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começaram a construir uma torre e uma cidade, após o Dilúvio. (Gên. 11:3, 4) Por outro lado, Jeová prometeu tornar grande o nome de Abrão (Abraão), caso este deixasse seu país e seus parentes, e fosse para outra terra. (Gên. 12:1, 2) Testificando o cumprimento dessa promessa, há o fato de que, até os dias atuais, poucos nomes dos tempos antigos se tornaram tão grandes quanto o de Abraão, especialmente como exemplos de notável fé. Milhões de pessoas ainda afirmam ser os herdeiros da bênção abraâmica por causa de serem seus descendentes carnais. Similarmente, Jeová tornou grande o nome de Davi, por abençoá-lo e por lhe conceder vitórias sobre os inimigos de Israel. — 1 Sam. 18:30; 2 Sam. 7:9.
Ao nascer, a pessoa não tem reputação alguma, e, por conseguinte, seu nome é pouco mais do que um rótulo. É por isso que Eclesiastes 7:1 afirma: “Um nome é melhor do que bom óleo, e o dia da morte é melhor do que o dia em que se nasce.” Não é ao nascer, mas sim durante o pleno desenrolar da vida duma pessoa que seu “nome” assume real significado no sentido de a identificar, quer como uma pessoa que pratica a justiça, quer como alguém que pratica a iniqüidade. (Pro. 22:1) Pela fidelidade de Jesus até a morte, o seu nome se tornou o único nome ‘dado entre os homens, pelo qual tenhamos de ser salvos’, e ele ‘herdou um nome mais excelente’ do que o dos anjos. (Atos 4:12; Heb. 1:3, 4) Mas, Salomão, sobre quem se expressou a esperança de que seu nome se tornaria “mais esplêndido” que o de Davi, morreu com o nome de alguém que retrocedeu da adoração verdadeira. (1 Reis 1:47; 11:6, 9-11) Assim, diz o salmista sobre os que fazem um nome para si mesmos, por serem leais até o fim: “Preciosa aos olhos de Jeová é a morte dos que lhe são leais.” (Sal. 116:15; compare com Filipenses 4:3; Revelação 3:4, 5, 12, 13.) No entanto, “o próprio nome dos iníquos apodrecerá”, ou se tornará um odor pútrido. (Pro. 10:7) Por este motivo, um bom nome ‘deve ser escolhido antes que riquezas abundantes’. — Pro. 22:1.
NOMES ESCRITOS NO “LIVRO DA VIDA”
Parece que Jeová Deus, falando-se de modo figurado, tem escrito nomes no livro da vida desde a “fundação do mundo”. (Rev. 17:8) Visto que Cristo Jesus falou de Abel como vivendo na “fundação do mundo”, isto indicaria que tal referência é ao mundo da humanidade resgatável, que veio a existir depois que nasceram filhos a Adão e Eva. (Luc. 11:48-51) O nome de Abel, evidentemente, seria o primeiro registrado nesse rolo simbólico.
Os nomes que aparecem no rolo da vida, contudo, não são nomes de pessoas que foram predestinadas para obter a aprovação de Deus e a vida, dada por ele. Isto se evidencia de que as Escrituras mencionam ‘apagar-se’ nomes do “livro da vida”. Assim, parece que apenas quando uma pessoa se torna um servo de Jeová é que seu nome é escrito no “livro da vida”, e apenas se continuar fiel é que seu nome é retido naquele livro. — Rev. 3:5; 17:8; compare com Êxodo 32:32, 33; Lucas 10:20; Filipenses 4:3.
NOMES REGISTRADOS NO ROLO DO CORDEIRO
Similarmente, os nomes das pessoas que adoram a simbólica fera não foram registrados no rolo do Cordeiro. (Rev. 13:8) Essa fera obteve sua autoridade, seu poder e seu trono do dragão, Satanás, o Diabo. Os que adoram a fera, por conseguinte, são parte do ‘descendente da serpente’. (Rev. 13:2; compare com João 8:44; Revelação 12:9.) Até mesmo antes de nascerem filhos a Adão e Eva, Jeová Deus indicou que haveria inimizade entre o ‘descendente da mulher’ e o ‘descendente da serpente’. (Gên. 3:15) Assim, desde a fundação do mundo, já tinha sido determinado que nenhum adorador da fera teria seu nome escrito no rolo do Cordeiro. Apenas as pessoas sagradas, do ponto de vista de Deus, deveriam ser assim privilegiadas. — Rev. 21:27.
Em vista de que tal rolo pertence ao Cordeiro, é lógico que os nomes que aparecem nele seriam os das pessoas que lhe foram dadas por Deus. (Rev. 13:8; João 17:9, 24) Portanto, é digno de nota que a próxima referência ao Cordeiro, no livro de Revelação, apresente-o como estando em pé, no monte Sião, junto com 144.000 pessoas compradas dentre a humanidade. — Rev. 14:1-5.
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NÔ
[do egípcio, niwt, a Cidade], NÔ-AMOM [cidade de (o deus) Amom]. Uma cidade destacada, e, outrora, a capital do Egito, situada em ambas as margens do Nilo superior, c. 530 km ao S do Cairo. Os gregos a conheciam como Tebas, nome comumente usado hoje em dia.
Em antigos textos egípcios, a cidade é chamada pelo mesmo nome, “a Cidade de Amom” (niwt ’Imn). Isto se dava por ter-se tornado o centro principal da adoração do deus Amom, que, iniciando como uma deidade menor, ascendeu à posição de deus principal daquela nação, sendo igualado pelos gregos a Zeus (Júpiter). (Veja AMOM, II N.° 2.) Aqui os faraós construíram enormes monumentos e templos, abrangendo uma área de 24,3 hectares, na margem E (em Carnac e Lúxor), havendo outros templos magníficos e enorme local de sepultamento na margem O. O templo de Amom em Carnac é a maior estrutura colunar que já foi construída, algumas de suas colunas maciças chegando a medir até 3,70 m de diâmetro.
Especialmente durante o que é denominado de “Período do Novo Reino (XVIII a XX Dinastias)”, Tebas atingiu grande proeminência, tornando-se a capital do país. Mesmo quando o controle administrativo passou para outros locais, Nô-Amom (Tebas) continuou a ser uma cidade rica e proeminente, o centro do poderoso sacerdócio de Amom, cujo principal sacerdote se emparelhava com o próprio Faraó em poder e em riqueza. Mas, no século VII AEC, a agressão assíria se espalhou até o Egito, durante o reinado do assírio Rei Esar-Hadom. Seu filho e sucessor, Assurbanipal, renovou tal conquista, alcançando Tebas e saqueando cabalmente a cidade. É a tal devastação, como é evidente, que o profeta Naum se referiu quando avisava Nínive, capital da Assíria, sobre uma destruição de similar magnitude. (Naum 3:7-10) A “muralha” de Nô-Amom, uma série de defesas que iam do mar ao longo do Nilo, fracassou, e as riquezas de seu tráfego comercial e de seus templos religiosos se tornaram o galardão dos assírios saqueadores.
LEVADA À RUÍNA
Todavia, perto do fim do século VII ou do início do século VI AEC, Nô-Amom tinha recuperado uma posição de relativo destaque. Jeremias e Ezequiel predisseram um julgamento da parte de Jeová Deus sobre o principal deus do Egito, Amom, de Nô, e sobre o Faraó e todos os deuses egípcios, julgamento este que viria pelas mãos do rei babilônio, Nabucodonosor. (Jer. 46:25, 26; Eze. 30:10, 14, 15) O governante persa, Cambises, infligiu outro golpe severo a Nô-Amom em 525 AEC, e a cidade declinou continuamente, sendo por fim completamente arrasada pelos romanos sob Cornélio Galo, devido à participação que teve numa revolta contra o governo romano (30-29 AEC). Atualmente, podem-se encontrar apenas pequenos povoados ao redor das ruínas maciças dos templos dos deuses impotentes de Nô.
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NORA
A esposa do filho duma pessoa. As mesmas palavras, tanto hebraica (kalláh) como grega (ny’mphe), traduzidas “nora”, também são traduzidas “noiva”, em certos casos. “Mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro.” — Rev. 21:9; Cân. 4:8-12; Isa. 61:10; Jer. 7:34; João 3:29; Rev. 18:23; 21:2; 22:17.
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NORTE
Em seu emprego bíblico, “norte” pode indicar uma seção da Terra (Sal. 107:3; Isa. 43:6; Luc. 13:29), uma direção setentrional (Êxo. 26:20; 1 Reis 7:25; Rev. 21:13), o céu setentrional (Jó 26:7), e várias terras ou reinos (incluindo a Assíria [Sof. 2:13] e a Caldéia ou Babilônia [Jer. 46:10]), que estavam situadas um tanto para o N e o E da terra habitada pelos israelitas. Embora Babilônia, situada às margens do rio Eufrates, realmente estivesse localizada a E de Tiro, Ezequiel 26:7 fala do rei de Babilônia como vindo do N contra Tiro. Semelhantemente, a calamidade que Judá e Jerusalém deveriam sofrer, por parte dos babilônios, é mencionada como provindo “do norte”. (Jer. 1:14, 15) A razão disto parece ser que, quando marchavam para o O, os exércitos babilônios tomavam a rota setentrional e, assim, evitavam passar pelo deserto. Este era, efetivamente, o caminho costumeiro, como mostram os registros babilônios.
Uma vez que a várias terras e reinos se consigna uma localização setentrional, o contexto e outros textos relacionados são amiúde de ajuda para se determinar o que se quer dizer com “norte” ou “terra do norte”. À guisa de exemplo, Isaías 21:2, 9 e Daniel 5:28 mostram que as nações provenientes da “terra do norte”, mencionadas em Jeremias 50:9, incluem os medos, os persas e os elamitas. Pelo visto, as nações que atacam Babilônia são consideradas como um exército unido, ou um inimigo comum da cidade de Babilônia, “uma congregação”. Muitas das nações envolvidas se situavam bem ao N de Babilônia (Jer. 51:27, 28), e grande parte da Média se localizava, pelo menos, a NE de Babilônia. O ataque, também, evidentemente veio duma direção setentrional, visto que Ciro impediu o fluxo do rio ao N da cidade.
“O REI DO NORTE”
Os fatos históricos fornecem ainda outra base para se determinar como o “norte” deve ser entendido em alguns textos. Um caso em pauta é o “rei do norte” mencionado em Daniel, capítulo 11. A evidência histórica aponta que o “rei poderoso”, de Daniel 11:3, era Alexandre Magno. Após a morte de Alexandre, o seu império foi por fim dividido entre seus quatro generais. Um destes generais, Seleuco Nicátor, ficou com a Mesopotâmia e a Síria, isto o tornando o governante do território situado ao N da Palestina. Outro general, Ptolomeu Lago, obteve o controle do Egito, ao SO da Palestina. Portanto, iniciou-se com Seleuco Nicátor e Ptolomeu Lago a longa contenda entre o “rei do norte” e o “rei do sul”. No entanto, a profecia a respeito do “rei do norte” se estende desde a época de Seleuco Nicátor até o “tempo do fim”. (Dan. 11:40) Logicamente, então, a identidade nacional e política do “rei do norte” mudaria, no decurso da História. Mas, ainda seria possível determinar-se sua identidade, à base de seu relacionamento com o original “rei do norte”. — Veja o livro ‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’, pp. 203-284.
RESIDÊNCIA DE JEOVÁ
“Norte” também aparece, nas Escrituras, com referência ao local onde Jeová residia, de forma representativa, com os israelitas. — Sal. 48:1, 2; Isa. 14:13, 14; veja MONTE DE REUNIÃO.
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NOVA JERUSALÉM
Veja JERUSALÉM.
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NOVILHA
Veja VACA, NOVILHA
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NOVO PACTO
Veja PACTO.
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