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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
w68 15/7 pp. 446-447

Perguntas dos Leitores

• Como as testemunhas de Jeová consideram as pessoas que fazem uso de “drogas” inclusive narcóticos, LSD, e assim por diante? — V. K., EUA.

Isto não é algo que pode ser respondido com uma declaração ampla e indiscriminada, visto que, em diferentes partes da terra, as pessoas usam muitas coisas para se estimularem e despertarem ou para se descontraírem e acalmarem. A Bíblia não menciona todas as coisas que são assim usadas atualmente; por isso, o que temos de fazer é considerar o efeito de tomarmos certa substância e, daí, considerarmos como este efeito é reputado pelos cristãos à luz dos princípios e das ordens bíblicas.

Podemos obter entendimento do ponto de vista bíblico por examinarmos o que a Bíblia tem a dizer sobre as bebidas alcoólicas. As Escrituras não condenam o uso das bebidas alcoólicas, quer como estimulante quer como substância relaxante. Lemos a respeito do vinho fazer “o coração do homem mortal regozijar-se”. (Sal. 104:15; Pro. 31:6; Ecl. 9:7) No entanto, é preciso tomar precaução no caso de serem usadas bebidas alcoólicas, visto que se acham envolvidos certos perigos. A Palavra de Deus condena “excessos com vinho, . . . festanças, . . . competições no beber”, e mostra as mágoas que advêm aos que ficam bêbedos ou perdem o domínio de si. (1 Ped. 4:3 ; Pro. 23:29-35; 20:1; Efé. 5:18) Com efeito, diz que os beberrões, isto é, aqueles que fazem da bebedice um hábito, devem ser expulsos da congregação cristã; eles não herdarão o reino de Deus”. — 1 Cor. 5:11; 6:9, 10.

A fim de produzir certo efeito no corpo, as pessoas em alguns locais manipulam bebidas não alcoólicas de ervas, folhas ou vagens. Outros mastigam sementes, folhas ou raminhos especiais. Qual é o efeito disso na pessoa? Será que perde o controle do corpo e da mente quando se acha sob a influência de uma de tais coisas? Ou, até mesmo se for estimulada ou descontraída, será que retém os sentidos e o domínio de si? Se retiver o domínio de si, então tem de decidir de forma pessoal se ocasionalmente usará tal produto em moderação.

Até mesmo a respeito de muitos dos estimulantes mais comuns e aceitáveis, a pessoa pode tornar-se muitíssimo dependente do seu uso. Embora tomar tais estimulantes brandos com moderação não seja errado em si mesmo, alguns se acostumaram de tal modo a usá-los que ficam nervosos e irritáveis se ficarem privados deles. Cada pessoa deve resolver o que fará a respeito de tais hábitos, mas é bom ter presente que os cristãos devem demonstrar os “frutos do espírito”, inclusive o amor, bondade, o domínio de si, em todas as ocasiões. (Gal. 5:22, 23) Se a pessoa verificar que um costume ou hábito torna difícil que faça isso em todas as ocasiões, estará em ordem uma reavaliação das coisas.

Outra coisa a considerar é que, às vezes, o modo de ser usado um estimulante o torna indesejável. Mascar certos estimulantes é desagradável, fazendo com que o mastigador seja desgracioso, bem como manchando as coisas perto dele. Cada pessoa pode perguntar-se: ‘Como as pessoas em minha comunidade julgarão este hábito?’ ‘Será que estimula respeito à pessoa qual ministro de Deus?’ À medida que a pessoa progride à madureza espiritual, tais perguntas são de crescente importância para ela, visto que, como cristãos, desejamos “que não se ache falta no nosso ministério”. (2 Cor. 6:3, 4) A Bíblia estabelece perante os cristãos, como exemplo a ser imitado, a norma a ser seguida pelos superintendentes e servos ministeriais na congregação cristã. Devem ser ‘irrepreensíveis’ e estar “livres de acusação”. — 1 Tim. 3:2, 10.

Com incrementada freqüência, hoje em dia, as pessoas se voltam para os narcóticos, as substâncias químicas como o LSD, e para outras coisas, a fim de conseguir alucinações ou “emoções”, para escapar das realidades da vida diária ou para satisfazer o anseio ardente de prazer sensual. Embora seja imprevisível a reação da pessoa a tais coisas, amiúde seu uso resulta na perda do domínio próprio. Sob a influência delas, a pessoa talvez se torne violenta, irracional e até mesmo demente. Visto que tal pessoa não pode usar bom juízo e não pode discernir a diferença entre o certo e o errado, pode facilmente sucumbir à conduta obscena, imoral ou ilegal que normalmente evitaria.

Que diferença há entre a pessoa bêbeda com álcool que se empenha em conduta louca e desregrada, ou que se torna desgraçadamente incapaz, e a pessoa que faz as mesmas coisas sob a influência de alguma droga ou substância química moderna? Do ponto de vista bíblico, não há diferença alguma! (Rom. 13:13) Se a pessoa deliberadamente empenhar-se num proceder que a faça perder o domínio de si, provocando aberrações mentais, de modo que não compreenda o que faz ou por que, então ela é tão repreensível quanto um bêbedo. Permite-se chegar ao ponto de agir como bêbedo e, assim, deve ser tratada como um bêbedo e como alguém que perdeu o domínio de si.

Se a pessoa que anteriormente vivia dessa forma irrestrita desejar sinceramente harmonizar sua vida com a Bíblia, tornando-se cristão, as testemunhas de Jeová estariam dispostas a ajudá-la, indicando as maravilhosas bênçãos disponíveis agora e no futuro para aqueles que vivem segundo os requisitos de Deus. Jesus pregou aos pecadores de todos os tipos e os ajudou. (Luc. 7:34-47) Mas, não aderiu à conduta antibíblica deles.

O que fazer se alguém na congregação cristã tolamente perder o controle de si em resultado do álcool ou de outro estimulante? Isso seria uma coisa rara. Mas, se acontecesse, é possível que tal pessoa fosse amorosamente ajudada a recuperar a trilha correta, a trilha que teria a aprovação de Deus. (Gál. 6:1) Se, porém, uma pessoa fizesse disso um hábito, trazendo vitupério sobre si mesma, sua família ou a congregação, então seria desassociada da congregação cristã de forma a manter a pureza moral do povo de Deus. — 1 Cor. 5:11-13.

O que fazer se alguém que recebe tratamento médico for aconselhado a aceitar algum narcótico a fim de ficar com sono ou controlar a dor? A pessoa que encarar tal situação terá de decidir. Não é o mesmo que ela o tomar para gratificação sensual ou a fim de obter alguma “emoção”. Na verdade, talvez fique inconsciente, mas não da forma que um bêbedo que perde os sentidos por causa da perda do domínio de si. Isto se daria sob a supervisão correta e devido a um grave problema físico que pareceria justificar tal medida extrema.

Seria bom, porém, ter presente os perigos envolvidos nas drogas que viciam. Aceitar desnecessariamente por certo período de tempo algo que vicia seria certamente imprudência. Até mesmo se tal tratamento for medicalmente recomendável, será que a pessoa está preparada para encarar as duras conseqüências advindas se se tornar viciada a um narcótico? Depois de resolver o problema físico, o que fará? Muitos que usam narcóticos abandonaram suas famílias e todo o sentido moral, roubando e até mesmo matando a fim de conseguir dinheiro para comprar drogas ilegais. Além da depravação a que o vício poderia levar, há a ilegalidade da questão a considerar, visto que os cristãos devem estar sujeitos às autoridades superiores governamentais. (1 Ped. 2:13, 14; Rom. 13:1) Como é que o viciado daria a César aquilo que é de César? Estas perguntas deveriam destacar a importância de reter-se o controle da própria mente e do corpo, de modo que a pessoa possa render a Deus ‘um serviço sagrado com sua faculdade de raciocínio’. — Rom. 12:1.

• Será correto os cristãos “erguerem um brinde” quando estão reunidos? — M. D., EUA.

Em alguns países, quando os conhecidos estão para separar-se, costumam ter um brinde de despedida de alguma bebida alcoólica, sendo erguidos os cálices e tocando-se um no outro, o que é acompanhado pela expressão ‘à sua saúde’ ou algo similar. Nas festas de casamento, com freqüência semelhantemente se brinda à saúde e à felicidade dos recém-casados. Compreensivelmente, alguns têm perguntado se seria biblicamente correto os cristãos participarem em tais brindes.

Por certo, não há nada de errado em o cristão desejar a um amigo a felicidade e boa saúde. Nem seria incorreto fazer isso como um grupo. Os homens espiritualmente mais idosos no primeiro século concluíram uma carta às congregações cristãs com uma expressão que quer dizer, essencialmente: “Boa saúde para vós!” — Atos 15:29.

Mas, será que isto é tudo o que está envolvido nos “brindes”? Por que aqueles que brindam erguem seus cálices, ou levantam suas canecas e batem com uma nas outras? É imitação de algum costume? Note o que The Encyclopædia Britannica, 11.a Edição, Volume 13, página 121, diz:

“O costume de se brindar ‘à saúde’ dos vivos se deriva, mui provavelmente, do antigo rito religioso de se brindar aos deuses e aos mortos. Os gregos e os romanos, nas refeições, derramavam libações a seus deuses, e, em banquetes cerimoniais, brindavam a eles e aos mortos.” Daí, depois de mostrar como tais costumes pagãos se perpetuaram entre os povos escandinavos e os teutônicos, acrescenta esta obra de referência: “intimamente associado com estes costumes semi-sacrificiais tem de estar o brinde à saúde dos homens vivos.”

Quando a maioria das pessoas participam dum “brinde”, provavelmente não imaginam que talvez estejam copiando o costume de erguer uma libação ou sacrifício líquido a deuses pagãos, todavia, isso poderia acontecer. Sem dúvida, o cristão fiel não participaria num real sacrifício pagão, compreendendo que “não podeis estar bebendo o copo de Jeová e o copo de demônios”. (1 Cor. 10:21) O cristão maduro também evitaria até mesmo imitar os rituais da religião falsa. Este proceder espiritualmente maduro agradaria a Jeová. Lembre-se, Deus avisou especificamente os israelitas para não copiarem os costumes religiosos das nações pagãs em redor deles. — Lev. 19:27; 21:5.

Se o cristão há de solicitar a bênção divina para outrem, então, um modo apropriado de fazer isso seria pela oração de coração a Deus, não por seguir tradições baseadas na adoração pagã que Jeová abomina. — Fil. 1:9; 2 Cor. 1:11.

Os costumes e as tradições abundam por toda a terra. Se o cristão maduro soubesse que um deles está diretamente baseado na religião falsa, abviamente o evitaria. Mas, nem todos os costumes são objetáveis. Alguns talvez sejam simplesmente costumes ou etiqueta locais, sem origem na religião falsa, tais como saudar por apertar as mãos ou curvar-se. (Gên. 23:7) Cada pessoa pode considerar o que conhece a respeito de determinado costume e seu próprio motivo em relação ao mesmo. Exatamente por que o faz? Talvez também pergunte a si mesmo: ‘Será que fazer isto causará o tropeço de outros, ou será que as pessoas na comunidade relacionarão minhas ações com a religião falsa?’ (1 Cor. 10:32, 33) Nenhuma outra pessoa pode servir como a consciência para determinado cristão; por isso, cada um pode meditar no assunto e fazer uma decisão de modo a ter consciência limpa. — Atos 23:1; 2 Cor. 1:12.

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