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Expressão de apreço por cantarA Sentinela — 1975 | 1.° de abril
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de pessoas de todas as nações. (Mat. 28:19, 20) Não deviam também destacar-se ao entoarem cânticos do Reino nos seus Salões do Reino, assim como também se destacava a parte musical da adoração dos servos de Jeová na antiguidade? Muitos foram atraídos à adoração de Jeová pela acolhida sincera e amigável que lhes foi dada ao visitarem um destes salões. E, certamente, a pregação e o ensino por meio de discursos, demonstrações e assim por diante são de alta qualidade. — 1 Cor. 14:24, 25.
Que seus cânticos também podem servir para levar homens ao conhecimento de Jeová Deus foi demonstrado pela experiência duma senhora, que foi batizada na Assembléia “Vitória Divina” de 1973, no Estádio Ianque, na cidade de Nova Iorque. Ela foi sozinha, pela primeira vez, a um Salão do Reino e ficou para ambas as reuniões. Quando a congregação entoou o Cântico N.º 119, “Fixai os Olhos no Prêmio!” ela ficou tão impressionada tanto pelas palavras como pelo modo em que foi cantado, que decidiu que isso era o que ela queria. Depois chegou-se a uma das Testemunhas e pediu um estudo bíblico, progredindo até tornar-se testemunha cristã de Jeová.
Portanto, decida cada testemunha cristã de Jeová fazer a sua parte para tornar o cantar no Salão do Reino de modo que reflita apreço das maravilhosas qualidades de Jeová e de tudo o que ele fez para nós em sentido material e espiritual. ‘Com tudo dentro de nós’, ‘entoemos melodias a Jeová’!
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1975 | 1.° de abril
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Perguntas dos Leitores
● Qual é a aplicação da profecia de Isaías 21:11, 12, que reza: “A pronúncia contra Dumá: Há um chamando-me desde Seir: ‘Vigia, como está a noite? Vigia, como está a noite?’ O vigia disse: ‘A manhã tem de vir, e também a noite. Se quiserdes indagar, indagai. Chegai outra vez!’”? — NM ed. ingl.
A profecia evidentemente é uma pronúncia contra Edom. A palavra “Dumá” não parece referir-se a cidades ou localidades com o nome de Dumá. Dificilmente poderia referir-se à Dumá ismaelita (chamada segundo um filho de Ismael [Gên. 25:14]), a meio caminho entre a Palestina e o sul de Babilônia, nem à Dumá judéia, situada na região montanhosa isolada. (Jos. 15:52) A referência a Seir, logo a seguir, também indica que a profecia foi dirigida contra aquela terra. Seir foi primeiro ocupado pelos horeus, mas os filhos de Esaú os desalojaram, e ambos os nomes, Edom e Seir, passaram a ser usados para se referir àquele país. — Gên. 14:6; Deu. 2:12.
Tanto Isaías como Jeremias profetizaram a completa desolação de Edom (Seir), inimigo de Jeová e de seu povo. (Isa. 34:5, 9-15; Jer. 49:7-22) “Dumá” significa “silêncio”, e é assim traduzida nos Salmos 94:17; 115:17. A palavra “Dumá” usada com referência a Edom indicaria que Edom se tornaria silenciosa, como no silêncio da morte, da não-existência.
A profecia mostra, como que de modo visionário ou simbólico, que alguém de Edom está preocupado com a sorte de Edom. A indagação: “Vigia, como está a noite?” é como que feita por alguém que esperançosamente espera o fim duma longa noite de doença e tribulação e que clama para o vigia na muralha: ‘A que horas estamos da noite?’ ‘Quanto dela já passou?’ ‘Quando virá a manhã?’ A profecia parece referir-se primeiro à noite de julgamento que Edom sofreu sob a Potência Mundial Assíria. A resposta do vigia: “A manhã tem de vir, e também a noite”, parece indicar que haveria um clarão como que da aurora, mas que logo cairia outra vez depressa a noite, assim como se deu quando caiu o Império Assírio, sucedido pelo Império Babilônico, que executou julgamento severo em Edom, conforme predito por Jeremias. (Jer. 25:17, 21; 27:2-8) Daí veio o domínio persa, o grego e o romano, mantendo Edom em sujeição.
Nos tempos romanos, houve um clarão bastante forte, como da “manhã”, durante o governo dos Herodes, que eram edomitas, mas ele também desapareceu e sobreveio a noite; e o desaparecimento dos Herodes é geralmente entendido como assinalando o fim dos edomitas. Edom tornou-se “Dumá”, lugar silencioso, cujo povo desapareceu da história das nações.
Alguns comentadores acham que as palavras do vigia: “Se quiserdes indagar, indagai. Chegai outra vez!” significam que o profeta não podia ver o fim das noites de Edom, mas que o interrogador podia perguntar mais tarde, caso se revelasse mais sobre o destino exato de Edom. Outros acham que significa que os edomitas, a fim de obterem uma resposta favorável de Deus, teriam de voltar arrependidos, desviando-se de sua iniqüidade e de sua oposição a Jeová e o povo deste. Teriam de desviar-se de seus caminhos iníquos e seguir os mandamentos de Deus, assim como se exigiu depois de Israel, antes de Jeová retornar um restante de arrependidos do exílio em Babilônia a Jerusalém. (Isa. 55:7) De outro modo, não se via fim das noites de Edom e do derradeiro silêncio como de morte.
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Predito o fim da cristandadeA Sentinela — 1975 | 1.° de abril
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Predito o fim da cristandade
Há mais de 2.500 anos atrás, Deus inspirou Ezequiel a escrever sobre acontecimentos futuros. O que ele escreveu sobre Jerusalém aconteceu mesmo. Seus escritos indicaram também o fim da cristandade e de suas igrejas. Saiba por que esta merece a sorte que lhe foi predita.
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