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  • Pelicano
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    • a vindoura desolação de Edom, Isaías predisse que o pelicano ocuparia aquela terra. (Isa. 34:11) Sofonias profetizou que os pelicanos morariam entre os capitéis de Nínive, indicando a ruína e a ausência totais de representantes do gênero humano. — Sof. 2:13, 14.

  • Pêlo
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    • PÊLO

      Veja CABELO (PÊLO) .

  • Pelourinho
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    • PELOURINHO

      Este termo traduz o vocábulo hebraico tsinóq (Jer. 29:26; NM; nota da versão de Darby, em inglês), e parece designar um instrumento para prender o pescoço, e, talvez, também os braços. Mas é incerto o significado do termo hebraico.

  • Pendurar
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    • PENDURAR

      [do heb., taláh, “pendurar, suspender”; compare com seu emprego no Salmo 137:2; Isaías 22:24; Ezequiel 15:3]. Sob a Lei dada por Jeová a Israel, certos criminosos podiam ser pendurados numa estaca, depois de terem sido mortos como ‘amaldiçoados por Deus’, sendo expostos em público qual exemplo ou como advertência. O morto assim pendurado na estaca devia ser retirado dela antes do cair da noite, e então enterrado; deixá-lo na estaca durante a noite toda aviltava o solo dado por Deus aos israelitas. (Deut. 21:22, 23) Israel seguia esta regra, mesmo quando o executado não era israelita. — Jos. 8:29; 10:26, 27.

      Os dois filhos e os cinco netos de Saul, os quais Davi entregou aos gibeonitas para serem executados, não foram enterrados antes do anoitecer. Foram deixados expostos desde o começo da colheita de cevada (por volta de fins de abril) até à vinda da chuva, evidentemente depois de se completar a época da colheita. O motivo de se permitir que os gibeonitas seguissem um proceder diferente, neste caso, parece ter sido o de que o Rei Saul cometera um pecado nacional ao ter matado alguns gibeonitas, violando assim o pacto feito por Josué com os gibeonitas, muitos anos antes. (Jos. 9:15) Deus havia feito então que a terra sofresse uma fome durante três anos, como evidência de sua ira. Assim, os cadáveres dos pendurados na estaca ficaram expostos até que Jeová indicou que seu furor já se havia apaziguado, acabando o período de estiagem por mandar uma chuva torrencial. Davi mandou então que os ossos desses homens fossem enterrados, após o que “Deus se deixou suplicar a favor da terra”. — 2 Sam. 21:1-14, veja PREGAR (PENDURAR) NA ESTACA.

  • Penhor (Caução)
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    • PENHOR (CAUÇÃO)

      Um objeto de propriedade pessoal, tal como um anel ou uma roupa, entregue pelo devedor a seu credor como garantia de pagamento futuro duma dívida. Os regulamentos da Lei mosaica a respeito de penhores protegiam os interesses dos membros empobrecidos e indefesos daquela nação. Mostravam que Deus avaliava as dificuldades enfrentadas pelos pobres e pelas viúvas.

      Caso um homem pobre entregasse sua roupa exterior como garantia ou penhor dum empréstimo, o credor não devia ficar com ela de um dia para o outro. (Êxo. 22:26, 27; Deut. 24:12, 13) O pobre bem provavelmente usaria sua veste exterior como coberta à noite; caso se visse privado dela, talvez passasse frio. Ignorar uma pessoa a esta lei a caracterizaria como uma pessoa gananciosa e sem coração. (Jó 22:6; 24:9) Todavia, durante a apostasia de Israel, alguns não só se apoderavam das roupas dos pobres como penhores, mas também as usavam durante suas festas da religião falsa. — Amós 2:8.

      Não devolver uma “coisa tomada em penhor” foi alistado, em Ezequiel 18:10-13, junto com o roubo e o derramamento de sangue, como coisas que se juntavam para provar que um pecador impenitente merecia a morte. Por outro lado, o iníquo que abandonasse seus pecados por, entre outras coisas, “restituir a própria coisa penhorada” iria ‘positivamente continuar vivendo’. (Eze. 33:14-16) Era também proibido tomar, como penhor, um moinho manual ou sua mó superior, pois o pão era geralmente assado todo dia, e apoderar-se dos implementos necessários para moer o cereal significaria apoderar-se de “uma alma” ou vida. — Deut. 24:6.

      Protegiam-se especialmente as viúvas, uma vez que elas, como é provável, amiúde não teriam ninguém para defendê-las ou ajudá-las. A Lei proibia que, sob qualquer pretexto, alguém se apoderasse, em penhor, da roupa duma viúva. — Deut. 24:17; compare com Jó 24:3.

      Também, não era permitido entrar na casa dum homem para apoderar-se de um item penhorado. O devedor devia trazer o penhor para seu credor, do lado de fora da casa. (Deut. 24:10, 11) Desta forma sustentava-se a inviolabilidade do domicílio daquele homem, e ele podia conservar seu respeito próprio, o que dificilmente ocorreria se o credor se sentisse à vontade para entrar sem convite na casa daquele homem. Assim, além da compaixão e da generosidade (Deut. 15:8), as leis sobre os penhores incentivavam o respeito pela pessoa e pelos direitos dos outros.

      EMPREGO ILUSTRATIVO

      Deuteronômio 15:6 indicou, como sinal da bênção de Deus, terem os judeus suficientes meios para ‘emprestar sob caução a muitas nações’.

      Caso alguém ‘desprezasse a palavra’, deixando de restituir o empréstimo, ele perderia aquilo que tinha dado em penhor; de modo similar, aquele que tivesse a obrigação de obedecer o mandamento de Deus, mas que não cumprisse sua obrigação, sofreria perda. — Pro. 13:13.

      As Escrituras Hebraicas repetidas vezes aconselharam a não se ser fiador dum estranho, desta forma prometendo pagar a dívida daquela pessoa, caso ela não o fizesse. (Pro. 11:15; 22:26, 27; veja FIANÇA) Assim, Provérbios 20:16 menciona o ‘tomar-se a veste’ daquele que é fiador dum estranho. Isto constitui um contraste direto com a compassiva consideração que se deveria ter para com o homem pobre que se visse obrigado a tornar-se devedor de outrem devido a algum infortúnio pessoal, conforme esboçado nos textos considerados anteriormente neste verbete. Aquele que se torna fiador dum estranho não é simplesmente desafortunado, mas réu de uma ação tola; o provérbio evidentemente afirma que se devia ‘deixá-lo sofrer as conseqüências’. A última parte do versículo manda que se ‘tome um penhor’, no “caso duma mulher estrangeira“. O homem que travasse relações com tal mulher poderia ficar empobrecido (compare com Provérbios 5:3, 8-10), e, assim, ele talvez tivesse de dar seus bens restantes em garantia de suas dívidas. O provérbio evidentemente afirma que ele não merece nenhuma piedade, uma vez que agiu de modo contrário a todo conselho são ao lidar com a “mulher estrangeira”.

  • Pentateuco
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    • PENTATEUCO

      Esta palavra grega aportuguesada (que significa “cinco rolos” ou “volume quíntuplo”) refere-se aos cinco livros iniciais da Bíblia — Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

      SEU ESCRITOR

      Não há texto algum que diga que Moisés escreveu todo o Pentateuco, mas, espalhadas através de sua matéria, existem declarações explícitas que cumprem esta mesma finalidade, (Êxo. 17:14; 24:4; 34:27; Núm. 33:2; Deut. 31:9, 19, 22, 24-26) Existem também muitos trechos em que as palavras são atribuídas diretamente a Moisés, começando com a primeira conversa dele que foi registrada (Êxo. 2:13, 14) e prosseguindo até a bênção final que deu ao povo (Deut. 33:1-29), incluindo alguns de seus mais longos discursos (Deut. 1:1; 5:1; 27:1; 29:2; 31:1) e cânticos notáveis. (Êxo. 15:1-19; Deut. 31:30 a 32:43) Os versículos iniciais de vinte dos vinte e sete capítulos de Levítico nos dizem que aquilo que segue são as palavras de Jeová, proferidas a Moisés, de modo que este, por sua vez, pudesse informar o povo. O mesmo acontece em mais de cinqüenta exemplos no livro de Números. Assim, excetuando-se os versículos finais de Deuteronômio, a evidência interna do próprio Pentateuco aponta que Moisés é devidamente o escritor.

      Muitos outros trechos da Bíblia testificam que o Pentateuco foi produzido pela mão de Moisés. (Jos. 1:7; Juí. 3:4; 2 Reis 18:6; Mal. 4:4) Homens tais como Davi (1 Reis 2:1-3), Daniel (9:11), Esdras (6:18), Neemias (8:1), Jesus (Mar. 12:26; Luc. 16:29; João 7:19), Lucas (24:27) e João (1:17) referem-se a tal obra como sendo de Moisés. Jesus, indo mais diretamente ao ponto, reconheceu que Moisés era o seu escritor (Mar. 10:3-5; João 5:46, 47), como também o reconheceram os saduceus. Mar. 12:18, 19.

  • Pentecostes
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    • PENTECOSTES

      [Gr., pentekosté, qüinquagésimo]. Nome que foi empregado posteriormente para indicar a Festividade da Colheita (Êxo. 23:16) ou a Festividade das Semanas (Êxo. 34:22), sendo também chamado de o “dia dos primeiros frutos maduros”. (Núm. 28:26) Em Levítico 23:15-21; Números 28:26-31 e Deuteronômio 16:9-12 encontram-se instruções para esta festividade. Devia ser celebrada no qüinquagésimo dia a contar-se de 16 de nisã, o dia em que o molho de cevada era oferecido. (Lev. 23:15, 16) No calendário judaico, cai em 6 de sivã. Ocorria depois da colheita da cevada e do começo da colheita do trigo, que amadurecia depois da cevada. — Êxo. 9:31, 32.

      Não se permitia que os israelitas iniciassem a colheita senão depois que as primícias da cevada tivessem sido apresentadas a Jeová, em 16 de nisã. Assim, em Deuteronômio 16:9, 10, as instruções são: “Principiarás a contar sete semanas desde que primeiro se mete a foice nos cereais em pé. Então tens de celebrar a festividade das semanas para Jeová, teu Deus.” Exigia-se que todo varão comparecesse a esta festividade, e, em conexão com ela, também se declara: “E tens de alegrar-te perante Jeová, teu Deus, tu e teu filho, e tua filha, e teu escravo, e tua escrava, e o levita que está dentro dos teus portões, e o residente forasteiro, e o menino órfão de pai, e a viúva, que estão no teu meio, no lugar que Jeová, teu Deus, escolher para ali fazer residir seu nome.” (Deut. 16:11) A Páscoa era essencialmente uma comemoração familiar íntima. Já a essência da Festividade da Colheita, ou Pentecostes, era de maior liberalidade hospitaleira, assemelhando-se, neste sentido, à Festividade das Barracas.

      As primícias da colheita de trigo mereciam um tratamento diferente do das primícias da cevada. De dois décimos de um efa de flor de farinha de trigo (c. 4,4 l) deviam ser cozidos dois pães levedados. Deviam ser “dos vossos lugares de morada”, o que significava que deviam ser pães iguais aos feitos para o consumo diário da família, e não como os pães especialmente feitos para finalidades sagradas. (Lev. 23:17) Ofertas queimadas e uma oferta pelo pecado acompanhavam isso, e, como uma oferta de participação em comum, eram oferecidos dois cordeiros. O sacerdote movia os pães e os cordeiros diante de Jeová por colocar os pães e os pedaços dos cordeiros nas palmas das mãos, movendo-os para a frente e para trás, significando que eram apresentados perante Jeová. Depois que os pães e os cordeiros eram oferecidos, passavam a pertencer ao sacerdote, para que os comesse como oferta de participação em comum. — Lev. 23:18-20.

      Há ligeira diferença na descrição das outras ofertas (à parte da oferta de participação

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