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    • mandamento, o primeiro mandamento com promessa. (Deut. 5:16; Efé. 6:2) Um filho rebelde contra seus pais era como se fosse alguém rebelde contra o arranjo governamental estabelecido por Deus, bem como contra o próprio Deus. Caso golpeasse ou amaldiçoasse a seu pai, ou a sua mãe, e se provasse incorrigivelmente incontrolável, devia ser morto. (Êxo. 21:15, 17; Lev. 20:9; Deut. 21:18-21) Os filhos deviam ter o devido temor a seus pais, e aquele que tratasse seu pai ou sua mãe com desprezo era amaldiçoado. — Lev. 19:3; Deut. 27:16.

      O sétimo mandamento: “Não deves cometer adultério”, proscrevia qualquer união sexual fora do vínculo matrimonial. (Êxo. 20:14) Tornava obrigatório que todos os filhos fossem fruto duma família. Um filho ilegítimo não era reconhecido, nem se permitia que seus descendentes se tornassem membros da congregação de Israel, mesmo até a décima geração. — Deut. 23:2.

      Ao passo que o sétimo mandamento, ao proibir o adultério, servia como proteção para a unidade familiar, o décimo mandamento, ao proibir os desejos errados, protegia adicionalmente a integridade da família da pessoa, bem como a casa e a família do outro homem. As coisas mais comuns na vida familiar foram protegidas por este mandamento, a saber, a casa, a esposa, os servos, os animais, e outros bens. — Êxo. 20:17.

      CRISTO JESUS E A UNIDADE FAMILIAR CRISTÃ

      Quando Deus enviou seu Filho unigênito à terra, fez com que este nascesse duma família humana. Deus providenciou que ele tivesse um pai adotivo temente a Deus, e uma mãe amorosa. Jesus, quando criança, estava sujeito a seus pais, e respeitava e obedecia a eles. (Luc. 2:40, 51) Mesmo quando morria na estaca de tortura, mostrou respeito e cuidado amoroso para com sua mãe, que, pelo que parece, era então viúva, ao lhe dizer: “Mulher, eis o teu filho!”, e ao discípulo a quem amava: “Eis a tua mãe!”, desta forma evidentemente orientando este discípulo a cuidar dela na própria casa dele. — João 19:26, 27.

      Na congregação cristã, a família é reconhecida como a unidade básica da sociedade cristã. Nas Escrituras Gregas Cristãs, dedica-se muito espaço às instruções com respeito ao relacionamento familiar. Também neste caso, o homem é dignificado com a posição de cabeça da família, a esposa estando em sujeição ao marido, e dirigindo a família sob a supervisão geral dele. (1 Cor. 11:3; 1 Tim. 2:11-15; 5:14) Paulo, comparando Jesus ao marido e cabeça da família para com sua ‘esposa’ congregacional, admoesta os maridos a exercerem a posição de cabeça em amor, e as esposas a respeitar e sujeitar-se aos maridos. (Efé. 5:21-33) Ordena-se que os filhos obedeçam aos pais, e especialmente o pai é incumbido da responsabilidade de criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová. — Efé. 6:1-4.

      O homem que serve como superintendente na congregação cristã, se casado, tem de demonstrar elevados padrões como cabeça familiar, presidindo corretamente a família e tendo os filhos em sujeição, estes não sendo indisciplinados e nem acusados de devassidão, pois, pergunta Paulo: “Deveras, se um homem não souber presidir a sua própria família, como tomará conta da congregação de Deus?”, a congregação sendo similar a uma família. (1 Tim. 3:2-5; Tito 1:6) Exorta-se as esposas a que amem seus maridos e seus filhos, que sejam laboriosas em casa, e se sujeitem a seus próprios maridos. — Tito 2:4, 5.

      O apóstolo Paulo admoestou fortemente contra a dissolução do relacionamento familiar, apelando para o crente à base do bem-estar do cônjuge descrente, bem como dos filhos. Sublinhou o grande valor do relacionamento familiar ao apontar que Deus considera os filhos pequenos como santos, mesmo que o cônjuge descrente não se tenha purificado de seus pecados mediante a fé em Cristo. O descrente talvez pratique algumas das mesmas coisas que Paulo afirma que os cristãos praticavam antes de aceitarem as boas novas sobre o Cristo. (1 Cor. 7:10-16; 6:9-11) O apóstolo também preserva a unidade da família cristã por dar instruções aos maridos e às esposas relacionadas com os deveres conjugais respeitantes ao sexo. — 1 Cor. 7:3-5.

  • Faquistas (Sicários, Pib)
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    • FAQUISTAS (Sicários, PIB)

      Este vocábulo traduz a forma grega da palavra latina sicarii, derivada de sica, que significa um punhal pequeno e curvo. Como nome próprio, “faquistas” (“sicários”) se refere à facção política de judeus fanáticos que existia na primeira centúria E.C., e que se empenhava em matanças políticas organizadas. Quando os judeus se amotinaram contra Paulo em Jerusalém, na última visita dele ali, Cláudio Lísias, comandante militar, suspeitava que o apóstolo fosse o egípcio que provocada anteriormente uma sedição e conduzira os quatro mil “faquistas” ao deserto. — Atos 21:30-38; 23:26, 27.

      De acordo com Josefo, historiador judeu, especialmente durante as festividades, os “faquistas” ou sicários, com punhais escondidos sob as vestes, misturavam-se com as multidões em Jerusalém e apunhalavam seus inimigos em plena luz do dia. Daí, a fim de evitar suspeitas, eles se juntavam aos que expressavam sua indignação contra tais matanças.

  • Faraó
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    • FARAÓ

      Título dos reis do Egito. Deriva-se da palavra egípcia (pr-’ ‘) para “Grande Vivenda”. Nos mais antigos documentos do Egito, esta palavra aparentemente designava o palácio real, e, com o decorrer do tempo, veio a ser aplicada ao chefe de governo, o rei. O primeiro documento em que tal título é relacionado com o nome pessoal do rei provém do reinado de Sisaque, que governou contemporaneamente com Salomão e Roboão. Na Bíblia, o título é similarmente ligado com o nome, nos casos do faraó Neco (2 Reis 23:29) e do faraó Hofra (Jer. 44:30), de fins do sétimo e do início do sexto séculos A.E.C. Já nessa época, os documentos egípcios também inseriam o título nos “cartuchos” ou ovais (molduras oblongas) de nomes, especialmente reservados para se escrever o nome real.

      Os Faraós citados na Bíblia são Sisaque, Sô, Tiraca, Neco e Hofra, cada um deles sendo considerado em verbetes separados nesta obra. Há certa dúvida quanto a se Zerá, o etíope, era ou não um governante do Egito. Outros Faraós continuam anônimos. Em virtude da condição confusa da cronologia egípcia, não é possível relacionar estes Faraós com os mencionados na história secular, tendo-se qualquer grau de certeza. Estes Faraós anônimos incluem: Aquele que tentou tomar para si Sara, a esposa de Abraão (Gên. 12:15-20); o Faraó que promoveu a ascensão de José como autoridade (Gên. 41:39-46); o Faraó (ou Faraós) do período da opressão dos israelitas, antes da volta de Moisés de Midiã (Êxo., caps. 1 e 2); o Faraó que governava durante as dez pragas e a época do Êxodo (Êxo., caps. 5 a 14); o pai de Bitia, esposa de Merede, da tribo de Judá (1 Crô. 4:18); o Faraó que concedeu asilo a Hadade, de Edom, no tempo de Davi (1 Reis 11:18-22); o pai da esposa egípcia de Salomão (1 Reis 3:1); e o Faraó que golpeou Gaza nos dias do profeta Jeremias. — Jer. 47:1.

      Os egípcios consideravam o Faraó que então governava como deus, o filho do deus-sol, Rá, e não simplesmente como representante dos deuses. Como deus, a palavra do Faraó era lei, e ele não governava segundo um código de leis, e sim por decreto. Todavia, a História mostra que seu poder, supostamente absoluto, era consideravelmente limitado por outras forças imanentes ao império, inclusive o sacerdócio, a nobreza e o complexo militar. Estes pontos ajudam a entender quão difícil era a designação de Moisés de comparecer perante Faraó e apresentar os pedidos e os avisos de Jeová. — Compare com Êxodo 5:1, 2; 10:27, 28.

      O nome da filha do Faraó que se tornou esposa do judeu Merede indica, pelo que parece, que ela se tornara uma conversa à adoração verdadeira, pois Bitia significa “filha [ou adoradora] de Jeová”. (1 Crô. 4:1, 18) Mas nada indica que a filha de Faraó, dada em casamento a Salomão, tenha abandonado a religião falsa. (1 Reis 3:1; 11:1-6) Tais casamentos eram muitas vezes utilizados pelos reis antigos (como também pelos modernos) como meio de fortalecer suas relações com outros reinos. O registro não mostra se a proposta de tal aliança partiu de Salomão ou do Faraó. Embora, conforme declarado, a identificação deste governante egípcio anônimo seja incerta, sugere-se amiúde o faraó Siamun. Ter Salomão assemelhado a jovem sulamita a uma égua nos carros de Faraó reflete a fama dos carros do Egito naquele tempo. — Cân. 1:9; compare com 1 Reis 10:29.

      A profecia de Isaías, escrita no oitavo século A.E.C., descreve uma condição confusa, desconcertante, que existia ou viria a existir no Egito, e da parte dos conselheiros de Faraó. (Isa. 19:11-17) A história secular mostra os atritos e as divisões internas que existiam no Egito, desde o tempo de Isaias até o século seguinte. Embora a infiel Judá por vezes se voltasse para o Egito em busca de assistência militar, contrário à palavra de Jeová, os jactanciosos Faraós provaram ser como uma “cana esmagada”, que não provia nenhum apoio sólido. — Isa. 30:2-5; 31:1-3; Eze. 29:2-9; compare com Isaías 36:4, 6.

  • Fardo (Carga)
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    • FARDO (CARGA)

      Algo carregado; uma carga, literal ou figurada. Várias palavras hebraicas e gregas são usadas nas Escrituras para indicar um “fardo” ou “carga”, às vezes relacionadas com o material que é carregado, mas, amiúde, para indicar coisas figuradas, tais como responsabilidade, culpa, ou uma mensagem de Deus. Uma carga é geralmente considerada como pesado fardo.

      USO FIGURADO

      A palavra hebraica massá’, amiúde usada para uma carga literal ou um fardo, pode denotar “mensagem ponderosa”, tal como a que a mãe do Rei Lemuel lhe deu como correção. (Pro. 31:1) Pode também referir-se a um pronunciamento. (Isa. 13:1; 14:28; Eze. 12:10; Naum 1:1) Usualmente, o pronunciamento é de denúncia contra a iniquidade existente e, assim, é como um pesado fardo de julgamento. No entanto, um pronunciamento pode também ser uma declaração profética que envolve algo de bom, que dá origem à alegria. (Zac. 12:1; Mal. 1:1) Neste sentido, massá’ tem sido definida como significando “algo assumido solenemente com os lábios, quer seja ameaçador quer não”. — The International Standard Bible Encyclopoedia (Enciclopédia Bíblica Padrão Internacional), Vol. I, p. 528.

      Um “fardo” pode ser um fardo de responsabilidade imposto por Cristo. (Rev. 2:24) O espirito santo e o Corpo Governante cristão não estavam a favor de acrescentar nenhum outro “fardo” aos cristãos, exceto as coisas necessárias, isto é, “de vos absterdes de coisas sacrificadas a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas, e de fornicação”. — Atos 15:28, 29.

      Jesus criticou os escribas e fariseus, dizendo: “Amarram cargas pesadas e as põem nos ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos nem a movê-las com o dedo.” (Mat. 23:2, 4) Jesus se referia, evidentemente, às minuciosas regras e tradições opressivas que tais homens impunham ao povo comum, não estando dispostos a eliminar nem mesmo um pequeno preceito para tornar as coisas mais fáceis para o povo. — Mat. 23:13, 23, 24.

      Por outro lado, Jesus libertou espiritualmente

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