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  • ‘Doadores’ de sangue?
    Despertai! — 1973 | 8 de fevereiro
    • ‘Doadores’ de sangue?

      ● Em seu livro The Gift Relationship (A Relação de Dádiva, 1971), o Professor Richard Titmuss, da Universidade de Londres, afirma a respeito do sangue obtido para transfusões: “Há muitos mitos em todas as sociedades, e os Estados Unidos não constituem exceção. Um dos mitos mais profundamente arraigados nesse país hoje . . . é que o doador voluntário é a norma; que a maioria das doações de sangue são contribuídas por voluntários.”

      Este autor sugere oito diferentes categorias de “doadores” de sangue. Estas são: O Doador Pago “que vende o sangue pelo preço do mercado”. O Doador Profissional “que cede sangue num base regular, registrada, semipermanente ou semiassalariada”. O Doador Voluntário Induzido Pelo Pagamento “que recebe um pagamento em dinheiro, mas que afirma que não é motivado primariamente pelo pagamento”. O Doador da Taxa de Responsabilidade a quem se cobra uma taxa para o sangue que lhe é ‘emprestado’ durante uma operação e que pode repor o sangue e receber de volta a taxa. O Doador do Crédito Familiar “que faz uma doação como depósito prévio, de uma pinta de sangue cada ano, em troca da qual a ele e sua família . . . se ‘garante’ fornecer quaisquer quantidades de sangue de que precisem durante um ano.” O Doador Cativo Voluntário, tais como nas forças militares ou nas prisões “a quem se insta, exige ou se espera que doe. Se não doarem, talvez sejam expostos à desaprovação ou à vergonha, ou talvez sejam levados a crer que tal recusa influirá adversamente em seu futuro”. O Doador Voluntário dos Benefícios Adicionais que é “atraído ou induzido pela perspectiva de recompensas tangíveis . . . em formas não-monetárias”, por exemplo, dias de folga ou feriados mais longos. O Doador Voluntário da Comunidade que “é o que mais de perto se aproxima, na realidade social, do conceito abstrato de uma ‘livre dádiva humana’”.

      O professor estabelece uma tabela das estimativas do sangue coletado nos Estados Unidos durante 1965 até 1967. Mostra que apenas 7 por cento do sangue proveio do “doador voluntário da comunidade”. O autor observa assim: “‘Doar’ é dar, subentendendo-se um motivo altruísta; estritamente, e talvez falando-se mais de forma neutra, ‘fornecedores’ deveria substituir ‘doadores’ no vocabulário deste estudo.” — Págs. 71-96.

  • A crise de energia — a demanda supera o fornecimento
    Despertai! — 1973 | 8 de fevereiro
    • A crise de energia — a demanda supera o fornecimento

      POSSUI o seu lar energia elétrica? Em milhões de lares, as luzes, o refrigerador, o televisor e muitos outros aparelhos funcionam com energia elétrica. Acha-se disponível ao toque dum botão. Todavia, há escassez dela.

      Já em muitos lugares, a demanda de energia supera o fornecimento, e as luzes diminuem de brilho ou se apagam temporariamente. O Times de Nova Iorque, no penúltimo verão setentrional, relatou: “Os estadunidenses aos milhões vivem sob a ameaça diária de escurecimento parcial, de escurecimento total e de possível racionamento de energia. Mas, trata-se de mais do que uma escassez ocasional de energia. É parte duma crise nacional.”

      Descrevendo a situação no verão de 1971 nos EUA, Science Digest disse: “Eram comuns os escurecimentos parciais. Os escurecimentos totais em alguns lugares se tornaram rotina. Algumas das redes de energia elétrica, oscilando à beira do caos elétrico, dificilmente conseguiram sair-se sem catástrofes maciças.” Foi atingido?

      Estas faltas de energia trouxeram inconveniências temporárias para alguns. Seus elevadores pararam. Seus condicionadores de ar deixaram de funcionar. Os rádios e os televisores não operavam. Os refrigeradores não mais mantinham gelados os alimentos. E as famílias que tinham fogões elétricos não podiam usá-los para preparar refeições.

      Dimensionando a Crise

      Talvez, porém, não tenha sido ainda atingido, apenas ouvindo dizer que há uma crise energética. E, visto que seu fornecimento de energia parece garantido, talvez tenha dado muito pouca consideração ao assunto. Todavia, a situação é grave, provavelmente mais do que imagina. Não é apenas uma questão de inconveniência, devido a alguma escassez temporária e falhas de equipamentos. A ameaça é de colapso total, conforme o perito em energia Thorton F. Bradshaw, numa entrevista a U. S. News & World Report observou:

      “Acho que a maioria das pessoas não reconhecerão que há tal crise até que cheguem a um interruptor, liguem-no e nada aconteça. Mesmo então, pensarão: Bem, algo deve ter acontecido à concessionária que fornece energia. . . . sempre dispusemos de tamanha abundância de energia barata que as pessoas não conseguem crer que há uma crise energética.”

      Todavia, a crise é real. E já está começando a ser sentida. Por exemplo, com freqüência, no verão de 1971 nos EUA, grandes consumidores de eletricidade em Nova Iorque receberam um telefonema solicitando que reduzissem seu consumo de energia, algo que o público em geral não soube, provavelmente. Destacando a

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