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  • Casamento através de intermediário — pode trazer verdadeira felicidade?
    Despertai! — 1981 | 8 de dezembro
    • maioria dos países. Um estudo efetuado pelo Ministério da Saúde e Beneficência Social informou que 55,3 por cento dos divórcios foram pedidos pela esposa, apesar do fato de que apenas 2,7 por cento receberam qualquer pensão alimentar. Além de incompatibilidade, infidelidade e razões econômicas, a incapacidade de comunicação e a falta de consideração foram alistadas como sendo os motivos da maioria dos divórcios.

      Poderia a instrução adequada ajudar a vencer alguns desses problemas? Diz certa senhora que se casou numa igreja do Japão: “Quando olho para trás e penso, eu não esperava encontrar verdadeira satisfação no meu casamento. Achávamos que seria demonstrar fraqueza da nossa parte pedir ajuda dos de fora para solucionar qualquer dos nossos problemas. Mas, depois que nossa filha nasceu, uma das Testemunhas de Jeová bateu à minha porta.

      Quando comecei a estudar a Bíblia com elas, aprendi pela primeira vez o que está envolvido no casamento — que é necessária a cooperação com meu marido para que haja uma família feliz. O princípio de que ‘os dois se tornam uma só carne’ teve grande influência em todos os aspectos de nossa vida em família. Aprendi que realmente há mais felicidade em dar do que em receber.” (Mat. 19:4, 5) A instrução adequada da Bíblia foi uma ajuda positiva para esta família.

      O que dizer de você? Pensaria em usar um intermediário na escolha de um cônjuge? Ou prefere esperar até enamorar-se de alguém, casando-se com a pessoa de sua própria escolha? Ambos os casos têm suas vantagens, mas nenhum deles garante a felicidade. Para um casamento realmente feliz, você precisa da orientação do “Deus feliz”, Jeová, o originador do arranjo do casamento. — 1 Tim. 1:11.

  • Dispendioso “roubo de tempo”
    Despertai! — 1981 | 8 de dezembro
    • Dispendioso “roubo de tempo”

      O hábito de “roubar tempo” por parte de empregados custou ao empresariado canadense em 1980 uns 10 bilhões de dólares (Cr$ 1 trilhão), segundo um estudo feito pelas Agência Robert Half, Inc. Esse número é uma estimativa baseada em cálculos de averiguações que a agência fez em 1977, quando se fixou o custo em 8 bilhões de dólares (Cr$ 800 bilhões).

      Gillian Shaw, redator de economia do “Sun” de Vancouver, relata que o estudo indicava que, em média, 3,5 horas por trabalhador, por semana, eram desperdiçadas com o hábito de faltar na sexta-feira e na segunda-feira, de chegar atrasado no serviço, de conversar durante o trabalho, de fazer telefonemas pessoais e de usar tempo demais para tomar lanche por parte dos empregados. O presidente da agência comparou esse “roubo de tempo” com o crime de furto em lojas.

      Os extremos do que ele chamou de “roubo de tempo planejado” incluíam coisas que envolviam pessoas que dirigiam diversos negócios pessoais durante o tempo da firma, usando até mesmo artigos de escritório e endereços comerciais da companhia para realizar seus empreendimentos particulares.

      Muitos abusam até mesmo da hora do café, embora seja uma concessão feita pela firma depois de descobrir que foi impossível eliminar esse tipo de “roubo de tempo” nos anos que passaram.

      O trabalhador cristão que aplica conscienciosamente o conselho bíblico, em Efésios 4:28, não contribuirá para tão tremenda perda, cujo custo pesará eventualmente no bolso de todos.

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