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  • Por que estudar na escola?
    A Sentinela — 1972 | 15 de junho
    • Por que estudar na escola?

      Fatos úteis que os jovens desejam saber.

      SE FOR jovem e cursar a escola, pergunte-se: Por que vou à escola? Talvez responda que vai à escola porque lá onde mora isso é obrigatório por certo período de tempo. Ou pode ser que ainda seja menor e precisa fazer o que os pais mandam.

      Mas, vê pessoalmente mais algum motivo para cursar a escola? Sabe de alguns benefícios resultantes de gastar seu tempo sabiamente na escola? É provável que conheça alguns jovens que não aproveitam bem seu tempo. Talvez estudem apenas o suficiente para passarem, se é que passam. Entretanto, tais jovens, por não aproveitarem a oportunidade de aprender, usualmente se prejudicam pelo resto da vida. Por quê?

      Porque aquilo que a pessoa faz durante a sua juventude, tem muita influência sobre o que pode fazer como adulto. Até mesmo ao estudo escolar se aplica o princípio bíblico: “O que o homem semear, isso também ceifará.” (Gál. 6:7) Mas, quais são alguns dos benefícios colhidos da ‘semeadura’ e do empenho atual nos estudos?

      TREINAMENTO PRÁTICO

      Precisa encarar o fato de que antes de passarem muitos anos terá de sustentar a si mesmo. Por fim assume talvez até mesmo as obrigações de marido e pai, ou de esposa e mãe.

      Gostaria de facilitar e tornar mais agradáveis tais responsabilidades? Poderá facilitar isso se se aproveitar de seus anos escolares, aprendendo coisas que lhe serão úteis na vida de adulto.

      Em muitas escolas, há matérias que lhe ensinam os princípios fundamentais de certos ofícios. Para os jovens, talvez haja cursos de carpintaria, eletricidade, soldagens, contabilidade e outros. Para as jovens talvez haja cursos de economia doméstica, culinária e costura, bem como datilografia e trabalhos de secretária.

      Grande parte desta instrução talvez não lhe seja facilmente disponível depois de deixar a escola. Se quiser mais tarde instruir-se nisso, talvez tenha de pagar por isso. Ou talvez tenha de aprender por trabalhar com outros ou sob as suas ordens, pessoas que talvez tenham pouco interesse em lhe ensinar. Então, por que não se aproveita da oportunidade de aprender algumas destas coisas enquanto puder? E ao escolher cursos escolares, não deixe de considerar isso com seus pais. Eles lhe podem dar o benefício de sua experiência na vida.

      APREENDA A LER BEM

      Embora haja muitas coisas de valor prático que possa aprender na escola, há uma delas que terá enorme influência sobre as outras partes de sua vida escolar e também toda a sua vida de adulto. É a habilidade de ler — e de ler BEM. Esta é a chave que abre muitos tipos de conhecimento, perícia e proveito.

      Nas horas em que está acordado, vê-se constantemente confrontado com coisas para ler: letreiros, etiquetas, livros, revistas, jornais, contas, formulários e cartas. Tudo isso pode ser uma tarefa desagradável se não souber ler bem. Mas, se aprender a ler bem, verificará que a sua vida fica mais rica pelas coisas que lê em vez de ser sobrecarregado por elas.

      Especialmente os jovens cristãos desejarão aprender a ler bem, porque querem saber o que há na Palavra de Deus, a Bíblia. Verificarão também que a boa leitura é de grande valor ao explicarem aos outros os propósitos de Deus. — Mat. 24:14.

      Tem problemas com a leitura? Neste caso, não fique desanimado. Poderá aprender a ler bem, assim como os outros. A leitura é principalmente uma questão de prática — além de se estar atento à grafia das palavras. Às vezes, leia em voz alta. Isto o ajudará a verificar se está desenvolvendo hábitos maus na sua leitura calada. Achará também útil pedir que outros, que lêem bem, o escutem ocasionalmente quando lê em voz alta. Poderão ajudá-lo a corrigir seus erros.

      Sim, a capacidade de ler com facilidade e fluência não vem sem algum esforço. Mas o empenho que fizer agora será recompensado muitas vezes mais adiante na vida.

      OUTROS BENEFÍCIOS DO ESTUDO

      Algumas matérias escolares talvez não lhe pareçam práticas, mas elas ajudam a ampliar-lhe sua visão e poderão ser de outro modo úteis. A história, a geografia e as línguas o ajudarão a conhecer outros povos e lugares. A matemática é útil para muitos ofícios e ocupações, até mesmo na economia doméstica, onde há sempre necessidade de recibos e de orçamentos.

      Há ainda outro proveito de se estudar na escola, embora não goste muito de certas matérias. O estudo exercita a mente e melhora a sua capacidade de usá-la. De certo modo, poderá comparar a mente a um músculo de seu corpo — quanto mais o usar, melhor lhe servirá. Verificará que o esforço mental se tornará cada vez mais fácil e mais produtivo. Mas, assim como se dá com o músculo, a mente fica ‘frouxa’ com a falta de uso.

      Poderá derivar outro valor do seu empenho nos estudos escolares? Sim, poderá aprender a autodisciplina. É verdade que talvez agora não lhe pareça desejável. Mas, como sabe, simplesmente não pode sempre fazer as coisas que prefere na vida. Muitas vezes terá de fazer coisas que realmente não quer fazer, mas que precisam ser feitas. Isto se dá especialmente quando se trata de assumir maiores responsabilidades para cuidar de sua própria vida ou para cuidar de sua própria família.

      Se se acostumar agora a disciplinar-se, ajudar-lhe-á a adquirir a disciplina necessária para enfrentar as obrigações de adulto. Portanto, embora prefira agora fazer outra coisa do que estudar, se fixar a sua mente no estudo e não deixar nada interferir nisso, adquirirá uma qualidade que apreciará cada vez mais ao aumentar em idade.

      PROTEÇÃO

      Há ainda outro benefício resultante do empenho diligente no estudo. Pode servir-lhe de proteção. De que modo?

      Ora, é bem provável que já tenha visto a evidência do colapso moral entre seus colegas de escola. Há muita imoralidade sexual e uso de entorpecentes. Entre muitos jovens prevalece também o espírito de rebelião.

      Talvez não lhe agrade estar com pessoas que não respeitam as elevadas normas de conduta ensinadas pela Palavra de Deus. Embora não possa evitar todo contato com tais pessoas, poderá evitar ter associação com elas além do necessário quanto à escola. E se prestar atenção aos seus estudos e se empenhar com afinco neles, ocupará uma grande parte de seu tempo livre após a escola, o que automaticamente limitará seu contato com pessoas sem princípios. Quando pessoas deste tipo vêem o seu desejo de progredir nos estudos, é provável que, com o tempo, nem procurem mais a sua associação. Isto lhe servirá de proteção.

      Por outro lado, se for conhecido como verdadeiro cristão, fazendo bom empenho no seu trabalho escolar, poderá dar um bom exemplo. Isto lhe dará boa reputação, bem como aos seus pais e ao Deus que adora. Poderá ser como Daniel e seus três amigos, que se esforçaram no sistema educativo da antiga Babilônia e foram elogiados pela sua diligência. Ao mesmo tempo, também tinham de lidar com pessoas sem princípios, mas colocaram em primeiro lugar sua adoração a Deus e não transigiram quanto às suas elevadas normas.

      Os jovens cristãos devem achar grande estímulo e incentivo no seguinte: grande parte da habilidade e perícia que agora adquirem por fazerem empenho lhes serão mais úteis do que apenas durante o breve tempo do atual sistema de coisas. Por quê? Porque todo este sistema está chegando ao seu fim. Dentro em breve será substituído pela nova ordem justa de Deus, em que as pessoas de coração sincero poderão usufruir a vida eterna. (1 João 2:15-17) Naquela nova ordem se cumprirá a promessa de Deus: “Meus escolhidos usufruirão plenamente o trabalho das suas próprias mãos.” (Isa. 65:22) Portanto os bons hábitos de estudo e de trabalho que os jovens adquirem agora lhes darão satisfação e prazer para sempre na nova ordem de Deus.

  • Verificou que a Bíblia tinha razão
    A Sentinela — 1972 | 15 de junho
    • Verificou que a Bíblia tinha razão

      ● Muitos católicos portugueses, devotos e praticantes, percebem prontamente que estamos no dia de salvação de Jeová. Um publicador colocou um folheto com uma senhora católica, que mais tarde mostrou o folheto a seu marido. Na primeira revisita, a Testemunha pôde falar com o dono da casa, bem como ler diversos textos bíblicos. O homem expressou muita dúvida de que tais textos existissem na Bíblia católica e reafirmou que sua família era católica praticante. Alguns dias depois desta primeira revisita, o homem não pode mais conter sua curiosidade. Foi a uma livraria católica e comprou “uma legítima Bíblia católica”. Pela primeira vez na vida começou a ler a Bíblia e verificou que o publicador lhe tinha dito a verdade. Iniciou-se logo um estudo bíblico. Dentro de quatro meses, este homem simbolizou sua dedicação a Jeová pelo batismo em água.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1972 | 15 de junho
    • Perguntas dos Leitores

      ● É correto para os cristãos celebrarem seu aniversário de casamento? — D. Y., Venezuela.

      Não é antibíblico comemorarem os casados de modo razoável e modesto o aniversário de seu casamento. Mas tampouco é isso necessário.

      Basicamente, um aniversário é o retorno anual do dia de um acontecimento no passado. Há aniversários de toda espécie. Os povos pagãos observavam aniversários de eventos especiais. Mas os servos de Deus também. (Êxo. 12:14, 24-27; João 10:22, 23; 1 Cor. 11:23-26) Naturalmente, tais aniversários ou comemorações registrados na Bíblia envolviam diretamente certos aspectos da adoração verdadeira. Todavia, podemos assim ver que nem todos os aniversários são proscritos como objecionáveis. Tudo depende do que se comemora e como.

      É evidente que o cristão evitaria celebrações que envolvem práticas religiosas falsas ou antibíblicas. (João 4:24) Hoje em dia, normalmente, porém, o aniversário de casamento não é uma cerimônia religiosa. Mas, origina-se o costume de comemorar o casamento da antiga religião pagã? Evidentemente não. A Encyclopedia Americana (ed. 1971) diz: “O costume familiar de celebrar aniversários de casamento parece ter surgido na Europa ocidental. A referência mais antiga na literatura inglesa é do século dezessete.” — Vol. 28, p. 564.

      Em alguns países é agora costume o marido e a esposa observarem de modo especial o aniversário de seu casamento. Alguns casais cristãos fazem isso

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