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    • ameaçando as cidades fortificadas de Judá, os mensageiros gozaram de livre trânsito por parte dos assírios, porque atuavam como enviados de Ezequias. (2 Reis 18:13-15) Outro exemplo disto pode ser visto no registro sobre Jefté, juiz de Israel. Ele enviou mensageiros com uma carta de protesto contra a ação errada por parte do rei dos amonitas, e para acabar com uma disputa sobre direitos territoriais. Se possível, Jefté, por meio de seus enviados, teria resolvido o assunto sem guerra. Permitiu-se que tais mensageiros transitassem livremente de uma parte para outra, entre os exércitos. — Juí. 11:12-28.

  • Embalsamamento
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    • EMBALSAMAMENTO

      Processo de tratamento dum cadáver (humano ou animal) com substâncias, tais como óleos aromáticos, a fim de impedir sua decomposição. Se não foram os egípcios que deram origem a tal arte, pelo menos ela era praticada por eles já desde priscas eras. O cadáver dum humano ou dum animal submetido à preservação pelos métodos antigos de embalsamamento dos egípcios, ou de outros, é chamado de múmia. O embalsamamento de humanos era praticado não só pelos egípcios, mas também por povos antigos tais como os assírios, os persas e os citas.

      Os egípcios parecem ter considerado a preservação da múmia duma pessoa como essencial para uma eventual reunião de seu corpo com sua alma, que criam ser imortal, tal reunião sendo mencionada no Livro dos Mortos egípcio. Parecem também ter imaginado que a sobrevivência da alma duma pessoa dependia da preservação de seu corpo. Muitas múmias de gatos, do íbis e de outras criaturas têm sido encontradas no Egito, alguns egípcios os considerando sagrados. Com efeito, pelo menos durante certo período, criam na transmigração da alma.

      EMBALSAMAMENTO DE JACÓ E DE JOSÉ

      Há somente dois casos especificamente chamados de embalsamamento na Bíblia, e ambos ocorreram no Egito. (Gên.50:2, 3,  26) No caso de Jacó, a principal finalidade era, pelo que parece, a preservação do corpo até poder ser enterrado na Terra Prometida. A proeminência de José pode ter sido o motivo, em seu caso. — Gên.49:29-32; 50:13,  24, 25; Êxo.13:18, 19; Jos. 24:32.

      NÃO ERA COSTUME HEBREU NEM CRISTÃO

      A péssima condição dos restos humanos encontrados nos túmulos da Palestina indica que embalsamar os mortos (pelo menos para preservá-los por muito tempo, segundo o costume egípcio) não era geralmente praticado pelos hebreus, e que os primitivos seguidores de Cristo ali localizados não embalsamavam seus mortos no esforço de preservar de modo indefinido os corpos deles. Os fiéis hebreus e os verdadeiros cristãos compreendiam que a alma, quer dum humano quer dum animal inferior, morre, e que o corpo retorna ao pó. (Ecl.3:18-20; Eze.18:4) Tecerem as Escrituras tão limitadas referências ao embalsamamento parece constituir prova adicional de que não era geralmente praticado entre os hebreus e os cristãos primitivos.

      MÉTODOS ANTIGOS DE EMBALSAMAMENTO

      Os métodos egípcios de embalsamamento variavam segundo a importância do indivíduo, ou sua riqueza. De acordo com Heródoto, os métodos egípcios de embalsamamento incluíam embeber o corpo em natrão por setenta dias. (História, Livro II, pars. 86-88, Clás. Jackson) Todavia, quando Jacó foi embalsamado pelos médicos egípcios, muito tempo antes, a Bíblia afirma que “levaram com ele quarenta dias inteiros, pois levam costumeiramente tantos dias para o embalsamamento, e os egípcios continuavam a verter lágrimas por ele, por setenta dias”. (Gên. 50:3) Os peritos têm feito vários empenhos de reconciliar Gênesis 50:3 com as palavras de Heródoto. Por um lado, os quarenta dias talvez não tenham incluído o tempo em que o corpo era imerso em natrão. No entanto, é bem possível que Heródoto simplesmente errou ao afirmar que o cadáver era colocado em natrão por setenta dias. O posterior historiador grego, Diodoro da Sicília (do primeiro século A.E.C.) disse (Livro I, par. 91) que o processo egípcio de embalsamamento durava mais de trinta ou quarenta dias, e fornecia o período de pesar pela morte dum rei como sendo de setenta e dois dias, talvez incluindo o dia do enterro. Naturalmente, é possível que houvesse processos egípcios de embalsamamento que nenhum dos dois historiadores comentou, e é possível que estivessem envolvidos diferentes períodos de tempo nos processos de embalsamamento no decurso de vários períodos históricos.

      SEPULTAMENTO DOS HEBREUS E DOS CRISTÃOS

      As Escrituras, ao mencionarem o sepultamento do Rei Asa, declaram: “Deitaram-no na cama que fora enchida de óleo de bálsamo e de diversas espécies de ungüento, misturadas num ungüento de fabricação especial. Além disso, fizeram para ele uma queima fúnebre extraordinariamente grande.” Não se tratava de cremar o rei, mas a queima de especiarias. (2 Crô.16:13, 14) E, caso se considere este uso de ungüentos como uma forma qualquer de embalsamamento, não era do tipo praticado pelos egípcios.

      Quando Jesus Cristo morreu, Nicodemos trouxe “um rolo de mirra e aloés”, cerca de 33 kg, e se declara que: “Tomaram assim o corpo de Jesus e o envolveram com faixas, junto com os aromas, do modo como os judeus costumam preparar para o enterro.” (João 19:39, 40) No entanto, isto não foi chamado especificamente de embalsamamento, e não era como os processos de embalsamamento praticados pelos egípcios. Era a forma costumeira de preparar um corpo para seu enterro, sem dúvida sendo similar ao modo em que Lázaro foi preparado para seu sepultamento. Seu caso mostra que o costume judeu não envolvia um meticuloso processo de embalsamamento, destinado a preservar por muito tempo o corpo, pois, quando Jesus disse: “Retirai a pedra”, Marta replicou: “Senhor, ele já deve estar cheirando [mal], porque já faz quatro dias [que morreu].” Ela não esperaria que existisse tal condição caso Lázaro tivesse realmente sido embalsamado. Os pés e as mãos de Lázaro estavam amarrados com faixas, e “seu semblante [estava] enrolado num pano”, mas a intenção evidentemente não fora a de preservar o corpo dele da putrefação. — João 11:39, 44.

  • Embriaguez
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    • EMBRIAGUEZ

      Veja BEBEDICE (EMBRIAGUEZ).

  • Emins
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    • EMINS

      [criaturas temíveis]. Uma tribo ou povo que habitava no território a E do mar Morto. São descritos como sendo grandes, numerosos e altos “como os anaquins”. (Deut. 2:10) Esta comparação com os filhos de Anaque indica que os emins tinham estatura gigantesca, e eram ferozes, pois Moisés declarou a Israel: “Tu mesmo ouviste dizer: ‘Quem se pode manter firme diante dos filhos de Anaque?’” — Deut. 9:2.

  • Empréstimo
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    • EMPRÉSTIMO

      Veja DÍVIDA, DEVEDOR.

  • Enchente (Inundação)
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    • ENCHENTE (INUNDAÇÃO)

      Veja DILÚVIO.

  • Endecha
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    • ENDECHA

      Uma composição, lírica ou musical, que expressa profunda tristeza, tal como o pesar causado pela morte de um amigo ou de um ente querido; uma elegia. (2 Sam. 1:17-27; Jer. 7:29; 9:19, 20; Eze. 27:32; Amós 8:10) Algumas endechas biblicamente registradas são proféticas, e representam vividamente a calamidade vindoura, às vezes como se já tivesse ocorrido. Entoaram-se endechas proféticas contra Tiro e seu rei (Eze. 26:17; 27:1,  2; 28:11-19), bem como contra o Faraó e o Egito. (Eze. 32:2-16) Elevar-se uma endecha sobre Judá e Jerusalém é mencionado em relação com a sua desolação. — Jer. 9:9-11.

  • En-dor
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    • EN-DOR

      [fonte da geração]. Uma cidade da planície, situada no território de Issacar, mas designada a Manassés. Os cananeus dali não foram inteiramente desapossados, mas foram submetidos a trabalhos forçados. (Jos. 17:11-13) Usualmente se identifica En-Dor com o local moderno que tem o mesmo nome, cerca de meio caminho entre Megido e a ponta S do mar da Galiléia.

      No Salmo 83:9, 10, liga-se En-Dor com a vitória de Jeová sobre Sísera. Ao passo que não é mencionada no relato da batalha em Juizes, capítulos quatro e cinco, evidentemente se situava a poucos km ao S do monte Tabor, de onde desceu o exército de Baraque. (Juí. 4:6, 12) Achava-se também na região geral de Taanaque e Megido, e do vale da torrente do Quisom, onde foram miraculosamente dispersadas as forças de Sísera. (Jos. 17:11; Juí. 5:19) Assim, certa parte da batalha evidentemente se estendeu até En-Dor, e o salmista, bem familiarizado com os pormenores históricos e geográficos, pôde falar de En-Dor como sendo o lugar onde muitos dos cananeus fugitivos foram aniquilados. — Sal. 83:10.

  • Endro
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    • ENDRO

      [Gr., ánethon}. Os lexicógrafos modernos concordam que a planta a que o termo grego se refere é o endro ou aneto (Anethum graveolensL.), em vez do anis (Gr., ánneson), como aparece em traduções mais antigas (AV; Douay, em inglês; “funcho”, MC). Atualmente, o endro é mais comumente cultivado do que o anis na região da Palestina, e a evidência aponta que já era cultivado desde os tempos antigos no Oriente Médio, assim como pelos gregos e pelos romanos. O endro achava-se entre as plantas que os hipócritas fariseus incluíam meticulosamente no seu dízimo, enquanto deixavam de observar os assuntos de maior peso da Lei. (Mat. 23:23) Os escritos talmúdicos preceituavam que não só as sementes, mas também os caules e as folhas estavam sujeitas ao dizimo.

      Esta planta cresce de forma semelhante ao joio, assemelhando-se ao anis, e atinge uma altura de uns 60 cm, possuindo folhas verdes claras, de talho fino, e umbelas de pequenas flores amarelas. É cultivada por causa de suas sementes aromáticas, que são muito apreciadas para temperar os alimentos e também medicinalmente, para o tratamento de males estomacais.

  • Enfeites (Ornamentos)
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    • ENFEITES (ORNAMENTOS)

      As referências bíblicas e a evidência escavada pelos arqueólogos revelam, não só um grande interesse pela ornamentação, desde tempos antiqüíssimos, mas também grande habilidade e perícia na produção de enfeites do maior calibre artístico. Os artesãos realizaram obras altamente decorativas em tecelagens, bordados, esculturas de madeira e de marfim, e em artesanato com metais. Os restos de palácios na Assíria, em Babilônia, na Pérsia e na cidade de Mari suprem todos evidência de rica decoração, havendo grandes murais em paredes de interiores e baixos-relevos excelentemente esculpidos, apresentando cenas de guerra, de caçadas e assuntos palacianos, que adornam tanto as paredes internas como as externas. Os portais dos palácios eram amiúde guardados por grandes figuras de poderosos animais. As representações do rei e de outros, nos relevos,

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