresa. Os pesquisadores julgam que, uma vez os vírus se instalem no corpo, ficam ali para sempre”, segundo um informe da “Associated Press”. Até agora a ciência médica não conhece nenhuma cura para esta doença sexualmente transmissível, que os CDC [Centros de Controle de Doenças] anunciaram que se dissemina mais rápido nos Estados Unidos do que qualquer outro vírus, exceto o do resfriado comum e o da influenza.

      Recentemente, nova doença ocupou as manchetes: a AIDS, sigla em inglês da síndrome de deficiência imunológica adquirida. De que se trata?

      Em linguagem simples, as vítimas da AIDS perdem sua resposta imunitária às doenças e muitas delas contraem outras moléstias, destacadamente formas raras de pneumonia e de câncer.

      Em julho de 1982, 471 casos de AIDS já tinham sido identificados em nove países. Em agosto de 1983, a doença já tinha sido atestada em 16 países, havendo 1.972 casos nos Estados Unidos e Porto Rico. Destes, 759 já tinham morrido, um dos mais altos índices de mortalidade de qualquer doença da História. Um comunicado de 1982 mostrava que, dentre os que apresentavam a doença por mais de um ano, a taxa de mortalidade era superior a 60 por cento.

      O que provoca a AIDS? Ninguém sabe. Como é transmitida? Ninguém tem certeza, mas os médicos crêem que a maioria dos casos é de transmissão sexual. Uma coisa é certa: A doença aflorou entre jovens e ativos varões homossexuais. E continua a colher seu maior tributo entre este mesmo grupo. Em maio de 1983, segundo a revista Health [Saúde], 71 por cento dos casos de AIDS tinham ocorrido entre varões homossexuais ou bissexuais.

      Sim, a imoralidade — uma doença do espírito — tem colhido abundante tributo de epidemias físicas.

  • A saída
    Despertai! — 1984 | 22 de maio
    • A saída

      A BÍBLIA avisa: “Cada um vai colher aquilo mesmo que semeia.” (Gálatas 6:7, Bíblia Mensagem de Deus) Se já houve alguma geração que comprovou tais palavras, é a atual. Nas páginas precedentes, examinamos a epidemia de imoralidade sexual e vimos algumas das horrendas pragas físicas que produziu. Outras moléstias causadas pela imoralidade produziram resultados similares.

      À guisa de exemplo, dois dos maiores assassinos atuais são o câncer e as doenças cardíacas. A respeito destas duas pragas, informa a Organização Mundial de Saúde: “90 por cento dos casos [de câncer pulmonar] ocorrem em fumantes. Os fumantes correm um risco cinco a dez vezes maior de contrair câncer da boca, da garganta e do esôfago.” Prossegue ainda: “As doenças coronárias são a principal causa da morte na maioria dos países desenvolvidos, e o risco de morrer delas é duas ou três vezes maior no caso de fumantes do que para os não-fumantes.”

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