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Eliminando o c. c.Despertai! — 1974 | 8 de setembro
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este produto com uma toalha higiênica. Não aplique sobre a pele rachada, irritada ou que coce. Um cheiro persistente ou incomum talvez indique a existência duma condição que exija uma consulta ao médico. Se ocorrer uma erupção da pele, irritação, incomum corrimento vaginal, ou desconforto, pare de usá-lo imediatamente e consulte um médico.” — Times de Nova Iorque, 21 de junho.
Assim, preocupar-se demais com a eliminação dos cheiros do corpo poderia levar ao uso insensato ou ao uso excessivo de certo produto, resultando possivelmente em complicações. Mas, se tiver muito contato com pessoas, seria bom pensar em controlar o C. C., visto que sua eficiência em lidar com pessoas talvez sofra se for descuidado em tais assuntos. Em suma, que a Regra de Ouro o governe: “Assim como quereis que os homens façam a vós, fazei do mesmo modo a eles.” — Luc. 6:31.
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A honestidade nos negócios — pode permitir-se praticá-la?Despertai! — 1974 | 8 de setembro
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Qual É o Conceito da Bíblia?
A honestidade nos negócios — pode permitir-se praticá-la?
DIANTE do velho provérbio “A honestidade compensa”, o moderno cínico redargúi: “Mas não o bastante!” Ecoando tal conceito, o livro The Importance of Lying (A Importância de Mentir) assevera que a honestidade “talvez seja um nobre ideal, mas tem pouco valor na luta de vida ou morte pela sobrevivência e segurança. O homem não tem muita escolha nisso. Tem de mentir para viver.”
Crê nisso? Muitos comerciantes crêem. Tão comum é a desonestidade que ‘Pode-se fazer qualquer coisa, conquanto não se seja apanhado’ é o apelo publicitário de um “jogo familiar sobre operação de negócios. Mas, a desonestidade não é um “jogo” para os que a empregam nos negócios. Amiúde racionalizam: Não podemos deixar de praticá-la.”
Quanto à consciência, Daniel Drew, inescrupuloso financista do século passado, disse o seguinte: “Não nos preocupamos com ninharias . . . Uma consciência aguilhoante seria como um avental branco de seda para um ferreiro. Às vezes é preciso sujar as mãos.”
É realmente verdade que tem de suprimir a consciência para ter êxito nos negócios? Não pode o comerciante permitir-se ser honesto? Visto estar envolvida a consciência, o conceito da Bíblia é valioso. Coloca a honestidade na devida perspectiva, mostrando as práticas desonestas em sua verdadeira luz.
Um dos requisitos para os responsáveis na congregação cristã e que não sejam ávidos de ganho desonesto”. (1 Tim. 3:8; Tito 1:7) A avidez em obter dinheiro rápido ou fácil move a pessoa a sacrificar a consciência honesta. “Aquele que se precipita para enriquecer não ficará inocente.” — Pro. 28:20.
Todavia, há os que justificam a desonestidade dizendo que “isso faz parte dos negócios”. Tentam lançar a culpa no consumidor, dizendo “caveat emptor”, “acautele-se o comprador”. Mas, será que a desonestidade sob o manto de “negócios” é um tanto mais legítima? Pode um ladrão dizer: “Acautelem-se minhas vítimas” para evitar a responsabilidade pelo seu roubo? A Bíblia situa a desonestidade comercial e o roubo declarado na mesma categoria. A lei mosaica afirma: “Não furtareis, não usareis de embustes nem de mentiras uns para com os outros. . . . Não oprimirás o teu próximo, e não o despojarás.” — Lev. 19:11, 13, Centro Bíblico Católico, compare com Jeremias 21:12; Salmo 62:10; Levítico 6:2-5.
Coerente com isto, Jesus chamou de “salteadores” os que cambiavam dinheiro e vendiam animais sacrificiais no templo em Jerusalém. (Mat. 21:12, 13) Por quê? Tinham uma “assistência cativa” e cobravam preços exorbitantes. A prática é até mesmo relatada com desfavor na Mixena judaica. Jesus, evidentemente, considerava tais tratos comerciais como forma de extorsão ou “ladroagem”.
Os comerciantes por certo não se consideram incluídos na mesma classe dos ladrões. Todavia, a Bíblia expõe aqueles que obtêm lucros por métodos enganosos como sendo exatamente isso — ladrões. A publicidade enganosa, o uso de materiais de baixa qualidade, cobrar trabalhos desnecessários, ou partes jamais instaladas, ocultar defeitos em mercadorias usadas, sonegar impostos de renda, aceitar ou praticar o suborno — estas são algumas das práticas desonestas empregadas por alguns para “roubar” o que de direito não lhes pertence. A ordem da Bíblia aos ladrões de todos os tipos é: “O gatuno não furte mais, antes, porém, trabalhe arduamente, fazendo com as mãos bom trabalho.” (Efé. 4:28) Sim, a honestidade nos negócios talvez exija mais tempo e ‘trabalho árduo’, e a recompensa monetária talvez não seja tão grande, porém, o lucro mais satisfatório do ‘bom trabalho’ ultrapassa em muito o da desonestidade.
É realístico este conceito? Pode permitir-se segui-lo? Muitos cristãos o fazem, com bons resultados. Um dono de mercearia em Portugal tirou proveito ao seguir esse conselho: “Dois tipos de peso são algo detestável para Jeová, e uma balança fraudulenta não é boa.” (Pro. 20:23) Quando se tornou cristão dedicado, seus negócios cresceram grandemente. O relatório indica que “todos na vizinhança afirmam que ele não tapeia nem rouba, como outros negociantes fazem, porque agora é testemunha de Jeová, e elas são pessoas honestas”.
Muitos ainda apreciam fazer negócios com comerciantes honestos. Mas, e se as circunstâncias forem tais que a pessoa não lucre? E se até mesmo tiver prejuízo nos negócios? Deve ainda lembrar-se que um prejuízo muito maior vem da desonestidade: “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? . . . Nem fornicadores, . . . nem ladrões, nem gananciosos . . . nem extorsores.” — 1 Cor. 6:9, 10.
Qual a situação dum empregado se descobre que seu patrão ou outros empregados fazem coisas que perturbam sua consciência? Deve deixar seu emprego? A Bíblia mostra que um empregado é responsável de demonstrar boa fidelidade ao máximo, em tudo que ele próprio fizer. (Tito 2:10) Mas, isso não o torna necessariamente responsável pelo que fazem os em volta dele. “Senão”, como diz Paulo, teria “realmente de sair do mundo”. (1 Cor. 5:10) Assim, dependendo do ponto em que sua consciência pesa, o cristão talvez resolva permanecer se o patrão não exige que ele faça coisas desonestas. O patrão poderá vir a prezá-lo como mais fidedigno que os outros empregados.
Quando pressionado por um clérigo ortodoxo a despedir uma empregada por ser uma das testemunhas de Jeová, um lojista na Grécia disse ao sacerdote: “Tenho outras 25 moças ortodoxas, e todas elas roubam vários objetos. É somente nela que eu confio, e até mesmo lhe designei a tarefa de revistar fisicamente a todas elas.” Ao invés de despedi-la, aumentou o salário dela.
Assim, a honestidade comercial, quer como patrão quer como empregado, é algo que pode praticar. A promessa de Deus é: “Há um que anda em contínua justiça e fala o que é reto, que rejeita o lucro injusto procedente de fraudes, que sacode a sua mão para se livrar de segurar um suborno . . . Certamente se lhe dará seu próprio pão; seu suprimento de água não falhará.” — Isa. 33:15, 16.
Observe, não se faz nenhuma promessa de riquezas rápidas ou fáceis por negociar da forma honesta, mas há a promessa de suficiência. No entanto, realmente obterá a satisfação mais profunda que vem de ter respeito próprio e o respeito de outros; de cumprir suas obrigações para com o próximo; de Ter uma “consciência honesta” perante a lei e, mais importante, perante Deus. Todas essas coisas são deveras “meio de grande ganho”. (Heb. 13:18; 1 Tim. 6:6-10) Assim, quando se examina a honestidade nos negócios à perspectiva da Palavra de Deus, a verdadeira pergunta é: A honestidade nos negócios — pode permitir-se não praticá-la?
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Observando o MundoDespertai! — 1974 | 8 de setembro
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Observando o Mundo
Efeito da Hipocrisia Religiosa
◆ É um fato histórico que a hipocrisia religiosa tem contribuído para a ascensão do comunismo. A respeito disto, recente despacho da “United Press International” comenta as mostras do Museu de História da Religião e Ateísmo de Leningrado: “O apoio de alguns eclesiásticos alemães a Hitler e o papel reacionário da Igreja Ortodoxa Russa nos dias pré-revolucionários da Rússia tsarista [acham-se relatados]. Até mesmo historiadores sem preconceitos pouco tinham de bom a dizer sobre a igreja russa naqueles dias, e isso forneceu rico material para o museu . . . As mostras zombam da baixa freqüência às igrejas por parte da juventude ocidental, e satirizam o uso de jazz nas igrejas ocidentais para recuperar essa juventude. . . . O Cardeal Spellman é condenado por dar sua bênção às tropas dos E. U. no Vietnam.”
Necessários os Trabalhadores Qualificados
◆ Muitos graduados de universidades nos EUA estão procurando empregos. Por outro lado, a escassez de trabalhadores genuinamente peritos, afirma Industry Week, “é provavelmente um dos problemas mais graves que a indústria, o governo e a classe operária têm de enfrentar”. Agora, números crescentes de jovens, vendo as tendências de empregos, estão pondo de lado a educação universitária. Mais deles consideram os ofícios como profissão. Afirma certa autoridade do Instituto de Ferramentaria e Estamparia: “Do simples ponto de vista econômico, as pessoas começam a encarar os ofícios vocacionais, e começamos a ver mais pessoas se interessar por elas.
Incêndios nos EUA
◆ Todo ano, 12.000 estadunidenses morrem em incêndios e cerca de 300.000 são feridos ou tragicamente desfigurados. As perdas econômicas sobem a mais de US$ 11 bilhões. “Os Estados Unidos”, afirma Science News, “sofrem de mais mortes, ferimentos e desperdício econômico devido a incêndios do que qualquer outra nação”.
Problema dos Dejetos
◆ Os países industrializados não têm escassez de dejetos sólidos. Quem contribui principalmente para o problema dos dejetos sólidos? A maioria das pessoas ficam surpresas de saber que, nos EUA, a agricultura é responsável por quase 60 por cento dos dejetos sólidos daquela nação. Os dejetos minerais constituem outros 31 por cento do total, o das casas outros 7 por cento, e da indústria, 3 por cento. O problema dos dejetos sólidos, de acordo com alguns, já alcançou “o estágio de crise”.
Alta Taxa de Suicídio dos Médicos
◆ A Medical Tribune afirma que o suicídio provoca mais mortes entre os médicos nos EUA do que os acidentes automobilísticos, os desastres de aviões, os afogamentos e os homicídios combinados. A taxa é o dobro da de todos os estadunidenses brancos. As médicas têm a taxa mais alta de suicídio de qualquer grupo feminino naquele país.
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