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  • O que é mais importante para você?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1975
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1975
w75 15/9 pp. 553-555

O que é mais importante para você?

É UM punhado de cereal mais valioso do que um punhado de diamantes? É um armário cheio de roupa mais desejável do que um armário cheio de ouro? As circunstâncias em que você estivesse, leitor, teriam algo que ver com o que é mais importante.

Se estivesse sozinho numa parte afastada da terra e não tivesse alimento, o cereal lhe significaria mais do que diamantes. Ou se estivesse isolado no cume gélido duma montanha, desprezaria o ouro em troca de roupa quente.

O Criador dotou ricamente esta terra para o usufruto do homem. Certamente, dá prazer ter certas coisas materiais em abundância. Mas, será que há agora algo que é ainda mais importante, mais valioso?

É SÁBIO FAZER UMA ANÁLISE HONESTA

Muitos têm examinado seriamente esta questão. Da parte dos cristãos, a resposta talvez seja: “Obter bens materiais não é a grande coisa na minha vida.” Mas, será que tais pessoas realmente vivem em harmonia com o que dizem?

Foi isto o que se perguntou um casal abastado em Kirchberg, na Alemanha, no ano retrasado. Sentados na sua casa confortável e considerando a sua prosperidade material, começaram a falar sobre os atuais tempos críticos e sobre seu serviço a Deus. Pensaram no ministério de Jesus Cristo considerado extensamente no então recente artigo da Sentinela sobre “Apegue-se Firmemente à Verdadeira Vida”. Qual foi o resultado?

O homem conta: “Fizemos num pedaço de papel duas colunas. Numa delas anotamos as nossas desposas se vivêssemos de modo mais modesto. Na outra, o que teríamos de ganhar para arcar com tais despesas reduzidas. Verificamos que podíamos realmente viver com apenas metade do que eu ganhava!”

De modo que se desfizeram de sua casa confortável e acharam um pequeno apartamento. O homem ajustou seu emprego, trabalhando apenas cinco horas por dia, em vez de oito ou nove. Agora, tanto ele como sua esposa devotam muito mais de seu tempo a transmitir as boas novas do reino de Deus aos outros, certos de que este substituirá em breve todo o atual sistema de coisas com uma regência justa. — Mat. 6:9, 10; Dan. 2:44.

Não é fácil fazer ajustes no modo de vida para servir a Deus mais plenamente. Mas os que fazem isso muitas vezes alcançam um contentamento alegre e uma consciência limpa, que nenhuma quantidade de bens materiais pode dar. Isto foi assim no caso duma Testemunha de trinta e quatro anos, em Dortmund, na Alemanha. Sendo bombeiro, seu horário de trabalho era tal que em seis semanas consecutivas não podia assistir a nenhuma das reuniões congregacionais das testemunhas de Jeová; daí, durante seis semanas estava livre para assistir a elas.

Esta situação o incomodava. Por fim, perto do fim de 1973, apareceu ali na Sentinela um artigo intitulado: “Como Reagirá às Pressões?” Ele dizia:

“Lembre-se de que o Diabo afirma que você, leitor, está mais interessado na sua própria segurança econômica do que na adoração de Deus e que, quando a situação ficar difícil, você abandonará a Jeová. Ele fez esta afirmação com respeito ao servo de Deus, Jó. Mas, apesar de ser privado da família, dos amigos e dos bens, Jó negou-se a ceder diante de tal tática de pressão. . . . Será a sua reação à pressão econômica igual à de Jó? Em caso afirmativo, poderá ter certeza duma recompensa comparável.”

O bombeiro pensou nisso. Tinha esposa e filho para sustentar, mas sabia que a família podia passar com menos coisas materiais. Deixou assim seu posto seguro e obteve outro emprego, com ordenado inferior. Ele explica:

“Alegro-me de ter feito esta decisão e poder assistir a todas as reuniões com a minha família. Como ancião, posso agora fazer muito mais na congregação para servir meus irmãos. Estou convencido de que Jeová abençoa todos os seus servos quando colocam a verdadeira adoração à frente dos interesses pessoais.”

NOVATOS FAZEM AJUSTES

Não são apenas os que já têm anos de experiência como cristãos que fazem tais ajustes para servir a Jeová Deus. Um casal jovem em Hemmoor, na Alemanha, chegou a conhecer os propósitos de Deus em 1971. Mas eles tinham uma fazenda a cuidar, e isto interferia em freqüentarem as reuniões congregacionais. O homem explica o que finalmente fizeram:

“Levamos o assunto continuamente a Jeová em oração e decidimos vender a fazenda. Mas, não havia comprador. No entanto, visto que queríamos apegar-nos à nossa decisão, entregamos a fazenda ao meu irmão, sem receber dinheiro por ela.

“Não nos arrependemos disso. É verdade que não temos ovos, leite e aves frescos, mas fomos batizados no congresso das testemunhas de Jeová em Düsseldorf, em 1973. Temos tido experiências animadoras que mostram como Jeová pode ajudar. Por isso aguardamos o futuro com confiança.”

Em outro caso, um mestre de caratê, da Coréia, casou-se com uma moça alemã que se tornou testemunha de Jeová, em 1971. o marido, porém, estava tão enfronhado na sua carreira atlética, que não estava interessado em estudar a Bíblia. Mas, em 1973, tornou-se-lhe evidente que algo não estava certo na sua vida. Ele se apercebeu que, por causa de suas atividades, ele se isolara completamente, tornando impossível usufruir a vida familiar. Começou a pensar seriamente na sua situação.

“Sugeri à minha esposa”, conta ele, “que providenciasse que alguém estudasse a Bíblia comigo. Hoje estou convencido de que a Bíblia foi inspirada por Deus e creio ter encontrado a verdade”.

Ele renunciou à sua carreira atlética e aceitou trabalho como mecânico, por 1.000 DM (Cr$ 3.400,00) menos por mês do que ganhara antes. Contudo, ele diz: “Sinto-me agora muito mais feliz por poder servir a Jeová junto com minha esposa e minha filha.”

PROVE O QUE É MAIS IMPORTANTE

É fácil dizer que se acha o serviço de Deus mais importante, mas a maneira em que se vive indica o que realmente tem prioridade na vida da pessoa. Assim, certo jovem de Ilvesheim, na Alemanha, tinha o desejo de ser pregador de tempo integral do Reino, mas também gostava de seu emprego de grande ordenado. Falando sobre os seus planos com a sua prospectiva esposa, descobriu que ela tinha o desejo similar de pregar por tempo integral. De modo que ambos fizeram petição para este serviço, que queriam iniciar em 1.º de janeiro de 1971, logo após o seu casamento.

Duas semanas antes de terem de começar seu serviço especial, o jovem foi chamado pelo chefe, o qual, com um sorriso, disse que certamente não estava falando sério em querer abandonar o emprego. Depois de se lhe assegurar que estava, o chefe expressou confiança em que mudaria de idéia ao saber que receberia um aumento de 700 DM (Cr$ 2.380,00) por mês e um abono de 6.000 DM (Cr$ 20.400,00)! O jovem disse que ia considerar o caso com sua esposa.

“Consideramos a situação com oração”, explicou o jovem, “e decidimos que nosso desejo de ser pregadores de tempo integral nunca seria realizado se o adiássemos. Por isso decidimos colocar tudo nas mãos de Jeová. Deixei meu emprego em 1.º de janeiro de 1971, e desde então temos usufruído muitas bênçãos espirituais”.

Mas, o que se dá quando se gastou toda uma vida em alcançar uma posição de prestígio neste sistema? Provam até mesmo pessoas assim que a pregação por tempo integral lhes é mais importante?

Em 1945, depois de oito anos no serviço militar alemão, certo homem voltou dum campo de prisioneiros de guerra para começar vida nova. Ele tinha duas filhas pequenas, e mais duas nasceram pouco depois. Ele passou a estudar lei, e, depois de vários anos, atingiu seu objetivo, quando foi nomeado juiz.

Anos depois, em 1958, sua família entrou em contato com as testemunhas de Jeová. Suas filhas mais velhas dedicaram sua vida a servir a Jeová e simbolizaram isso pelo batismo em água. Daí, em 1961, o juiz concordou que oito congressistas duma assembléia internacional das testemunhas de Jeová, em Hamburgo, fossem hospedados na sua casa.

“Assistimos às sessões”, conta o juiz, “e daquele tempo em diante, assistimos a todas as reuniões da congregação local. Em outubro, minha esposa e eu começamos a atividade de pregação de casa em casa, e no janeiro seguinte fomos batizados”.

Com o tempo, as filhas ficaram adultas. “Não tínhamos assim mais nenhum motivo bíblico que nos impedisse de servir a Jeová na obra de pregação por tempo integral”, observou o juiz. “Por isso nos candidatamos àquele serviço e fomos aceitos. Renunciei ao meu juizado sem receber qualquer compensação ou pensão, depois de muitos anos de serviço e depois de, há muito tempo atrás, ter atingido a remuneração máxima.

“Nossos parentes e amigos que não eram testemunhas de Jeová, bem como colegas de serviço, achavam que eu era louco. Não podiam entender como alguém pode renunciar a tal posição tão tarde na vida. Mas, na realidade, era uma decisão razoável e objetiva. Porque, se a Bíblia é a Palavra infalível de Deus — e não há motivo para se duvidar disso — então já estamos vivendo na última parte do tempo do fim deste sistema iníquo de coisas. Por isso, no tempo remanescente, deve-se ter fé para preservar viva a alma, e devemos servir a Jeová com tudo o que temos e somos. — Heb. 10:38, 39.

“Foi na primavera de 1969, como vovô e vovó, que ingressamos na obra de pregação por tempo integral. Depois de um ano, pediu-se que eu servisse como representante viajante da Sociedade Torre de Vigia, e ainda ocupo este cargo. Estou convencido de que não há nenhuma atividade que hoje seja mais importante do que a pregação da mensagem salvadora de vidas do reino de Deus.”

É assim que pensa? É este o tempo de se preocupar demais com dinheiro ou outros bens materiais? A profecia bíblica indica que tais coisas não nos preservarão durante o vindouro dia da ira divina. (Pro. 11:4; Sof. 1:18) Mas o que é realmente importante é provarmos nosso amor a Jeová por participarmos agora de toda a alma na obra que ele nos deu para fazer. Nossa própria vida depende de fazermos isso.

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