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Quão sólida é a nação mais rica?Despertai! — 1977 | 8 de novembro
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os preços dos bens e dos serviços se elevem.
Um resultado de todos esses gastos excessivos é que, nas últimas quatro décadas, o dólar estadunidense perdeu cerca de 75 por cento de seu poder aquisitivo. Mas isso também aconteceu em outras partes do mundo.
O Instituto Americano de Pesquisa Econômica declara: “Todas as moedas têm sido e estão sendo degradadas continuamente. Todas já perderam cerca de três quartos, pelo menos, do seu poder aquisitivo de antes da Segunda Guerra Mundial, e todas parecem destinadas à maior depreciação nos próximos anos . . . antes de se tornarem praticamente sem valor.”
O Instituto responsabiliza mormente os “meios inflacionários de compra, criados para financiar os déficits governamentais”, por essa degradação do dinheiro.
“Lições Amargas” à Frente
Sobriamente, este relatório também declara: “Vemos pouca possibilidade de que haja um retorno a sólidos processos, creditícios e monetários, até que, durante uma futura depressão, aprendam-se algumas lições amargas.”
Similarmente, Baxter afirma: “O impacto inflacionário de grandes e persistentes déficits orçamentários está destruindo o alicerce financeiro da economia dos E.U.”
Gilbert M. Haas, diretor de uma firma consultora de investimentos, também comenta: “A extensão demasiada e constante dos prazos de pagamento da dívida provocou contínua deterioração da liquidez financeira [dinheiro ou bens facilmente convertidos em dinheiro]. Por fim, isto levará ao pânico monetário internacional, seguido por uma depressão mundial.”
Poderia o governo simplesmente cortar as despesas, equilibrando seu orçamento? Sim, mas isso poderia significar maior desemprego. O sistema econômico acha-se estruturado de tal modo que, se o governo parasse agora de bombear na economia o dinheiro “criado”, muita gente perderia seu emprego. E já existem muitos desempregados. Também, os impostos já são elevados, de modo que aumentá-los ainda mais para tentar equilibrar o orçamento poderia enfrentar grave resistência, talvez até mesmo uma ‘revolta contra os impostos’.
Assim, o país mais rico do mundo tem suas próprias dificuldades financeiras graves. Está afundado em dívidas, e se acha em péssima situação para ajudar outras nações que se afogam em dívidas.
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As pressões das dívidas acumulam-se sobre outrosDespertai! — 1977 | 8 de novembro
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As pressões das dívidas acumulam-se sobre outros
HÁ OUTROS que igualmente enfrentam a luta dos governos nacionais no que respeita à dívida. Empresas, governos municipais e locais, e indivíduos de per si também confrontam graves pressões, em virtude de dívidas em demasia.
Torna-se cada vez mais difícil subtrair-se a tais dívidas. Esta é a razão principal pela qual a recessão dos últimos anos
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