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  • Procurando a via de acesso à fonte da vida
    A Sentinela — 1968 | 1.° de dezembro
    • no trabalho de administrar a justiça em seus enormes acampamentos. Era zeloso na defesa da adoração correta e pronto a agir contra aquêles que a obstruíam. Com tôda a sua responsabilidade e os privilégios dados por Deus que usufruía, não havia nem sequer um indício de ambição egoísta no registro a respeito dêle. Ainda pôde ser chamado “sem comparação, o mais manso de todos os homens que se achavam sôbre a superfície do solo”. — Êxo. 18:17, 18; 32:32; Núm. 12:3.

      21. Que escolha podia fazer Moisés, e que escolha correta fêz?

      21 Moisés, seja lembrado, fôra educado em toda a sabedoria do Egito, na côrte do Faraó. Tivera a oportunidade de observar as ordens sacerdotais daquele país com todos os seus planos para controlar o povo e se enriquecer, ao passo que sempre sustentavam o regente opressivo como sendo o favorito dos deuses. Muito embora a estrada da ambição pessoal lhe pudesse trazer riqueza e poder no Egito, preferiu identificar-se com o povo de Jeová e aceitar os vitupérios que tinham de ser lançados sôbre um povo cujo Deus não lhes provera sequer um país dêles próprios. Pouco compreendiam os zombadores egípcios o que estava em reserva para êles e para seu orgulhoso país. — Heb. 11:24-26.

      22. Embora Jeová continuasse a comunicar-se com os que amavam a justiça, por meio dos anjos, que perguntas exigiam respostas, e que esperança havia de acesso a Deus?

      22 Até à época de Moisés, o favor da comunicação com o Criador pela ajuda de mensageiros angélicos se limitara a apenas algumas famílias piedosas. Ao passo que isto servia para manter viva a crença num grande e beneficente Deus, todavia, havia muitíssimas perguntas sem ser respondidas. Como poderiam os homens imperfeitos reconciliar-se com seu puro Criador? Será que seria alguma vez posta de lado a barreira entre êles e Deus, que os anjos perfeitos e os patriarcas leais, porém imperfeitos, não conseguiram remover? Como seria removida a escravidão ao pecado e à morte? Será que as gerações do homem continuariam apenas, como a erva, a brotar e a perdurar por curto tempo, daí morrendo? Os próprios chefes de família fiéis devem ter amiúde pensado em tais perguntas, ao contemplarem o céu noturno e compreenderem parte da imensidão da criação de Deus. Não poderiam senão esperar pacientemente até que Jeová revelasse seus propósitos a êles, passo por passo. Êle dera a seus servos aviso antecipado do grande Dilúvio, da destruição da terra de Sodoma e da segura libertação da terra do Egito. Tinham realmente um Deus que podia cumprir Sua palavra e a cumpriria mesmo. Por certo, isso constituía base suficiente para esperarem que, no devido tempo, Êle lhes revelasse a via de acesso à vida e à paz com Êle!

  • O sacerdócio típico aponta a via
    A Sentinela — 1968 | 1.° de dezembro
    • O sacerdócio típico aponta a via

      “Israel é meu filho, meu primogênito. . . reino de sacerdotes e nação santa.” — Êxo. 4:22; 19:6.

      1. No tempo de Moisés, como foi que Jeová se referiu ao povo de Israel, e sob que circunstâncias?

      NA OITAVA geração a contar de Abraão (até Nadabe, filho de Aarão) sua prole se tornara uma multidão que atingia milhões de pessoas, mas que serviam quais escravos de um duro capataz, Faraó do Egito. Seus números já excediam a população nativa, de modo que o temor invejoso ditou a norma de redução por meio de dura escravidão. Neste ponto crítico, o anjo de Jeová apareceu a Moisés na sarça ardente, e informou-lhe: “Inquestionàvelmente tenho visto a aflição de meu povo que está no Egito, e tenho ouvido seu clamor como resultado daqueles que o forçam a trabalhar; porque bem conheço as dores que sofrem. E passarei a descer e a libertá-los da mão dos egípcios e a trazê-los para fora daquele país.” Instruiu Moisés a dizer a Farão: “Isto é o que Jeová tem dito: ‘Israel é meu filho, meu primogênito. E eu vos digo: “Manda embora o meu filho para que me sirva. Mas, caso recusares mandá-lo embora, eis que mato o teu filho, teu primogênito.’” — Êxo. 1:8-10; 3:7, 8; 4:22, 23.

      2. Será que Jeová forneceu prova aos israelitas de ser Deus? Como?

      2 Faraó se mostrou temerário o suficiente para recusar obedecer a exigência de libertar o primogênito de Jeová, seu povo, Israel, e, assim, teve de pagar o preço. Com mão poderosa, Jeová libertou Seu povo, e, ao assim fazer, feriu a terra do Egito com fortes golpes que sem dúvida prejudicaram aquela nação por muitas décadas. Não só o gado e as safras foram severamente danificados por uma série de calamidades, mas o primogênito de tôda família e de todo animal foi morto pelo anjo de Jeová, e, por fim, a fina flor dos guerreiros do Egito, junto com seus cavalos e carros, foram engolfados pelas águas que voltaram do Mar Vermelho. Jeová podia declarar verazmente, portanto: “Fui eu quem tirou Israel do Egito e que passou a libertar-te da mão do Egito.” — 1 Sam. 10:18.

      3. Que grandiosa oportunidade apresentou Deus diante do povo de Israel?

      3 No terceiro mês depois dessa grande libertação, o povo-primogênito de Jeová acampou diante do Monte Sinai, e, por meio de seu profeta Moisés, Jeová ali lhe declarou: “Vós mesmos tendes visto o que fiz aos egípcios, para que eu vos carregasse sôbre asas de águias e vos trouxesse a mim. E agora, se obedecerdes estritamente à minha voz e guardardes realmente meu pacto, então vos tornareis certamente a minha propriedade especial dentre todos os outros povos, porque tôda a terra me pertence. E vós mesmos vos tornareis para mim reino de sacerdotes e nação santa.” (Êxo. 19:4-6) Pense nisso! Uma nação de sacerdotes, e o primogênito de Jeová, subentendendo que não constituiriam senão a primeira de uma família de nações que Jeová viria a ter! E êste “filho” especial seria altamente distinguido como nação sacerdotal que, no tempo devido, talvez tivesse o privilégio de representar todos os outros grupos nacionais perante Jeová. Esta nação santa havia de ser herdeira das bênçãos de Jeová em sentido especial, de modo que, por meio dela, pudessem advir benefícios a todos os demais povos, em harmonia com a promessa de Deus ao fiel Abraão. — Gên. 22:18.

      4. Por meio de que provisões fêz Jeová arranjos de fundir as tribos de Israel em uma nação teocrática?

      4 Com fascínio, então, passamos a considerar como Deus começou a lidar com essa nação que se agradou de chamar de seu primogênito. Partindo da livre associação dos grupos tribais, deveriam então tornar-se uma nação sob regência teocrática, a regência de Deus. Para promover êste propósito, fêz arranjo especial para um sistema de adoração nacional. Aos requisitos da pura adoração familiar, já bem conhecidos por meio da instrução dada pelos fiéis patriarcas, foram então acrescentadas certas modalidades novas e ímpares, a saber, um santo lugar de adoração central, um sacerdócio, e regulamentos que governavam a pura adoração nacional a Jeová, seu grande libertador.

      5. Por que deveríamos esperar que os pormenores da construção da tenda no deserto fôssem importantes?

      5 O padrão que Moisés seguiu na construção dum templo portátil ou lugar santo não se baseava em algo que o profeta vira no Egito. Foi-lhe dado por Jeová, pois o mensageiro angélico de Deus aconselhou a Moisés: “E certifica-te de fazê-los segundo o seu padrão que te foi mostrado na montanha.” Em vista disto, os pormenores dêste padrão deveriam estar envoltos em profundas e significativas inferências para o futuro, especialmente

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