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  • O que acontece com os preços?
    Despertai! — 1980 | 8 de julho
    • O que acontece com os preços?

      UM SENHOR e sua esposa passaram por uma mercearia para comprar apenas alguns itens pequenos. A balconista recebeu a nota de Cr$ 500,00 que o casal lhe deu em pagamento, mas devolveu apenas Cr$ 20,00. A esposa, esperando um troco bem maior, exclamou: “Moça, você nos deu o troco errado! Nós lhe demos uma nota de Cr$ 500,00!” A balconista respondeu: “Mas esse é o troco certo! Aqueles itens custam agora Cr$ 480,00.”

      O marido segurou o saquinho com os itens na palma de uma das mãos, balançou a cabeça em descrença e murmurou: “O que foi que aconteceu com os preços?”

      Se faz compras com regularidade, sabe bem o que acontece com os preços: estão subindo implacavelmente. Na verdade, os preços já estão subindo por muitos anos, especialmente desde a Segunda Guerra Mundial. Mas nunca os aumentos foram tão persistentes e tão grandes como recentemente.

      Nem esta situação se limita a apenas algumas nações. O mundo todo, praticamente sem exceção, vê-se afligido por este fenômeno, inclusive até mesmo as economias rigidamente controladas dos países comunistas. E isto é incomum, visto que nunca antes todas as nações sofreram tamanha inflação ao mesmo tempo.

      Naturalmente, as pessoas mais abastadas não se incomodam tanto com os aumentos dos preços. Podem dar-se ao luxo de pagar mais. A absoluta maioria das pessoas do mundo, porém, não são abastadas, e muitas sofrem com o que acontece.

      Num país após outro, as enquêtes mostram que as pessoas consideram a inflação como seu maior problema. Sentem como que estivessem numa armadilha que se fecha, sem haver saída. Muitos maridos trabalham horas extras, ou têm um segundo emprego. Muitas esposas também trabalham fora agora; em alguns países, mais da metade delas fazem isso. A vida familiar é atingida, visto que um dos motivos principais dos rompimentos de famílias é a briga por causa de dinheiro.

      Lamentava-se uma dona-de-casa norte-americana: “Fico imaginando se conseguirei progredir na vida.” Mas, ao passo que ela imaginava se ‘progrediria na vida’, outros se preocupam em sobreviver. Um caminhoneiro no Brasil comentou: “Estou entrando em pânico, nesses dias, com o absurdo custo de vida. Parece que não há saída.” Neste país, não é incomum a situação de certo marido que tem dois empregos, trabalha 12 horas por dia, seis dias por semana. Sua esposa ensina corte e costura e também trabalha como costureira doméstica. Declararam: “Está cada vez mais difícil cuidar duma família.” Deveras, certo zelador no Brasil disse: “Não estamos certos se estamos vivendo ou apenas vegetando.”

      Não se deve pensar que tal situação só existe nos países mais pobres. Nos Estados Unidos, uma senhora de Atlanta trabalha 40 horas semanais como cabeleireira e então como garçonete nos fins-de-semana. Afirma ela: “Eu morreria de fome se não tivesse dois empregos; não haveria outro jeito de pagar meu aluguel.” A situação dela, também, não é totalmente incomum.

      Em certo país africano, uma notícia declara que acontece o seguinte, devido mormente à inflação galopante: “Cada vez mais pessoas recorrem ao roubo, à apropriação indébita, ao suborno e a qualquer outro meio em que possam conseguir dinheiro para suas necessidades diárias.”

      No Japão altamente industrializado, houve certo período de cerca de sete meses em que cerca de 100 pessoas se mataram por terem dificuldades com os sarakin (agiotas). Tais pessoas incorreram em grandes dívidas, fizeram empréstimos com juros altos, e não conseguiram pagar suas dívidas. Incapazes de enfrentar a vida, cometeram suicídio.

      O historiador Arthur M. Schlesinger Jr. asseverou com respeito à situação econômica: “Acabou-se a festa.” Disse que os dias de prosperidade sem igual, em alguns lugares, precisavam ser mudados agora em favor da disciplina, do sacrifício e dum padrão mais baixo de vida.

      Na França, um comentarista declarou: “O sonho de uma ‘nova sociedade’ de abundância, prometida perto do fim dos anos 60 e exaltada no início dos anos 70, já morreu, à medida que a inflação lançou um ataque mortal contra o poder aquisitivo na França.” Similarmente, nos EUA, o Encyclopedia Americana Annual (Livro do Ano da E. A.), de 1979, comentou: “O sonho americano, disseram as pessoas, tornou-se um pesadelo.”

      Um grande banco dos EUA, o “Citicorp”, concluiu: “O fato desagradável é que a inflação persistente que aflige a maioria dos países, se se permitir que continue, terá por fim conseqüências que irão muito além das que são estritamente definidas como econômicas.”

      Sim, a inflação desenfreada pode significar muito mais do que apenas a questão de alguns terem menos. Pode ameaçar o inteiro modo de vida de uma nação. Efetivamente, no passado, destruiu as economias das nações. Desta vez, a inflação ameaça o mundo todo, e não apenas em sentido econômico, mas também com assombrosas conseqüências políticas e sociais.

      Exatamente quanta inflação temos agora? Por que isto se dá? O que poderá fazer a respeito? E onde tudo isso terminará?

  • A inflação aperta o cerco
    Despertai! — 1980 | 8 de julho
    • A inflação aperta o cerco

      “PRECISAMOS reconhecer que estamos em guerra . . . contra a inflação”, declarou a revista Business Week, dos EUA. Acrescentava: “Estamos, ademais, perdendo essa guerra.”

      A “guerra” contra a inflação estava sendo perdida no sentido de que, não importam as medidas tomadas até agora, a inflação apertava seu cerco contra a economia mundial.

      Como resultado disso, existe falta de confiança no dinheiro — isto é, no papel-moeda. Pode-se deduzir isto pelo preço do ouro. Historicamente, o ouro tem sido a “moeda” de último recurso, de máximo valor em tempos difíceis. Assim, é uma espécie de “barômetro” das condições econômicas. Há menos de 10 anos atrás, o preço do ouro era de US$ 35 a onça. Mas, em 1980, ultrapassou os US$ 870 a onça! Isto representa grande medida de confiança perdida no papel-moeda, e é indício de quão selvagem tem sido a inflação.

      Durante todo o século 19, os preços eram relativamente estáveis. Mas, depois da Primeira Guerra Mundial, tornaram-se mais instáveis. Daí, após a Segunda Guerra Mundial, a inflação tornou-se parte da vida diária. Nos anos recentes, ficou mais pronunciada do que nunca, de modo que até mesmo nas recessões persiste a inflação.

      Em certo mês de 1979, a inflação nos EUA registrou uma alta de 12 por cento sobre o ano anterior, 15 por cento no Japão, 18 por cento na Grã-Bretanha, e mais de 10 por cento na França. A República Federal da Alemanha, que possui uma das economias mais estáveis, apresentou um salto de 10 por cento naquele mês.

      As Filipinas relatam que, desde 1966, o preço dos alimentos, das roupas e dos combustíveis mais do que quadruplicou. O preço do alimento básico do Japão, o arroz, aumentou mais de 500 por cento em duas décadas. O Brasil admitiu que sua inflação em 1979 foi de 77%, quase o dobro da de 1978, de 40%. Neste país, a revista Administração e Serviços comentou, “68 milhões de brasileiros não conseguem nem mesmo pensar em comprar um simples ferro elétrico”, por terem de gastar seu dinheiro nas necessidades básicas.

      Alguns países africanos tiveram taxas de inflação de mais de 100 por cento em apenas um ano. A taxa de Israel estava próxima a esta, no ano passado, e desde a sua fundação, a mais de 30 anos, o índice de preços do consumidor subiu ali mais de 5.000 por cento!

      Os trabalhadores cujos salários apenas mantêm o mesmo passo que a inflação estão sendo prejudicados de dois modos.

      A situação nos EUA demonstra o que pode acontecer com o passar dos anos por causa da inflação. O dólar que valia 100 centavos, em 1898, agora só vale 12 centavos.

      No entanto, não aumentaram também os salários? Sim, aumentaram. E, para muitos trabalhadores, os aumentos salariais têm sido maiores do que a taxa de inflação, de modo que seu padrão de vida melhorou.

      Isto não aconteceu com muitos outros trabalhadores, porém. Nos EUA, à guisa de exemplo, cerca de metade de todos os trabalhadores verificam que a inflação cresce mais rápido que seus salários, o que significa um declínio em seus padrões de vida

      Ademais, muita gente pobre e pessoas com rendas fixas ficaram muito para trás. Observe apenas um exemplo disto, de um professor aposentado da cidade de Nova Iorque, que disse:

      “Minha atual aposentadoria municipal anual, é de US$ 4.439 [uns Cr$ 222.000,00; abaixo do nível considerado de pobreza, nos EUA]. Termos dificuldade em ir vivendo, malgrado nossos esforços heróicos de economizar, estamos certos, não os surpreende.

      “Não temos carro. Não temos casa própria. Alugamos o mesmo apartamento pequeno em que já moramos por mais de 35 anos. Não tiramos férias. Não viajamos. Não comemos fora. Só fazemos compras regulares nas liquidações, e somente das necessidades mais importantes.

      “Não fumamos. Nunca tomamos muita bebida alcoólica — nem sequer uma cerveja ocasional. Não temos ido ao teatro, nem mesmo a um cinema da vizinhança, desde minha aposentadoria, há mais de 21 anos atrás.

      “Não recebemos convidados. Não gastamos dinheiro com presentes para amigos ou parentes. Contentamo-nos com um ocasional cartão postal desejando-lhes tudo de bom nas ocasiões importantes. Não compramos mais regularmente um jornal.

      “Eu e minha esposa já temos uns setenta e poucos anos. Nenhum dos dois goza de boa saúde nem é capaz de trabalhar fora.”

      Os trabalhadores cujos salários apenas mantêm o mesmo passo que a inflação também são prejudicados. Por quê? Porque a inflação assola de dois modos. Não só os preços avolumantes reduzem o valor do dinheiro arduamente ganho, mas também os aumentos correspondentes de salários colocam os trabalhadores nas faixas mais altas de contribuintes, expondo-os a maiores cargas tributárias. O resultado é a perda líquida do poder aquisitivo.

      Também, a inflação amiúde castiga as pessoas econômicas que depositam dinheiro em cadernetas de poupança. Em certo país, os juros pagos pelos bancos eram apenas a metade da taxa de inflação. Assim, no fim do ano, a conta bancária, inclusive os juros, valia menos do que no começo do ano. O que agravava as coisas era que os juros eram tributáveis.

      As pessoas contraem dívidas cada vez maiores.

      Os apertos financeiros resultaram em enorme aumento das dívidas pessoais de todos os tipos. Uma razão disso é que as pessoas não desejam poupar dinheiro antes de comprar as coisas desejadas. Assim, contraem dívidas para obtê-las.

      Mas, outra causa crescente desta dívida é que, devido ao implacável aumento inflacionário, há mais pessoas agora que pedem empréstimos apenas para manter o que possuem. E o Americana Annual (Livro do Ano da E. A.) de 1979 também observou: “Aqueles que, outrora, só raramente contraiam empréstimos, e apenas para itens de etiqueta cara, às vezes verificaram que seus empréstimos estavam custeando, ao invés, suas necessidades básicas.”

      Daí, há aqueles que não vêem nenhum futuro à frente e assim adotam a atitude de ‘comamos, bebamos e festejemos’, tentando gozar tudo que possam antes que seja tarde demais. Como disse uma de tais pessoas: “Tenho uma atitude da espécie que estamos às vésperas do dia do juízo final.” Outros até mesmo contraem grandes empréstimos, sem nenhuma intenção de pagá-los, a que eqüivale a roubo.

      A revista U. S. News & World Report chamou esta tendência de contrair dívidas de “onda sísmica” que “lança novo susto diante dos economistas”. Disse, também: “Nunca antes as pessoas dependeram tanto de dinheiro emprestado.” Qualquer grave retrocesso econômico levaria milhões destas pessoas à falência.

      Por que existe hoje tanta inflação?

      O que provoca o tipo de inflação que grassa tanto em todo o mundo hodierno? As autoridades não concordam em todo aspecto do problema. A maioria delas, porém, deveras concorda que um dos principais culpados é gastar mais do que se ganha, e contrair dívidas para financiar tais gastos. Como veiculou o Times de Londres: “O que é inflação, afinal de contas? . . . É o termo do economista para o consumo excessivo; para se viver além de suas rendas; para se tirar mais de suas reservas do que se põe nelas.”

      Quando os governos gastam mais do que recebem de impostos, precisam “criar” dinheiro para recompor tal déficit. A revista Harper’s expressou-se da seguinte forma: “As dívidas resultantes dos gastos governamentais não cobertos pelos impostos são pagas por se criarem dólares novinhos em folha.” The Wall Street Journal também comentou:

      “Sem comparação, a maior parte da crescente pressão sobre os preços, . . . tem sido a inflação no sentido literal. Isto é, é causada pela enorme expansão das reservas monetárias resultantes de anos de excessivos déficits governamentais, financiados pela criação de dinheiro e crédito, o moderno equivalente de . . . operar as máquinas impressoras.”

      Exemplo desta fonte inflacionária é a dívida interna dos EUA. O governo, nos últimos 18 anos, apresentou déficits em 17 deles. Ao passo que foram precisos 167 anos para que a dívida atingisse os primeiros US$ 100 bilhões, ela agora aumenta nesse total a cada ano! Espera-se que o total ultrapasse em breve um bilhão de dólares. E os juros desta dívida são de cerca de US$ 60 bilhões por ano agora, o terceiro dentre os maiores gastos governamentais. Tudo isto significa mais dinheiro à procura de bens e serviços, empurrando os preços para o alto, como que num leilão.

      O que agrava a situação é o problema do petróleo. Apenas um punhado de nações produzem mais petróleo do que utilizam. Tais nações se agruparam na OPEP, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Aumentaram o preço do petróleo para mais de 10 vezes do que custava a uma década. Visto que tantas coisas — gasolina, óleo de aquecimento, plásticos, produtos químicos e outros — se baseiam no petróleo, seus preços sobem concordemente.

      Graças a estes fatores, há nações que agora se acham tão afundadas em dívidas que só conseguem manter-se economicamente vivas por injeções maciças de crédito. Alguns destes países não podem sequer pagar o serviço de suas dívidas, à base de seus próprios recursos, quanto mais as próprias dívidas.

      Alguns economistas se perguntam se a inflação já não está além de poder ser sanada.

      Como pode a inflação ser sanada? Vários economistas se perguntam se a inflação já não está além de poder ser sanada. Comparam-na a um heroinômano que já foi longe demais, exigindo cada vez mais heroína para sentir efeitos cada vez menores. Caso continue, tal tóxico o matará. Se o largar, as conseqüências de ter sido toxicômano ainda podem abreviar-lhe a vida.

      Para acabar com a inflação, é preciso reduzir drasticamente os gastos excessivos dos governos, das empresas e dos indivíduos. Mas isto significaria que as pessoas comprariam menos, de modo que as firmas produziriam menos. Isto lançaria muita gente no desemprego, daí ocorreria grave recessão ou depressão. O sistema econômico do mundo está agora sintonizado com um estado tão alto de produção resultante dos gastos excessivos que há observadores que afirmam já ser tarde demais para reduzi-la drasticamente, sem que se cause tantos danos quanto os causados pela própria inflação.

      [Foto na página 7]

      1898 1979

      $ 1 = $ 0,12

      O Dólar dos EUA se Desvaloriza.

  • O que pode fazer para enfrentar a inflação?
    Despertai! — 1980 | 8 de julho
    • O que pode fazer para enfrentar a inflação?

      HÁ POUCA coisa que, pessoalmente, pode fazer para acabar com a inflação mundial. Não pode controlar os orçamentos governamentais, as crescentes dívidas dos outros ou a política econômica das nações. Mas existem coisas que pode fazer para ajudá-lo a enfrentar o aperto financeiro.

      Por um lado, caso viva num país mais desenvolvido, isso talvez signifique decidir-se a levar um padrão menos elevado de vida. Isto é, poderá significar passar sem certas coisas que veio a considerar comuns, mas que a maioria das pessoas nas nações mais pobres jamais possuíram, em primeiro lugar. Ao passo que esta perspectiva talvez lhe pareça mui indesejável, precisa ser encarada para evitar-se crescente frustração.

      Também, à medida que o dinheiro se torna mais escasso, os cônjuges precisam conversar aberta e calmamente sobre como usarão sua renda. Quando a esposa também tem um trabalho secular, a necessidade de comunicação sobre como a renda familiar será gasta se torna maior. Caso o marido, ou a esposa, gaste sem consultar o outro cônjuge, os problemas podem crescer.

      As contas familiares de alimentos podem ser reduzidas em 20 por cento, caso não se permita que as crianças façam compras na mercearia.

      A tendência dos custos de alimentos é aumentar, aumentar cada vez mais. Como é que algumas famílias poupam dinheiro nisso, além da maneira óbvia de cortar os alimentos mais caros? Afirma um correspondente de Despertai! no Japão:

      “O alimento é, de per si, a maior despesa no orçamento das famílias japonesas. Assim, examina-se cuidadosamente as seções de anúncios dos jornais para se poder aproveitar todas as ofertas dos dias de compras.

      “Também, em muitos supermercados, pouco antes do seu fechamento, certos itens têm seu preço reduzido no esforço de vendê-los antes de terminar o dia. Ou, estes mesmos itens, como primeira coisa a ser feita na manhã seguinte, são colocados a preços reduzidos, para fazê-los sair antes de se estragarem. Algumas donas-de-casa fazem um esforço de fazer compras nessas ocasiões, e mantêm a família razoavelmente alimentada, a preços moderados.”

      Joseph Coyle, editor de assuntos alimentares nos EUA, afirma que as pessoas podem economizar de 20 a 40 por cento nas compras por fazerem uma lista de compras, depois de estudarem os anúncios dos melhores dias de ofertas de alimentos. Em certos lugares, lojas ‘sem luxos’ vendem com descontos por terem menos despesas.

      Num ano recente, os fabricantes de itens de mercearias, nos EUA, expediram 62 bilhões de cupons que ofereciam preços reduzidos, no valor médio de uns Cr$ 7,50 por cupom. Tais cupons podem ser encontrados em revistas, jornais e folhetos de vendas. A chave disso é não comprar um produto simplesmente porque é anunciado a preços reduzidos, mas comprar o produto de que realmente precise, a tais preços.

      Observou a revista Newsweek: “As contas familiares de alimentos . . . podem ser reduzidas em 20 por cento, caso não se permita que as crianças façam compras na mercearia — e não consigam arrancar compras extras de seus pais.” Também, uma lista de compras, que contenha as genuínas necessidades (não apenas desejos) é importante para evitar as ‘compras por impulso’ nas lojas. E, ao fazer compras, procure produtos de marcas pouco conhecidas ou dos próprios supermercados, que têm o mesmo valor nutritivo que as marcas mais anunciadas, mas que custam menos.

      Um marido brasileiro, cuja família está sendo prejudicada pela inflação, comenta: “Tivemos de cortar os luxos, e minha esposa coopera de toda maneira possível. Ela nunca joga fora as sobras das refeições.” Outros poupam por fazer com que o marido leve seu almoço para o trabalho, ao invés de comer fora.

      Faz sentido poupar por eliminar os supérfluos.

      Quando o dinheiro é escasso, faz sentido poupar por reduzir ou eliminar os supérfluos. Um de tais é o hábito de fumar. Não só é custoso, mas mortífero, visto que cerca de 90 por cento de todo câncer pulmonar, e de muitos outros distúrbios, provêm do fumo, realmente um hábito que é uma “imundície da carne”. (2 Cor. 7:1) Os que largaram tal hábito por exercerem o autodomínio verificam ter economizado milhares de cruzeiros por ano.

      Similarmente, as bebidas alcoólicas são caras, e o uso excessivo delas pode prejudicar a saúde, e até mesmo a vida familiar. Ao passo que o uso moderado das bebidas alcoólicas não é condenado pela Bíblia, o abuso é. (Pro. 23:29-35; 1 Cor. 6:9, 10) Nisso, também, podem-se poupar milhares de cruzeiros por ano.

      Outra fonte de economia tem que ver com a recreação. Não é realmente necessário gastar milhares, ou dezenas de milhares, de cruzeiros para usufruir uma mudança de ritmo do trabalho. Os anunciantes comerciais talvez façam parecer que viajar a lugares distantes e ficar em hotéis luxuosos são uma necessidade, mas isto não acontece. Ir a lugares interessantes perto de casa, sair com a família, visitar os amigos, e outras formas baratas de recreação podem ser muito apreciáveis. Programas apropriados de televisão podem ajudar a preencher a lacuna por cortar as despesas de se assistir a filmes ou espetáculos teatrais custosos.

      Nos dias de antanho, as famílias não possuíam rádios, conjuntos estereofônicos, televisão, cinemas ou outras formas modernas de entretenimento. E a família mediana, lá naquele tempo, raramente, se é que alguma vez, ‘comia fora’, em restaurantes. Todavia, tinham formas saudáveis de recreação e certa medida de usufruto da vida — talvez até mais do que temos no hodierno mundo complexo. Na verdade, os tempos são diferentes, mas os humanos não são tão diferentes assim. Podem ainda apreciar formas mais simples, menos onerosas de recreação.

      Muitas mulheres agora economizam bastante dinheiro por fazerem suas próprias roupas. A iniciativa e a prática realmente compensam neste caso. Como exemplo, uma dona-de-casa viu numa loja de departamentos um vestido relativamente simples que ela gostou, mas seu preço era de mais de Cr$ 2.500,00. Ao invés de comprar tal vestido, comprou tecido similar e fez o vestido por menos de Cr$ 1.000,00.

      Certas lojas vendem roupas de segunda mão em condições muito boas, podendo-se economizar muito. Há pessoas que reduzem seus custos por lavar suas próprias roupas, ao invés de mandá-las ao tintureiro. Lavam a mão itens tais como suéteres, em água morna, ao invés de os mandarem lavar a seco, só mandando para o tintureiro as coisas que não conseguem lavar elas mesmas.

      Importante fator na economia de roupas é não preocupar-se demais com a moda. Muita gente joga fora boas roupas só porque mudou o estilo. Mas certo senhor, notando que até mesmo os estilos masculinos mudavam mais rapidamente agora, declarou: “Desta vez, não! Jamais serei de novo um escravo dos figurinistas, que tentam arrancar meu dinheiro. Usarei o que tenho enquanto for apresentável, limpo e respeitável, sem considerar o que digam os figurinistas.”

      Outro campo que resultou em muita economia para alguns é aprender a fazer consertos simples em casa. Isto não só poupa os custos dos consertos, mas consegue maior aproveitamento dos aparelhos, dos móveis e de outros itens.

      Certo marido declara que economizou uns Cr$ 10.000,00 por ano em cortes de cabelo. Sua esposa concordou em aprender a cortar o cabelo dele, e está melhorando com a prática. Havendo tanta variedade de estilos nos dias atuais, o corte de cabelo não precisa, de jeito nenhum, ser perfeito.

      Os custos médicos podem ser reduzidos por se compararem os preços dos médicos, dos tratamentos e dos remédios. Uma equipe noticiosa de televisão, visitando várias diferentes farmácias a uma distância de uns quarteirões, umas das outras, verificou que o custo de remédios com idêntica receita variavam de duas a cinco vezes, de uma farmácia para outra.

      Um apetite grande demais de coisas materiais já destroçou muitas famílias.

      Naturalmente, a lista de coisas que podem ser feitas para se poupar dinheiro é muito mais extensa. Mas tais amostras indicam que um pouco de meditação e de planejamento podem ser de ajuda, neste tempo de pressões financeiras.

      Uma das maiores fontes de dificuldades nos dias atuais é ter um apetite grande demais de coisas materiais. Significou a ruína financeira, e o destroçador do lar, para um número demasiado grande de famílias.

      Alguns desejam mais coisas materiais para ‘igualar-se ao vizinho’. Mas este orgulho falso pode ser muito custoso. Apropriadamente, uma pessoa espirituosa já comentou que simplesmente não faz sentido ‘gastar o dinheiro que não possui para comprar coisas de que não precisa, somente para impressionar a alguém de que talvez nem sequer goste’.

      A respeito da necessidade de se controlar os desejos materiais, uma família escreveu o seguinte para a revista U. S. News & World Report:

      “Nossa família vive feliz com a mesma quantia que muitos pais, ambos possuindo renda, pagam aos centros de cuidados infantis. Combatemos a inflação por evitarmos o desejo de coisas materiais da casa dos milhões.”

      “Gozamos de paz quanto à criação de nossos próprios filhos e temos segurança em sermos uma ‘família tradicional’. Ser dona-de-casa de tempo integral jamais se tornará algo obsoleto, porque é o modo de Deus para a mulher sentir-se plenamente realizada. ‘As expectativas quanto a como deve ser um casamento’ nada têm que ver com a renda. As pessoas, e não as rendas combinadas constituem um casamento. As pessoas, e não os bens materiais, constituem uma família.”

      Frear os desejos materiais é especialmente de ajuda para se evitar uma das causas primárias da infelicidade: uma sobrecarga de dívidas. Pedir muito dinheiro emprestado, e viver com a frustração de tentar pagá-lo, é o caminho certo para dificuldades. Com exatidão, a Bíblia declara: “Quem pede emprestado fica servo de quem empresta.” — Pro. 22:7, Salmos e Provérbios Vivos.

      De acordo com entrevistas feitas com famílias em graves dificuldades creditícias, muitas de suas compras não eram necessárias. Um jovem casal, desposado há apenas dois anos, já tinha acumulado enormes dívidas. Ao invés de pagá-las primeiro, continuaram a pedir empréstimos e a gastá-los. Sua falta de domínio próprio relativo às coisas materiais logo os levou à falência. Todavia, disseram a um conselheiro de crédito que só haviam gasto dinheiro com “necessidades”. Quando interrogados, verificou-se que tais “necessidades” incluíam férias muito caras e roupas custosas, de que eles realmente não precisavam.

      Conselheiros financeiros sugerem que analise o ordenado que traz para casa para ver que porcentagem dele está usando para pagar suas dívidas. Se, além da prestação da casa, for muito superior a 10 por cento, o perigo o aguarda. Alguns destes operadores de crédito relatam que, quando seus clientes não podem controlar seu uso dos cartões de crédito, eles pedem a devolução destes cartões e os rasgam na frente deles. Notam, de forma interessante, que isto não raro provoca “danos emocionais” aos que consideravam os cartões de crédito como amigos, ao invés de potenciais destruidores que são dos que não sabem usá-los com sabedoria.

      “O amor ao dinheiro é raiz de toda sorte de coisas prejudiciais”, declara a Bíblia. E “por procurarem alcançar este amor”, adiciona, muitos “se traspassaram todo com muitas dores”. (1 Tim. 6:10) Tais verdades se tornam cada vez mais evidentes, a cada dia que passa.

      O que acontece àqueles que fazem do conceito materialista a principal força de sua vida? Observa nosso correspondente no Japão:

      “No Japão, a família mediana simplesmente assume mais trabalho. O marido e a esposa trabalham por tempo integral, além de horas extras. Embora talvez achem que estão enfrentando a inflação, é a família que sofre porque não existe nenhuma associação mútua, edificante.

      “Todo esse esforço é muito míope. Só se concentra no AQUI E AGORA. O futuro não entra na perspectiva, e a esperança não faz parte da vida diária.”

      Sem associações edificantes, porém, e sem genuína esperança para o futuro, o que acontecerá se a esposa perder sua renda, ou se o marido a perder, ou se ambos a perderem? Quando os sistemas econômicos deste mundo forem conduzidos à ruína, o que acontecerá com as pessoas que tornam a aquisição dos bens materiais o objetivo principal da vida?

      Será que isto vai acontecer realmente? Sim, sem falha! E isto é o que não torna seu conceito da inflação, do dinheiro e das coisas materiais um simples exercício de enfrentar dificuldades econômicas temporárias. O que precisa é preparar-se para a vindoura aniquilação de todos os sistemas econômicos da atualidade.

      [Foto na página 12]

      Rejeitar a busca excessiva das coisas materiais pode ajudar a evitar graves problemas.

  • O fim dos atuais sistemas econômicos
    Despertai! — 1980 | 8 de julho
    • O fim dos atuais sistemas econômicos

      CASO projetasse uma máquina e ela não funcionasse bem, o que faria? Provavelmente tentaria uma modificação após outra para ver se ela funcionaria melhor. Mas, e se descobrisse que, após cada conserto, ela ficava pior? Não seria a ocasião de considerar se a própria máquina era insatisfatória, e que era necessária outra, dum tipo diferente?

      Os atuais sistemas econômicos não operam para o bem de toda a humanidade. Há neles enormes injustiças. As pessoas trabalhadoras observam seu dinheiro ser tragado pela inflação. Centenas de milhões vivem em absoluta pobreza. Outras centenas de milhões não têm sequer as necessidades da vida. O Times de Nova Iorque veiculou sobre alguns países: “Para muita gente pobre, o preço de uma única refeição agora ultrapassa seus rendimentos diários”, o que é notável cumprimento da profecia da Bíblia: “O salário de um dia inteiro por um pão.” — Rev. 6:6 Weymouth, 5.ª ed., em inglês.

      Realmente, os atuais sistemas econômicos e monetários não podem trazer a paz, a segurança e a prosperidade que a humanidade tanto almeja. O egoísmo, a cobiça, o orgulho e a falta insensível de preocupação com os outros estão arraigados neles.

      O que significa tudo isso? Por que existem a inflação mundial, bem como a escassez de víveres, as guerras e outras dificuldades sem precedentes, desde 1914?

      Todas essas coisas são um sinal dos tempos. São condições preditas como parte dos “últimos dias” do atual sistema de coisas. E, incluído nas condições preditas, é que as pessoas seriam ‘amantes de si mesmas, amantes do dinheiro, . . . sem autodomínio, . . . mais amantes de prazeres do que amantes de Deus’. Todas estas coisas são parte dos sistemas políticos, econômicos, sociais e religiosos da atualidade. — 2 Tim. 3:1-5.

      Por isso, a atual instabilidade monetária e os difíceis tempos econômicos que muitos enfrentam são parte da evidência de que este sistema de coisas se apressa para seu fim, assim como Jesus predisse. (Mat. 24:3-14) Quaisquer remendos para tentar manter operando os atuais sistemas econômicos só terão vida curta. Nenhum conserto pode desfazer o egoísmo, a cobiça e a injustiça inatos a eles.

      Assim, o que todas estas coisas realmente significam é que o atual sistema insatisfatório caminha para seu maior colapso até agora, mas, pela ação divina, e não pelas falhas humanas. Conforme Jesus se expressou: “Pois então haverá grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo.” — Mat. 24:21.

      Confortadoramente, porém, a Palavra profética de Deus promete que este tempo de vindouras dificuldades será seguido por “nova terra”, em que “há de morar a justiça”. (2 Ped. 3:13) Essa “nova terra” significa nova sociedade humana, o que incluirá novo sistema econômico, um sistema que operará para o bem de toda pessoa. A promessa é: “O SENHOR Todo-poderoso preparará um banquete para todas as nações do mundo — um banquete dos alimentos mais ricos e dos vinhos mais excelentes. Aqui removerá subitamente a nuvem de pesar que tem pairado sobre todas as nações.” — Isa. 25:6-8, Good News Bible.

      “A fim de eliminar os atuais problemas econômicos, tudo precisa voltar à estaca zero.”

      O que acontecerá, então, é similar ao que um comerciante nipônico respondeu, quando indagado sobre a solução para o tumulto econômico atual. Comentou: “A fim de eliminar os atuais problemas econômicos, tudo precisa voltar à estaca zero.” Ele viu corretamente que não há esperança de se consertar este sistema. E a Palavra de Deus concorda, já foi longe demais. Por isso, não será consertado, mas será demolido.

      A possibilidade de os atuais sistemas econômicos sucumbirem tem sido, nos últimos tempos, um tópico mais freqüente de palestra entre os economistas. Por exemplo, a comentarista financeira estadunidense, Sylvia Porter, falou da real possibilidade de uma “explosão inflacionária nesta nação e no mundo, destruindo a confiança em qualquer investimento em ‘papéis’ [dinheiro], e assim minando o funcionamento de nosso sistema monetário internacional a ponto de o comércio entre as nações chegar quase a uma paralisação.” A colunista acrescentou:

      “A explosão então desencadearia a erupção de falências entre as empresas, o colapso da perigosamente inflada bola de crédito, um surto de desempregos, a execução judicial de hipotecas amplamente renovadas, e a devolução de bens havidos por planos de pagamento que os devedores não conseguiram pagar.

      “O cenário se torna ainda mais assustador à medida que o descrevo.”

      “As nações não podem continuar pedindo emprestado para melhorar seus padrões de vida.”

      O comentarista político, Jack Anderson, comentou de forma similar a abalada situação financeira, declarando:

      “As nações não podem continuar pedindo emprestado para melhorar seus padrões de vida. O dinheiro jamais poderá ser ressarcido, a menos que seja investido na produção, ao invés de no consumo. Para muitos países, a dívida já é maior do que podem absorver sem um colapso financeiro. . . .

      “Preços que aumentam vertiginosamente continuam a aumentar as dívidas ruins, até que o inteiro sistema bancário se veja ameaçado de colapso.”

      O Instituto Americano de Pesquisas Econômicas tece as seguintes observações:

      “Nos próximos anos, os seguintes acontecimentos econômicos parecem altamente prováveis:

      “Uma grave e prolongada depressão mundial . . .

      “Durante uma depressão prolongada, a desordem social bem que poderia tornar-se extrema. . . .

      “Qualquer pessoa, ou família, que parece estar numa situação substancialmente melhor do que as mais adversamente afetadas pode tornar-se o alvo da violência das turbas.”

      Se as pessoas roubam, estupram, agridem pelas costas e assassinam em números tão avolumantes agora, num tempo de relativa paz e prosperidade, quanto mais fariam isso caso ocorresse um colapso. Evidência disto é o que aconteceu durante o blecaute da cidade de Nova Iorque, em 1977. Em certas áreas, prevaleceu a anarquia. Saques, vandalismo e roubos tornaram-se epidêmicos. A polícia admitiu ser impotente.

      Similarmente, num país africano, o aumento de um terço no preço do arroz provocou motins e saques na capital. As ruas pareciam como se tivesse acabado uma guerra. Impôs-se a lei marcial, e estrito toque de recolher.

      “A própria prata deles lançarão nas ruas e o próprio ouro deles tornar-se-á uma coisa abominável.”

      A respeito do que jaz à frente para o mundo todo, a Bíblia fala duma “grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo”. Durante esse tempo, o papel-moeda não terá valor. Ora, a profecia bíblica até mesmo diz: “A própria prata deles lançarão nas ruas e o próprio ouro deles tornar-se-á uma coisa abominável. Nem a sua prata nem o seu ouro poderá livrá-los no dia da fúria de Jeová.” — Eze. 7:19.

      Nenhum líder humano, nem qualquer forma de governo humano, poderá impedir a “grande tribulação”, visto que se trata do julgamento de Deus contra o atual sistema iníquo. É por isso que sua Palavra avisa: “Não confieis nos nobres, nem no filho do homem terreno, a quem não pertence a salvação.” (Sal. 146:3) Qual, então, é o proceder correto a seguir? Responde a Bíblia: “Confia em Jeová de todo o teu coração e não te estribes na tua própria compreensão.” — Prov. 3:5

      Para os que confiam agora em Jeová, ele promete ajuda até mesmo em sentido econômico. Não, Deus não fornecerá luxos a seus servos, mas ele lhes prometeu as necessidades da vida. (Mat. 6:24-34; Sal. 37:25) Nem significa isto que aqueles que confiam em Deus terão todas as facilidades da vida, visto que eles, também, são atingidos pelas más condições do mundo. Mas, certamente terão mais êxito do que os outros em enfrentar os atuais tempos atribulados.

      Em aditamento, tais pessoas têm a garantia da proteção de Deus durante o vindouro colapso, e de sobreviverem para um novo sistema justo. (1 João 2:15-17; Sal. 37:27, 34, 37) É por isso que uma família no Brasil, que aprendeu a confiar em Jeová, declara: “Embora afligidos pelos problemas econômicos, somos uma família feliz porque conhecemos a Jeová, o Deus feliz, e conhecemos seus propósitos.”

      “Erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.”

      Assim, não importa quão grave se torne o aperto financeiro, existe esperança segura de que os melhores dias estão bem à nossa frente, na nova ordem de Deus. Por isso, as pessoas dotadas da esperança correta, baseada em conhecimento exato, e que confiam em Deus, e não nas riquezas materiais, podem ‘erguer-se, e levantar as suas cabeças, porque seu livramento está-se aproximando’. — Luc. 21:28.

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