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  • Aborto — um mundo dividido
    Despertai! — 1987 | 8 de abril
    • Nova Zelândia — ela mesma sendo a favor do aborto — “e não há nada que os políticos, ou as leis, possam fazer para impedi-la”. E nisso reside um poderoso argumento. ‘O que é preferível?’, perguntam os que defendem o aborto.

      Onde o aborto é legalizado, embora ainda ocorram algumas mortes, essa prática acha-se sob estrita supervisão médica. Abortos ilegais, “no fundo do quintal”, por outro lado, apresentam chocante taxa de mortalidade, uma vez que, muitas vezes, são realizados por pessoas não habilitadas em condições insalubres. Em Bangladesh, por exemplo, calcula-se que, todo ano, morrem 12.000 mulheres em resultado de tais abortos.

      Mas, em tudo isto existe outro fator humano a ser considerado. O que pensam os médicos e as enfermeiras de fazer abortos como que numa linha de montagem? Que espécie de tributos físicos, mentais e emocionais o aborto exige da prospectiva mãe — e do prospectivo pai? Estas são perguntas que consideraremos a seguir.

  • Aborto — a que preço?
    Despertai! — 1987 | 8 de abril
    • Aborto — a que preço?

      EM GLASGOW, na Escócia, duas enfermeiras tiveram “horríveis pesadelos” e passaram muitas noites sem dormir, noticiou o jornal The Daily Telegraph. Por quê? Porque participaram duma operação de abortamento dum bebezinho homem de 24 semanas. Inesperadamente, ele viveu “por curto tempo”.

      Em Detroit, EUA, um feto de 29 semanas, que supostamente teria sido morto por uma injeção aplicada no abdome da mãe, foi jogado num balde de aço inoxidável, na enfermaria de abortos dum hospital. Mas ele sobreviveu. Seus gritos foram ouvidos, e esta menininha foi levada às pressas para a unidade de tratamento intensivo, bem na hora.

      O abortamento de fetos viáveis é um crescente problema, à medida que aumenta o número de abortos. Técnicas médicas avançadas provêem melhores cuidados para os bebês prematuros, de modo que agora é possível a sobrevivência de um bebê saudável de 26 semanas — algo que teria sido dificílimo alguns anos atrás. Em resultado, as enfermeiras em alguns países têm o direito legal de recusar-se, por motivo de consciência, a participar em abortos.

      Mas, o que dizer dos médicos? Como reagem?

      O Comércio do Aborto

      “Ser publicamente identificado como aborcionista é o mesmo que receber o beijo da morte”, confidenciou o Dr. Phillip Stubblefield, ao ser entrevistado pela revista Newsweek. Com efeito, a pressão pública moveu muitos médicos nos Estados Unidos a abandonar por completo tal prática. Vários incidentes de atentados com bombas destruíram clínicas de aborto, e “por todo o país, temos clínicas que não conseguem diretores médicos, porque os médicos têm receio do que a comunidade fará”, explicou o Dr. Stubblefield.

      Sem embargo, o número de abortos ainda cresce. E talvez não seja muito difícil descobrir uma das razões disso. Trata-se dum negócio lucrativo.

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