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  • Ela encontrou motivo para maior alegria
    A Sentinela — 1982 | 15 de maio
    • Em 1949, ingressou na Escola Normal do governo e se formou em 1950. Durante os próximos cinco anos, ensinou em escolas do governo, mas, em 1955, deixou o magistério para devotar todo seu tempo a transmitir a outros as “boas novas” da Bíblia. (Mateus 24:14) Por que desistiu Sylvia de seu cargo? Por que desconsiderou ela o atrativo dum salário regular para pregar por tempo integral como “pioneira” sem uma renda garantida?

      Por Que Ser Pioneira?

      Pergunte a Sylvia e ela lhe fornecerá vários motivos interessantes. Em primeiro lugar, embora se opusesse às Testemunhas, sua mãe deixava que a jovem Sylvia passasse todos os períodos de férias com uma tia que era Testemunha. Ela gastava então a maior parte do seu tempo transmitindo a outros a mensagem da Bíblia. Sylvia apreciava muito tais férias e retornava à casa espiritualmente fortalecida e cada vez mais convencida da necessidade de falar das gloriosas “boas novas” a tantos quanto possível. Além disso, chegou a reconhecer que na lista de prioridades do cristão o Reino deve vir em primeiro lugar. (Mateus 6:33) Na situação em que se encontrava, Sylvia percebeu que era mais importante para ela proclamar a verdade da Bíblia do que empenhar-se no serviço secular de tempo integral.

      Mesmo hoje, Sylvia pode falar da forte impressão causada por certas pioneiras, Constance Mills e Maude de Freitas. Lembra-se claramente do regozijo delas em Jeová, o abundante zelo delas pelo serviço de tempo integral e a notável habilidade delas de falar sobre o Reino e fazê-lo parecer tão real para ela. Sylvia admirava também o idoso irmão William Jordan, e recorda-se vividamente das palestras que tinha com ele na hora do almoço e de como estas a ajudaram a fixar a mente no serviço de Jeová. Por isso renunciou ao magistério para tornar-se pioneira. O que perdeu ela? “Tornar-me pioneira envolvia abandonar uma casa confortável e minha carreira. Tive de desistir de minha apólice de seguro e da idéia de comprar um carro”, disse ela. “Mas, compreendia que tudo o que eu possuía estava dedicado a Jeová, e isto resolveu a questão.”

      Sylvia lhe diria que tornar-se pioneira foi uma de suas várias decisões importantes. Outra envolvia a questão pessoal do casamento. É solteira e não se considera infeliz por isso. Embora não promova uma campanha pessoal de incentivo à vida solteira, tomou a decisão de não se casar. “Não que irmãos não me tenham pedido. Tive minha parcela de ‘propostas’”, diz ela. “Mas tomei minha decisão, e minha vida é feliz e plena. Não sinto estar perdendo algo. Em todo caso, estou ocupada demais para me preocupar com esse tipo de coisa.” — Mateus 19:10-12.

      Bênçãos Aumentam a Alegria

      Algo que foi uma bênção disfarçada foi a redesignação de Sylvia para Trinidad como pioneira especial, depois de se formar na escola missionária de Gileade, em 1959. Esperara ansiosamente servir num país estrangeiro, e diz francamente: “Fiquei um tanto desapontada quando ouvi que seria enviada de volta a Trinidad, para enfrentar o mesmo ambiente familiar.” Mas acabou isto sendo bom para ela?

      Sylvia conta sobre como Jeová a usou: “Ele me usou em participar em ajudar grupos de seis, quatro, três e algumas vezes uma ou duas pessoas. Tive o privilégio de ajudar quatro irmãos e irmãs carnais e seus respectivos cônjuges. Acalenta o coração ver e ouvi-los expressar-se a favor de Jeová e do seu reino.” É difícil passar uma sessão de batismo sem que haja um dos estudantes de Sylvia entre os candidatos à imersão em água.

      Nem sempre as coisas iam bem. Ora, certo ano a casa de Sylvia queimou-se totalmente, e ela e sua companheira perderam tudo! Mas outras Testemunhas as alojaram e lhes forneceram roupas até que se restabelecessem. — Marcos 10:29, 30.

      Em 1968, Sylvia teve de decidir se continuaria no serviço de tempo integral. Assim é que ela conta: “Confrontei-me com a questão do sangue, visto que tinha de me submeter a séria cirurgia abdominal. A cirurgia foi bem sucedida. Nenhum sangue foi usado, mas deixou-me muito fraca e deprimida. Tive de resolver se continuaria ou não no serviço de tempo integral. Algumas Testemunhas achavam que eu devia deixar o serviço de tempo integral por estar fraca demais. Mas Jeová ouviu minhas orações e ergueu-me novamente. Renovou minhas forças, e, após três meses, estava de volta ao campo, em busca de suas ‘ovelhas’. (Isaías 40:28-31) Pessoalmente, acho que sou agora capaz de fazer mais do que fazia antes da cirurgia, graças a Jeová.”

      Sylvia tem uma personalidade cativante. Pode-se vê-la na rua, à frente — a figura duma moça esbelta, vestida de modo sensato e com bom gosto, com um sorriso simpático no rosto amável. É só natural que as pessoas aceitem sua oferta de publicação bíblicas. Ao passo que ela fala, os ouvintes ficam contagiados pela sua alegria de viver. Ela indica a Jeová como a fonte de felicidade: “Sentir seu cuidado amoroso e carinhoso no decorrer dos anos e trabalhar com ele têm sido uma experiência muito recompensadora e emocionante. Agradeço humildemente a Jeová.” Deveras, ‘os mansos incrementam a sua alegria em Jeová’ — Isaías 29:19.

  • Cristãos ativos numa época crítica
    A Sentinela — 1982 | 15 de maio
    • Cristãos ativos numa época crítica

      VOCÊ, assim como outros em volta do globo, talvez esteja bem apercebido de que vivemos em tempos críticos.

      Muitos se dão conta de que os tempos são críticos porque se dá muita atenção a armas e à guerra. Outros percebem que é uma época crítica devido a problemas econômicos. Ou, se lhe perguntassem por que é crítica nossa época, talvez refletisse no crescente crime e violência. Tais problemas não são senão evidências de que vivemos durante um período predito: “Nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar.” — 2 Timóteo 3:1-5.

      Mas, no domingo 13 de setembro de 1981, houve um acontecimento especial que ilustrou bem que, mesmo em nossos “tempos críticos”, os cristãos podem estar espiritualmente ativos e ser otimistas quanto ao futuro. Que acontecimento foi esse? Como podemos tirar proveito dele?

      Formatura da Escola de Gileade

      O acontecimento especial que se deu em Nova Iorque, E.U.A., foi a formatura da 71.ª classe da Escola Bíblica de Gileade da Torre de Vigia. Faremos bem em refletir em alguns pontos salientados durante o programa.

      O orador principal foi F. W. Franz, presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E.U.A.) e também da Escola. Seu discurso de uma hora iniciou com uma recapitulação da história da Escola. Após o irrompimento da Segunda Guerra Mundial, o então presidente da Sociedade, J. F. Rutherford, acreditava que uma intensa perseguição contra as Testemunhas de Jeová poderia exigir que se mudassem da sede da Sociedade em Brooklyn, Nova Iorque. Assim, fez que se construíssem prédios no interior do estado de Nova Iorque que pudessem alojar o pessoal da sede. Daí, em 1942, quando N. H. Knorr tornou-se o terceiro presidente da Sociedade, cuidadosa revisão de Revelação, capítulo 17, revelou que a organização de paz da Liga das Nações, simbolizada por uma fera, reapareceria de alguma forma. (Revelação 17:8) Isso significava que a guerra acabaria e se seguiria um período de paz. Como sabe, foi exatamente isso o que aconteceu, sendo as Nações Unidas a renovada organização de paz.

      Com esse entendimento bíblico, decidiu-se utilizar os prédios no interior do Estado de Nova Iorque para uma escola especial, para treinar missionários que poderiam divulgar as “boas novas do reino” em muitos países estrangeiros durante o vindouro período de paz. (Mateus 24:14) Esta escola sem igual foi inaugurada em 1.º de fevereiro de 1943, e, Franz, agora quarto presidente da Sociedade, dirigia-se à sua 71.ª classe de formandos.

      Ele perguntou apropriadamente aos 27 estudantes procedentes de oito países: “Já findaram cerca de 36 anos do atual período de paz, portanto, por quanto tempo ainda vai durar? E que indícios temos de que terminará muito em breve mesmo?” Como responderia você?

      Franz considerou então alguns aspectos fascinantes da cronologia bíblica, envolvendo nossa própria época. Mencionou que as Testemunhas de Jeová têm afirmado durante muito tempo que o ano da Primeira Guerra Mundial de 1914 marcou o fim do período mencionado por Jesus: “Jerusalém será pisada pelas nações, até se cumprirem os tempos designados das nações [ou “tempos dos gentios”, Almeida].” (Lucas 21:24) Isso significa que o reino de Deus, representado por Jerusalém, foi estabelecido no céu naquele tempo. Mas alguns têm afirmado que 1914 não teve nenhum significado e que Jesus tinha em mente a cidade de Jerusalém ser pisada literalmente. Porém, o orador perguntou: “O que descobre quando leva este conceito às últimas conseqüências?”

      Em 1967, o exército do estado de Israel obteve o domínio da margem ocidental do Jordão, inclusive a antiga cidade murada de Jerusalém. “Contudo”, perguntou Franz, “resultou isso na glória de Jeová Deus? Resultou isso na vinda do Messias para estabelecer o reino de Deus ali na Jerusalém terrestre?” A resposta clara é: Não Nem estão os judeus literais pregando as “boas novas do reino” em cumprimento de Mateus 24:14. Portanto, os fatos mostram que ‘ser “Jerusalém” pisada pelos gentios’ não terminou em 1967. Antes, o “sinal” dado por Jesus tem-se cumprido desde o ano chave de 1914. Desde então o Messias, o Senhor Jesus Cristo, tem dominado desde os céus no meio de seus inimigos. (Salmo 110:1, 2)

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