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  • Um paraíso global — por que é possível?
    Despertai! — 1976 | 8 de junho
    • que a terra é local seleto para a vida e que possui tão ampla capacidade de recuperar-se dos danos causados a ela! A terra poderia mais uma vez ser um lar limpo, saudável e salutar para a humanidade. É disso que o homem carece!

      Com efeito, o Dr. Rene Dubos indicou que um dos principais problemas hoje é que

      “de alguma forma, os modos de vida não satisfazem algo muito profundo que o ser humano necessita. Quando as pessoas dificilmente dispõem de qualquer oportunidade de provar as sensações fundamentais da vida — o contato com a natureza tranqüila, ouvir seus agradáveis sons e cheirar suas agradáveis fragrâncias — elas os anseiam e procuram um substituto. Os tóxicos fornecem momentânea oportunidade de criar um mundo próprio, uma espécie de satisfação que os viciados crêem que o mundo real não mais fornece.”

      Na verdade, precisa-se mais do que simplesmente enfiar-se nas florestas pois alguns que fugiram para áreas ermas continuam a procurar emoções e um meio de escape através dos tóxicos. Todavia, isso não altera o fato de que, se a terra fosse um paraíso global, todos poderíamos derivar paz e satisfação do “contato com a natureza tranqüila”.

      Visto certamente existir o potencial para um paraíso global, por que não foi alcançado? O que falta? E por que se pode dizer, confiantemente que é de todo possível que o leitor viva para ver e usufruir a vida num paraíso global?

  • Verá toda a terra tornar-se um paraíso?
    Despertai! — 1976 | 8 de junho
    • Verá toda a terra tornar-se um paraíso?

      NÃO resta dúvida, a terra tem dentro de si reservas tremendas, quase inesgotáveis, para restaurar-se, se apenas lhe for dada a oportunidade. E, semelhantemente, há pouca dúvida sobre o meio científico e tecnológico do homem tornar possível que ele coopere com as forças da terra para restaurar e manter equilíbrio ecológico. Mas, estão os cientistas, tais como os biólogos e os ecologistas, conseqüentemente otimistas no que tange ao futuro? De forma alguma!

      Assim, o Dr. Szent-Gyorgyi, um dos destacados biólogos dos Estados Unidos, afirma que o homem pode escolher que proceder seguir: “Em direção a um futuro brilhante ou em direção ao extermínio de si mesmo? Na atualidade, estamos a caminho da exterminação.” Sim, de acordo com ele, a perspectiva é “muito sombria”. E fala como eminente cientista, dotado de mais de 50 anos de experiência. O biofísico Dr. John Platt expressa-se similarmente. Insta que os peritos, tais como os cientistas naturais e sociais, os médicos, os engenheiros, os professores e os com capacidade inventiva sejam todos convocados para salvar o meio ambiente. Mas, até mesmo com a ajuda de todos eles, avisa, “não há garantia de que tais problemas sejam solucionados, ou solucionados em tempo, não importa o que façamos”.

      Por que tais homens são tão pessimistas? Porque o homem perde a luta contra a poluição. Cada vez mais produtos prejudiciais são despejados nos oceanos, e sua contaminação por derramamentos de petróleo está aumentando. Em alguns casos, os esforços de reduzir uma causa da poluição do ar resultaram em poluição de outro tipo e até mesmo ainda mais grave. Exemplo disso é a luta da Califórnia contra a poluição do ar. Embora suas leis sejam as mais estritas do país, despachos noticiosos afirmam que “perde a batalha contra a poluição em todas as frentes” e “o fato triste é que a poluição atmosférica” ali “é pior do que nunca”.

      Por Quê?

      Por que é tão sombria a perspectiva geral? O que é responsável por ela? Sem dúvida, uma das razões é que a questão de manter tolerável o meio ambiente do homem não é simplesmente algo de interesse nacional; é de interesse internacional. Os autores Ward e Dubos, em seu livro Only One Earth (Uma Única Terra), explicam: “As preocupações com a poluição atmosférica global vão além da proteção eficaz dos governos individuais.” Segundo eles, “a interdependência global do homem começa a exigir . . . nova capacidade decisória global e cuidados globais”, isto é, “exige novo engajamento às responsabilidades globais”. Mas, que perspectiva existe de se assumirem responsabilidades globais e de cooperação global? A mínima, deveras, a julgar pelos antecedentes passados.

      A Encyclopœdia Britannica (1974) mostra por que este é o caso. Depois de falar que o homem tem a tecnologia para impedir que se arruíne a terra, prossegue mostrando que os problemas da década de 1970 “não são problemas de ciência e tecnologia, mas dos arranjos e do funcionamento das instituições humanas e das atitudes das pessoas”.

      J. F. Cassel, escrevendo em Environmental Ethics (Ética do Meio Ambiente), expressa-se sem rodeios: “O problema básico da ecologia humana contemporânea é o egoísmo — e o egoísmo está dentro dele. O salário do pecado é a morte. O mundo biótico está morrendo!” E como é um egoísmo míope! O cientista Szent-Gyorgyi conclui que a dificuldade é que as pessoas “acham-se sob o terrível estresse de atoleimados que governam o mundo e se movem inexorável e insanamente em direção à calamidade final”.

      Pelo que já observou, é provável que concorde com certa autoridade estadunidense preocupada, de destaque, que disse: “Se, por um ato egoísta, um homem pode beneficiar-se enquanto prejudica a comunidade, é provável que ele cometa tal ato.” Ilustrando isto, há um relatório que mostrava por que os serviços públicos eram tão lentos em cumprir as ordens governamentais de instalar equipamento de controle da poluição. Cada ano que um de tais serviços postergasse a instalação de tal equipamento, no valor de um milhão de dólares, pouparia um quarto de milhão de dólares. Isto ajuda a explicar por que os serviços públicos estadunidenses gastam oito vezes mais em publicidade do que em pesquisas para ajudar a solucionar os problemas de poluição para os quais eles mesmos contribuem! Bem disse o Lorde Ritchie-Calder: “A poluição é um crime composto de ignorância e de avareza.”

      ‘O Momento Crítico do Homem É a Oportunidade de Deus’

      Não existe, então, nenhuma esperança para o futuro? Se o homem, com toda a sua ciência e tecnologia, trava uma luta insana devido ao egoísmo arraigado, de onde pode vir a ajuda? A ajuda pode e virá do Grandioso Criador, Jeová Deus. De Deus? Sim, porque sua Palavra nos assegura tanto do interesse de Deus pela terra como também de seu propósito para a terra. Afinal de contas, Ele criou a terra. Ela pertence a Ele, assim como cantou o antigo salmista, o Rei Davi: “A Jeová pertence a terra e o que a enche, o solo produtivo e os que moram nele.” — Sal. 24:1.

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