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O retorno dos moinhos de ventoDespertai! — 1985 | 22 de julho
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O retorno dos moinhos de vento
Espocam os moinhos de vento na Califórnia, EUA, nas estepes isoladas na União Soviética, e até mesmo lá embaixo, no pólo Sul. Assim afirma Weerberichten (Informes Meteorológicos), um boletim bimestral holandês. Qual a razão disso? O vento é eficiente fonte de energia, e ocorre em abundância.
O Parque Eólico do Vale Tehachapi, situado a uns 300 quilômetros ao norte de Los Angeles, Califórnia, já tem 50 turbinas em operação, e chegará a suprir 13,5 megawatts quando concluído. A leste de São Francisco, EUA, uma usina eólica, com 44 turbinas, está vendendo suficiente energia para suprir 400 famílias. Fazem-se planos de expandir o número de turbinas para várias centenas e produzir 30 milhões de quilowatts-hora por ano — o bastante para 4.800 famílias.
No ínterim, em Cycloon, perto de Moscou, Rússia, 12 tipos diferentes de turbinas eólicas estão sendo testados para a produção de energia elétrica e mecânica para povoados isolados e regiões áridas na União Soviética. “Estes sistemas apresentam o potencial de transformar a estepe num oásis”, observou um comentarista da Rádio de Moscou.
Quatro outras turbinas acabarão localizadas num território deveras isolado — a Antártida. Agora, quando soprarem os gélidos ventos polares, os cientistas ali estacionados devem sentir-se felizes. Precisarão da eletricidade gerada a fim de operar a estação e manter-se confortáveis.
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Caminhar emparelha-se com o correrDespertai! — 1985 | 22 de julho
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Caminhar emparelha-se com o correr
“Caminhar . . . está curtindo a onda de popularidade que deriva sua força da redescoberta das qualidades saudáveis do . . . caminhar.” Assim declarava o opúsculo Walking for Exercise and Pleasure (Caminhar Como Exercício e por Prazer), editado pelo Conselho Presidencial Sobre Aptidão Física e Esportes, dos Estados Unidos.
Impressionante lista de benefícios físicos sublinha essa declaração. Entre eles: maior consumo de oxigênio durante esse esforço, redução dos batimentos cardíacos em repouso, menor pressão arterial, e maior eficiência do coração e dos pulmões. Naturalmente, isto não é obtido por passadas lentas, por um passeio tranqüilo ou uma caminhada desajeitada, indica o opúsculo, mas por se andar “com passadas bastante firmes para fazer seu coração bater mais rápido e fazer com que respire mais profundamente”.
De forma surpreendente, as passadas rápidas queimam quase tantas calorias quanto a corrida. Quando 24 estudantes saudáveis do sexo masculino foram testados para se medir a energia gasta ao caminhar, na corrida rústica, e na corrida a várias velocidades, o teste estabeleceu que “a corrida rústica de uma milha [cerca de 1,6 km] em 8,5 minutos só queima 26 calorias a mais do que caminhar uma milha em 12 minutos”. Andar uns 8 quilômetros (5 milhas) numa hora consumia 124 calorias para cada 1,6 km (1 milha), enquanto que correr cerca de 14,5 quilômetros (9 milhas) numa hora queimava apenas 40 calorias a mais.
Outras vantagens da caminhada incluem as seguintes: Não se precisa incorrer nenhuma despesa com equipamento especial (exceto um bom par de sapatos), é desnecessário o condicionamento prévio, e a caminhada virtualmente não causa ferimentos. Talvez concorde com o lema do opúsculo: “Caminhar: O Meio Mais Vagaroso e Mais Seguro de Alcançar a Aptidão Física.”
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