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Entendendo as bestas do ApocalipseA Sentinela — 1963 | 15 de abril
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em mente que se trata de alimento espiritual sólido e que, por conseguinte, pode ser assimilado somente por aqueles que fizeram algum progresso no entendimento espiritual. Para ilustrar: Como poderia alguém avaliar que o dragão e seus anjos representam Satanás e seus demônios se tal pessoa não cresse na existência destes? Este principio também se aplica em sentido coletivo, pois “a vereda dos justos é como a luz, da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. Segue-se que até mesmo se a própria Palavra de Deus não der a interpretação de uma profecia, não podemos rejeitar a possibilidade de luz incrementada sobre esta. Tendo estes princípios em mente, passemos agora à consideração das bestas do Apocalipse. — Pro. 4:18, ALA.
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O dragão vermelhoA Sentinela — 1963 | 15 de abril
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O dragão vermelho
O PRINCIPAL entre as bestas que João viu, segundo registrado no livro de Apocalipse era “um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças, sete diademas”. A palavra “dragão” traduz aqui a palavra grega drakōn, que é definida como sendo uma espécie fabulosa de serpente. A palavra portuguesa “dragão” significa uma serpente fabulosa e monstruosa que tem escamas, cabeça cristada e garras enormes. — Apo. 12:3, ALA.
Quem é este dragão bestial? A própria profecia nos diz: “Foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo.” Apropriadamente, o apóstolo Pedro se refere ao dragão Satanás, o Diabo, como a um “leão que ruge procurando alguém para devorar”. (Apo. 12:9; 1 Ped. 5:8, ALA) A cor vermelha dele é símbolo de ser ele extremamente perverso e sanguinário. (Isa. 1:18; 63:1-3) Ele é deveras a “antiga serpente”, pois foi quem, usando a serpente como o seu porta-voz, “enganou a Eva com a sua astúcia”. — 2 Cor. 11:3, ALA.
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