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  • A escassez de energia — o que podemos fazer?
    Despertai! — 1980 | 22 de junho
    • que 97 por cento das pessoas se sentem confortáveis com 26°C. E é preciso 60 por cento mais de energia para resfriar uma casa até 22,2°C do que a 26°C. Como medida para se poupar energia, o Governo dos Estados Unidos expediu uma diretiva, em julho de 1979, tornando ilegal resfriar prédios públicos abaixo de 26°C. O Dr. Stephen Rosen, perito em clima e saúde, afirma: “A refrigeração provavelmente retarda nossa aclimatização ao calor do verão”, e, como resultado disso, “os funcionários em instalações com ar condicionado tendem a sofrer mais doenças, a sentir-se mais desconfortáveis, a sentir mais dores de cabeça do que os que trabalham em espaços sem ar condicionado”.

      Há muitas outras coisas que poderá fazer para conservar o combustível doméstico de aquecimento. O diagrama na página 7 alista algumas que, combinadas, podem reduzir significativamente seus custos. Por exemplo, em muitas casas, a insulação apropriada pode, por si só reduzir até à metade os custos de aquecimento, onde isso é costumeiro.

      Mudanças à Frente

      Sem considerar o que as pessoas façam no sentido de preservação de energia, o modo de vida a que muitos se acostumaram talvez tenha de sofrer mudança. Terão finalmente de desistir de viajar no carro da família e retornar ao transporte público para poupar combustível? Serão obrigados a reduzir seu uso livre e desimpedido do ar condicionado, parando de aquecer suas piscinas do quintal, e escurecer um pouco as ruas agora brilhantemente iluminadas por letreiros?

      “Mas”, talvez alguns objetem, “não corramos tanto. Antes de se retirar todos os aparelhos que poupam trabalho, nossos abridores de lata e facas elétricos, nossos barbeadores e escovas de dentes elétricos, nossos cortadores de grama e aparadores de pontas elétricos, nossos barcos e carrinhos para a neve movidos a gasolina — que dizer de algumas outras fontes energéticas? Não existem outras coisas a recorrer se se esgotar o petróleo?”

      Outros protestam que a escassez não é tão ruim como a fazem parecer. Ouvem falar da fartura de petróleo na Costa Oeste dos EUA, graças a mais petróleo proveniente do novo campo alasquense do que pode suprir as refinarias do oeste ou ser transportado para o leste. Diz-se ainda haver grandes reservas de gás natural, vinculadas aos debates políticos de quanto cobrar por ele. O México anunciou a descoberta de um campo petrolífero que talvez seja mais amplo do que o da Península da Arábia. O que indica tudo isso?

      Nas pesquisas recentes feitas nos EUA, dois terços das pessoas expressaram a opinião de que a escassez de petróleo é uma farsa. Alguns crêem que foi impingida ao público pelas companhias de petróleo, em conluio, para rechear seus lucros. A situação é certamente confusa, e gera confusão. Sem embargo, precisamos encarar as realidades do futuro imediato. Cada um de nós está preocupado, porque nossa vida diária é influenciada pelo resultado da crise de combustível.

      Outras Fontes Energéticas

      É verdade que há muitas outras fontes alternativas de energia para as quais nos podemos voltar a fim de reduzir nossa dependência do petróleo. O carvão ainda abunda em muitas partes da terra, o bastante para longo tempo no futuro. Já a energia resultante da fissão nuclear desponta como parte importante das reservas de energia elétrica em vários países. As reservas de urânio parecem, provavelmente, durar mais que as de petróleo, mas se tornam mais onerosas de minerar e refinar. Olhando-se mais adiante, diz-se que a fusão nuclear promete energia ilimitada, retirada da água dos canos.

      A energia solar é constantemente fornecida por uma fonte inesgotável. O homem há muito utiliza a energia solar de forma indireta, por queimar lenha, e, através de geradores e moinhos de ventos impulsionados pela água. Talvez seja possível agora gerar eletricidade do calor e da luz do sol. Qualquer sistema prático para se obter energia solar forneceria uma solução ideal para o problema energético, visto que o sol brilha em toda a parte.

      Naturalmente, quando falamos sobre a substituição de um tipo de energia por outro, reconhecemos que nem todos os tipos são igualmente utilizáveis. O carvão pode substituir o petróleo para mover turbinas elétricas ou locomotivas, mas não para mover carros. A energia nuclear só é prática em usinas geradoras de energia muito grandes, mas a energia solar talvez resulte útil em unidades suficientemente pequenas para casas, de per si. A energia hidrelétrica precisa ser transportada em linhas de alta tensão, das represas dos rios para as cidades. O calor geométrico é útil nas regiões vulcânicas, mas nem todos vivem junto a um vulcão.

      Também, algumas fontes energéticas causam poluição, que se torna intolerável em grande escala. Fornos de carvão lançam fumaça e fuligem no ar, e as cinzas se acumulam sobre o solo, os combustíveis à base de hidrocarbonetos são responsáveis pelo smog ou neblina fumacenta, e a energia nuclear nos preocupa com suas emissões radioativas e resíduos de vida longa. O vento, a água e a energia solar estão livres de tais empecilhos.

      Os interesses financeiros, arraigados no presente sistema econômico, também precisam ser considerados. Grandes investimentos de capital em usinas geradoras de energia e extensivas redes de distribuição poderão tornar-se obsoletos caso haja algumas mudanças previsíveis nas fontes energéticas. Haverá resistência às mudanças, mesmo que sejam mudanças que poderiam ser claramente desejáveis ou inevitáveis a longo prazo.

  • Quanta energia há no subsolo?
    Despertai! — 1980 | 22 de junho
    • Quanta energia há no subsolo?

      O CARVÃO e o petróleo têm sido as fontes principais de energia desde o começo da Revolução Industrial no início do século 19. Mas são fontes energéticas classificadas em geral como não renováveis. Assim, a questão ardente para nós, hoje, é: Por quanto tempo podemos depender destes combustíveis fósseis, antes de serem completamente utilizados?

      O carvão foi o primeiro a ser explorado, à medida que a Europa e os Estados Unidos se lançaram na era industrial. Veio a ser usado em grandes quantidades na fabricação do aço e do cimento. O carvão fornecia a energia para as locomotivas ferroviárias em terra, e para os barcos a vapor no mar. Queimávamos carvão para aquecer nossas moradias e oficinas. A partir de fins dos Oitocentos, o carvão também era usado para movimentar geradores elétricos em usinas centrais de força.

      Quando o petróleo se tornou disponível, sua abundância e baixo custo levou ao seu uso em lugar do carvão, para muitas finalidades. O importante é que a conveniência do combustível líquido e sua facilidade de ignição promoveram a rápida proliferação dos carros para uso particular, de caminhões para frete, e de aviões para as viagens

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