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Nosso filho ajudou-me a corrigir meus valoresDespertai! — 1979 | 8 de fevereiro
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em reuniões cristãs. Quer estejamos em casa, fazendo compras, dirigindo o carro ou visitando vizinhos, esta criaturinha feliz quase sempre está cantando. É surpreendente ver quão revigorante e animador isto pode ser, mesmo para um estranho, por quem passamos ao fazer compras num supermercado.
A atenção de Craig o torna mais receptivo ao ensino, muito embora, como já mencionamos antes, sua compreensão dos movimentos em relação às pessoas e objetos seja mais lenta. Já com dois anos e meio de idade podia citar os primeiros 13 livros da Bíblia na seqüência correta. Conseguia responder a muitas perguntas relativas aos personagens da Bíblia. Sua atenção à oração é tamanha que ele é bem conhecido, nas reuniões cristãs, como dizendo “Amém!” em voz alta antes dos demais. Ele ainda faz o mesmo às refeições, depois de nossa oração de graças. Sua disposição e amor a Deus, nesta tenra idade, têm sido verdadeiro encorajamento.
Quando, certa vez, eu quis ficar em casa, deixando de ir à nossa reunião cristã, sentindo-me um pouco abatida, Craig passou a mover-se a tarde inteira pela casa, dizendo: “Vamos ao Salão do Reino reunir com nossos irmãos e entoar cânticos a Jeová.”
Em outras ocasiões, ele nos incentivou, quando estávamos cansados, pedindo-nos que cantássemos! “Vamos entoar um cântico a Jeová”, diz ele. Ou, pergunta-nos: “Quem fez a laranja? Quem fez o sol?” Rapidamente consegue resultados.
De início, encarei a deficiência física de nosso filho somente como tragédia. Todavia, está muito longe de ser insuportável. Ao invés de lamentar a perda de um dom, o da visão, outros dons assumiram muito maior valor para mim. Agora que Craig já tem cinco anos, e é mais robusto, estamos dando outros passos, junto a um cirurgião oftalmologista. Conseguimos a restauração parcial da visão em um dos olhos, com o auxílio de óculos de lentes bem potentes.
Nós, como Craig, aguardamos o dia em que ele conseguirá ver-nos com clareza. E também o aguarda seu irmãozinho, que tem visão normal e que já está ‘esforçando-se um tanto’ para brincar com ele. — Contribuído.
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A verdade “passada a ferro”Despertai! — 1979 | 8 de fevereiro
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A verdade “passada a ferro”
UMA senhora italiana trabalhava com um grupo de freiras, numa clínica, em Manfredonia, sul da Itália. “Certo dia, enquanto estava na cozinha”, relata ela, “a madre superiora me mandou ir à lavanderia e jogar fora um livro que ela havia embebido em água, durante alguns dias”. A senhora foi pegar o livro, mas, antes de jogá-lo fora, decidiu examiná-lo. O livro não tinha perdido sua cor alaranjada. Era o livro Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado.
“Delicadamente o peguei”, continuou, “e fui ao terraço para secá-lo, de modo que pudesse levá-lo para casa. Cuidadosamente passei a ferro as páginas. Também permiti que minha mãe o visse, e, toda noite, líamos algumas páginas. Com freqüência encontramos o nome Jeová, não sabendo que era o nome de Deus. Algum tempo depois, uma senhora, com um bebê, veio à minha casa, falando sobre a Bíblia Sagrada. Perguntei-lhe: ‘Poderia dizer-me o que significa Jeová?’”
Esta senhora sincera aceitou rapidamente um estudo bíblico e começou a freqüentar as reuniões das Testemunhas de Jeová.
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