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‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’A Sentinela — 1960 | 1.° de dezembro
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‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’
Imprimimos abaixo uma tabela cronológica que será de ajuda aos que acompanharam esta série de artigos.
[Tabela nas páginas 729-732]
TABELA CRONOLÓGICA DAS POTÊNCIAS MUNDIAIS (DA TERCEIRA À SÉTIMA) — 607 A. C. a 1926 E. C.
ORIENTE MÉDIO EGITO O OCIDENTE A JUDÉIA
IMPÉRIO BABILÔNICO
(607-539 A. C.)
Nabucodonosor Destruídos Jerusalém e
Evil-Merodac, 582 A. C. templo, 607 A. C.
Neriglissar
Labasi-Marduc
Nabónide
Belsazar, morreu em
539 A. C.
IMPÉRIO MEDO-PERSA
(539-331 A. C.)
Dario, o Medo
Ciro, o Grande (persa)
Reconstruído o altar do
templo de Jerusalém pelo
Cambises Faraó Psamético III restante judeu restabele-
[O mago usurpador Gau- cido, 537 A. C.
mata, afirmando ser
Esmérdis, 522/1 A. C.]
Dario I (persa) Dario I escava novamente Reconstruído o templo de
(Histaspes), 521-485 o Canal de Suez Jerusalém, 520-516 A. C.
A. C.
Xerxes I (Assuero) Estabelecida a República
Artaxerxes I (Longímano) Romana com pretores,
509 A. C.
Visitado o templo de
Jerusalém pelo sacerdote
Esdras, 468 A. C.
Reconstruídos os muros de
Xerxes II Jerusalém pelo
Dario II (Oco; Noto) Governador Neemias,
455 A. C.
Início da contagem das
Artaxerxes II (Mnêmon) setenta semanas
Artaxerxes III (Oco)
Arses Filipe II, rei da Macedônia,
Dario III (336-331 A. C.) 359-336 A. C.
(Codomano) Alexandre III, o Grande,
rei da Macedônia, 336 A. C.
IMPÉRIO MACEDÔNIO
(DE ALEXANDRE)
Conquistado por Alexan- (336-323 A. C.) Conquistada por Alexan-
dre, o Grande, 332 A. C. Alexandre, o Grande, mor- dre, o Grande, 332 A. C.
re em Babilônia, 323 A. C. Cai sob o controle do reino
ptolemaico do Egito, 323 A. C.
REINO PTOLEMAICO
Filipe Arideu (323-317 A. C.)
Ptolomeu I, filho de Lago,
REINO SELÊUCIDA pai dos lágidas (323-285 A. C.)
Sobre a Síria e a Meso- Alexandre Allou
potâmia (317-311 A. C.)
Seleuco I Nicator
(312-280 A. C.)
Héracles (Hércules)
(311-309 A. C.)
Cassandro, rei da
Macedônia
Ptolomeu II (285-246 A. C.) Antígono Gônatas, rei da
Antíoco I (280-261 A. C.) (Filadelfo) Macedônia, 277-239 A. C.
ORIENTE MÉDIO EGITO O OCIDENTE A JUDÉIA
Antíoco II (“Theos”)
(261-246 A. C.)
marido de Laódice
Seleuco II Calínico Ptolomeu III Evérgeta
(246-226 A. C.) (246-221 A. C.)
Seleuco III Ceraunos
(226-228 A. C.)
Antíoco III, o Grande,
(223-187 A. C.) Ptolomeu IV Filopator
(221-203 A. C.) Filipe V, rei da Macedônia,
Ptolomeu V Epifânio 220-179 A. C. Controle assumido pelo rei
(203-181 A. C.) O general romano Cipião sírio Antíoco III, o Gran-
Asiático derrota Antíoco de, 198 A. C.
III em Magnésia, 190
A. C.
Seleuco IV Filopator
(187-175 A. C.) Ptolomeu VI Filometor Seleuco IV Filopator man-
(181-146 A. C.) da Heliodoro a Jerusalém
para saquear o tesouro do
Antíoco IV Epifânio templo, aprox. 175 A. C.
(“Deus Manifesto”)
(175-163 A. C.) REVOLTA DOS MACA-
BEUS (167 A. C.)
Rededicado o templo por
Antíoco V Eupator A Macedônia torna-se de-Judas Macabeu, 185 A. C.
(163-162 A. C.) pendente de Roma, 168 Instituída a festa da
Demétrio I Soter A. C.; constituída pro- dedicação
(162-150 A. C.) víncia romana, 146 A. C.
Judas Macabeu negocia um
tratado com Roma, 161
A. C.
Jônatas, irmão mais moço
de Judas
Alexandre Balas Ptolomeu Eupator A Grécia torna-se provín-
(150-145 A. C.) (146 A. C.) cia romana, 147/146 A. C.
Antíoco VI Dioniso Ptolomeu VII, apelidado
(145-141 A. C.) Evérgeta II (Físcone)
Demétrio II Nicator (146-117 A. C.) Simão, da família original
(145-139/8 A. C.) dos macabeus (143/142-
Antíoco VII Sidetes 134 A. C.)
(139/8-129 A. C.) ÁtaloIII, rei de Pérgamo,
Seleuco V lega seu reino a Roma, João Hircano (134-104
133 A. C. A. C.)
Antíoco VIII Gripo Ptolomeu VIII, apelidado
Soter II (Látiro), e Cléo-
patra, sua mãe,
Antíoco IX Ciziceno 117-81 A. C.
Antíoco X Eusébio Ptolomeu IX (ou Alexandre
Antíoco XI Epifânio I) (107-89 A. C.) Aristóbulo I assume o tí-
Filipe II tulo de “rei” 104 A. C.
Antíoco XII Dioniso Alexandre Janéu (103-76
Tigranes, rei da Armênia, A. C.)
toma posse da Síria,
83 A. C. (83-69 A. C.) Ptolomeu X (ou Alexandre
II) (81-80 A. C.)
Ptolomeu XI Aulete Alexandra (76-67 A. C.)
Antíoco XIII Asiático (80-51 A. C.) Aristóbulo II (66-68 A. C.)
(69-65 A. C.) Destronado
pelo General Pompeu,
romano
A Síria torna-se província O General Pompeu, roma-
romana, tendo por capi- no, derrota Mitrídates e
tal Antioquia, 64 A. C. Tigranes, 64 A. C. Jerusalém é capturada pelo
general romano Pompeu,
63 A. C. Estabelecido o
domínio romano sobre a
Os romanos ocupam o Egi- Palestina
Ptolomeu XII e sua irmã, to 55-51 A. C., depois
Cleópatra (51-48/7 A. C.) de restabelecer ao trono
Ptolomeu XI
Júlio César derrota Ptolo-
Ptolomeu XIII e Cleópatra meu XII, que se afoga
(47-43 A. C.)
Cleópatra, com seu filho Herodes o Grande (filho de
Cesário, nominalmente Antípatro) assalta e cap-
co-regente sob o nome Batalha de Ácio, 31 A. C., tura Jerusalém, 37 A. C.,
de Ptolomeu XIV (43- em que Otávio derrota tornando-se rei
30 A. C.) Marco Antônio
O Egito torna-se província
romana, 30 A. C. IMPÉRIO ROMANO como
Sexta Potência Mundial
(30 A. C.-800 E. C.)
Otávio, governante exclu-
sivo de Roma, é chamado
Augusto pelo Senado
P. Sulpício Quirino, gover-Romano, 27 A. C. Nascimento de Jesus em
nador da Síria. 2 A. C. Belém de Judá, 2 A. C.
ORIENTE MÉDIO EGITO O OCIDENTE A JUDÉIA
Arquelau, filho de Herodes
o Grande, etnarca da
Judéia
PROCURADORES
ROMANOS:
Copônio, 6-9 E. C.
P. Sulpício Quirino Ambíbulo, 9-12 E. C.
(6 E. C.)
Q. Cecílio Metelo Tibério César, imperador Ânio Rufino, 12-15 E. C.
Crético Silano de Roma, 14-37 E. C.
M. Calpúrnio Pisão Valério Grato, 15-26 E. C.
C. Sêncio Saturnino Pôncio Pilatos, 26-36 E. C.
L. Pompônio Flaco Marcelo, 36-37 E. C.
L. Vitélio, procônsul ro- Caio Calfgula, imperador Marulo, 37-41 E. C.
mano da Síria (35-39 37-41 E. C.
E. C.)[Herodes Agripa I, rei da
Cláudio, 41-54 E. C.Judéia 41-44 E. C.]
Cúspio Fado, 44-46 E. C.
Tibério Alexandre, 46-48
E. C.
Ventídio Cumano, 48-52
E. C.
Nero, 54-68 E. C.M. Antônio Félix, 52-58
(?) E. C.
Pórcio Festo, 58-62 (?)
E. C.
Albino, 62-64 E. C.
Géssio Floro, 64-66 E. C.
Guerra dos judeus com
Roma, 66-73 E. C.
C. Céstio Galo (65-67 Galba, 68-69 E. C.
E. C.)
P. Licínio Muciano (67-69 Otão, 69 E. C.
E. C.) Vitélio, 69 E. C.
Vespasiano, 69-79 E. C.Destruição de Jerusalém e
do templo, 70 E. C.
Queda da fortaleza judaica
Tito, 79-81 E. C.de Massada, 73 E. C.
Domiciano, 81-96 E. C.[João, o apóstolo, na ilha
Nerva, 96-98 E. C, de Patmos, escreve O
Apocalipse e três cartas,
O Imperador Trajano ane- Trajano, 98-117 E. C.e o Evangelho, 96-98
xa para Roma a Armênia, E. C.]
a Mesopotãmia e a Sétimo~evero,193-211
Assíria E. C., constrói um
muro romano na
Septímia Zenóbia (Bath Britânia
Zabbai), rainha de Pal-
mira, 266/7-272 E. C.O exército da Rainha Ze- Aureliano, 270-275 E. C.
nóbia ocupa o Egito, 270
E. C.
A Rainha Zenóbia e seu
filho são capturados
pelo Imperador Aurélia-
no, 272 E. C.
DOMÍNIO CONSTANTI- Constantino o Grande,
NOPOLITANO 324-337 E. C.
O Imperador Constantino
funda a Nova Roma ou
Constantinopla, fazen-
do-a sua capital, 330
E. C.
O Egito cai sob o domínio
Teodósio, 379-395 E. C. da parte oriental do Im-
Arcádio, 395-408 E. C.pério Romano, 395 E. C.Honório, 395-423 E. C.
Teodósio II, 408-450 E. C.Valentiniano III,
423-455 E. C.
Os romanos abandonam a
Zenão, 474-491 E. C.Britânia, 436 E. C.
Torna-se governante de
todo o Império Romano, Odoacro, da guarda impe-
476 E. C.rial, toma Roma e se
torna rei da Itália,
Alexandria cai diante dos 476 E. C. Jerusalém é capturada pe-
Heráclio, 610-641 E. C. sarracenos muçulmanos; los muçulmanos sob o
o Egito torna-se provín- califa Omar, 637 E. C.
Constantino V e sua mãe cia dos califas muçulma- Construção do Zimbório da
Irene, 780 E. C. nos, 641 E. C. Rocha, em Jerusalém,
pelo emir Abdalmalic,
Constantino VI, 792 E. C.Carlos Magno, o tranco, é 688 E. C.
Imperatriz Irene sozinha, coroado Imperador do
797-802 Ocidente pelo Papa
Leão III, em Roma,
800 E. C.
ORIENTE MÉDIO EGITO O OCIDENTE A JUDÉIA
IMPÉRIO ROMANO DO IMPÉRIO ROMANO DO
ORIENTE OCIDENTE
Nicéforo I, 802-811 E. C.Imperador Carlos Magno,
800-814 E. C.
Luís I, 814-840 E. C.
SANTO IMPÉRIO ROMA-
NO DA NAÇÃO
TEUTÔNICA
Romano II, 959-963 E. C.Otão I é coroado pelo Papa
João XII como imperador
do Santo Império Jerusalém é arrebatada dos
Romano, 962 E. C.cruzados por Saladino,
Nicéforo II, 963-969 E. C.sultão do Egito e da
Frederico III, chefe da ca- Síria, 2 de outubro de
sa de Hababurgo, é eleito 1187
Constantino Paleólogo XII, imperador do Santo Im
1448-1453 E. C.pério Romano 1440 E. C.
Constantinopla é captura- Reina até 14934 E. C.
da por Maomé (Moham-
med) II, em 29 de maio Selim I, imperador dos tur- Jerusalém é tomada pelos
de 1453 E. C.Ela se torna cos, conquista o Egito, turcos sob Selim I, em
capital do Império Oto- 1517 E. C.A Rainha Elisabet I, britâ- 1516
mano, findando o Impé-nica, estabelece a Com-
rio Bizantino panhia das Índias Orien-
tais, em 1600 E. C.
A Virgínia começa a ser
colonizada, em 1607 E. C.,
como primeira colônia
americana da Grã-
Bretanha
Sétima Potência Mundial
emerge na Grã-Breta-
nha, 1763 E. C.
Grande parte do Egito é Francisco II sucede a seu
conquistada pelos fran- pai como Santo Impera-
ceses sob Napoleão Bo- dor Romano, 1792 E. C.
naparte, 1798-1799 E. C.
A Síria é devolvida à SANTO IMPÉRIO ROMA-
Turquia, 1840 E. C.As tropas britânicas expul- NO termina com a renún-
sam os franceses, resta- cia ao titulo por Francis
belecendo-se o governo co II, assumindo ele o
turco, 1801 E. C.título de Francisco I,
Imperador da Áustria,
1806 E. C.
Aberto o Canal de Suez, IMPÉRIO ALEMÃO resta-
1869 E. C.belecido sob Guilherme I
O Egito, sob um “quediva” da Prússia, 1871 E. C.;
nativo, torna-se a partir assina tratado de aliança
de 1882 virtualmente de- com a Áustria e a Itália,
pendência britânica 13 de março de 1887
Frederico III, imperador
alemão, 1888 E. C.
Guilherme II, imperador
alemão, 1888-1918 E. C.
A Áustria declara guerra à
Sérvia,28 de julho de 1914
A Alemanha declara guerra
à, Rússia, 1.° de agosto
de 1914
A Grã-Bretanha declara
O Egito é declarado Pro- guerra à Alemanha, 4 de
tetorado Britânico, agosto de 1914
dezembro de 1914 Os Estados Unidos decla-
ram guerra à Alemanha,
6 de abril de 1917 Jerusalém é capturada pe-
Fim da Primeira Guerra los britânicos, 9 de
Mundial em 11 de novem- dezembro de 1917
bro de 1918
Conferência de Paz de Pa-
ris inaugurada em 18 de
janeiro de 1919
A França ratifica o Trata-
do de Paz com a Carta da Nas estipulações da paz, a Liga das Nações, em 13 Turquia, aliada
da Ale-
A Síria deixa de ser pro-de outubro de 1919, manha, renuncia à sua
víncia turca, cria-se um pondo-os em vigor soberania sobre a
estado independente sob A Liga das Nações começa Palestina
mandato francês, pelo a funcionar em Londres,
Conselho Supremo da Inglaterra, em 10 de ja- A Palestina torna-se man-
Liga das Nações, neiro de 1920. Começa a dato da Grã-Bretanha,
1920 E. C.existir a Oitava Potênciapela Liga das Nações,
Mundial em 1920
A Alemanha é admitida na
Liga das Nações, 8 de
setembro de 1926
“TEMPOS” E “DIAS” PROFÉTICOS
“SETE TEMPOS” ou “os tempos designados das nações” (Daniel 4:16, 23, 25; Lucas 21:24, N M):
Começaram no 7o. mês lunar (Etanim — setembro-outubro) de 607 A. C.
Terminaram no 7o. mês lunar (setembro-outubro) de 1914 E. C.
“UM TEMPO, DOIS TEMPOS E METADE DE UM TEMPO” (Daniel 7:25; 12:7, Al nova revisão):
Começou na primeira metade de novembro de 1914
Terminou em 7 de maio de 1918, com a prisão de diretores da Watch Tower Society e companheiros deles (Compare isso com os 42 meses de Apocalipse 11:2.)
“MIL DUZENTOS E NOVENTA DIAS” (Daniel 12:11, Al):
Começaram em fins de janeiro de 1919
Terminaram na primeira metade de setembro de 1922, no segundo congresso de Cedar Point (Ohio, EUA)
“MIL TREZENTOS E TRINTA E CINCO DIAS” (Daniel 12:12, Al):
Começaram na primeira metade de setembro .de 1922, no segundo congresso de Cedar Point (Ohio, EUA)
Terminaram no mês de maio de 1926, no Congresso Internacional de Londres (Inglaterra)
“DUAS MIL E TREZENTAS TARDES E MANHAS” (Daniel 8:14, Al):
Começaram no mês de maio de 1926 no Congresso Internacional de Londres (Inglaterra) (25-31 de maio)
Terminaram em 15 de outubro de 1932, com o aviso oficial publicado na Sentinela
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Por que ir às Assembléias de Distrito?A Sentinela — 1960 | 1.° de dezembro
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Por que ir às Assembléias de Distrito?
Ainda está em dúvida se vai a uma das oito assembléias de distrito que as testemunhas de Jeová realizarão no Brasil, de norte a sul, desde fins de novembro até meados de fevereiro do ano que vem? Não devia haver dúvidas sobre isso. Por quê? Porque é uma ordem divina que os cristãos se congreguem. Não estamos em dúvida se devemos comer ou não, se há necessidade de nos vestirmos e nos abrigarmos corretamente. Reconhecemos estas necessidades materiais sem lhes dar muita reflexão, e o desejo de preservação nos move a prover tais coisas. Mas, tais coisas cuidam apenas da existência temporal. Que faremos quanto às nossas necessidades espirituais? Jesus disse: “Trabalhai, não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida eterna.” (João 6:27, NM) Ele declarou também: “O homem tem de viver, não somente de pão, mas de todo proferimento que procede da boca de Jeová.” “Portanto, nunca fiqueis ansiosos, dizendo: ‘Que havemos de comer?’ ou: ‘Que havemos de beber?’ ou: Que havemos de vestir?’ Pois todas estas são as coisas que as nações buscam ansiosamente. . . . Prossegui, pois, buscando primeiro o Reino e a Sua justiça, e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas.” — Mat. 4:4; 6:31-33, NM.
Se o nosso tesouro estiver depositado no Reino, nosso coração também estará ali, e faremos arranjos para assistir às assembléias, para que possamos ficar espiritualmente ricos, tornando-nos instrumentos apropriados para o serviço de Jeová. Ao passo que fazemos conscienciosamente provisões para a nossa nutrição e conforto físico, permitimos que o mesmo senso de responsabilidade moral nos dirija a orar, a planejar e a prover para as nossas necessidades espirituais, bem como as de nossa família. É importante assistirmos às assembléias. É a vontade de Deus que o façamos. (Heb. 10:25) Há necessidade de outra razão?
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“Poucos lêem a Bíblia”A Sentinela — 1960 | 1.° de dezembro
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“Poucos lêem a Bíblia”
Foi sob este cabeçalho que um jornal de Nova Iorque publicou a declaração do Dr. Robert J. McCracken, da Igreja de Riverside em Nova Iorque, no sentido de que “está desaparecendo o hábito de ler a Bíblia”. “Não se deve dar importância demais ao fato de que a Bíblia é o livro mais vendido do mundo”, disse ele. Também: “Toda a evidência indica que num perturbadoramente grande número de lares ela é consultada tão raramente como as obras combinadas de Shakespeare ou os tomos dos clássicos presenteados aos membros dos clubes de livro. Ela serve mais como ornamento do que como instrumento. As noivas a levam para seu casamento e depois a guardam entre as lembranças. Os políticos juram sobre ela quando assumem um cargo, mas raras vezes juram por ela depois. Até mesmo no que se refere aos membros das igrejas, a Bíblia é em grande parte um livro desconhecido. É um fato de que a maioria das pessoas neste país tem apenas uma nação muito vaga dos ensinos do maior livro do mundo.”
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