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  • Considerando bem a questão da educação universitária
    Despertai! — 1971 | 8 de dezembro
    • O resultado? Uma onda gigantesca de comportamento que poucos pais desejam. Ocorre uma mudança de personalidade que faz muitos pais derramarem lágrimas. Os jovens são expostos a um clima de violência, cinismo, imoralidade sexual com suas acompanhantes doenças venéreas e casos de gravidez indesejável, desilusão e recurso aos tóxicos. É esta espécie de clima que deseja para seus filhos?

      Contudo, o que mais se poderia esperar? Uma filosofia ateísta prevalece em quase todas universidades. São dominados pelo pensamento evolucionista, que torna as pessoas mais animalescas em seu ponto de vista. Há pouca ou nenhuma força restritiva ou orientação para suas vidas. Isto leva ao abandono dos elevados princípios da Bíblia que se mostraram muitíssimo benéficos nas vidas de pessoas tementes a Deus, conforme pode ser atestado pelas testemunhas de Jeová que crêem nesses elevados padrões e os praticam.

      Oportunidades de Emprego

      Daí, também, o que dizer de uma das principais razões que as pessoas têm para cursar uma universidade — de que esta prepara a pessoa para um melhor emprego? Agora, até mesmo isso está sujeito a dúvidas. As oportunidades de emprego para formados em universidade nunca antes foram tão precárias em muitos países.

      Agentes de empregos nas universidades relatam considerável queda na contratação de formados pelas companhias. O diretor da agência de empregos do Estado de Michigan, EUA, o chama de “o pior mercado de trabalho na história de 26 anos da agência de empregos aqui”. E as universidades formam um número recorde de estudantes que competem por vagas cada vez menores.

      Mesmo os com graduações superiores têm problemas. Robert Brocksbank, chefe das atividades de recrutamento de universitários para a “Mobil Oil Corporation”, declarou: ‘Uma porção de gente que começou a cursar economia esperando alcançar mundos e fundos vai ficar desapontada este ano. Uma porção de companhias estão voltando ao ponto de partida na sua contratação de MBA [doutorandos em administração de empresas] pela primeira vez durante anos.”

      Milhares de pessoas com graus de especialização e de doutor, tais como cientistas, educadores, engenheiros e administradores de empresas, perderam seus empregos nestes tempos de dificuldades econômicas. “O desemprego entre os trabalhadores profissionais e técnicos ascendeu 67% no ano passado”, nos EUA, relata The Wall Street Journal. Certo químico que ganhava Cr$ 240.000,00 por ano foi despedido por causa de corte nos custos operacionais. Declarou ele: “Escrevi mais de 600 cartas e não recebi nenhuma oferta de emprego em firma.”

      Outro problema é que uma companhia hesita em contratar um homem que acham que está super-habilitado para um emprego. Uma pessoa com grau de doutor, em desespero, talvez solicite um emprego que pague menos. Mas, as companhias em geral evitam contratar tal pessoa. Acham que pode ficar facilmente descontente, e também que, assim que lhe surgir a oportunidade de um emprego melhor, sairá do atual.

      Alguns não foram despedidos de empregos de elevados salários. Saíram deles. The Wall Street Journal declara: A maioria dos homens que abandonaram e se retiraram da escada corporativa dizem que quaisquer arrependimentos que tenham são raros, e passageiros. Sua desilusão com seu antigo modo de vida e trabalho é tão forte que supera qualquer pensamento de voltar atrás. Isto se dá até com os que não estão seguros de para onde irão e os que lutam para permaneceram solventes.”

      De fato, assim como muitos estudantes ‘desistem’ do ‘círculo vicioso’ universitário, assim, também, muitos administradores de empresas desistem do ‘círculo vicioso’ executivo ou profissional em que entraram com altas esperanças depois da universidade. Os comentários sobre o modo de vida prometido por uma educação universitária têm-se revelado tristes.

      Deveras, a desilusão com a finalidade e os resultados de uma universidade é tão grande agora que apenas cerca de um terço dos que entram numa universidade chega a terminar o curso de quatro anos nos EUA. Num “Relatório Sobre a Educação Superior” publicado pela Universidade de Stanford, em março de 1971, observou-se o seguinte: “A maioria dos desistentes citam o descontentamento com a universidade e o desejo de reconsiderar os alvos e interesses pessoais como as razões principais de deixarem os estudos. . . . A universidade está falhando em captar a atenção e cativar o entusiasmo de muitos estudantes. Para alguns, e decididamente uma experiência negativa.”

      Outro Trabalho

      Em dias idos, a universidade realmente ajudava a muitos a achar melhores colocações. Mas, os tempos mudaram. Muitos empregos atualmente que não exigem uma educação universitária pagam bem. Habilitam a pessoa a adquirir uma profissão que pode ser usada em muitos lugares.

      Até recentemente dava-se a parecer que a pessoa que trabalhava com as mãos não realizava um trabalho dignificante. Não era considerada realmente bem-sucedida. Mas, muitos formados em universidade e profissionais liberais considerados ‘honrados’ atualmente ficam sem saber de onde virá sua próxima refeição, ao passo que carpinteiros, encanadores, auxiliares de escritório, eletricistas e outros que possuem uma profissão e trabalham com as mãos têm empregos. Alguns lixeiros nos EUA ganham atualmente Cr$ 60.000,00 por ano.

      Não é nenhuma vergonha a pessoa aprender uma profissão e trabalhar com as mãos. Na verdade, nos dias atuais se torna a coisa prática a fazer. Essa é outra razão por que certos pais agora pensam melhor na questão de uma educação universitária. Preferem encaminhar seus rapazes ou suas moças em profissões mais úteis na escola secundária onde se podem aprender tais coisas, pelo menos em parte. Depois de se formarem do ginásio, talvez continuem brevemente numa escola profissional ou obtenham valioso treino no próprio emprego. Daí se habilitam para uma profissão e evitam a angústia amiúde sentida nas posições do tipo de administrador de empresa.

      Os pais que são testemunhas de Jeová possuem outra razão muito sólida para encaminhar a vida de seus filhos a profissões úteis. Sabem pela profecia bíblica cumprida que a sociedade industrial hodierna está chegando ao fim. Em breve o próprio Deus Onipotente lhe dará o golpe mortal. (Pro. 2:20, 21; 1 João 2:17) Depois disso, na nova ordem de Deus, se executará um trabalho de reconstrução para transformar toda a terra num paraíso. (Luc. 23:43) Profissões de muitos tipos serão muito úteis então, assim como também perícias em agricultura e construção de casas. Portanto, por afastar seus filhos da chamada educação ‘superior’ hodierna, estes pais poupam seus filhos da exposição a uma atmosfera cada vez mais desmoralizante, e ao mesmo tempo os preparam também para a vida num novo sistema.

  • Os líderes da corrida
    Despertai! — 1971 | 8 de dezembro
    • Os líderes da corrida

      ● Há alguns anos, na Inglaterra, colocaram-se galgos e chitas juntos numa corrida para ver se as chitas eram realmente tão velozes. Durante a corrida, as chitas pularam com a maior facilidade por cima dos galgos para se tornarem os líderes da corrida.

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