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    Despertai! — 1988 | 8 de dezembro
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      41. FENÍCIA

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      Verticais

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      32. MALCO

      33. JONATÃ

      36. GEAZI

      37. ALFEU

  • Como posso aprender quando outros não querem?
    Despertai! — 1988 | 8 de dezembro
    • Os Jovens Perguntam . . .

      Como posso aprender quando outros não querem?

      APRENDER não é fácil para Nozomi, de 15 anos, estudante do curso secundário no Japão. “Em vez de levarem seus estudos a sério”, diz ela, “meus colegas desafiam os professores, discutem assuntos imorais, e mostram muito interesse no sexo oposto”.

      Conversar muito, flertar, fustigar os professores, brigar com outros − tais distrações são comuns em muitas salas de aula. E, mesmo que tais coisas não aconteçam em sua escola, você ainda pode ser vítima de pressões sutis para fracassar nos estudos. Afirma Rosa, de 13 anos: “Eu realmente me preocupava com o que os rapazes pensariam caso eu respondesse a muitas perguntas. . . . Assim, eu só respondia perguntas para tirar notas que me garantissem que passaria de ano − não queria ser sabidona.” Como, então, você pode lidar com todas as pressões exercidas contra o aprender?

      A Pressão dos Colegas

      Roberto foi colocado numa turma de estudantes bem adiantados. Qual foi a reação dos colegas? “Eles riem da gente, caso o coloquem numa turma assim. Acham que você é mesmo um bobalhão por estar ali, porque significa que terá mais deveres de casa.” É compreensível que, muitas vezes, alguém se veja tentado a estudar menos. Mas haveria sentido em passar a maior parte de seus anos da adolescência na escola e não ter nada de concreto a apresentar por esse tempo todo? E visto que as notas são uma indicação − admitidamente imperfeita − de quanto você aprende na escola, não faz sentido tentar tirar as melhores notas que puder?

      E verdade que isto talvez signifique sofrer certos abusos da parte dos colegas. Mas a Bíblia avisa: “Tremer diante de homens é o que arma um laço.” (Provérbios 29:25) Deveria você ter tanto medo do que os outros pensam a ponto de pôr de lado suas próprias convicções e seu auto-respeito? A quem deveria estar mais preocupado de agradar: a seus colegas, ou a seus pais, e a seu Criador celeste? Ademais, os jovens que o desencorajam de sair-se bem na escola certamente não estão pensando em seu futuro, pois diz o provérbio: “Quem trabalha com mão indolente será de poucos meios.” (Provérbios 10:4) Notas baixas podem assim ser um ensaio de um fracasso futuro no mercado de trabalho.

      Aliviar a Pressão

      Assim, enfrente os colegas que o desencorajam de aprender! Isto talvez não seja fácil. Mas talvez lhe seja útil entender o que, muitas vezes, os motiva a molestá-lo. Explica a revista ’Teen: “Jovens que tiram más notas e que zombam dos bons estudantes geralmente têm medo do fracasso e sentem falta de confiança em si mesmos. Para encobrir o fato de que seu respeito próprio não é maior do que suas notas, tentam convencer outros de que estão realmente contentes de não ser incluídos entre os bons estudantes.” Os jovens que ‘persistem em odiar o conhecimento’ simplesmente expõem sua própria tolice. − Provérbios 1:22.

      Aconselha The High School Survival Guide (Guia de Sobrevivência na Escola Secundária): “Se seus amigos continuamente lhe pedem que aja contra suas próprias convicções. . . examine de novo seus relacionamentos.” Miguel foi influenciado pelos amigos a começar a faltar às aulas. “Mas, verifiquei então que meus amigos estavam sendo apanhados e sendo expulsos da escola. Disse eu: Isto não é para mim.” Assim, ele rompeu tais relacionamentos e começou a aplicar-se aos estudos.

      Quando seus colegas observam que você não vai ceder a eles, é possível até que parem de molestá-lo. Diz Valter: “Não espero que a turma inteira mude. Mas, se notarem que não conseguirão amolar-me, irão amolar outro.” Lembre-se, também, de que a pressão dos colegas não cessa quando você se torna adulto. Assim, aprender a lidar com ela agora pode provar-se muito valioso mais tarde.

      Ignorar as Distrações na Sala de Aula

      Que fazer, porém, diante das perturbadoras distrações na sala de aula? A Bíblia diz: “O sábio escutará e absorverá mais instrução.” (Provérbios 1:5) Julie Hahn, autora de “Have You Done Your Homework?” (“Fez Seus Deveres de Casa?”), reconhece que “a distração causada por outros na sala de aula pode tornar difícil o escutar atentamente”. Todavia, ela indica que o bom ouvinte consegue aprender, mesmo numa sala de aula barulhenta. Como? Por ‘vir para a aula preparado para ouvir de forma inteligente’. Isto significa fazer seus deveres de casa na noite anterior, de modo a estar familiarizado com a matéria considerada.

      Também, faça anotações significativas − nada muito elaborado, mas, pelo menos, uma lista dos pontos principais e alguns pormenores de apoio. Isto ajuda a manter a mente fixa no assunto, quando ocorrem distrações. E, quando se concentrar na aula torna-se praticamente impossível, talvez não tenha outra escolha, senão aumentar a quantidade de deveres de casa que faz. Até mesmo esforços modestos, neste sentido, podem melhorar suas notas. Os deveres de casa lhe dão a oportunidade de aplicar-se numa atmosfera livre das distrações que surgem na escola.

      Expresse-se Abertamente!

      Às vezes, porém, você depara com uma distração − um par de moças (ou de rapazes) que cochicham sem parar − irritante demais para ser ignorada. Em alguns casos, pode ser uma boa idéia tentar falar com a pessoa ou as pessoas envolvidas. Deixe que saibam como se sente e como o comportamento delas o atinge. Quem sabe? Talvez sejam razoáveis sobre o assunto e se aquietem um pouco.

      Talvez até mesmo verifique que as ações irritantes de seus colegas são uma reação a algo de sua parte que eles acham amolante. Talvez propor alguma espécie de ajuste — ou um pedido de desculpas de sua parte — fosse apropriado. E, ao passo que cursar a escola é algo sério, não seja “justo demais”, a ponto de perder seu senso de humor. (Eclesiastes 7:16) Não raro, uma situação que provoca uma comoção na classe é genuinamente engraçada. Não há motivos de afastar seus colegas por ser carrancudo e sem senso de humor.

      Se seus colegas de turma reagirem hostilmente, ou se recusarem a mudar, talvez até seja necessário conversar sobre tais assuntos com seu professor. Mas aguarde o momento apropriado para falar, de preferência em particular. (Provérbios 25: 11) Talvez se possa fazer arranjos para você se sentar numa outra carteira na sala de aula, ou talvez possa pedir transferência para outra classe, onde os alunos levem mais a sério o aprendizado.

      Conte a Seus Pais

      Que fazer se seus melhores esforços de resolver os assuntos com os colegas e professores não derem certo? Aconselha um genitor cristão que trabalha como professor duma escola pública: “Comunique-se com seus pais sobre o que está acontecendo na escola − suas perdas e dificuldades. Eles ficarão mais interessados em você e mais comunicativos, e isto o ajudará a enfrentar os problemas.” Provavelmente, seus pais desejam que você ‘lhes dê seu coração’ dessa forma. − Provérbios 23:26.

      Eles talvez até mesmo tenham algumas sugestões práticas. Poderiam, por exemplo, sugerir que você dê mais atenção a seus deveres de casa, e talvez lhe ofereçam alguma ajuda pessoal. Eles também podem ter algumas idéias de como falar com seu professor e com seus colegas que perturbam as aulas. Em alguns casos, eles talvez até julguem necessário visitar os responsáveis pela escola, em seu benefício.

      Tornar Bem-sucedidos os Seus Anos Escolares

      Lembre-se, você está na escola para aprender. E, se terá êxito ou não muitas vezes depende de sua escolha de amigos. Zélia comenta: “Se quiser fazer parte da turminha, você terá mais problemas, porque, para ser aceito, eles esperam que faça tudo que eles fazem.” Sim, “más associações estragam hábitos úteis”. (1 Coríntios 15:33) Por outro lado, as boas associações fortalecem nossa resolução e nossa capacidade de fazer as coisas certas. Escolha amigos que partilhem suas convicções e seu gosto por aprender.

      Às vezes, a pessoa simplesmente tem de conviver com uma situação ruim. Todavia, “a súplica do justo, quando em operação, tem muita força”. (Tiago 5:16) Escreve uma jovem cristã: “Pode ser difícil de enfrentar distrações constantes. Eu simplesmente tenho de me desligar delas. Quando sinto vontade de berrar, por simples frustração, oro a Jeová pedindo autodomínio.” Poderá fazer isto, também, e não apenas como um último recurso. Torne a oração uma parte de sua vida diária.

      Aprender é deveras um desafio. Mas, com determinação, e a ajuda de seus pais, de seus professores e de Jeová Deus, você pode ter êxito, mesmo quando outros não querem aprender.

      [Foto na página 15]

      As anotações são uma forma de eliminar as distrações da sala de aula.

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