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  • Perguntas dos Leitores
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1983
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1983
w83 15/2 pp. 30-31

Perguntas dos Leitores

■ Quão aconselhável é mandar seu filho morar com parentes que não são Testemunhas de Jeová, simplesmente por eles poderem oferecer a ele vantagens materiais?

As Escrituras mostram que cabe aos pais o privilégio e a responsabilidade de cuidar dos filhos, o que inclui prover o necessário cuidado espiritual. Seria imprevidente o marido e a esposa cristãos desconsiderarem essa designação dada por Deus só para que o filho possa usufruir vantagens materiais por morar com um parente que não é cristão.

Em alguns países, é bem comum mandar o filho morar com parentes por longos períodos. Muitas vezes, isso é feito por pais que moram em áreas retiradas, onde os recursos educacionais são limitados. Mandam o filho para parentes que moram na cidade (ou a um internato), para que ele obtenha uma educação melhor ou conheça um estilo de vida mais avançado. Geralmente, espera-se que a criança execute algum trabalho doméstico, ou, de algum modo, retribua aos parentes por eles a aceitarem no lar.

Esse arranjo parece ter vantagens materiais, mas estas talvez não sejam tão grandes quanto aparentam. A experiência amiúde tem mostrado que ser o filho desarraigado do ambiente familiar e forçado a morar longe dos pais, na casa de parentes, produz maus efeitos nele. Com freqüência, em vez de ser tratado como qualquer outro filho da casa, ele é considerado como empregado doméstico e é tratado com discriminação. Como pode imaginar, a frustração e o ressentimento geralmente surgem quando o jovem, com ou sem motivos, sente que é tratado com parcialidade. (Veja Gênesis 27:30-41.) O transtorno emocional e a infelicidade resultantes podem interferir no seu aproveitamento escolar, mesmo estando numa boa escola. Assim, é ele realmente beneficiado? A delinqüência é outro resultado comum quando a criança é privada da disciplina regular da parte de pais amorosos.

O conselho da Palavra de Deus ajuda a evitar tais conseqüências tristes. Basicamente, a Bíblia insta para que os pais cuidem de seus próprios filhos. Naturalmente, Jeová Deus compreendia que surgiram certas situações extremas, em que determinadas pessoas, que não os pais, teriam que cuidar de crianças.a Portanto, aconselhou seus servos a ajudar às crianças órfãs de pai, ou que tivessem perdido na morte ambos os pais. (Deuteronômio 14:28, 29; 16:9-14; 24:17-21; 26:12, 13; Salmo 10:14; Tiago 1:27) Mas, a ênfase primária nas Escrituras é no sentido de que os pais cuidem das necessidades materiais, espirituais e emocionais de seus próprios filhos. — Veja 1 Timóteo 5:8.

Deus aconselhou os pais com referência às Suas palavras: “Tendes de ensiná-las aos vossos filhos, falando delas sentado na tua casa e andando pela estrada, e ao deitar-te e ao levantar-te.” (Deuteronômio 11:18, 19) Poderiam os pais fazer isso se mandassem de espontânea vontade os filhos para morar, por longos períodos com parentes que não são Testemunhas de Jeová? Não, os pais precisam estar com os filhos para proporcionar correção e instrução parental regulares, bem como o ambiente amoroso de que os jovens tanto necessitam. (Efésios 6:4; Provérbios 6:20) Sem dúvida, o bem estar duradouro (até mesmo eterno) do filho dum cristão não seria promovido se ele fosse mandado morar com parentes descrentes para obter educação secular, às custas da instrução espiritual em seu próprio lar. Cristãos em todo o mundo sabem que criar um jovem no atual sistema de coisas para servir a Jeová é uma tarefa difícil que requer supervisão constante da parte dos pais. Certamente, a perspectiva de êxito diminuiria se o filho fosse tirado dum lar cristão apenas por vantagens materiais.

Neste respeito, reflita no exemplo de Jesus, criado na afastada cidade de Nazaré, na Galiléia. Em obediência a Deus, José e Maria mantiveram Jesus com eles em Nazaré, onde ‘progrediu em sabedoria e em desenvolvimento físico e no favor de Deus e dos homens’. — Lucas 2:41-52.

O atual sistema de coisas dá ênfase à educação e ao êxito financeiro. Ouve-se pais mundanos dizer coisas tais como ‘Eu não quero que meu filho se torne zelador quando crescer’. Mesmo pais cristãos podem ficar influenciados por um ponto de vista similar quanto à educação e às vantagens materiais. Mas, pais que confiam na sabedoria de Jeová darão prioridade a que seus filhos lancem “um alicerce excelente para o futuro, a fim de que se apeguem firmemente à verdadeira vida”. — 1 Timóteo 6:9, 19.

■ Jesus disse o seguinte a um homem a quem curara: “Não peques mais, a fim de que não te aconteça algo pior.” Queria dizer com isso que adoecemos porque pecamos?

Não, cada doença não é necessariamente conseqüência dum pecado específico.

João, capítulo cinco, relata a cura que Jesus fez para um homem já doente por muitos anos. Mais tarde, Jesus viu o homem na área do templo e disse-lhe: “Eis que tens ficado são. Não peques mais, a fim de que não te aconteça algo pior.” — João 5:14.

Todos nós herdamos o pecado e a imperfeição de Adão. (Romanos 5:12) Evidência disso é que às vezes adoecemos “naturalmente”. É lógico que o homem a quem Jesus curou estava doente em conseqüência da imperfeição herdada. Pela misericórdia de Deus, o homem foi curado e informado do caminho da salvação por meio de Cristo. Deveria seguir então o Salvador. Se, em vez disso, o homem se voltasse para o pecado deliberado, algo pior do que a doença lhe sobreviria; seria culpado de pecar contra o espírito, merecendo a destruição eterna. — Mateus 12:31, 32.

[Nota(s) de rodapé]

a Uma situação rara e lamentável se dá quando uma mocinha tem um filho em resultado dum estupro. Os imediatamente envolvidos, a mocinha e seus pais, podem decidir que proceder é aconselhável, tomando-se em conta todos os fatores, mesmo o estado físico e emocional dela. Em alguns casos assim, o bebê foi aceito e criado com amor cristão pela família da menina. Em outros casos permitiu-se que um casal cristão desejoso de cuidar duma criança, tendo condições para isso, adotasse o bebê.

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