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Assembléias de Distrito planejadas para 1974A Sentinela — 1974 | 1.° de agosto
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Assembléias de Distrito planejadas para 1974
NO ANO passado, e no início deste ano, mais de 2.594.305 pessoas nas Américas, na Europa, na Ásia e na África assistiram à série agradável de assembléias internacionais realizadas pelas testemunhas de Jeová a partir de fins de junho do ano passado. No Brasil, a grande assembléia internacional “Vitória Divina” foi realizada no fim de dezembro em São Paulo.
Quais os planos para 1974? Se for da vontade de Jeová, haverá um número ainda maior de assembléias do que no ano passado. No Brasil, por exemplo, planejam-se vinte e cinco lugares diferentes para as assembléias. Isto deverá reduzir a necessidade de grandes viagens e tornar conveniente que mais pessoas assistam a elas.
Em vista da proximidade do predito “dia de Jeová”, exortamos a todos os que procuram a boa vontade de Deus a fazerem todo esforço para assistir a uma destas assembléias “Propósito Divino”. Cada assembléia terá um programa de quatro dias de informações oportunas. A sessões serão realizadas de manhã e à tarde, de quinta-feira até domingo, salvo exceções ainda a ser anunciadas. O programa de todas as assembléias será o mesmo.
A lista das cidades das assembléias planejadas para o mês de novembro (e algumas talvez em dezembro), destina-se a ajudá-lo a fazer desde já seus planos para estar presente. Pormenores adicionais poderão ser obtidos nas congregações das testemunhas de Jeová. Todas estas assembléias são patrocinadas pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados para as testemunhas de Jeová.
Se for alguém que anseia o tempo em que a regência de Deus trará condições justas nesta terra, então o exortamos: Não perca nada do programa!
CIDADES EM QUE SE PLANEJA REALIZAR AS ASSEMBLÉIAS
Rio Branco, AC
Manaus, AM
Belém, PA
São Luís, MA
Fortaleza, CE
Recife, PE
Maceió, AL
Salvador, BA
Vitória da Conquista, BA
Vitória, ES
Brasília, DF
Belo Horizonte, MG
Juiz de Fora, MG
Rio de Janeiro, GB
Niterói, RJ
São Paulo, SP
Campinas, SP
Bauru, SP
São Caetano do Sul, SP
Campo Grande, MT
Londrina, PR
Curitiba, PR
Blumenau, SC
Novo Hamburgo, RS
Santa Maria, RS
“Congrega o povo, os homens e as mulheres, e os pequeninos, e teu residente forasteiro que está dentro dos teus portões, para que escutem e para que aprendam, visto que têm de temer a Jeová, vosso Deus, e cuidar em cumprir todas as palavras desta lei.” — Deu. 31:12.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1974 | 1.° de agosto
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Perguntas dos Leitores
● Quando criou Deus os dinossauros e quando ficaram extintos?
A Bíblia não fornece respostas específicas a esta pergunta. Segundo a narrativa de Gênesis, os animais foram criados durante o quinto e o sexto dos períodos ou dias, criativos. Caso a expressão hebraica traduzida “grandes monstros marinhos” [em hebraico: tanninim] inclua os dinossauros, que amiúde habitavam áreas pantanosas e aquosas, isto significaria que os dinossauros foram criados no quinto “dia”. (Gen. 1:21) Não sabemos se continuaram a existir até o homem ser criado (perto do fim do sexto “dia”). O mais tardar, parece provável que tenham desaparecido da terra no tempo do dilúvio dos dias de Noé. Os dinossauros eram répteis, e certas espécies de dinossauros parecem-se muito na estrutura e de outra forma com os lagartos (sauros, de fato, é a palavra grega para “lagarto”; saura, em Levítico 11:29, LXX). Nem todos os tipos de dinossauros eram de tamanho tão gigantesco. Portanto, mesmo que tivessem sobrevivido até o Dilúvio, não teria necessitado levar casais das variedades gigantescas para dentro da arca. Outros membros menores da família ou “espécie” específica a quem pertenciam teriam bastado para cumprir a ordem divina. — Gên. 6:19, 20; 7:14.
Algumas das traduções mais antigas da Bíblia usam às vezes a palavra “dragões” para traduzir a palavra hebraica tanninim (“monstros marinhos”, NM). (Sal. 74:13 [73:13]; 148:7, Figueiredo; Isa. 27:1, Almeida, rev. e corr.; Trinitária, 1883) O termo “dragão” (em grego: drákon) é encontrado nas Escrituras Gregas Cristãs. Sugeriu-se como possível que, em vez de ter uma fonte puramente mítica, esta expressão talvez se aplicasse originalmente a enormes criaturas tais como os dinossauros, assumindo só posteriormente um sentido mitológico, depois de estas criaturas gigantescas terem desaparecido já há muito tempo. É interessante notar que muitas das representações míticas do “dragão” se parecem fortemente com certos tipos da família das enormes criaturas reptílicas que incluíam o dinossauro.
● Revelação 20:5 reza: “Os demais mortos não passaram a viver até terem terminado os mil anos.” Mostra este texto que a ressurreição ocorrerá após o reinado milenar de Cristo?
Não, este texto não precisa ser entendido assim.
Há até mesmo certa incerteza quanto a se estas palavras aparecem mesmo no que o apóstolo João escreveu originalmente. Decididamente não se encontram no Manuscrito Sinaítico do quarto século. Se estavam no original, estas palavras, ainda assim, precisam ser consideradas à luz do contexto e das demais Escrituras.
Revelação 20:4-6 reza: “Eu vi tronos, e havia os que se assentavam neles, e foi-lhes dado poder para julgar. Sim, vi as almas dos executados com o machado, pelo testemunho que deram de Jesus e por terem falado a respeito de Deus, e os que não tinham adorado nem a fera nem a imagem dela, e que não tinham recebido a marca na sua testa e na sua mão. E passaram a viver e reinaram com o Cristo por mil anos. (Os demais mortos não passaram a viver até terem terminado os mil anos.) Esta é a primeira ressurreição. Feliz e santo é todo aquele que tem parte na primeira ressurreição.”
É evidente que os que têm a “primeira ressurreição” passam a viver antes do fim do reinado de mil anos, visto que estão associados com seu Senhor na regência durante este período. Mas os que não têm a “primeira ressurreição”, a ressurreição para a vida celestial, são mencionados como ‘não passarem a viver até terem terminado os mil anos’. A pergunta é: Refere-se tal ‘passaram a viver’ a serem ressuscitados?
Não; em vista do contexto e à luz de outros textos, torna-se claro que não se dá isso. Descrevendo a ressurreição, Revelação 20:11-13 diz: “Eu vi um grande trono branco e o que estava sentado nele. De diante dele fugiam a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. E eu vi os mortos, os grandes e os pequenos, em pé diante do trono, e abriram-se rolos. Mas outro rolo foi aberto; é o rolo da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas escritas nos rolos, segundo as suas ações. E o mar entregou os mortos nele, e a morte e o hades entregaram os mortos neles, e foram julgados individualmente segundo as suas ações.” Daí, em Revelação 21:1 lemos: “Eu vi um novo céu e uma nova terra; pois o céu anterior e a terra anterior tinham passado.”
O contexto geral mostra assim que a ressurreição geral dos mortos ocorre depois de “o céu anterior e a terra anterior” terem passado. Quando se dá isso? De acordo com 2 Pedro 3:10, os anteriores céus e terra devem passar no “dia de Jeová”. Aquele dia, segundo os versículos 3 a 6, apanhará os zombadores desprevenidos, assim como se deu com o dilúvio dos dias de Noé, e por isso antecede ao reinado milenar de Cristo.
Nos dias de Noé, não pereceram nem a terra literal nem os céus literais. Mas foi a sociedade humana iníqua, sob o controle de forças espirituais iníquas, que pereceu nas águas do dilúvio. De modo similar, a destruição dos “céus e a terra que agora existem” não significa o fim da terra literal, nem dos céus materiais. (2 Ped. 3:7) No entanto, perecerá uma sociedade humana ímpia. E Satanás, o Diabo, e seus demônios, que governavam quais “céus” sobre a humanidade desobediente, serão postos fora de ação ou lançados num abismo. — Rev. 20:1-3.
Visto que Revelação 20:11-13 relaciona a ressurreição geral dos mortos com a ‘fuga da terra e do céu’, esta ressurreição deve ocorrer durante o reinado milenar em que Satanás está no abismo. Portanto, ‘passarem a viver’ os mortos no fim do reinado milenar, conforme mencionado em Revelação 20:5, não se pode aplicar a essa ressurreição dos mortos no Hades. Então, como deve ser entendido (se realmente fizer parte do texto inspirado da Bíblia)?
A Bíblia mostra que até mesmo os vivos podem ser encarados como ‘mortos’ do ponto de vista de Deus. Jesus Cristo disse: “Deixa que os mortos enterrem seus mortos.” (Mat. 8:22) Ele falou também sobre os que o aceitam em fé como que ‘passando da morte para a vida’. (João 5:24) O apóstolo Paulo escreveu de modo similar, com referência aos que hão de participar na regência celestial: “Embora estivésseis mortos nas vossas
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