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  • Respeite a propriedade dos outros
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • cuidado comum com as coisas ao seu redor. De outra forma, poderia por descuido danificar algo que não tenha apenas valor monetário, mas também valor sentimental, o que poderá resultar em seu próprio embaraço e em danos a seu anfitrião. E, caso aconteça um infortúnio’ mostre seu respeito pela propriedade de seu anfitrião por ter a coragem moral de mencionar isso e expressar seu pesar. Não deixe seu anfitrião descobrir isso depois que o leitor for embora.

      É Colecionador de Lembranças?

      Se for colecionador de lembranças, esta satisfação também poderá fazer com que, impensadamente, desrespeite os direitos de propriedade dos outros. Um grupo de viajantes estadunidenses certa vez saboreava um jantar numa “Lyons Corner House” em Londres. Alguém do grupo ficou intrigado com as diminutas colheres de chá que faziam parte da prataria e, assim, perguntou a um garçom se poderiam comprar uma delas como lembrança. Era a última noite que ficaria em Londres, e as lojas apenas as vendiam por dúzia, explicou ele. O garçom lhe respondeu, com forte acento londrino: “Bem, meu senhor, se por acaso uma delas cair no seu bolso, ninguém vai saber, nem se preocupar com isso, meu senhor.” E, assim, o viajante fez exatamente isso. Nesse caso, o garçom pouco respeitou a propriedade de seu patrão, como tampouco o fez o viajante.

      Mas, a maioria dos turistas que colecionam lembranças nem sequer se incomodam em perguntar. Pelo menos não muitos dos que visitam o novo Centro de Execução das Artes John F. Kennedy, em Washington, D. C., e que, depois do próprio Capitólio, é a maior atração turística popular da cidade. Relata-se que os turistas removeram virtualmente tudo “‘que se possa alcançar e seja retirável’ . . . Desapareceram todos os cinzeiros, saleiros e pimenteiras originais dos três restaurantes do centro, junto com . . . um dote de porcelana chinesa, cristais, prataria e toalhas de mesa. Os caçadores de lembranças . . . cortam pedaços dos tapetes e das cortinas e até surrupiaram prismas dos elegantes candelabros Waterford, que custam cada um 86 dólares (uns Cr$ 560,00)”. E o que deixam atrás de si? Pedaços queimados de cigarro nos tapetes, manchas de bebidas e nódoas de goma de mascar e de balas. Respeito pelos direitos de propriedade dos outros? Isso não é para tais caçadores de lembranças! — Newsweek, 13 de dezembro de 1971.

      Quando Se Pede Algo Emprestado

      Seu respeito (ou falta de respeito) pelos direitos de propriedade dos outros é também revelado por seus hábitos de pedir emprestado. Mostrará grave falta de respeito se “tomar emprestado” algo sem perguntar ao dono — só porque por acaso o conhece bem, porque tenciona usar o objeto apenas por pouco tempo ou porque talvez ele não esteja por perto nessa ocasião. Muito embora planeje devolver o objeto, não é seu, e o dono dele não lhe deu permissão de pegá-lo. Sempre tenha presente que poderia acontecer algo à coisa que tomou emprestado, um livro poderia ficar perdido ou sujo, e uma peça de máquina ou uma ferramenta poderia ser quebrada.

      O respeito pela propriedade dos outros sugere ainda mais que devolvamos prontamente aquilo que tomamos emprestado, dentro do tempo estipulado. Jamais deve obrigar o dono a vir pedi-lo. O respeito pelo item que pediu emprestado também sugere que, por sua vez, não deve emprestá-lo a outra pessoa. Por que não? Por que não lhe pertence, e, assim, não tem direito de emprestá-lo a outrem. Ademais, o dono talvez tenha hesitado em emprestá-lo a essa outra pessoa. Daí, também, o que acontecerá se o dono vier buscá-lo de suas mãos, por precisar dele, e verificar que outra pessoa está com o objeto? É importante, também, que mostre respeito por devolver o artigo numa condição tão boa quanto estava quando o tomou emprestado, senão em melhor condição.

      O que ajudará ao leitor e a todos nós a melhorar o respeito pelos direitos de propriedade dos outros? Ler regularmente a Bíblia Sagrada. Para começar, ela não só condena que nos apoderemos em secreto daquilo que pertence a outros — em palavras claras, roubando-o — mas até mesmo condena que o desejemos, que o cobicemos. — Êxo. 20:15, 17; Efé. 4:28; Col. 3:5

      A Palavra de Deus não nos dá apenas ordens negativas, mas também positivas. Jamais poderíamos melhorar a “Regra de Ouro” que apenas Jesus promulgou em sua forma positiva: “Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles; isto, de fato, é o que a Lei e os Profetas querem dizer.” Diretas ao ponto são também algumas palavras do seu apóstolo Paulo: “O amor . . . não procura os seus próprios interesses.” “Que cada um persista em buscar, não a sua própria vantagem, mas a da outra pessoa.” Levar a peito tais admoestações nos ajudará a contrabalançar a tendência egoísta do mundo, por respeitarmos sempre os direitos de propriedade dos outros. — Mat. 7:12; 1 Cor. 13:4, 5; 10:24.

  • Milhões que agora vivem jamais nascerão
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • Milhões que agora vivem jamais nascerão

      Do correspondente de “Despertai!” na Suécia

      MILHÕES de bebês que se acham agora no ventre de suas mães jamais nascerão. Não terão oportunidade de ver ou de conhecer seus próprios pais, ou de usufruir sua herança genética e legal. Serão destituídos de tudo. Por quê? Primariamente, porque vieram à existência sem serem desejados, e aqueles que não os querem resolveram livrar-se deles. Chama-se aborto à execução de tal decisão.

      Embora muitos países não conservem estatísticas sobre os abortos, há evidência de que milhões de abortos “legais” e ilegais são feitos no mundo a cada ano. Cerca de meio milhão de abortos “legais” foram feitos nos Estados Unidos em 1971. Na Tchecoslováquia, Hungria, Polônia e Iugoslávia, há mais abortos do que nativivos. E por volta de 744.000 abortos foram feitos por médicos especialmente designados no Japão, em 1969.

      A Liberalização das Leis de Aborto

      Quase em toda a parte; aumenta o número de gravidezes indesejadas. O clamor em muitos países é a favor da liberalização das leis de aborto. Exemplo disso é a Suécia. Apesar de certas exceções, devido a circunstâncias especialmente angustiantes, a legislação atual da Suécia proscreve o aborto. Mas, muito mais mulheres desejam abortos por motivos outros que não os permitidos por lei. Milhares de mulheres grávidas se dirigem a países vizinhos, que têm leis

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